Protestantismo no Brasil

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O protestantismo chegou ao Brasil no período colonial com as tentativas francesas e holandesas de se firmarem no país. Consolidou-se a partir da abertura dos portos, embora o catolicismo continuasse oficial durante boa parte do século XIX. Desde a separação estado e religião com a república, o protestantismo floresceu, sendo hoje o segundo maior segmento religioso do Brasil, com cerca de 42,3 milhões de fiéis, o que representa 22,2% da população brasileira segundo dados do IBGE.

Demografia[editar | editar código-fonte]

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Denominações Protestantes no Brasil (2010)[1]

  Assembleias de Deus (29.12%)
   Igrejas Batistas (8.8%)
  Igrejas Luteranas (2.36%)
  Outras Igrejas Protestantes (17.73%)
  Protestante sem denominação determinada (22.02%)

Entre as maiores denominações protestantes históricas do Brasil em número de adeptos estão os batistas (3,7 milhões), presbiterianos (1,5 milhão)[2] , luteranos (1 milhão) e metodistas (340 mil). Há também os adventistas (1,5 milhão).

Entre os protestantes pentecostais e os neopentecostais), os grupos com o maior número de seguidores são a Assembleia de Deus (12,3 milhões), a Congregação Cristã no Brasil (2,3 milhões), a Igreja Universal do Reino de Deus (1,8 milhão) e a Igreja do Evangelho Quadrangular (1,8 milhão).[3] O segmento religioso cristão protestante apresentou um forte crescimento no país nos últimos anos, aumentando o seu número de seguidores em 61% no período compreendido entre 2000 e 2010.[4]

Os dados do Censo 2010 mostram que as religiões evangélicas de origem pentecostal são as que têm a maior proporção de fieis com renda per capita inferior a um salário mínimo: 63,7% do total. Os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também mostram diferenças entre as áreas rurais e urbanas do país. Nas zonas rurais, 77,9% são católicos e 10,1% são evangélicos de origem pentecostal, enquanto nas zonas urbanas esses percentuais são de 62,2% e 13,9%, respectivamente. Na média do país, 64,6% se declararam católicos e 12,2%, evangélicos pentecostais.[5]

As igrejas que mais cresceram no período de 2000-2010 foram as igrejas pentecostais, dentre elas a Assembleias de Deus é a religião evangélica que mais cresceu, passando de 8,4 milhões para 12,3 milhões de fiéis.[6] [7]

No mesmo perído a Igreja Universal do Reino de Deus passou de 2,102 milhões para 1,873 milhão.[8] [9] [10] Já a Igreja Mundial do Poder de Deus ganhou 315 mil seguidores e apareceu pela primeira vez na lista de igrejas do Censo. A congregação foi fundada no final da década de 1990 por Valdemiro Santiago, após ele deixar a Igreja Universal, onde era pastor. [11] [12] [13]

A Congregação Cristã no Brasil também sofreu queda no número de membros[14] , somente no estado de São Paulo perdeu 27% o membros em 10 anos.[15]

A Igreja Presbiteriana do Brasil tem mostrado crescimento no período de 2010-2015[16] . Em 2011 a igreja relatou 1.011.300 membros,[17] número 9,7% maior do que o obtido no censo de 2010.[18] . Algumas instituições da igreja, criticam a exaltação dos números de crescimento do protestantismo no Brasil, por motivo de que este deveria mudar mais significativamente os hábitos e comportamentos de seus membros.[19]

Um pesquisa realizada em toda a América Latina, divulgada em 2014 relatou que o número de protestantes no Brasil já chegava a 26% da população brasileira, enquanto os católicos estariam em 61%.[20]

História[editar | editar código-fonte]

Escultura representando a primeira santa ceia protestante no Brasil, em frente à Catedral Presbiteriana, no Rio de Janeiro.

Período colonial[editar | editar código-fonte]

No ano de 1532, chegou, ao Brasil, o primeiro protestante: o luterano Heliodoro Heoboano, filho de um amigo de Lutero, que aportou em São Vicente.[21]

O protestantismo calvinista chegou ao Brasil pela primeira vez com viajantes e nas tentativas de colonização do Brasil por huguenotes (nome dado aos reformados franceses) e reformados holandeses e flamengos durante o período colonial. Esta tentativa não deixou frutos persistentes. Uma missão francesa enviada por João Calvino se estabeleceu, em 1557, numa das ilhas da baía de Guanabara, fundando a França Antártica. No mesmo ano, esses calvinistas franceses realizaram o primeiro culto protestante no Brasil e, de acordo com alguns, da própria América. Mas, pela predominância católica, foram obrigados a defender sua fé ante as autoridades, elaborando a Confissão de Fé de Guanabara, assinando, com isso, sua sentença de morte, pondo um fim no movimento. Inclusive, o padre José de Anchieta é acusado de ter puxado a alavanca de enforcamento de um dos reverendos mortos.[22]

Por volta de 1630, durante o domínio holandês em Pernambuco, a Igreja Reformada Holandesa (em holandês: Nederlandse Hervormde Kerk, ou NHK) instalou-se no Brasil. Foram fundadas 22 igrejas protestantes no Nordeste do Brasil, sendo que a maior era a do Recife, que contava inclusive com uma congregação inglesa e uma francesa. Esta se reunia no templo Gálico, que tinha, no conde Maurício de Nassau, seu membro mais ilustre. Segundo o professor Alderi Souza de Matos, "as igrejas foram servidas por mais de 50 pastores ('predicantes'), além de pregadores auxiliares ('proponentes') e outros oficiais. Havia também muitos 'consoladores dos enfermos' e professores de escolas paroquiais".[23] A Igreja Cristã Reformada batizou índios, lutou por sua libertação e pretendia traduzir a Bíblia para o tupi e ordenar pastores indígenas. Esse período se encerrou com a Guerra da Restauração portuguesa. Quando não houve mais condições de manter Recife, o Nordeste foi devolvido a Portugal. Terminava, assim, a missão cristã reformada, impossível sem a proteção de um país protestante.[24]

Brasil monárquico[editar | editar código-fonte]

No período joanino e imperial ocorreu a inserção definitiva do protestantismo no Brasil. Nessa fase, predominou o protestantismo de imigração[25] e o início de atividades missionárias, principalmente de organizações britânicas, americanas e germânicas [26] . Entretanto, o protestantismo dessa época viu-se limitado pela constituição imperial de 1824 que, apesar de dar liberdade de culto, reconhecia o catolicismo como oficial.[27] Dessa forma, as perseguições veladas ou consentidas pelo Estado tornaram difícil o enraizamento do protestantismo ao largo da sociedade brasileira do século XIX. [28]

As primeiras igrejas com atividade contínua chegaram ao Brasil quando, com a vinda da família real portuguesa para o Brasil e a abertura dos portos a nações amigas por meio do Tratado de Comércio e Navegação, comerciantes ingleses estabeleceram a Igreja Anglicana no país, em 1811. Seguiu-se a implantação de outras igrejas de imigração: alemães trouxeram a Igreja Luterana, em 1824, imigrantes americanos trouxeram a Igreja Batista (em 1871) e a Metodista, e também a Igreja Adventista, em 1890. Os missionários Robert Kalley e Ashbel Green Simonton trouxeram as Igrejas Congregacional (em 1855) e Presbiteriana (em 1859), respectivamente, estas voltadas ao público brasileiro.

Seguiram a implantação de igrejas de imigração: alemães trouxeram o luteranismo em 1824. A primeira comunidade luterana foi a de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro organizada em 1824 por Friedrich Osvald Sauerbronn, o primeiro pastor luterano no Brasil. O luteranismo se estabeleceu e expandiu em solo brasileiro através da Imigração alemã no Brasil. No Rio Grande do Sul o primeiro pastor luterano Georg Ehlers chegou com a terceira leva de imigrantes a São Leopoldo também em 1824.

Em 1835, o reverendo Foutain Elliot Pitts foi enviado pela Igreja Metodista Episcopal, dos Estados Unidos, com a missão de avaliar as possibilidades do estabelecimento de uma missão metodista nas terras brasileiras[29] . Chegando ao país com uma carta de recomendação do então presidente americano Andrew Jackson, o rev. Pitts desembarca no Rio de Janeiro. Mais tarde em 1836 e 1837, foram enviados o rev. Justin Spaulding e rev Daniel Parish Kidder, com suas respectivas famílias, para compor a missão.[30]

Em 1855, Robert Reid Kalley, missionário autônomo escocês, fundou igrejas congregacionais constituindo primeiro trabalho protestante permanente em terras brasileiras.[31]

Mais tarde, em 1859, a Igreja presbiteriana foi fundada pelo rev. Ashbel Green Simonton no Rio de Janeiro. Apesar de uma inicial desavença entre Kalley e Simonton, logo os dois passaram a cooperar. Quando Kalley precisou partir do Brasil, providenciou a formação de pastores brasileiros em um Seminário da Inglaterra (a Escola de Pastores do rev. Charles Spurgeon) e, providenciou também que outro missionário independente, o batista Salomão Ginsburg, fosse enviado para cá.

O ex-padre José Manoel da Conceição (1822-1873) converteu-se ao protestantismo, tornando-se presbiteriano, e foi o primeiro brasileiro a ser ordenado ministro protestante, em 1865.

Em 1871, o primeiro grupo batista se estabeleceu em Santa Bárbara d'Oeste, no estado de São Paulo, trazida por missionários americanos. Em 1907 fundava-se a Convenção Batista Brasileira.[32]

A igreja Adventista do Sétimo Dia chegou ao Brasil por intermédio de publicações alemãs enviadas para Brusque em Santa Catarina, tendo o porto de Itajaí como porta de entrada, isso em 1884, nessa época surgiram os primeiros conversos. Em maio de 1893, Alberto B. Stauffer chegou ao Brasil como missionário e introduziu a colportagem no país. Em 1896 organiza-se o primeiro templo adventista em Gaspar Alto. Também em 1896, em Curitiba foi fundada a primeira Escola Adventista no país.

Brasil republicano[editar | editar código-fonte]

O protestantismo no Brasil republicano caracterizou-se pela intensificação de atividades missionárias estrangeiras, a nacionalização de denominações históricas e a propalação do pentecostalismo. Nessa fase, o país passou a gozar liberdade religiosa constitucional, com separação entre estado e religião, o que permitiu o avanço do protestantismo no Brasil.[33]

Reverendo Robert Reid Kalley, o introdutor do congregacionalismo no Brasil

Em 1910, o Brasil recebeu o pentecostalismo, com a chegada da Congregação Cristã no Brasil [34] e da Assembleia de Deus. Esta, em particular, foi trazida ao Brasil por dois missionários suecos, Daniel Berg e Gunnar Vingren, e estabeleceu-se inicialmente no norte, no Pará. [35]

Também no início do século XX se estabeleceram no Brasil denominações evangelicalistas e do Movimento de Santidade.[36] Em 1922, chegou ao país o Exército de Salvação, igreja reformada de origem inglesa, pelas mãos de David Miche e esposa, um casal de missionários suíços. Em 1928, chegou ao Brasil a igreja Metodista Livre, desenvolvendo seu trabalho entre japoneses, como também fez a Igreja Evangélica Holiness. [37]

Em 1932, alguns ministros brasileiros da Assembleia de Deus devolveram voluntariamente suas credenciais de obreiros e organizaram Igreja de Cristo no Brasil em Mossoró.

Nos anos 1950, surgiu uma nova onda do pentecostalismo, com a influência de movimentos de cura divina e expulsão de demônios que geraram diferentes denominações: A primeira delas a ser fundada em solo brasileiro foi a Igreja do Evangelho Quadrangular (inicialmente fundada com o nome Igreja Evangélica do Brasil) em 15 de novembro de 1951, na cidade paulista de São João da Boa Vista, trazida pelos missionários Harold Edwin Williams e Jesus Hermírio Vaquez Ramos, que se instalaram inicialmente na cidade mineira de Poços de Caldas. Por influência desta, muitas outras surgiram tais como: Igreja Pentecostal O Brasil para Cristo fundada pelo já falecido missionário Manoel de Mello, que pertenceu ao ministério Quadrangular. Em 1962 surgiu a Igreja Pentecostal Deus é Amor, fundada pelo missionário David Miranda.[38]

Também nesta época várias igrejas protestantes que eram tradicionais adicionaram o fervor pentecostal, como exemplos, a Igreja Presbiteriana Renovada, a Igreja Cristã Maranata, a Convenção Batista Nacional. A Igreja Cristã Maranata foi fundada em outubro de 1968 no morro do Jaburuna em Vila Velha, Espírito Santo por quatro antigos membros da Igreja Presbiteriana do Centro de Vila Velha.[39]

Pentecostalismo e neopentecostalismo[editar | editar código-fonte]

Em 1910, o Brasil recebeu o pentecostalismo, com a chegada da Congregação Cristã no Brasil (1910) e da Assembleia de Deus (1911). A partir de 1950, o pentecostalismo transformou-se com a influência de movimentos de cura divina que geraram diferentes denominações, tais como a Igreja "O Brasil Para Cristo" e a Igreja do Evangelho Quadrangular. Nessa época, algumas denominações protestantes que eram tradicionais adicionaram o fervor pentecostal, como exemplo, a Convenção Batista Nacional e as igrejas Presbiteriana Renovada e Igreja Cristã Maranata, ambas surgidas a partir da Igreja Presbiteriana do Brasil.[carece de fontes?] Na década de 1970, surgiu o movimento neopentecostal, com igrejas mais secularizadas, padrões morais menos rígidos, e ênfase na teologia da prosperidade, como a Igreja Universal do Reino de Deus. A partir dos anos 1980, surgiram igrejas neopentecostais com foco nas classes média e alta, trazendo um discurso ainda mais liberal quanto aos costumes e menos ênfase nas manifestações pentecostais. Dentre essas igrejas se destacam a Igreja Renascer em Cristo e a Igreja Evangélica Cristo Vive.[carece de fontes?]

Nas últimas décadas, o protestantismo principalmente as igrejas pentecostais e neopentecostais tem ganhado muitos adeptos, sendo o segmento religioso com maior índice de crescimento. A maioria das igrejas protestantes estão presentes: no Paraná, Rio Grande do Sul( descendentes de alemães, que trouxeram a Igreja Luterana, maior grupo religioso da Alemanha até os dias de hoje), nas grandes capitais do sudeste, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte (onde as igrejas batistas têm grande espaço), Goiânia e Brasília (onde a igreja Sara Nossa Terra têm grande percentual da população). Os protestantes estão em número bastante significativo nos stados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e em toda a região centro-oeste.[40]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. ftp://ftp.ibge.gov.br/Censos/Censo_Demografico_2010/Caracteristicas_Gerais_Religiao_Deficiencia/tab1_4.pdf)
  2. Estatísticas 2011
  3. IBGE. Tabela 1.4.1 - População residente, por situação do domicílio e sexo, segundo os grupos de religião - Brasil - 2010.
  4. Número de evangélicos aumenta 61% em 10 anos, aponta IBGE. G1. 29 de junho de 2012. Acessado em 29 de junho de 2012.
  5. O Diário: Pobres são maioria entre evangélicos (29 de junho de 2012). Visitado em 29 de janeiro de 2013.
  6. http://oglobo.globo.com/brasil/censo-igreja-universal-perde-adeptos-poder-de-deus-ganha-5345868
  7. http://noticias.gospelmais.com.br/assembleia-deus-denominacao-mais-cresce-brasil-38378.html
  8. http://www.igrejapresbiterianarenovada.com/noticias/censo-mostra-que-igreja-universal-perdeu-fieis-enquanto-a-igreja-mundial-ganha-cada-vez-mais-espaco/
  9. http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,igreja-universal-perde-quase-230-mil-fieis-em-dez-anos,893365
  10. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/por-que-edir-macedo-e-a-igreja-catolica-perderam-fieis-e-por-que-a-assembleia-de-deus-ganhou/
  11. http://oglobo.globo.com/brasil/censo-igreja-universal-perde-adeptos-poder-de-deus-ganha-5345868
  12. http://noticias.gospelmais.com.br/igreja-universal-perdendo-fieis-clones-42113.html
  13. http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/06/120629_uruguai_igreja_dg.shtml
  14. https://bereiano.wordpress.com/2012/07/11/1149/
  15. http://oulorivallanforumeir.77forum.com/t4702-congregacao-crista-perde-27-dos-fieis-em-sao-paulo
  16. https://ipbicara.wordpress.com/2012/09/14/o-silencioso-crescimento-da-igreja-presbiteriana-do-brasil-na-regiao-sul/
  17. http://www.executivaipb.com.br/site/estatisticas/estatistica_2011.pdf
  18. ftp://ftp.ibge.gov.br/Censos/Censo_Demografico_2010/Caracteristicas_Gerais_Religiao_Deficiencia/tab1_4.pdf
  19. http://www.iparacaju.org/2013/09/06/crescimento-evangelico-no-brasil-verdadeiro-ou-falso/
  20. http://www.christianitytoday.com/gleanings/2014/november/sorry-pope-francis-protestants-catholics-latin-america-pew.html?paging=off
  21. Luteranos no Brasil
  22. http://www.mackenzie.com.br/6996.html
  23. http://www.mackenzie.br/6994.html?&L=0
  24. http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/indios_protestantes_no_brasil_holandes_2.html
  25. WITT, O. L. Igreja na migração e colonização. São Leopoldo: Sinodal, 1996.
  26. PRIEN, H.-J. Formação da Igreja Evangélica no Brasil. Trad. Ilson Kayser. São Leopoldo: Sinodal; Petrópolis: Vozes, 2001.
  27. MENDONÇA, A. G. Inserção dos Protestantismos e “Questão religiosa” no Brasil, Século XIX (Reflexões e hipóteses). Estudos Teológicos. São Leopoldo: ano 27, n. 3, 1987.
  28. Tarsier, Pedro. História das Perseguições Religiosas no Brasil. 2 vols. Editora Cultura Moderna.
  29. KENNEDY, James L., Cinquenta Anos de Metodismo no Brasil. São Paulo: Imprensa Metodista, 1928.
  30. Helmut Renders, "A presença metodista no Brasil no século XIX", em: (2005) "Caminhos do metodismo no Brasil", São Bernardo do Campo: Editeo.
  31. Igreja Evangélica Fluminense. Esboço Histórico da Igreja Evangélica Fluminense: 1855-1932. Rio de Janeiro, 1932.
  32. Crabtree, A.R. História dos Batistas do Brasil: Até o Ano de 1906. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1937.
  33. RIBEIRO, Boanerges, Igreja Evangélica e República Brasileira (1889-1930). São Paulo: O Semeador, 1991.
  34. Léonard, Émile-G., O Protestantismo Brasileiro: Estudo de Eclesiologia e História Social, 2ª ed. Rio de Janeiro e São Paulo: JUERP/ASTE, 1981.
  35. Conde, Emílio. História das Assembléias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro, 1960.
  36. Mendonça, Antonio Gouvêa. O Celeste Porvir: A Inserção do Protestantismo no Brasil. São Paulo: Paulinas, 1984.
  37. Hahn, Carl Joseph, História do Culto Protestante no Brasil. São Paulo: ASTE, 1989.
  38. Anoniazzi, A. et al. Nem Anjos e Nem Demônios. Petrópolis: Vozes, 1997.
  39. Anoniazzi, A. et al. Nem Anjos e Nem Demônios. Petrópolis: Vozes, 1997.
  40. JACOB, C.R.; HEES, D.R.; WANIEZ, P.; BRUSTLEIN, V.. Atlas da Filiação Religiosa e Indicadores Sociais no Brasil. São Paulo: PUC-Rio - Edições Loyola, 2003. ISBN 85-15-02719-4

Ligações externas[editar | editar código-fonte]