Progestógeno

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Os progestógenos, também chamados de progestogênios ou progestágenos, constituem uma das principais classes de hormônios esteróides, juntamente com os estrógenos, andrógenos, mineralocorticóides e glucocorticóides.

A progesterona é o único progestógeno natural. Todos os demais são sintéticos e, por vezes, chamados de progestinas.[1]

Classificação[editar | editar código-fonte]

Classificam-se, segundo sua estrutura, em:

Progestógenos C19, que são derivados da testosterona.

Progestógenos C21, que são derivados da progesterona.

Propriedades[editar | editar código-fonte]

Todos os progestógenos têm propriedades antiestrógenas e antigonadotrópicas (inibição da produção de hormônios esteróides sexuais nas gônadass).

Os progestógenos diferem quanto à potência (afinidade pelos receptores da progesterona) e quanto aos efeitos secundários. Tais efeitos podem ser andrógenos (medroxiprogesterona e a maioria dos progestógenos C19), antiandrógenos (acetato de ciproterona), estrógenos, glucocorticóides (certos progestógenos C21) ou anti-mineralocorticóides (progesterona).

Utilização[editar | editar código-fonte]

A maioria dos progestógenos é empregada, por suas propriedades antiestrógenas, nas pílulas contraceptivas, a fim de evitar um excesso de estimulação da endométrio, o que pode provocar endometriose. O acetato de ciproterona é utilizado como antiandrógeno.

Propriedades[editar | editar código-fonte]

Os progestógenos têm a capacidade de mudar a mucosa uterina da fase proliferativa para a fase secretória. Seus efeitos dependem, entretanto, da dosagem e da fase do ciclo menstrual em que são administrados.

Referências

  1. Progestógenos: farmacologia e uso clínico, por Francieli Vigo, Jaqueline Neves Lubianca e Helena von Eye Corleta. Femina, março de 2011, vol 39, nº 3, pp 127-137.


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