Pseudoefedrina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde março de 2014). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Pseudoefedrina
Alerta sobre risco à saúde
(+)-Pseudoephedrin.svg
Pseudoephedrine-3d-CPK.png
Nome IUPAC (R*,R*)-2-methylamino-1-phenylpropan-1-ol
Identificadores
Número CAS 90-82-4
PubChem 7028
DrugBank APRD00634
ChemSpider 6761
Código ATC R01BA02
Propriedades
Fórmula molecular C10H15NO
Ponto de fusão

119 °C [1]

Acidez (pKa) 10,252 [1]
Farmacologia
Via(s) de administração oral
Metabolismo hepático (10–30%)
Meia-vida biológica 9–16 horas
Excreção 70-90% renal
Classificação legal Pharmacist Only (S3) (AU)


P (UK)


Riscos na gravidez
e lactação
B2(AU) C (EUA)
Riscos associados
Frases R R20/21/22, R36/37/38
Frases S S26,

S37/39

LD50 500 mg·kg-1 (Camundongo, per os) [1]
Exceto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições normais de temperatura e pressão

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.

Pseudoefedrina é um fármaco com ação agonista adrenérgico, utilizado na medicina como descongestivo nasal.

Igualmente como a efedrina pode ser encontrado na composição de certos vegetais como a Ephedra vulgaris.

Estrutura química[editar | editar código-fonte]

É isômero dextrógero da molécula de efedrina. A pseudoefedrina é um isômero da efedrina e apresenta propriedades de uso semelhantes a esta. Tem atividade α-adrenérgica e é usada no tratamento de rinite alérgica, devido a sua capacidade de diminuir o inchaço da mucosa das membranas.

Propriedades[editar | editar código-fonte]

Existem diversas classes de anti-histamínicos e os representantes destas classes são equivalentes terapeuticamente, entretanto, os pacientes tem respostas individuais ao tratamento com os mesmos. Assim, quando um anti-histaminico precisa ser substituído por ineficácia ou intolerância, deve-se escolher representantes de outras classes químicas.

Existem anti-histaminicos de 1° geração (difenidramina, clorfeniramina, etc) e de 2° geração (loratadina, desloratadina, fexofenadina, etc), sendo que, a vantagem dos de 2° geração é a redução do poder de sedação em relação aos outros.

A descongestão nasal provocada pela pseudoefedrina ocorre dentro de 3 minutos e persiste por 4 á 6 horas após a administração oral de 60 mg. A descongestão pode durar de 8 a 12 horas após a ingestão de uma dose de 120 mg em comprimidos em forma de liberação lenta.

Farmacocinética[editar | editar código-fonte]

Se metaboliza de modo incompleto no fígado. É eliminado pela via renal.

Reações adversas[editar | editar código-fonte]

A pseudoefedrina assim como a efedrina tem como efeitos adversos mais comuns: taquicardia, ansiedade, angústia, insônia, podendo ocorrer ocasionalmente erupções cutâneas e retenção urinaria, também já foram raramente relatados casos de alucinações principalmente em crianças. Alem disso, foram relatados outros efeitos adversos como boca seca, anorexia, tensão, e palpitação. Ainda pode, levar á tremores, nervosismo, irritabilidade, cefaléia, tonturas, excitabilidade, distúrbios psicológicos, a psicoses prolongadas e convulsões.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Bicopoulos, D (Ed.) (2002). AusDI. Drug Information for the Healthcare Professional (2 ed.). Castle Hill: Pharmaceutical Care Information Services
  • Reynolds, JEF (Ed.) (1989). Martindale. The Extra Pharmacopoeia (29 ed.). London: The Pharmaceutical Press. ISBN 0-85369-210-6

Referências