Programa do Ratinho

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Programa do Ratinho
Informação geral
Formato Programa de auditório
Gênero Variedades
Duração 60 minutos (segunda, terça e sexta)
50 minutos (quinta)
70 minutos (quarta)
Criador(es) Carlos Roberto Massa
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Walter Scaramuzzi
Lucimara Parisi (externas)
Produtor(es) Vanessa Guzzo
Adriana Cassia
Alexandra Escudero
André Luiz Ferreira
Beth Guzzo
Carla dos Santos
Denise Fanhoni
Elizabete Locatelli
Erika Colabello
Hugo Yashiki
Leonardo Chalupe
Lucas Moreno
Maria Fernanda Santos
Maria Teressa Tibery
Marcus Ziimer
Murilo Bordoni
Nancy dos Anjos
Paula Nilza
Rita Leandro
Sandra Lena
Suzana Cruz
Telma Galvani
Valéria Félix
Apresentador(es) Carlos Roberto Massa, o Ratinho
Narrador(es) O Sombra
Elenco Valentina Francavilla
Milene "Pavorô" Uehara
Eduardo Mascarenhas
Marquito
Faxinildo
Zezinho Gasolina
Iran Thieme
Rhenata Tolksdorf
Tema de abertura Instrumental
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil CNT
Brasil SBT
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 1ª fase: 13 de maio de 1991 - 04 de março de 1993
2ª fase: 8 de setembro de 1998 - 15 de agosto de 2006
3ª fase: 5 de maio de 2009 - presente
Cronologia
Último
Último
Ratinho Livre
(1997-1998)
Próximo
Próximo
Programas relacionados 190 Urgente
Show do Ratinho
Você É o Jurado

Programa do Ratinho é um programa de televisão brasileiro exibido pelo SBT, apresentado por Ratinho (Carlos Massa), e exibido pela primeira vez de 8 de setembro de 1998 com conteúdo popular, música, informação, entrevistas, brincadeiras, humor, diversão, as principais notícias do Brasil e do mundo e a sua participação popular. Após ter sua exibição encerrada em 2006, em 5 de maio de 2009, o programa retornou à grade de programação até os dias de hoje.

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Ratinho na coletiva de imprensa do SBT

Os boatos e publicações sobre a ida do Carlos Massa, o Ratinho, ao SBT não era novidade para a imprensa televisiva.[1] No momento em que terminou seu contrato com a CNT, em 1997, uma das propostas recebidas por Ratinho foi SBT.[1] Nesta época Silvio Santos pretendia tê-lo como apresentador um programa de calouros.[1] Ganhou a Record que ofereceu uma participação nos lucros gerados pelo 0900. Desde então, várias outras propostas foram feitas pelo SBT, obrigando a Rede Record a aumentar o salário do apresentador para poder mantê-lo.[1]

Surgiu com as diversas publicações em jornais da cidade de São Paulo e revistas (de circulação nacional), entre elas a entrevista do Ratinho a revista Isto É, em maio de 1998, que admitiu que recebe salário de baixo e que Silvio Santos ofereceu 10 vezes maior do que era ganho na Record.

Quando saiu da CNT em 1997, Ratinho mantinha negociações com o SBT, apesar de ter assinado com a Record.[2]

No inicio de 1998, Silvio Santos tentou contratar o apresentador, mas foi convencido a não fechar o negócio em função desta contratação poder agravar a crise financeira da emissora, devido ao fato que dificilmente um novo programa do Ratinho poderia dar um retorno financeiro.[2] A posição de Silvio Santos começou a mudar com a ascensão de Moacyr Franco ao cargo de diretor de criação, passando a ser o braço direito do dono do SBT. Durante uma visita ao Domingo Legal, Ratinho deu inicio a uma nova e decisiva rodada de negociações usando como intermediário o apresentador Gugu Liberato.[2]

Estopim[editar | editar código-fonte]

O desempenho da estréia do Ratinho Livre no sábado (até então de segunda às sextas) dia 22 de agosto, levou o humorístico A Praça é Nossa, que até julho era líder em audiência, para a terceira posição (14x11 pontos), foi determinante na decisão de Silvio Santos.[2]

Na semana seguinte começou com o anúncio de que a emissora estaria com problemas para fechar novos contratos de publicidade, que programas, como o "Fantasia", seriam extintos e que novas demissões deveriam ser realizadas. Alguns diretores da emissora entraram em rota de colisão com Moacyr Franco, devido a diferenças de opinião.[2]

No dia 26 de agosto, Luciano Callegari e Guilherme Stoliar, que eram contra a contratação de Ratinho, pediram demissão do SBT, não aceita por Silvio Santos que decidiu manter os dois na emissora, porém afastados de qualquer cargo de comando e o SBT estava à beira do colapso.[2] No mesmo dia, o Ratinho não comparece para apresentar o Ratinho Livre na Record, pois foi reprisado o programa.

Na noite do dia 27, Silvio Santos, numa jogada de mestre ou num ato de desespero, assinava o contrato com Ratinho, anunciava na emissora, a contratação do apresentador.[2] Na mesma hora, pelo segundo dia seguido, Ratinho não comparece para apresentar o programa.

No dia 28 de agosto, a Agência JB divulgou com exclusividade que o SBT contratou o apresentador Ratinho e que o SBT terá que pagar R$ 43 milhões de multa pela rescisão do contrato à Rede Record.[3] No mesmo dia, o SBT anunciava em comerciais, além da contratação do Ratinho, o programa especial exibido na sexta-feira (até então horário de Tela de Sucessos) a entrevista coletiva à imprensa, que deu 13 pontos de audiência.[4] A Rede Record exibiu nova reprise do Ratinho Livre, que com intervalo comercial, era direito de resposta da emissora de que confirma a saída do Ratinho e que na próxima semana terá nova atração no lugar do Ratinho Livre, o Leão Livre, para dia 31 de agosto.[2]

Marcando o dia da estréia do Ratinho[editar | editar código-fonte]

Em 31 de agosto, a Rede Record entra com uma liminar na justiça para impedir que o SBT continue divulgando a estréia do "Programa do Ratinho" até que a dívida de R$ 43 milhões seja paga.[5] Desse dinheiro que Ratinho e SBT devem, R$ 20 milhões são pela quebra do contrato com a Rede Record e R$ 23 milhões à Abba Produções, empresa que administrava os sorteios do 0900.[5] Com a estréia do Leão Livre, com Gilberto Barros, marca 20 pontos, mantendo-se na segunda posição, perdendo apenas a Rede Globo, Silvio santos decide estrear o Programa do Ratinho na próxima semana, até então era para ser em outubro, além de resolver problema judicial por conta de que a emissora não tem dinheiro para pagar a multa rescisória, informação do dinheiro que foi vazada pelo próprio SBT.[6]

Em 1º de setembro, a imprensa divulga que o SBT e o apresentador Carlos Roberto Massa iniciaram um esforço com o objetivo de recrutar membros da antiga equipe do "Ratinho Livre", para tentar montar a própria equipe e que a estréia do programa foi antecipada para o dia 14 de setembro.[7] Três produtores que pertenciam à antiga equipe já foram designados como diretores dos núcleos de produção do novo programa: Valentino Guzzo fica responsável pela seleção de artistas e cantores; Rodolfo Scervino é o responsável pelas histórias dramáticas; Américo Ribeiro pela formulação de debates e denúncias.[7] Atilio Riccó foi convidado para ocupar o cargo de diretor-geral, mas deve permanecer na Record comandando o "Leão Livre" e o nome mais cotado para ocupar esta função é o de Odilon Coutinho. Já a Record cuida de ocupar os espaços vagos, fazendo uso de sua ampla estrutura jornalística, enquanto o programa da Record mantém segunda posição com 15 pontos com picos de 21.[7]

Em 2 de setembro, segundo a imprensa, o motivo da saída do Ratinho na Record é na verdade é por dinheiro: o apresentador recebia cerca de R$ 700 mil mensais, porém, quase dois terços deste valor era oriundo de sua participação no sistema de sorteios através do 0900, mediante um contrato de três anos que ele mantinha com a Abba Produções, empresa responsável pelos sorteios realizados na Rede Record.[5] Com a suspensão dos sorteios em meados de 1998, Ratinho deixou de ganhar a quantia referente a sua participação nos sorteios e, em função disto, passou a pleitear a incorporação da quantia no seu salário. A Record, que ainda tinha esperanças de retornar com os sorteios, não atendeu ao desejo de Ratinho. Aproveitando a situação, o SBT ofereceu R$ 800 mil em salário, além do valor referente a dois merchandising em seu programa. Foi por causa desta tentadora proposta que Ratinho decidiu se transferir.[5] Também surgiu a notícia do incidente com o ministro José Serra, a exigência da direção da Record em receber uma lista dos políticos convidados para participar do programa é de praxe durante o período eleitoral. A emissora de Edir Macedo temia que fosse vítima de sanções como a sofrida pela Rede Bandeirantes.[5]

Em 3 de setembro, por conta de séries de vitórias consecutivas do Leão Livre na frente do SBT e se tornado-se líder de audiência quando termina a novela Torre de Babel da Rede Globo, foi anunciada a antecipação da estréia do Programa do Ratinho: dia 8 de setembro, não mais dia 14 de setembro.[8]

Estréia[editar | editar código-fonte]

Em 8 de setembro, numa terça feira, entrou no ar o Programa do Ratinho.[9] No dia anterior, a programação do SBT noturna era: Disney Club (19h), Chiquititas(20h), Fascinação (das 21h20 às 22h), ficou assim: Disney Club (18h), Chiquititas (19h), Fascinação (20h) e Programa do Ratinho (21h20). Na estréia, o Programa do Ratinho derrotou com facilidade o Leão Livre (25 pontos[10] com picos de 32,[11] contra 7[10] [11] ), mantendo o SBT na vice,[11] mas ao terminar o programa, o Leão Livre passou ser vice novamente,[11] com 16 pontos.[10]

No dia 10 de setembro, as redes SBT e Record empataram pela primeira vez durante meia hora durante os dois programas Programa do Ratinho e Leão Livre: 18 pontos.[12]

Em 14 de setembro, o Leão Livre vence o Programa do Ratinho. No dia seguinte era a vez do Ratinho vencer.[13]

A partir de sua estreia, as transmissões da Copa Mercosul de Futebol de 1998 passaram a ter apenas o segundo tempo transmitido (exceto nas emissoras próprias e nas emissoras da TV Alterosa), o que colaborou para o fim da equipe esportiva da emissora, no fim de 1998.

Setembro a Dezembro de 1998[editar | editar código-fonte]

Os primeiros meses do programa tiveram um caráter policial muito pesado o que rapidamente chamou atenção da Justiça, que intimou a produção no final daquele ano. Em razão desse sensacionalismo, por vezes o programa alcançava o primeiro lugar na audiência, fato que era comemorado pelo apresentador ao subir em um pódio, "dançar" ao som do tema musical do Jornal Nacional e terminar a dança com o gesto obsceno de "créu", visivelmente afrontando a Rede Globo. Em pouco tempo, a Globo impediu, através do Judiciário, que Ratinho e sua equipe utilizassem o tema do jornalístico nessa "comemoração".

1999 a 2000[editar | editar código-fonte]

Durante os anos de 1999 e 2000, Ratinho alternava quadros policiais com variedades musicais e casos bizarros, testando a tolerância da sociedade e recebendo algumas advertências judiciais.

2001 a 2005[editar | editar código-fonte]

A partir de 2001, o programa adquire ares de entretenimento circense com calouros e os Exames de DNA, onde pessoas tiravam dúvidas sobre a paternidade dos filhos não assumidos pelos pais, na maioria das vezes culminando com lutas físicas entre os familiares no palco, mas também fazia reportagens como após a abertura do programa, exibia “A Cacetada do Dia”, reportagens o que aconteceu de errado no Brasil.

2006[editar | editar código-fonte]

A partir do ano de 2006, o programa não teve mais a trupe circense que tanto o notabilizou, o diretor que quis tornar o programa mais sério e jornalístico, mudou de horário, trazendo-o das 2h:30, 22h00, 18h50, 17h00 voltando para as 21h30 e posteriormente indo para as noites de sábado, com duas horas de duração.

1998-2006[editar | editar código-fonte]

Personagens[editar | editar código-fonte]

Contava com os seguintes participantes: Sombra, Rodela, Marquito, Azeitona, Caroço, Bola Sete, Bailarino - Clau (Robson Duarte), Santos (Iran Thieme), DJ Negrão, Xaropinho e Tunico (marionetes), Joaquim e Tatu.

Atrações[editar | editar código-fonte]

No Programa do Ratinho misturavam-se reportagens informativas (denúncias, debates, flagrantes, prestação de serviço, utilidade pública, explicações de problemas populares) com apelações puras (exibição de portadores de doenças graves, alongamento de pênis, estimulantes sexuais, problemas conjugais, crimes hediondos, matérias variadas abordando o sobrenatural, religião, espiritualidade, crenças, assuntos fortes e polêmicos, etc.), assim como havia também a promoção do reencontro de parentes que não se viam há décadas e os conhecidos testes de DNA, onde as pessoas brigavam para provar ou confirmar a paternidade e, no estilo dos circos, tocava-se parabéns pro papai ou ele não é o pai, dependendo do resultado do exame, que só era divulgado após vários minutos.

Para cada exame de DNA feito no palco havia uma dramatização com o elenco circense. Durante muitos anos o programa foi dirigido por Fábio Furiatti que supervisionavam uma equipe de humoristas, redatores, jornalistas e produtores especializados em matérias de impacto na opinião pública. Ratinho durante toda a primeira fase do programa tinha um cassetete de borracha que ele usava frequentemente para bater na mesa expressando sua indignação com a criminalidade e com as injustiças existentes no país. Nas primeiras exibições o programa contava com um grupo de animadoras de auditório que ficavam espalhadas pela plateia. Também no início do Programa havia a dança do primeiro lugar quando o apresentador e seus colegas de palco traziam um pódio e subiam no ponto mais alto, ao som do tema do Jornal Nacional, assim que o programa atingia o 1º lugar no IBOPE. Essa dança foi uma das razões para se proibir a divulgação dos resultados nos programas. No ano de 2005, o diretor do programa demitiu toda equipe que trabalhava com o Ratinho desde os tempos da Rede Record e realizou diversas mudanças no formato que não foram suficientes para recuperar a enorme audiência do passado.

Em 4 de março de 2006, o apresentador e o programa foram acusados, através da publicação da revista Veja, de terem recebido dinheiro para “falar bem” aos políticos do PT, principalmente ao Governo Lula (que enfrentava graves denúncias de corrupção) e a então prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (2001-2004), segundo gravações feitas pelas polícias Civil de São Paulo e Federal com autorização da Justiça, com membros envolvidos no Escândalo do Mensalão.

Ratinho negou todas as acusações da revista, mas a audiência do programa caiu muito com a denúncia e perdendo com outras concorrentes, muda de horário por várias vezes e sai do ar meses depois.

Reestreia (2009)[editar | editar código-fonte]

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Na primeira exibição em 2009, o programa contou com a homenagens de artistas a Carlos Massa. O Governador de São Paulo, José Serra, telefonou para o programa para parabenizar a volta do programa. Na ocasião, Ratinho anunciava que o programa conquistava a vice-liderança. No final do programa, os veículos de comunicação informavam que o programa chegou a arrematar 8 pontos no IBOPE com pico de 10 pontos na Grande São Paulo, dessa forma o programa dobrou a audiência do SBT e desbancou programas como Brasil Urgente, de Datena, que chegava a ficar em segundo lugar, e SP Record (apenas na Grande SP, pois o restante do país é o desenho do Pica-Pau) que oscilava em terceiro e segundo lugar[14] [15] . O Programa voltou sendo transmitido no final da tarde misturando jornalismo e entretenimento. Em 2010 Ratinho voltou com os testes de DNA um dos quadros mais famosos do Programa. Devido a baixa audiência, o SBT informa que o programa ganhará um novo horário. É apresentado a partir do dia 29 de novembro de 2010 às 21h15, voltando assim ao seu antigo horário que o consagrou. Durante os anos de 2011, 2012 e 2013 o programa mistura uma série enorme de atrações sendo desde um circo caseiro até informativo. Atualmente o programa se concentra bastante no formato humorístico e é exibido as 22h00, devido as inúmeras mudanças na grade de programação do SBT e da estreia de novos programas.

Elenco Atual[editar | editar código-fonte]

PARTICIPAÇÕES ESPECIAS DE ELENCO: Bola 7, Uga Uga, Tataco (mão gigante que puxa pessoas no quadro "Vem Quem Quer"), Elizéu (Cotonete), Morsa, Stênio Mello, Dr Farhat, Gustavo Vierini, Rafaella Viscardi (Rafinha), bailarinas e as mulatas.

Quadros atuais[editar | editar código-fonte]

  • Dez ou Mil: Competição de calouros do Ratinho que tem como jurados Arnaldo Saccomani, Leão Lobo, Nadja Haddad, Pedro Manso e Décio Piccinini, e é exibido toda segunda-feira, e tem cenário diferente dos outros dias do programa.
  • Vem Quem Quer: Show de talentos onde pessoas inscritas apresentam seus números. Caso a audiência do programa aumenta, ganha um cachê, caso não aumente, uma mão gigante de gorila (Tataco) pega o artista e puxa-o ou empurra-o para fora do palco.
  • DNA: Teste de DNA normal para reconhecer a paternidade. Durante o quadro, é mostrada a história do relacinamento amoroso, geralmente interpretado por Marquito, Valentina e Faxinildo. Na grande maioria das vezes, resulta em briga, mas somente no momento do resultado, sendo apartada por seguranças no palco. É apresentando às sextas-feiras.
  • A Música da Minha Vida: Quadro aonde um participante conta a história de uma música que tenha marcado um momento de sua vida e com isso se torna uma música especial na vida do mesmo.
  • Jornal Rational: Espécie de jornal humorístico com vários quadros apresentado por Valentina Francavilla, Santos, Ratinho e Milene Pavorô. Os quadros apresentados são: Vem Quem Quer, Previsão do Tempo, Pensamento do Dia, Piadas, Vídeos da Internet, Emails, Placas, Isso é Mentira, Provérbios, entre outros.
  • Tobogã do Ratinho: O participante do programa tem que escorregar no tobogã segurando uma bandeja cheia de copos cheios de suco. Se escorregar e um dos copos ainda estiver cheio, ela ganha uma quantia em dinheiro, que é medida em um pluviômetro, onde são colocados o líquido que sobrou nos copos e na bandeja.
  • Voltando pra Casa: Apresentado pelo repórter Fábio Marcos traz histórias de pessoas que sonham em retornar ou reencontrar parentes na terra natal das mesmas.
  • Você sabe Quem é?: Jogo em que Ratinho brinca com o auditório, dando dinheiro para quem descobrir quem são os famosos através das fotos.
  • Bambucha: Brincadeira que Ratinho faz com o auditório jogando balões cheios d'água, e dando dinheiro para quem conseguir segurar.
  • Martelo: Desafio em que pessoas do auditório tem que conseguir afundar o prego na madeira com apenas três marteladas.
  • Histórias Que o Povo Conta: É o quadro mais antigo do Programa do Ratinho e que apresenta Matérias de lendas que tem como foco temas sobrenaturais e fantasmagóricos.
  • Boteco do Ratinho: É o quadro que tem 60 minutos e que tem toda quarta-feira, esse quadro tem o cenário de um boteco e o Ratinho convida cantores de diferentes gêneros pra ir cantar seus os sucessos além de homenagem aos grandes ídolos da música brasileira.
  • Dois Dedos de prosa: Quadro em que Ratinho entrevista convidados especiais, na maioria das vezes cantores, compositores, políticos e jornalistas. Normalmente algum famoso ou alguém que repercutiu na mídia recentemente.
  • Trote do Santos: Quadro em que Santos passa trotes para pessoas com o objetivo de irritar as mesmas falando os seus apelidos.
  • Sonho: Quadro em que o programa ajuda pessoas a conseguirem realizar sonhos que são muito importante em suas vidas.
  • Milagres da Fé: Quadro novo do programa que mostra matérias de pessoas que foram salvas da morte através do poder da fé.

Audiência[editar | editar código-fonte]

O programa oscila entre 6 e 9 pontos de média ficando na maioria das vezes na vice-liderança.

Edição atual[editar | editar código-fonte]

Apresentador[editar | editar código-fonte]

Repórteres[editar | editar código-fonte]

Assistente de palco[editar | editar código-fonte]

Milene Uehara (Kerma)[editar | editar código-fonte]

Milene Uehara
Milene no carnaval da Bahia, pelo "SBT Folia"
Nome completo Milene Regina Uehara
Nascimento 7 de abril de 1980 (34 anos)
Barão Geraldo, SP
 Brasil
Nacionalidade Brasil Brasileira
Ocupação Dançarina,modelo.
Página oficial
http://www.mileneuehara.com.br

Milene Regina Uehara , mais conhecida como Kerma e também "Milene Pavorô" (Distrito de Barão Geraldo, Campinas/SP, 7 de Abril de 1980) é uma dançarina e modelo brasileira. Uehara é por parte de pai que é japonês. Ficou conhecida pelo forte sotaque caipira. Seu bordão mais conhecido é "Pavorô". Faz parte do elenco do Programa do Ratinho, onde apresenta o Jornal Rational, junto com o apresentador.

Elenco de apoio[editar | editar código-fonte]

Diretores[editar | editar código-fonte]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

O apresentador Ratinho e responsáveis do programa (produção) já foram processados por várias personalidades brasileiras por conta das reportagens, principalmente sobre exames de DNA pedidas por desconhecidos que alegam ser pais ou filhos dos famosos, que não se comprovaram mais tarde.

Em 15 de agosto de 2008, Ratinho foi condenado pela 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que decidu por unanimidade, manter a condenação por danos morais de R$ 120 mil imposta pelo Tribunal de Justiça de Goiás, com direito a correção monetária ao deficiente físico Marcos Juliano da Penha. Uma série de reportagens exibidas entre 11 e 18 julho de 2000, após uma mulher ter se apresentado ao programa como esposa do deficiente acusou o marido fingir-se de doente para levar vantagens. A chamada do programa tinha o seguinte teor: “Ex-mulher desmascara falso aleijado curado pelo pastor”. As reportagens tratavam da onda de charlatanismo que ocorria no país, com a proliferação dos cultos destinados a curar deficientes físicos liderados por pastores evangélicos. Uma das imagens exploradas pelo programa, que deu margem à indenização, dizia se tratar de um caso ocorrido em Maringá, no Paraná, quando, de fato, foram filmadas sete anos antes, em Anápolis, quando o deficiente buscou a 3ª Igreja Presbiteriana Renovada. Marcos Juliano da Penha é portador de amiotropia espinhal progressiva, uma patologia neuromuscular degenerativa. A defesa do apresentador alegou que a informação era de interesse jornalístico, o que não foi aceita, pois o apresentador não deu o direito de defesa de Marcos Penha.[16]

Em 2011, Ratinho fez fortes críticas a um pastor da Igreja Mundial, após mostrar um vídeo mostrando um testemunho de um fiel que teria anulado uma dívida de R$ 18 mil depois de ter passado uma "toalhinha santa" na fechadura do banco. O vídeo foi apresentando no quadro “Passa de Novo” e foi um pedido de uma telespectadora do programa do SBT. Em seu programa, Ratinho, acusou o pastor de ser um estelionatário e questionou a veracidade do testemunho apresentado. "Mas que absurdo fazem alguns pastores de igrejas. Ai é chamar a população de besta É apelação achar que Deus vai se preocupar com dinheiro. Quem é o idiota que vai acreditar nessa mentira? Eu duvido que o senhor conheça a Bíblia! Isso é enganação, o que o senhor está fazendo é estelionato. O senhor deveria estar na cadeia." disse Ratinho em seu programa. Além disso, Ratinho ameaçou caçá-lo, se o pastor o processasse. [17] [18]

O líder da Igreja Mundial, Apóstolo Valdemiro Santiago, incomodado com as críticas feitas pelo apresentador, respondeu em seu programa de TV: "Ouvi uma notícia que me deixou triste, sobre o grande apresentador de TV, Ratinho. Eu o admiro muito, mas se ele fez uma ofensa a essa obra para ter audiência, é sensacionalismo. Você cometeu um grande erro, uma falha, que vai trazer consequências gravíssimas para sua vida, para sua carreira, pro seu trabalho. Que Deus tenha misericórdia de você. Não se mete com a obra de Deus não, porque você vai acabar atraindo a ira de Deus! Eu assumo o lugar dele, porque eu sou o responsável por ele, então vem me caçar!" [19] [20]

Em 1 de Junho de 2012, Ratinho entrevistou o ex-presidente Lula, marcando 8 pontos de média segundo o Ibope, isolando-se na vice-liderança. Porém ambos foram multados (assim como SBT e Haddad também foram) por propaganda eleitoral antecipada. Ratinho se ofereceu para pagar a multa do ex-presidente, por esse ser seu convidado.[21]

Referências

  1. a b c d Ratinho no SBT (em português) TV Crítica (no GeoCities) (15-05-1998). Visitado em 07-03-2010.
  2. a b c d e f g h Gênio ou louco ? (em português) TV Crítica (no GeoCities) (29-08-1998). Visitado em 06-03-2010.
  3. Ratinho no SBT (em português) TV Crítica (no GeoCities) (28-08-1998). Visitado em 06-03-2010.
  4. Agilidade x Imprevisibilidade (em português) TV Crítica (no GeoCities) (31-08-1998). Visitado em 07-03-2009.
  5. a b c d e Calote a vista; Por que Ratinho saiu da Record (em português) TV Crítica (no GeoCities) (03-09-1998). Visitado em 06-03-2010.
  6. Pode "melar" a ida de Ratinho para o SBT; O Leão Ruge (em português) TV Crítica (no GeoCities) (01-09-1998). Visitado em 07-03-2009.
  7. a b c Ratinho assedia a antiga equipe; Placar (em português) TV Crítica (no GeoCities) (02-09-1998). Visitado em 06-03-2010.
  8. Calote 2: O Picareta (em português) TV Crítica (no GeoCities) (04-09-1998). Visitado em 07-03-2009.
  9. É hoje! (em português) TV Crítica (no GeoCities). Visitado em 05-03-2009.
  10. a b c Placar (em português) TV Crítica (no GeoCities) (10-09-1998). Visitado em 06-03-2010.
  11. a b c d Estréia do Ratinho (atualizado) (em português) TV Crítica (no GeoCities) (09-09-1998). Visitado em 06-03-2010.
  12. A primeira semana da "Guerra da Baixaria" (em português) TV Crítica (no GeoCities) (12-09-1998). Visitado em 07-03-2008.
  13. "Guerra da Baixaria": Um dia é do leão outro é do rato (em português) TV Crítica (no GeoCities) (16-09-1998). Visitado em 06-03-2010.
  14. http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/zapping/ult3954u560472.shtml
  15. http://ofuxico.terra.com.br/materia/audiencia/2008/06/05/audiencias-05-05-2008-111528.htm
  16. http://www.conjur.com.br/2009-ago-14/stj-condena-ratinho-reportagem-nao-deu-direito-defesa
  17. http://noticias.gospelprime.com.br/ratinho-igreja-mundial-do-poder-de-deus-milagre-financeiro/
  18. http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2011/11/17/ratinho-e-valdemiro-santiago-se-pegam-na-televisao.htm
  19. http://noticias.gospelprime.com.br/apostolo-valdemiro-santiago-responde-as-criticas-de-ratinho/
  20. http://noticias.gospelmais.com.br/ratinho-bispo-estelionatario-santiago-briga-27208.html
  21. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/justica-eleitoral-multa-lula-haddad-ratinho-e-o-sbt-por-propaganda-eleitoral-antecipada-multa-e-pequena-e-um-caso-em-que-o-crime-compensa/

Ligações externas[editar | editar código-fonte]