Psicologia judiciária

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A psicologia judiciária é o ramo da psicologia jurídica (ou forense) que se dedica a analisar algumas situações que ocorrem dentro dos fóruns, tribunais e cartórios em geral sob perpectivas psicológicas. Com isso, a Psicologia Judiciária, abrange o estudo dos comportamentos dos indívíduos envolvidos na relação tripla entre juiz, réu e autor, traçando o encontro da Psicologia e da Psicanálise com a Processualística. Nesse ínterim, ocorre suas íntimas relações com a psicanálise forense. Podem-se observar algumas situações envolventes da Psicologia Judiciária também nas legislações processuais civil e penal. A Psicologia Judiciária também lida com a estrutura mental normal e anormal além dos comportamentos de outras pessoas envolvidas com os processos, mesmo que sem fazer parte das lides. Os cartorários são exemplos que fizeram com que esta ciência inclusive adentrasse em novos estudos como as doenças judiciárias, causadas pelo trabalho excessivo, volumes gigantescos de processos e insegurança nas suas atividades. As doenças judiciárias, são doenças parecidas com as trabalhistas e tem, assim, suas aparências.

Ver também[editar | editar código-fonte]