Prazer sexual

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Prazer sexual é o prazer relacionado ao ato sexual.

Descrição biológica[editar | editar código-fonte]

O mecanismo pelo qual esse processo ocorre somente no ato sexual é desconhecido e complexo. Sabe-se que não só o homem mas todos os mamíferos sentem resposta intensa durante o coito. Evolucionistas defendem a ideia de que o prazer sexual é uma estratégia evolutiva - o prazer atuaria como um motivador do ato sexual, estimulando a reprodução e dando, assim, às espécies, maior população e predominância sobre outras. Há vários indícios que confirmam essa teoria, como a presença do clitóris nas mulheres, que tem somente a função de dar prazer.

Aspectos sociais[editar | editar código-fonte]

Ao longo da história, foram várias as manifestações contra ou a favor da prática sexual resultando em prazer. Sociedades antigas como as dos Gregos e Egípcios tinham o ato como sagrado, enquanto Árabes e Persas acreditavam que traria doenças e desgraças. Com a chegada das religiões, o prazer sexual passou a ser considerado pecaminoso e condenável. No cristianismo, o prazer era tido como manifestação do mal e diabólico, o que gerou, por muitos séculos, repressão à atividade sexual, principalmente a feminina. No Século XX, esse comportamento começou a mudar à medida em que os povos conquistavam direitos e liberdade e as religiões perdiam sua influência. No final do século, deu-se a Revolução sexual, quando o prazer passou a ser visto como manifestação de paz e amor. Hoje, o prazer é visto como saudável e essencial ao desenvolvimento pleno do homem e da mulher.