Profano (Maçonaria)

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Profano, do latim Profanus, decompondo a palavra:

  • pro (diante de)
  • fanum (espaço sagrado).

Na Maçonaria diz-se que é profano o ser humano não iniciado numa Loja Simbólica.

Por esse raciocinio todos os não iniciados são Profanos, mas não têm essa designação porque os Maçons são preconceituosos ou desrespeitosos para os não iniciados, mas porque esse ser humano é apenas estranho/alheio a ideias/conhecimentos sobre determinados assuntos ligados à via iniciática que os Maçons escolheram.

Neste caso o termo profano identifica-se apenas com um ser humano que convive com o mundo em que vivemos, sendo esse caminho válido e não inferior de todo à escolha que os Maçons fazem ao serem iniciados, porém este não é igual ao caminho iniciático que os Maçons escolhem.

Os Maçons optam por fazer esse caminho dentro de um Templo e sob determinados principios e com uso a vários instrumentos simbolicos, desse modo um ser humano não iniciado está apenas diante de (pro) um espaço sagrado (fanum) e não dentro dele como os Maçons.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

A verdadeira história da MAÇONARIA, Jorge Blaschke e Santiago Río, pag. 118 a 124, QUIDNOVI - QN III - Editora e Distribuidora, Lda, 1ª Ed. Outubro de 2006, ISBN 972-8998-34-1 (Copyright: La Verdadera Historia de los Masones, Jorge Blaschke e Santiago Río, Editorial Planeta, S.A., 2006)

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