Preferência do consumidor

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{{sem-fontes|data=julho O ponto de partida da teoria do consumidor em microeconomia é realizar um tratamento formal da noção de preferências. Descrito um espaço de mercadorias disponivéis fisicamente para consumo e também dado um orçamento, que restringe o espaco de consumo verdadeiramente factível ao consumidor, antes de estudar qual cesta de consumo ele consumirá, é necessário formalizar a noção intuitiva de gostar mais de uma cesta do que de outra.

O tratamento advém da noção de relação binária. Algumas propriedades desejavéis levam à definição;

Uma relação de preferência R (" ao menos tao bom que") sobre o conjunto de bens é dita racional se:

A.1 - Ela for completa. Em outras palavras, dadas quaisquer duas cestas x e y, ou o agente prefere x a y, y a x, ou ambas tem o mesmo valor.

        De forma mais informal, diante de x e y, se alguem lhe perguntar qual o agente prefere, é expressamente proibido dizer "não sei".

A.2. Ela for transitiva. Ou seja, dadas cestas x y z, se xRy e yRz entao xRz. Essa propriedade garante a coerência das preferências.

O prosseguimento da disciplina foi se perguntar se seria possível representarmos uma relação de preferência, tediosa de se operar, em uma função que mapeasse cada cesta em um número real, sem alterar as preferências. O teorema -- responde afirmativamente essa questão, sendo essa função nomeada função utilidade. O teorema garante que, se uma relação de preferências for racional e contínua, então existe uma representação equivalente como função.

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