Proteína tau

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As proteínas tau são proteínas que estabilizam os microtúbulos. São abundantes nos neurónios do sistema nervoso central e menos comuns noutros locais. Quando as proteínas tau possuem defeitos, não estabilizando bem os microtúbulos, pode levar ao aparecimento de estados de demência, como a doença de Alzheimer.

As proteínas tau são o produto de splicing alternativo de um único gene, que em humanos é designado MAPT.[1] [2] Foram descobertas em 1975 no laboratório de Marc Kirschner na Universidade de Princeton.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Goedert M, Wischik CM, Crowther RA, Walker JE, Klug A. (June 1988). "Cloning and sequencing of the cDNA encoding a core protein of the paired helical filament of Alzheimer disease: identification as the microtubule-associated protein tau". Proc. Natl. Acad. Sci. U.S.A. 85 (11): 4051–5. PMID 3131773.
  2. Goedert M, Spillantini MG, Jakes R, Rutherford D, Crowther RA. (October 1989). "Multiple isoforms of human microtubule-associated protein tau: sequences and localization in neurofibrillary tangles of Alzheimer's disease". Neuron 3 (4): 519–26. PMID 2484340.
  3. Weingarten MD, Lockwood AH, Hwo SY, Kirschner MW. (May 1975). "A protein factor essential for microtubule assembly". Proc. Natl. Acad. Sci. U.S.A. 72 (5): 1858–62. PMID 1057175.
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