Puxinanã

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Município de Puxinanã
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 28 de janeiro
Fundação 1962
Gentílico puxinanaense
Prefeito(a) Lucia de Fatima Aires Miranda (PSB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Puxinanã
Localização de Puxinanã na Paraíba
Puxinanã está localizado em: Brasil
Puxinanã
Localização de Puxinanã no Brasil
07° 09' 39" S 35° 57' 39" O07° 09' 39" S 35° 57' 39" O
Unidade federativa  Paraíba
Mesorregião Agreste Paraibano IBGE/2008 [1]
Microrregião Campina Grande IBGE/2008 [1]
Região metropolitana Campina Grande
Municípios limítrofes Campina Grande, Pocinhos, Montadas e Lagoa Seca
Distância até a capital 121 km
Características geográficas
Área 73,673 km² [2]
População 12 995 hab. (PB: 66º) –  estimativa populacional - IBGE/2011[3]
Densidade 176,39 hab./km²
Altitude 657 m
Clima semiárido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,628 médio PNUD/2000 [4]
PIB R$ 54 893,767 mil (PB: 58º) – IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 4 147,31 IBGE/2008[5]
Página oficial

Puxinanã é um município brasileiro localizado na Região Metropolitana de Campina Grande, estado da Paraíba. Sua população em 2011 foi estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 12.995 habitantes,[3] distribuídos em 73 km² de área. A maioria de seus habitantes residem na zona rural, caracterizando-o como um município de aspecto agropecuário.

Etmologicamente, o nome do município vem do tupi puxi–nanã e significa "ananás ruim (incomestível)", em referência ao fruto da bromélia, semelhante a um abacaxi.[6]

Características[editar | editar código-fonte]

Em questão a religiosidade, os destaques são as duas principais vertentes do cristianismo, como o catolicismo, tendo como templo a "Igreja Nossa Senhora do Carmo" (majoritariamente professada pela população) e o protestantismo, destacando-se a igreja evangélica Assembleia de Deus, cujo número de adeptos cresce em ritmo acelerado. A festa da padroeira do município ocorre no dia 16 de julho, na qual anualmente são realizados diversos eventos durante a semana, entre eles, MotoMaria (Procissão feita por motos), desfile de moda frio com as lojas da cidade, Exposição de artesanatos, quermesses e o Baile das Flores, onde uma boneca (moça) representa uma flor em cada comunidade pertencente à Paróquia, no encerramento tem uma chuva de pétalas para Nossa Senhora do Carmo e uma procissão com um andor da imagem peregrina da santa, por algumas ruas do município. Muitas pessoas mostram aos jovens aspectos de uma tradição antiga, que é a de enfeitar a porta das casas onde a imagem irá passar.

O município desfruta de um comércio razoável, que permite o suprimento de necessidades fundamentais aos moradores, oferecendo-lhes uma qualidade de vida razoavelmente boa, se comparada com cidades de mesmo porte e da mesma região.

Em 2008, o município se encontrava com um grave problema de falta de água, pois não choveu suficiente para reparar a perda de água do açude que, por não ter sido alimentado pela sangria das barragens superiores, ameaçou atingir o estado de calamidade pública. O açude esteve em estado de observação com apenas 6,7% de volume total. Se esse valor baixar para 5% o açude entra em situação crítica.

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[7]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. a b Estimativa Populacional 2011 Estimativa Populacional 2011 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (01 de julho de 2011). Visitado em 10 de agosto de 2012.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.
  6. Horácio de Almeida. História da Paraíba, Volume 1. [S.l.]: Editora Universitária/UFPB, 1978.
  7. Secretaria de Políticas de Desenvolvimento Regional (2005). Nova Delimitação do Semi-Árido Brasileiro Relatório do Ministério da Integração Nacional. Visitado em 03/06/2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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