Banda desenhada

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Quadrinhos)
Ir para: navegação, pesquisa

Banda desenhada, BD, história aos quadradinhos[1] (português europeu) ou história em quadrinhos, quadrinhos, gibi, HQ, revistinha[2] (português brasileiro) é uma forma de arte que conjuga texto e imagens com o objectivo de narrar histórias dos mais variados géneros e estilos. São, em geral, publicadas no formato de revistas, livros ou em tiras publicadas em revistas e jornais. Também é conhecida por arte sequencial e narrativa figurada.

A banda desenhada é chamada de "Nona Arte"[3] [4] dando sequência à classificação de Ricciotto Canudo. O termo "arte sequencial" (traduzido do original sequential art), criado pelo desenhista Will Eisner com o fim de definir "o arranjo de fotos ou imagens e palavras para narrar uma história ou dramatizar uma ideia", é comummente utilizado para definir a linguagem usada nesta forma de representação[5] , sendo no entanto um termo mais abrangente já que uma fotonovela e um infográfico jornalístico também podem ser considerados formas de arte sequencial.



Etimologia e definição[editar | editar código-fonte]

Apesar de nunca terem sido oficialmente baptizados, a banda desenhada recebeu diferentes nomes de acordo com as circunstâncias específicas dos diversos países em que se estabeleceu. A banda desenhada é conhecida por comics nos Estados Unidos, fumetti na Itália, tebeos em Espanha, historietas na Argentina, muñequitos e cómicos em Cuba, mangas no Japão, manhwas na Coreia do Sul, manhuas na China, komiks na República das Filipinas[6] e por outras várias designações pelo mundo fora.

Por exemplo, nos EUA, convencionou-se chamar comics pois as primeiras manifestações do formato eram histórias humorísticas, cómicas; na França, eram publicadas em tiras - bandes - diariamente nos jornais e ficaram conhecidas por bandes-dessinées[7]  ; em Portugal por Histórias aos Quadradinhos (HQ) e posteriormente Banda Desenhada (uma tradução literal do francês); em Itália, ganharam o nome dos balõezinhos ou fumacinhas (fumetti) que indicam a fala das personagens[7]  ; em Espanha, chamou-se de tebeo, nome de uma revista infantil (TBO)[7] , da mesma forma que, no Brasil, chamou-se por muito tempo e (continua a ser largamente usado) de gibi, também oriundo do nome de uma revista. Originalmente, a palavra gibi significava menino,[8] mas mudou de sentido e passou a ser sinonimo de história em quadrinhos.[2]

Tudo, no entanto, refere-se à mesma coisa: uma forma narrativa por meio de imagens fixas, ou seja, uma história narrada em sequência de pequenos quadros. Nesse sentido, o nome utilizado no Brasil seria história em quadrinhos, semelhante à expressão que caiu em desuso em Portugal 'histórias aos quadradinhos'[7] .

História[editar | editar código-fonte]

Registos primitivos[editar | editar código-fonte]

Na banda desenhada é possível remontar aos tipos de registo pictórico utilizados pelo homem primitivo pré-histórico para representar, por meio de desenhos rupestres, as suas crenças e o mundo ao seu redor. Ao longo da história esse tipo de registo desenvolveu-se de várias formas, desde a escrita hieroglífica egípcia até às tapeçarias medievais, bem como aos códigos/histórias contidos numa única pintura. Por exemplo, a obra de Bosch, no Museu Nacional de Arte Antiga, em Portugal, As Tentações de Santo Antão, representam sequencialmente passos da vida do santo medieval.

Porém, a banda desenhada não se confina à obra original, sendo antes um produto que nasce da novidade que foi a Imprensa escrita e os livros impressos "editados" por Gutemberg. Assim, terá de ser impressa e distribuída por formatos como sejam a revista ou o álbum, fenómeno que tem a sua génese no decorrer do século XIX. Só assim é a arte que conhecemos. Qualquer analogia com aqueles exemplos históricos é apenas coincidência, pois a BD não é a única arte a contar uma história por método sequencial.

Advindo dessa sua ligação embrionária à Imprensa, a banda desenhada encontra seus precedentes nas sátiras políticas publicadas por jornais e revistas europeus e norte-americanos, que traziam caricaturas acompanhadas de comentários ou pequenos diálogos humorísticos entre as personagens retratados.

Mais tarde esse recurso daria origem aos "balões", recurso gráfico que indica ao leitor qual das personagens em cena está falando (donde o termo italiano "fumetti" - os balões lembram uma fumaça saindo da boca dos interlocutores).

Origens históricas[editar | editar código-fonte]


No século XIX o livro de ilustrações Max und Moritz (1865), do escritor e desenhista alemão Wilhelm Busch é considerado como o precursor dos quadrinhos[9] [10] - pois cada acção divertida era ricamente ilustrada, tornando o texto mais agradável ao público infantil.[11]

A obra reconhecida pelo Festival Internacional de banda desenhada de Angoulême é o livro Les Amours de monsieur Vieux Bois (Os amores do senhor Jacarandá, no Brasil) de Rodolphe Töpffer publicado em 1827[12] [13] .

De tempos em tempos, aparecem outras obras consideradas pioneiras, como foi o caso de Our House In Town do escocês William Heath e publicada no jornal The Glasgow Looking Glass, em 1825[12] .

Em Portugal o inicio da banda desenhada publicada, começa com as Aventuras Sentimentaes e Dramáticas do Senhor Simplício Baptista, assinada por Flora e publicada em 1850[14] , sendo posteriormente seguido brilhantemente por Rafael Bordalo Pinheiro que desenvolveu igualmente a sequência narrativa figurada, publicando imensas revistas e cadernos repletos do tema, editando em 1872 aquele que pode ser considerado o primeiro álbum de banda desenhada, uma obra com catorze páginas e 120 desenhos, Apontamentos de Raphael Bordallo Pinheiro sobre a Picaresca Viagem do Imperador de Rasilb pela Europa, que trata das peripécias do soberano de Rasilb (anagrama de Brasil), em visita pela Europa[15] [16] ..

Deve-se registar ainda o trabalho original publicado na imprensa do Brasil, de autoria do artista italiano Angelo Agostini, que fez inúmeras charges e caricaturas de figuras políticas da época imperial de Dom Pedro II, além de criar a banda desenhada com textos na forma de legenda, consideradas por vários como igualmente precursoras desse tipo de arte.

Nos Estados Unidos, o pioneirismo é atribuído a The Yellow Kid (1896) de Richard Felton Outcault, também a The Yellow Kid é atribuído o primeiro proto-comic book, ou seja a primeira revista de banda desenhada, essa revista trazia republicação das tiras publicadas no jornal) na revista de 196 páginas, apesar de não ter sido a primeira colectânea de tiras (o já citado livro Les Amours de monsieur Vieux Bois)[17] , na segunda edição da revista aparecia o termo comic book[18] .

Katzenjammer Kids de Rudolph Dirks

O formato em tiras de jornal foi utilizado pelo teuto-americano Rudolph Dirks, com as histórias de título original Katzenjammer Kids, publicadas a partir de 12 de Dezembro de 1897, nos Estados Unidos. São retratadas as peripécias de um par de gémeos, Hans e Fritz - e foi editado em português, tanto no Brasil quanto em Portugal, com o título Os Sobrinhos do Capitão.Winsor McCay foi um inovador na banda desenhada norte-americana por sua ousadia na definição do uso de diferentes planos e a beleza de seus desenhos e argumentos em obras como Little Nemo in Slumberland, inciada em 1905.[19]


Nos jornais surgiram dois tipos de tiras, as diárias publicadas a preto e branco[20] e as Pranchas dominicais (também chamadas de "páginas") publicadas em cores[21] [22] [23] publicados em suplementos (cadernos de jornais dedicados a tiras e publicados no formato tabloide).

Revistas ilustradas por expatriados ocidentais introduziram a caricaturas satírica de estilo ocidental no Japão no final do século 19. Novas publicações em ambos os estilos ocidentais e japoneses se tornaram popular,[24] no início do século 20, Rakuten Kitazawa publicou as bandas desenhadas japonesas modernas e passou a usar da palavra manga para designa-las,[25] originalmente, o termo era usado na pintura chinesa conhecida como sumi-e,[26] a palavra deu origem os termos coreano (manhwa) e chinês (manhua).[27]

Das tiras de jornal para as revistas[editar | editar código-fonte]

As décadas de 20 e 30 foram muito importantes para a industria. O mercado de antologias de banda desenhada na Grã-Bretanha se voltou para as crianças através de revistas como The Dandy e The Beano. Na Bélgica, Hergé criou a tira As Aventuras de Tintin para um suplemento; Logo começou a ser compilado em um álbum encadernado e criou um mercado para novas obras. O mesmo período nos Estados Unidos tinha visto as tiras de jornal expandir suas opções além do humor, com ação, aventura e mistério. A republicação de tiras também começou, com a revista The Funnies da Dell Publishing, uma antologia com reprises de tiras de jornal, publicada em formato tabloide, em 1929, dando origem aos primeiros "comic books".[19]

Jo-Jo Congo King #24 (Fevereiro 1949), trazendo histórias criadas exclusivamente para comic books

Essas primeiras revistas tiveram grande sucesso, e logo o material disponível não era suficiente. Surgiram então os estúdios especializados na produção de histórias produzidas especificamente para a página de revistas. A liberdade de usar a página (livre das restrições da "tira") permitiu aos desenhadores um salto criativo.

As primeiras comic books eram revistas grandes no formato tabloide (mesmo formato dos suplementos de tiras dominicais dos jornais, surgiu a ideia de dobrar o tabloide para se publicar mais páginas de desenhos, surge então o formato meio-tabloide (um tabloide possuía 16 páginas e um meio tabloide possuia 64 páginas).[2]

Além disso, a partir dos anos 30, as revistas em quadradinhos multiplicaram-se: eram muito baratas e vendiam muito bem no clima de devastação económica criado pela quebra da Bolsa de Nova York, em 1929.[28]

Uma das tiras mais bem sucedidas e apreciadas da década de 1930 foi Mickey Mouse de Walt Disney e Ub Iwerks. No entanto, seus criadores deixaram de produzir tiras e designaram outros artistas, como Floyd Gottfredson, que é considerado o autor que tratou o personagem com maior virtuosismo.


Em 1938, com a publicação e o estrondoso sucesso da primeira história do Super-Homem, surgiu o género dos super-heróis, que se tornaria o paradigma da banda desenhada norte-americanos. Em torno desses heróis mascarados, a partir da década de 1940, desenvolveu-se uma verdadeira indústria do entretenimento.

Exemplo de antologia japonesa

A era moderna da banda desenhada no Japão começou após a Segunda Guerra Mundial, impulsionado pelo sucesso das séries do prolífico Osamu Tezuka. Gêneros e públicos diversificados ao longo das décadas seguintes. As histórias são geralmente criada para antologias que possuem centenas de páginas de espessura e podem conter mais de uma dúzia de histórias; Mais tarde eles são compilados em livros chamados de tankōbon.[29]

Eerie No. 1, 1951, títulos de horror se tornaram alvo da crítica

Na década de 1950, a popularidade e a variedade das revistas de banda desenhada norte-americanas era enorme (a maioria traduzida ao redor do mundo). Faziam muito sucesso, além dos super-heróis, revistas de guerra e teror. Considerados excessivamente violentos e uma influência perniciosa para a "juventude", a banda desenhada passou a sofrer fortes pressões governamentais. Essas pressões acabaram por forçar, nos EUA, a criação do Comics Code Authority, um código de "ética" a própria industria que conseguiu limitar a criatividade e o público da banda desenhada norte-americanos nas duas décadas seguintes.[2] Praticamente, porque na década de 1960 autores underground como Robert Crumb começaram a vender nas esquinas os seus livros de autor, sem limites.[30]

hoje, a banda desenhada são publicados em média impressa e electrónica e agregam ao seu redor um universo de criações que são adaptadas aos jogos, às artes plásticas e a produtos como brinquedos, colecções de roupas, etc.

Entre os elementos de linguagem, além do já citado balão, podem ser destacados: o uso de sinais gráficos convencionados (como as onomatopeias para a tradução dos sons, pequenas estrelas sobre a cabeça de um personagem indicando dor ou tontura, o próprio formato do balão pode indicar o volume ou tom da fala e até mesmo informar que se trata de um pensamento); uso da "calha" para separar um quadro de outro e estabelecer um sentido de evolução no tempo entre as cenas representadas;[31] uso de cartelas para estabelecer uma "voz do narrador" dentro da história; e o uso de diagramas versáteis dos quadros, de acordo com a necessidade dramática de cada cena, entre outros.[32]

Géneros[editar | editar código-fonte]

Exemplo de banda desenhada romântica

Alguns géneros presentes na banda desenhada:

  • Aventura;
  • Esportiva, na banda desenhada japonesa são conhecidas como spokon;
  • Humorística;
  • Histórica, com um subgênero estabelecido, o faroeste;
  • Jornalística: Pode ser publicado em livro-reportagem, numa revista, online ou no próprio jornal, representa a realidade e atende aos padrões do jornalismo na veracidade de seus dados e histórias, através de entrevistas e apuração. Joe Sacco é um dos nomes mais aclamados na área, mas as publicações estão a crescer[33] . Por causa do poder da informação visual o jornalismo em forma debanda desenhada aproxima-se e cativa mais o leitor. Além, é claro, de atrair um público mais amplo, afinal o objectivo das histórias gráficas é facilitar a compreensão.
  • Erótico ou pornográfico, diferenciado na tradição japonesa:
    • Ecchi (エッチ), que não apresenta relação sexual, e
    • Hentai (変態)
  • Policial;
  • Romântica;

Formatos[editar | editar código-fonte]

A banda desenhada como uma forma de arte sequencial poderá representar diversos estilos e formatos de publicação, muito embora seja discutível, ainda hoje e nos meios académicos, se o cartoon (por exemplo) não será antes uma arte autónoma:

Cartoons[editar | editar código-fonte]

Exemplo de cartoon

O cartoon ou cartum no português brasileiro, embora composto de uma única imagem, foi debatido que, uma vez que o cartoon combina tanto palavras quanto imagens e constrói uma narrativa, ele merece sua inclusão entre os formatos de banda desenhada.

Tira[editar | editar código-fonte]

A tira é uma sequência de imagens. O termo é actualmente mais usado para definir as tiras curtas publicadas diariamente em jornais, mas historicamente o termo foi designado para definir qualquer espécie de tira, não havendo limite máximo de quadros, sendo o mínimo de dois. As Pranchas dominicais eram coloridas e de início ocupavam uma página inteira de jornal.

Revista de banda desenhada[editar | editar código-fonte]

A revista de banda desenhada ou de "quadrinhos" como é chamada no Brasil, ou "comic book" como é predominantemente conhecida nos Estados Unidos e Inglaterra , é o formato comummente usado para a publicação de histórias do género, desde séries românticas aos populares super-heróis.

Graphic novel[editar | editar código-fonte]

Graphic novel (romance gráfico) é um termo para um formato de revista de banda desenhada que geralmente trazem enredos longos e complexos, frequentemente direccionados ao público adulto. Contudo o termo não é estritamente delimitado, sendo usado muitas vezes para implicar diferenças subjectivas na qualidade artística entre um trabalho e outro. Em Portugal usa-se também a tradução Novela Gráfica.

Webcomic[editar | editar código-fonte]

Webcomics, também conhecido como "online comics", "web comics" ou "digital comics" são histórias de banda desenhada publicadas na Internet. Muitas webcomics são divulgadas e vendidas exclusivamente na rede, enquanto outras são publicadas em papel mas mantendo um arquivo virtual por razões comerciais ou artísticas. Com a popularização da Internet, o formato webcomic evoluiu, passando a tratar desde as tradicionais tiras até graphic novels.


Ver também[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Banda desenhada

Referências[editar | editar código-fonte]

Notas
  1. Sonia M. Bibe Luyten. Portugal: das histórias aos quadradinhos às bandas desenhadas (Parte I) Universo HQ. Visitado em 12 de Fevereiro de 2011.
  2. a b c d Gonçalo Júnior. In: Editora Companhia das Letras. A guerra dos gibis: a formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos, 1933-1964. [S.l.: s.n.]. ISBN 8535905820, 9788535905823
  3. Este nome vem da série de artigos Neuvième Art, musée de la bande dessinée assinados por Morris no Jornal Spirou, entre 1964 e 1967 (o primeiro publicado em 17 de dezembro de 1964, especial de Natal, No. 1392 ). Esta classificação foi adotada e popularizado por Francis Lacassin em seu livro Pour un neuvième art, la bande dessinée. No entanto, aautoria da expressão foi reivindicada pelo crítico e historiador de cinema Claude Beylie ele usou pela primeira vez em março de 1964 na revista Lettres et Médecins (artigo La bande dessinée est-elle un art ? ") Fonte: Lettres et Médecins, suplemento literário de La Vie médicale,, edição datada de março 1964.
  4. ANDRAUS, Gazy, "O Meme nas Histórias em Quadrinhos (acessado em Janeiro de 2008) - a sétima arte é o cinema, a oitava a televisão, que se somam às seis formas artísticas consideradas "clássicas"
  5. Edgar Franco. In: Annablume. HQTRONICAS: DO SUPORTE PAPEL A REDE INTERNET. [S.l.: s.n.]. 23 p. ISBN 857419476X, 9788574194769
  6. Sonia M. Bibe Luyten. Quadrinhos em tagálog nas Ilhas Filipinas Universo HQ]].
  7. a b c d Elza Dias Pacheco. In: Edicoes Loyola. Comunicação, educação e arte na cultura infanto-juvenil. [S.l.: s.n.]. ISBN 8515004267, 9788515004263
  8. Dicionarioinformal - Página visitada em 30 de Julho de 2011.
  9. História da charge, TEIXEIRA, Luiz Guilherme Sodré. Ensaio publicado em Cadernos Avulsos, no 38. FCRB, 2001. Arquivo em PDF. Sítio da Fundação Casa de Rui Barbosa pesquisado em 22 de novembro de 2007, às 04:55
    "Max und Moritz, publicado em 1865 por Wilhelm Busch – tido como o grande precursor do género" (Precursores, p.2)
  10. LUYTEN, Sônia. Mangá: o poder dos quadrinhos japoneses, (in: prefácio por Álvaro de Moya, autor de "História da história em quadrinhos"), ed. Hedra, ISBN 85-87328-17-4
  11. Sérgio Codespoti (18/01/08). Alemanha relembra os 100 anos da morte de Wilhelm Busch Universo HQ.
  12. a b Sérgio Codespoti (21/02/2011). A primeira história em quadrinhos pode ser escocesa Universo HQ.
  13. Wellington Srbek (02/08/2007). Os 180 anos dos Quadrinhos! Bigorna.net.
  14. João Paulo Cotrim (2005). A vontade de estar n'A Berlinda Bordalo n'A Berlinda - Biblioteca Nacional. Visitado em 17 de Maio de 2012.
  15. Vasco Granja. O Pioneiro da Banda Desenhada em Portugal CITI. Visitado em 20 de Maio de 2012.
  16. Pedro Krause (2 de Março de 2011). Quadrinhos - D. Pedro II plebeu Revista de História. Visitado em 20 de Maio de 2012.
  17. Coville, Jamie. "History of Comic Books Victorian and Platinum Ages", TheComicBooks.com, n.d.
  18. Coville, Jamie. "The History of Comic Books: The Platinum Age 1897 - 1938"
  19. a b Eclipse Quadrinhos - Especial Kaboom #1"O Início das HQs", Editora Eclipse, 2005
  20. Zilda Augusta Anselmo. Histórias em quadrinhos. [S.l.]: Vozes, 1975.
  21. Sérgio Codespoti (03/11/09). IDW publicará Polly and Her Pals Universo HQ.
  22. Marcus Ramone (07/03/07). Procura-se uma página dominical dos Peanuts Universo HQ.
  23. Marcelo Naranjo. Os Especiais de Tarzan Universo HQ.
  24. Ellen P. Conant, Challenging past and present: the metamorphosis of nineteenth-century, University of Hawaii Press, 2006, p. 87. (ISBN 978-0-8248-2937-7)
  25. Shimizu, Isao (Junho de 1985). 日本漫画の事典 : 全国のマンガファンに贈る (Nihon Manga no Jiten – Dictionary of Japanese Manga) (in Japanese). Sun lexica. ISBN 4-385-15586-0.
  26. Petersen, Robert S. (2011). Comics, Manga, and Graphic Novels: A History of Graphic Narratives. ABC-CLIO. ISBN 9780313363306.
  27. Wendy Siuyi Wong. In: Princeton Architectural Press NY. Hong Kong comics: a history of manhua. [S.l.: s.n.].
  28. MEIRELES, André Sollitto e Maurício (21-07-2011). A volta do herói militante (em português) Época. Visitado em 31-07-2011.
  29. Gravett, Paul. 2004. Manga: Sixty Years of Japanese Comics. NY: Harper Design. ISBN 1-85669-391-0
  30. Mark James Estren. A History of Underground Comics. [S.l.]: Ronin Publishing, 1993. ISBN 091417164X
  31. Scott McCloud. Desvendando os quadrinhos. [S.l.]: Makron Books, 1995. 63 p. 85-346-0489-4
  32. Dennis O'Neil. Guia Oficial DC Comics - Roteiros. [S.l.]: Opera Graphica, 2005. 11 a 17 p. 8589961346
  33. Marcelo Naranjo (05/07/2011). Universo HQ conversa com Joe Sacco, que estará na Flip Universo HQ.
Bibliografia

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre banda desenhada é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.