Quagga

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Quagga no Zoológico de Londres em 1870.

Quagga no Zoológico de Londres em 1870.
Estado de conservação
Status iucn3.1 EX pt.svg
Extinta  (1883) (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Perissodactyla
Família: Equidae
Género: Equus
Subgénero: Hippotigris
Espécie: E. quagga
Subespécie: E. q. quagga
Nome trinomial
Equus quagga quagga
(Boddaert, 1785)
Distribuição geográfica
Antiga área de distribuição (em vermelho)
Antiga área de distribuição (em vermelho)
Sinónimos

Quagga (Equus quagga quagga) é um mamífero equídeo extinto, relacionado com a zebra-da-planície (Equus quagga). Muito numerosos no passado, os quaggas viviam na África do Sul, na região do Cabo e de Orange. Ao contrário das zebras, estes animais apresentavam listras apenas na metade da frente do corpo, enquanto que a traseira era de cor castanha lisa. A extinção dos quaggas deveu-se à caça massiva pelos colonos Boer, que procuravam a sua carne e pele. O fato de se alimentarem nas pastagens do gado foi também um fator que levou ao extermínio. O último animal foi caçado em 1878 e o último exemplar morreu no Jardim Zoológico de Amesterdã em 1883.[2] [3] [4]

Inicialmente, o quagga foi classificado como uma espécie (E. quagga), separada da zebra da planície (E. burchelli). Estudos genéticos revelaram no entanto que estes animais são na verdade sub-espécies, reclassificadas na espécie quagga, que tinha a prioridade de acordo com as regras de nomenclatura científica.

O Projeto Quagga, graças à diversidade genética da zebra-da-planície e a sua proximidade ao quagga, conseguiu reconstruir um animal muito semelhante ao quagga através de cruzamentos selecionados.

Taxonomia[editar | editar código-fonte]

A palavra quagga significa "zebra" na língua do povo Khoikhoi, nativo do sul da África. É uma onomatopeia do som emitido pelo animal, às vezes transcrito como kwa-ha-ha,[5] kwahaah,[2] ou oug-ga.[6] Até hoje o nome ainda é usado coloquialmente por algumas pessoas para se referir a zebra-da-planície.[5] O quagga foi descrito cientificamente pela primeira vez pelo naturalista holandês Pieter Boddaert, em 1778. Ele considerou o animal como um espécie distinta e o batizou com o nome Equus quagga.[7] Tradicionalmente, o quagga e as zebras das planícies e das montanhas foram alocados no subgênero Hippotigris.[8]

Sempre houve muito debate sobre o grau de "parentesco" do quagga em relação à zebra-da-planície. Ele está muito mal representado no registro fóssil, e a identificação dos poucos restos encontrados é incerta, uma vez que foram coletados num momento histórico no qual a palavra "quagga" se referia a todas as zebras.[5] Crânios fósseis de Equus mauritanicus da Argélia foram apontados como tendo afinidades com o quagga e a zebra-da-planície, mas podem estar muito danificados para permitir que conclusões definitivas sejam tiradas a partir deles.[9] Quaggas também foram identificados em pinturas rupestres atribuídas ao povo San.[10] Reginald Innes Pocock foi talvez o primeiro a sugerir que o quagga é uma subespécie de zebra-da-planície,em 1902. Como o animal foi descrito cientificamente e batizado antes da zebra-da-planície, o nome trinominal para o quagga ficou E. quagga quagga, e as outras subespécies de zebra-da-planície foram classificadas também como E. quagga.[9]

Historicamente, a taxonomia do quagga foi ainda mais difícil de ser definida porque acreditava-se que a população extinta mais austral de zebra-de-Burchell (Equus quagga burchellii, anteriormente Equus burchellii burchellii) era uma subespécie distinta (às vezes até mesmo considerada uma espécie separada, E. burchellii). A população que ainda existe no norte, a "zebra de Damara", foi mais tarde chamada Equus quagga antiquorum, o que significa que ela é hoje também conhecida como E. q. burchellii, depois que se percebeu que se tratavam do mesmo táxon. Durante muito tempo pensou-se que a população extinta era muito próxima do quagga, uma vez que ela também exibia poucas listras na parte traseira.[8] Como exemplo disso, Shortridge colocou os dois no agora em desuso subgênero Quagga em 1934.[11] A maioria dos especialistas sugerem que as duas subespécies representam duas extremidades de uma variação clinal.[12]

Diferentes subespécies de zebras-das-planícies foram reconhecidas como membros de Equus quagga pelos primeiros pesquisadores, porém houve muita confusão sobre quais as espécies eram válidas.[13] As subespécies de quagga foram descritas com base em diferenças nos padrões de listras, mas essas diferenças foram atribuídas a variações individuais dentro das mesmas populações.[14] Algumas subespécies e até mesmo espécies, tal como E. q. danielli e Hippotigris isabellinus, só foram baseados em ilustrações (iconotipos) de espécimes aberrantes de quaggas.[15] [16] Alguns autores descreveram o quagga como uma espécie de cavalo selvagem, em vez de uma zebra, e um estudo craniométrico de 1980 parecia confirmar seu parentesco com o cavalo (Equus caballus).[12] Tem sido apontado que os primeiros estudos morfológicos estavam errados; o uso de esqueletos de espécimes empalhados pode ser problemático, porque os taxidermistas mais antigos às vezes usavam crânios de burro e cavalo dentro das peças que montavam quando os originais não estavam disponíveis.[17]

Evolução[editar | editar código-fonte]

O quagga foi o primeiro animal extinto a ter seu DNA analisado,[18] e este estudo, feito em 1984, lançou o campo da análise de DNA antigo. A pesquisa confirmou que o quagga é mais estreitamente relacionado com zebras do que cavalos,[19] com o quagga e zebra-da-montanha (Equus zebra) partilhando de um antepassado de 3 a 4 milhões de anos atrás.[18] Um estudo imunológico publicado no ano seguinte, revelou que o quagga está mais próximo da zebra-das-planícies.[20] Um estudo de 1987 sugeriu que o DNA mitocondrial do quagga divergiram em um intervalo de cerca de 2% por milhão de anos, semelhante a outras espécies de mamíferos, e mais uma vez confirmou sua relação estreita com a zebra-das-planícies.[21]

Estudos morfológicos posteriores chegaram a conclusões conflitantes. A análise de medições cranianas feita em 1999 descobriu que o quagga era tão diferente da zebra-das-planícies quanto esta o é da zebra-da-montanha.[19] Um estudo de peles e crânios de 2004, por sua vez, sugeriu que o quagga não era uma espécie separada, mas uma subespécie da zebra-das-planícies.[8] Apesar desta descoberta, muitos autores ainda consideram a zebra-das-planícies e o quagga como sendo espécies distintas.[5]

Um estudo genético publicado em 2005 confirmou o status de subespécie do quagga. A pesquisa mostrou que o animal tinha pouca diversidade genética, e que divergiu das outras subespécies de zebra-das-planícies apenas entre 120 mil e 290 mil anos atrás, durante o Pleistoceno, e possivelmente no penúltimo máximo glacial. Seu padrão de pelagem diferente talvez tenha evoluído rapidamente por causa do isolamento geográfico e/ou adaptação a um ambiente mais seco. Além disso, as subespécies de zebra-das-planícies tendem a ser menos listradas quanto mais ao sul é seu habitat, e o quagga era o que vivia mais ao sul de todos eles. Outros grandes ungulados africanos também divergiram em outras espécies e subespécies durante este mesmo período, provavelmente por causa da mesma mudança climática. O cladograma simplificado abaixo é baseado na análise de 2005 (alguns táxons compartilham haplótipos e não podem, portanto, ser diferenciados):[19]



Zebra-das-montanhas (E. zebra)




Zebra-de-grévy (E. grevyi)






Quagga (E. q. quagga)



Zebra Damara (E. q. antiquorum)/Zebra-de-chapman (E. q. chapmani)



Zebra Damara/Zebra-de-chapman




Zebra-de-grant (E. q. boehmi)




Zebra-de-grant





Descrição[editar | editar código-fonte]

Acredita-se que o quagga media cerca de 2,57 metros de comprimento e 1,25 a 1,35 metros de altura até o ombro.[12] Seu padrão de pelagem era único entre os equídeos: semelhante ao da zebra na frente, porém mais parecido com o do cavalo na parte traseira.[19] O animal tinha listras marrons na cabeça e no pescoço, partes superiores também marrons, e barriga, cauda e pernas brancas. As listras eram mais escuras na cabeça e no pescoço e tornavam-se gradualmente mais claras mais para baixo do corpo, misturando-se com o marrom avermelhado do dorso e flancos, até desaparecer ao longo das costas. O animal parece ter tido um alto grau de polimorfismo, com alguns indivíduos praticamente sem listras e outros com padrões semelhantes à população mais ao sul da extinta zebra-de-burchell, na qual as listras cobriam a maior parte do corpo, exceto a parte traseira, pernas e barriga.[12] Também tinham uma larga faixa dorsal escura nas costas e uma crina levantada com listras marrons e brancas.[6]

O único quagga fotografado vivo foi uma fêmea que vivia no Zoológico de Londres. Ao todo cinco fotografias deste espécime, tiradas entre 1863 e 1870, são conhecidas.[22] Com base nessas fotos e em descrições por escrito, vários observadores acreditam que as listras nos quaggas eram claras sobre um fundo escuro, ao contrário de outras zebras. Reinhold Rau, pioneiro do Projeto Quagga, afirmou que se trata de uma ilusão de óptica; na verdade, a cor base é branco creme e as listras são grossas e escuras.[12] Evidências embriológicas sustentam a ideia de que as zebras são de cor escura com posterior surgimento de listas brancas.[23]

Vivendo no extremo sul da área de abrangência da zebra-das-planícies, o quagga tinha uma espesso casaco de inverno que trocava todo ano. Seu crânio foi descrito como tendo um perfil reto e um diastema côncavo, e como sendo relativamente lardo com um occipital estreito.[8] [24] Tal como outras zebras das planícies, o quagga não tinha uma papada no pescoço como a zebra de montanha tem.[9] Um estudo morfológico de 2004 descobriu que as características do esqueleto da população do sul zebra-de-burchell e do quagga sobrepostos, e que eram impossíveis de distinguir. Alguns exemplares também pareciam ser intermediários entre os dois em listras, e indivíduos de população zebra do sobrevivente de Burchell ainda exibem listras limitado. Por conseguinte, pode concluir-se que as duas subespécies graduadas morfologicamente um no outro. Hoje, alguns exemplares empalhados de quaggas e zebra sul de Burchell são tão semelhantes que eles são impossíveis de identificar definitivamente como quer, uma vez que não há dados de localização foi gravado. Os espécimes fêmeas utilizadas no estudo foram maiores do que os machos, em média.[8]

Comportamento e ecologia[editar | editar código-fonte]

O quagga foi a subespécie de zebra-das-planícies cuja área de distribuição estava mais ao sul no continente africano; eles viviam principalmente ao sul do rio Orange. Foi um animal que pastava, e o alcance de seu habitat era restrito aos campos e cerrado árido interior da região do Karoo da África do Sul, hoje parte das províncias de Cabo Setentrional, Cabo Oriental, Cabo Ocidental e Estado Livre.[12] [25] Estas áreas eram conhecidos por flora e fauna distintas e quantidades elevadas de endemismo.[24] [26]

Pouco se sabe sobre o comportamento dos quaggas na natureza, e às vezes não fica claro qual a espécie exatas de zebra referida nos antigos relatórios.[12] A única fonte que descreve de forma inequívoca o quagga na província de Estado Livre é o do militar, engenheiro e caçador inglês major Sir William Cornwallis Harris.[8] Em 1840, ele escreveu:

A distribuição geográfica do quagga não parece estender-se ao norte do rio Vaal. O animal era antes extremamente comum dentro da colônia; mas, desaparecendo diante dos avanços da civilização, está agora a ser encontrado em número muito limitado e apenas nas fronteiras. Beyond, naquelas planícies quentes que são completamente tomado posse por animais selvagens, e pode com propriedade estrito ser chamado de domínios da natureza selvagem, ocorre em rebanhos intermináveis; e, apesar de nunca misturar com seus congêneres mais elegantes, é quase sempre a ser encontrado variando com o gnu de cauda branca e com o avestruz, para a sociedade da qual pássaro especialmente, evidencia a predileção mais singular. Movendo-se lentamente ao longo do perfil do horizonte do oceano, como, soltando um estridente, latindo relinchar, de que o seu nome faz uma imitação correta, longas filas de quaggas lembrar continuamente o viajante início de uma caravana rival em sua marcha. Bandas de muitas centenas são, portanto, freqüentemente visto fazendo sua migração das planícies tristes e desolados de uma parte do interior, que formou sua morada isolada, buscando essas pastagens mais verdejantes onde, durante os meses de verão, várias ervas empurram adiante suas folhas e as flores para formar um tapete verde, salpicado de tons mais brilhantes e diversificadas.[27]

Quaggas foram relatados reunindo em rebanhos de 30-50 indivíduos e, por vezes, viajou de forma linear.[12] Eles podem ter sido simpátrica com zebra de Burchell entre os Vaal rios e laranja.[8] [26] Este é disputada,[8] e não há nenhuma evidência de que eles cruzaram.[26] Ele também poderia ter compartilhado uma pequena parte de sua gama com Hartmann montanha zebra ( Equus zebra hartmannae ).[19]

Os quaggas foram descritos como animais muito ativos e temperamentais, especialmente os garanhões. Durante a década de 1830, foram usados ​​como animais de tração para carruagens em Londres, e os machos provavelmente eram castrados para mitigar sua natureza volátil.[28] Fazendeiros também os usaram para proteger seus gados, pois geralmente atacavam invasores.[28] [29] Por outro lado, quaggas que viviam em cativeiro em zoológicos europeus foram apontados como domáveis e mais dóceis que a zebra de Burchell. Há relato de um indivíduo que viveu em cativeiro por 21 anos e 4 meses, morrendo em 1872.[12]

Uma vez que a função prática de segmentação não foi determinada por zebras em geral, não está claro por que o quagga faltava listras em suas partes traseiras. A enigmática função para proteção contra predadores (listras obscurecer a zebra indivíduo em um rebanho) e mordendo moscas (que são menos atraídos por objetos listrados), bem como várias funções sociais, têm sido propostos para zebras em geral. As diferenças de listras trimestre traseiras podem ter ajudado o reconhecimento das espécies durante tumultos de rebanhos mistos, para que os membros de uma subespécie ou espécie iria seguir sua própria espécie. Também foi a hipótese de que as zebras desenvolveram padrões de demarcação como termorregulação para esfriar o próprio corpo, e que o quagga perdeu devido a viver em um clima mais frio, apesar de um problema com isto é que a montanha da zebra vive em ambientes similares e tem uma ousada padrão de listras.[30] Um estudo de 2014 apoiou fortemente a hipótese de morder-fly, eo quagga parece ter vivido em áreas com menor quantidade de atividade mosca em comparação com outras zebras.[31]

Declínio e extinção[editar | editar código-fonte]

O último quagga é exibido empalhado no Naturalis, em Leiden

Fácil de ser encontrado e morto, o quagga foi caçado pelos primeiros colonos neerlandeses, e mais tarde pelos bôeres, devido a sua carne e pele. As peles eram comercializadas ou utilizadas localmente. O animal era especialmente vulnerável ​​à extinção devido a sua distribuição limitada, e pode ter competido com o gado doméstico por pastagens.[29] Já havia desaparecido de boa parte de sua área de abrangência ainda na década de 1850. A última população na natureza, no Estado Livre de Orange, foi extirpada no final da década de 1870.[12] E o último indivíduo selvagem conhecido morreu em 1878.[29]

Exemplares de quaggas também foram capturados e enviados para a Europa, onde foram exibidos em zoológicos.[12] Lord Morton tentou salvar o animal da extinção iniciando um programa de reprodução em cativeiro. Mas só conseguiu obter um único macho que, por desespero, cruzou com uma égua. O resultado foi uma fêmea híbrida com listras de zebra no dorso e nas patas. A égua do Lorde Morton, como ficou conhecida, foi vendida e posteriormente cruzada com um garanhão preto, resultando em uma descendência que voltou a ter listras da zebra, conforme a descrição publicada em 1820 pela Royal Society.[32] Isto levou a novas idéias sobre telegonia, referida como pangênese por Charles Darwin.[25]

O último exemplar em cativeiro, uma fêmea do zoológico Natura Artis Magistra, em Amsterdã, viveu lá de 9 de maio de 1867 até sua morte em 12 de agosto de 1883, mas sua origem e a causa da morte não foram registrados. O espécime de Londres morreu em 1872 e o de Berlim em 1875.[14] Há 23 exemplares conhecidos de quagga empalhados em todo o mundo. Além disso, há uma cabeça e pescoço montada, um pé, sete esqueletos completos, e amostras de vários tecidos. Um vigésimo quarto espécime armado foi destruído em Königsberg, na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial.[33]

Projeto Quagga[editar | editar código-fonte]

Depois que o parentesco muito próximo entre o quagga e as zebras que ainda existem foi descoberto, Reinhold Rau iniciou o Projeto Quagga em 1987 na África do Sul para "reviver" o quagga através reprodução seletiva de zebras-das-planícies, com o objetivo final de reintroduzi-los à natureza. Para diferenciar os antigos dos "novos" quaggas, foi proposto que os indivíduos da nova população sejam chamados de "quaggas Rau".[25] A população fundadora, composta por 19 indivíduos da Namíbia e da África do Sul, foi escolhida por ter listras menores nas pernas e na parte posterior do corpo. O primeiro potro do projeto nasceu em 1988. Quando uma população suficientemente semelhante ao quagga tiver sido criada, ela será solta no Cabo Ocidental.[17]

A introdução de quaggas Rau poderia ser parte de um programa de restauração abrangente incluindo os esforços em curso como a erradicação de árvores não-nativas. Quaggas, gnus e avestruzes, que ocorreram em conjunto durante os tempos históricos em uma associação mutuamente benéfica, poderiam ser mantidos juntos em áreas onde a vegetação nativa deve ser mantida pelo pastoreio. No início de 2006, a terceira e quarta geração animais produzidos pelo projeto foram notificados para se parecem muito com as descrições e espécimes preservados do quagga. Este tipo de reprodução seletiva é chamado de reprodução volta. A prática é controversa, uma vez que as zebras resultantes serão parecidas com os quaggas apenas na aparência externa, mas serão geneticamente diferentes. A tecnologia para utilizar o DNA recuperado para clonagem ainda não existe.[2] [34]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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