Professor Luizinho

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Professor Luizinho. Foto: J. Freitas/ABr.

Luiz Carlos da Silva, mais conhecido como Professor Luizinho (Cândido Mota, 18 de abril de 1955) é professor de matemática e político brasileiro pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

É formado em Matemática pela Faculdade de Ciências e Letras de Ribeirão Pires (1974-1976).

[editar] Biografia

O Professor Luizinho foi um dos fundadores do PT em 1980. Foi também integrante da Comissão Executiva Estadual do PT (1992-1993), líder do partido na Assembléia Legislativa de São Paulo (1992-1993), Primeira Secretário da Assembleia Legislativa de [São Paulo) (1995) - (1997) vice-líder no Congresso Nacional (1999-2003), vice-líder do governo no Congresso Nacional (2003-2004) e líder do governo no Congresso Nacional, desde então.

Sua atividade política, sempre pelo PT, iniciou-se quando tornou-se vereador por Santo André (1989-1991) e prosseguiu, sendo ele deputado estadual por São Paulo (1991-1995 e 1995-1999) e deputado federal (1999-2003, reeleito para para o período 2003-2007).

[editar] Mensalão

O Professor Luizinho teve seu nome envolvido no escândalo de corrupção conhecido como escândalo do mensalão. Ele foi suspeito de ter recebido dinheiro proveniente do esquema montado pelo partido e pelo empresário Marcos Valério. Foi submetido à investigação pelo conselho de ética e decoro parlamentar da câmara dos deputados.

Argumentava em sua defesa o fato de que, mesmo se existisse um suposto esquema de compra de votos (o "Mensalão"), por ser ele o líder do governo na Câmara dos Deputados, não haveria sentido em lhe serem oferecidos valores em dinheiro pois era sua obrigação votar a favor do governo em qualquer circunstância. Foi absolvido das acusações pelo plenário da Câmara.

Em setembro de 2004, quando começaram a aparecer as primeiras notícias sobre uma suposta compra de deputados do congresso nacional, o Jornal do Brasil publicou algumas matérias sobre o fato. Luizinho, na época mostrou-se indignado e protestou contra o jornal, dizendo que as notícias eram falsas. Ele tornou pública a seguinte nota criticando o jornal:

A reportagem "Miro denuncia propina no Congresso", publicada na edição de hoje do Jornal do Brasil, é falsa. Falsa e lamentável, por não honrar a tradição do veículo que a publicou. Lamentável por levar aos leitores do Jornal do Brasil, do JB On Line e de outros veículos - pois foi reproduzida em sites, blogs e rádios país afora - uma informação tão longe da verdade. Lamentável por envolver o prestigioso Jornal do Brasil num episódio que certamente será marcado como mau jornalismo. Lamentável por envolver indevidamente o deputado Miro Teixeira, um dos mais respeitados parlamentares do Congresso Nacional, numa acusação que ele não fez e que é totalmente descabida. Lamentável pelo fato de os repórteres e editores envolvidos terem ignorado, ainda na fase de apuração, as reiteradas advertências do próprio deputado Miro Teixeira a respeito das informações que o apresentavam. E finalmente lamentável por ter feito a República parar por alguns instantes por algo que poderia ser evitado com a simples observância dos padrões a que estamos acostumados no Jornal do Brasil. [1]

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