Psicologia comparada

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A psicologia comparada ou psicologia animal é um campo da psicologia que estuda as diferenças de comportamento entre os vários seres vivos, as várias espécies existentes, comparando os seus diferentes comportamentos.

Este ramo da psicologia é, por vezes, confundido com a etologia, mas diferem em muitos pontos importantes. A etologia é uma ciência que estuda os animais de espécies diferentes, observando-os no seu meio ambiente natural ou habitat, enquanto que a psicologia comparada, observa-os em laboratório.

Resumidamente, a psicologia comparada limita-se à comparação de resultados obtidos em laboratório, resultados esses que acabam por ser um pouco limitados, uma vez que os grupos observados em laboratório não abrangem uma população significativa.

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GIRAFAS NA PSICOLOGIA COMPARATIVA

A percepção dos cientistas a respeito dos animais mudou muito e esta mudança ocorreu recentemente...

O tema de interesse da psicologia comparativa mudou ao longo do tempo, desde a publicação do livro de Charles Darwin (1872) sobre as expressões faciais em humanos e em animais.

No entanto, o desafio da psicologia comparativa é concluir algo verdadeiro, baseado em evidências empíricas fortes e fidedignas e, este, não é um terreno seguro...

Darwin propôs uma boa teoria que foi baseada na lógica e na observação. Nela, ele justificava que a evolução das espécies se daria através de uma seleção natural na qual os seres com maior capacidade de adaptação ao meio ambiente sobrepujariam os de menor capacidade.

É uma teoria “excelente”, explica muito bem, por exemplo, como as girafas ficaram pescoçudas após séculos e séculos de fome e morte das mais baixinhas enquanto as de pescoço maior fartavam-se com as folhas das árvores mais altas...

Melhor ainda como, na luta pela sobrevivência, os animais foram ficando cada vez mais fortes, velozes, com os instintos aguçados e cada vez mais camuflados no meio ambiente.

No caso do ser humano explica ainda como os mais inteligentes foram tomando o lugar dos menos capacitados desde os primeiros hominídeos até hoje. É uma teoria muito boa, porém incompleta...

Não se pode, através dela, explicar o surgimento de órgãos complexos nos quais várias partes se interligam e se comunicam com um objetivo único – um caso clássico disto são os olhos que com seus sistemas de captação de imagem, transmissão ao cérebro e lubrificação, mais parecem obras da moderna tecnologia.

Não se pode imaginar uma espécie ganhando, ao acaso, partes de um atributo que nas próximas gerações seriam completados, também ao acaso, para cumprir suas funções. Isto é um absurdo que nem a teoria da seleção natural avaliza, pois, sem a sua função atuante, não existe vantagem comparativa em relação aos demais seres vivos.