Araçá-rosa
| Araçá-rosa | ||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Psidium cattleianum
|
||||||||||||||
| Classificação científica | ||||||||||||||
|
||||||||||||||
|
|
||||||||||||||
| Psidium cattleianum Sabine 1821 |
||||||||||||||
| Sinónimos | ||||||||||||||
|
Guajava cattleyana (Sabine) Kuntze |
Araçá-rosa, araçá-amarelo, araçá-vermelho, araçá-de-comer, araçá-comum, araçá-de-coroa, araçá-da-praia, araçá-do-campo ou simplesmente araçá é uma árvore da espécie Psidium cattleianum, família Myrtaceae.
Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo.[1]
Índice |
[editar] Características
Pequena árvore não pioneira, com altura máxima de 9 m e copa rala. Perenifólia, vive em ambientes úmidos e iluminados, não sendo encontrada no interior da mata primária.[2]
O tronco tortuoso tem casca lisa que descama em placas finas. As folhas são coriáceas e glabras, com até 10 cm de comprimento. As flores são axilares, solitárias, brancas. Floresce de junho a dezembro. Os frutos amadurecem de setembro a março.
Os frutos são bagas arredondadas, verdes ou amarelados (há variedades vermelhas), coroados pelo cálice persistente, de polpa suculenta esbranquiçada, semelhante a uma goiaba pequena e de sabor mais azedo.
As sementes são dispersadas por animais, principalmente pássaros.
[editar] Ocorrência
É encontrada na Mata Atlântica, em especial na floresta ombrófila densa e de restinga (como por exemplo no município de Ilha Comprida no litoral de São Paulo), e no Planalto Meridional.
Ocorre desde a Bahia até o Rio Grande do Sul.
É bastante cultivada em pomares domésticos, principalmente na região sul.
[editar] Cultivares
- Araçá-vermelho: forma típica da espécie, árvore de porte médio e frutos com menos de 20 g;
- Araçá "Ya-ci": selecionado no Rio Grande do Sul, frutos que podem chegar a 40 g, rico em vitamina C.[3]
Referências
- ↑ Instituto de Botânica de São Paulo
- ↑ Lorenzi, Harri: Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol. 1. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002, 4a. edição. ISBN 85-86174-16-X
- ↑ Lorenzi, Harri et. al.: Frutas brasileiras e exóticas cultivadas (de consumo in natura), Instituto Plantarum de Estudos da Flora, Nova Odessa, SP, 2006. ISBN 85-867174-23-2