Quarteto Fantástico

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Quarteto Fantástico
Quarteto Fantástico por Mike Wieringo.jpg
Arte de Mike Wieringo
Dados sobre publicação
Publicado por Marvel Comics (US)
Panini Comics (Br)
Primeira aparição The Fantastic Four #1 (Novembro de 1961)
Criado por Stan Lee
Jack Kirby
Características do grupo
Base de operações Edifício Baxter
Membros fundadores Senhor Fantástico
Mulher Invisível
Tocha Humana
Coisa
Membros atuais Senhor Fantástico
Mulher Invisível
Tocha Humana
Coisa
Ver Lista de Membros do Quarteto Fantástico
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada

O Quarteto Fantástico é uma equipe de super-heróis de histórias em quadrinhos criados durante a década de 1960 por Stan Lee e Jack Kirby. Este grupo também foi conhecido por Os Quatro Fantásticos, quer em Portugal, quer no Brasil, no entanto essa designação foi abandonada.

Como a maioria dos personagens criados pela Marvel durante a década de 1960, o Quarteto Fantástico deve os seus poderes à exposição a radiação, neste caso mais especificamente à radiação cósmica, com a qual teriam entrado em contacto durante uma viagem de exploração espacial.

Embora a formação do grupo mude ocasionalmente, a equipe mantêm-se estável em volta dos quatro amigos que ganharam superpoderes ao serem atingidos pelos raios cósmicos.

A equipe iniciou-se com a renovação da Marvel que ocorreu na década de 1960 sob o comando de Stan Lee. Permaneceram mais ou menos populares desde então e foram adaptados para outros meios, incluindo três séries relativamente bem-sucedidas de desenhos animados e, até ao momento, dois filmes lançados respectivamente em 2005 e 2007.

História da revista[editar | editar código-fonte]

Origens[editar | editar código-fonte]

Segundo a lenda, em 1961, o editor-chefe da Timely Comics (a editora precursora da Marvel), Martin Goodman, estava a jogar uma partida de golfe com o editor rival Jack Liebowitz da DC Comics. Liebowitz contou a Goodman sobre o sucesso que a DC estava a ter recentemente com a Liga da Justiça, um nova série que apresentava uma equipe formada por vários personagens de sucesso da editora.[1]

Baseado nesta conversa, Goodman decidiu que sua companhia deveria começar a publicar a sua própria série sobre uma super-equipe. Lee, que estava prestes a deixar a indústria assim que seu contrato acabasse, associou-se ao desenhista Jack Kirby para produzir uma revista inovadora protagonizada por uma família de super-heróis, Reed Richards (Senhor Fantástico), Sue Storm (Garota Invisível), Ben Grimm (Coisa), e Johnny Storm (Tocha Humana) que eram imperfeitos e consequentemente mais humanos do que qualquer herói publicado à época, dessa forma, tornando-se o standard para a editora ao longo dos anos.[2]

Para evitar entrar em conflito com a DC que, além de editora rival, era também proprietária da distribuidora que a Timely utilizava, Lee e Kirby evitaram deliberadamente fazer com que a nova revista parecesse feita para competir com a Liga da Justiça. Os protagonistas da série apareceram na capa da revista sem uniformes e nenhum deles tinha identidade secreta. O que Stan Lee esperava ser o seu último trabalho nos comics acabou sendo um grande sucesso e ele e Kirby permaneceram juntos na série e começaram a lançar outros títulos. A série produziu muitas histórias e personagens aclamados que se tornaram centrais no universo Marvel.

Os anos 1980 e 1990[editar | editar código-fonte]

Após a partida de Kirby no início dos anos 1970, a série continuou, no entanto, com resultados menos positivos até que na década de 1980, John Byrne assumiu a série, que voltou a tornar-se popular. Entre as suas contribuições está a modernização da personagem Garota Invisível que passou a se chamar Mulher Invisível, tornando-se um personagem mais auto-confiante redescobrindo toda a potencialidade dos seus poderes tornando-se assim o membro mais poderoso do grupo.[3]

Byrne também levou os personagens por percursos ousados nas suas vidas pessoais, tendo casado Sue Storm e Reed Richards, fazendo com que Sue sofra um aborto espontâneo. Faz também com que o Coisa saia do Quarteto Fantástico e seja substituído provisoriamente pela Mulher-Hulk.

Byrne é posteriormente seguido por uma sucessão rápida de escritores, Roger Stern, Tom DeFalco e Roy Thomas. Steve Englehart assumiu a escrita dos números #304 ao #332 (exceto o #320). A série estava novamente a decair e Englehart decidiu fazer mudanças radicais. Ele percebeu que o Quarteto tradicional, Reed, Sue, Ben e Johnny, estava-se a tornar obsoleto, assim na edição n º 308 Reed e Sue aposentam-se e são substituídos pela nova namorada do Coisa, Sharon Ventura e pela ex namorada de Johnny Storm, Cristalys. Como era esperado as mudanças aumentaram o interesse dos leitores. No entanto, segundo Englehart, as guerras com a editora, fizeram com que a sua participação nos números #326 ao #332 tivessem sido uma das mais penosas da sua vida.[4]

O renascimento[editar | editar código-fonte]

Em Fevereiro de 2004, a Marvel lançou o Quarteto Fantástico Ultimate, uma versão do grupo para o universo Ultimate. Também lançou a Marvel Knights 4. Apesar de não ser exatamente voltada para adultos, os títulos Marvel Knights procuram atingir uma faixa de público um pouco mais velho.

Publicações no Brasil[editar | editar código-fonte]

O Quarteto Fantástico apareceu pela primeira vez no Brasil na revista do Demolidor, publicada pela Ebal a partir de 1969. Em 1970, foi lançada a revista própria dando sequência às histórias. A revista durou até 1972. Depois de um curto período pela GEA, o Quarteto retornou à Ebal, que continuou as aventuras na revista do Homem-Aranha que teve o último número publicado em janeiro de 1975. Nas revistas do aracnídeo foram publicadas pela primeira vez no Brasil as famosas histórias da "Trilogia de Galactus", "Inumanos",[5] "Pantera Negra" e outros clássicos do Quarteto produzidos pela dupla Stan Lee/Jack Kirby.

Depois da fase da Ebal, o Quarteto Fantástico foi relançado em revista própria pelas Editoras Bloch, que lançou primeiramente as aventuras solo do Tocha Humana e do Tocha Humana Original, e RGE. Depois de pouco mais de uma dezena de números nesta última, a revista seria cancelada e os direitos do personagem passaram para a Editora Abril, aonde se mantiveram até o ano 2000. Actualmente, é distribuída pela Panini, onde suas histórias são a base do "Universo Marvel".

História dos personagens[editar | editar código-fonte]

Os super-poderes do Quarteto Fantástico foram obtidos quando um foguete espacial experimental projectado por Reed Richards atravessou uma tempestade de raios cósmicos durante seu voo experimental. Depois da aterragem forçada de regresso à Terra, os quatro tripulantes da nave descobriram que se tinham transformado e possuíam novas e bizarras habilidades.[3]

Reed podia esticar seu corpo e assumir qualquer formato. A sua noiva, Susan Storm, ganhou a habilidade de se tornar invisível, vindo posteriormente a desenvolver as habilidades de projectar campos da força e de e de tornar objectos visíveis em invisíveis. O seu irmão mais novo, Johnny Storm, adquiriu o poder de controlar o fogo e, devido à alteração de temperatura do ar à sua volta, poder voar.[2] Por último, o piloto Ben Grimm foi transformado em um monstro rochoso, dotado de força incrível e cuja carne é quase invulnerável. No entanto, Reed culpa-se constantemente desse facto devido à impossibilidade de o Coisa assumir a forma humana e se sentir traumatizado com isso.[3] O Coisa tornou-se uma espécie de figura paternal no meio do grupo, apresentando sempre como contraponto um humor cáustico muito próprio.[3] Ao longo dos tempos transformou-se no personagem mais amado, por ser directo e não ter meias palavras, dizendo directamente o que pensa.[2]

Os quatro personagens foram moldados inspirados nos clássicos quatro elementos gregos: Terra (Coisa), fogo (Tocha Humana), vento (Mulher Invisível) e água (a "fluidez" do Senhor Fantástico). Estes mesmos quatro elementos inspiraram também uma criação anterior de Jack Kirby, os Desafiadores do Desconhecido.

A equipe de aventureiros, passou a proteger a humanidade, a Terra e o Universo de inúmeras ameaças. Incentivados principalmente pela curiosidade científica de Reed, a equipe explorou o espaço, a zona negativa, o Microverso, outras dimensões e quase cada vale escondido, nação ou civilização perdida do planeta. O Quarteto faz a ponte entre personagens mais "cósmicos" da Marvel, tais como o Surfista Prateado ou o Vigia e os mais "terrestres", Homem-Aranha e X-Men.

O Quarteto Fantástico já ocupou vários quartéis-generais, o mais notável foi o Edifício Baxter em Nova York. O edifício Baxter foi substituído pelo Four Freedoms Plaza, construído no mesmo local, após a destruição do Edifício Baxter infligida por Kristoff Vernard, filho adoptivo do Doutor Destino, o arqui-inimigo do grupo, tendo o grupo ocupado provisoriamente a Mansão dos Vingadores antes de o Four Freedoms Plaza estar terminado.[6] Também houve o Pier 4, um armazém no litoral de Nova York que serviu de sede provisória após o Four Freedoms Plaza ter sido destruído, devido às acções de outra equipe de super-heróis, os Thunderbolts.[7] Mais recentemente, utilizam um satélite orbital como base.

A revista enfatiza o fato de que o Quarteto, ao contrário da maioria das super-equipes, serem literalmente uma família. Três dos quatro membros são oficialmente parentes, sendo a excepção o Coisa que é um amigo chegado da família. Além deles, os filhos de Reed e Sue Richards, Franklin e Valeria, aparecem regularmente na série.

Ao contrário da maioria dos super-heróis, as identidades do Quarteto Fantástico não são secretas. A parte negativa disso é a vulnerabilidade que o fato confere aos amigos e família. A parte positiva é a simpatia que o Quarteto tem junto à população humana, que admira suas proezas científicas e heróicas.

Sendo uma das principais equipes do Universo Marvel, o Quarteto já teve importante participação em diversas sagas, dentre as quais se destacam a Saga Massacre. Neste conjunto de histórias, o vilão Massacre, formado pelas frustrações de Xavier e as piores aspirações de Magneto, sequestra Franklin Richards, tencionando usar os seus poderes de manipulação da realidade para dominar o mundo. Ele só é impedido graças a acção conjunta do Quarteto e dos Vingadores, que aparentemente se sacrificam, dando início à fase Heróis Renascem.

Guerra Civil[editar | editar código-fonte]

Durante a Guerra Civil surge a primeira divisão no Quarteto. Sue e Johnny unem-se aos Vingadores Secretos do Capitão América, o Coisa muda-se para Paris, regressando aos EUA somente na batalha final ao lado do Capitão América, Reed foi um dos líderes da força do Homem de Ferro e a favor do registo oficial dos super-heróis.

O Novo Quarteto[editar | editar código-fonte]

Após a vitória do lado pró-registo, Sue e Reed vão de férias para tentar recompor o seu casamento, passando Ben e Johnny a contar com o reforço de Pantera Negra e Storm (Marvel Comics), para os substituir.

Ex-integrantes do Quarteto Fantástico[editar | editar código-fonte]

Ao longo dos tempos, surgiram alguns personagens adicionais a integrar a formação do Quarteto, geralmente para substituir algum membro provisoriamente ausente:

  • Mulher-Hulk - Substituiu o Coisa quando este ficou por conta própria no planeta do Beyonder, após as Guerras Secretas.
  • Cristalys – Uma Inumana e ex-namorada de Johnny Storm que teve de abandonar o grupo por não conseguir adaptar-se a poluição terrestre. Substituiu a Mulher Invisível aquando da sua primeira gravidez.
  • Outros membros provisórios, foram: A inumana Medusa, o herói de aluguel Luke Cage, uma outra namorada do Tocha Humana, Frankie Raye que tinha poderes semelhantes aos dele e que mais tarde se tornou o arauto de Galactus com o nome de Nova, Sharon Ventura usando o nome de Miss Marvel (não confundir com a ex-vingadora Carol Danvers que também usou esse nome) e que durante uma certa época se tornou uma versão feminina do Coisa.
  • Em uma história, uma fugitiva Skrull veio a terra e nocauteou todos os membros do Quarteto Fantástico. Então ela chamou alguns heróis para supostamente vingar sua família. O grupo era formado por Wolverine, Hulk, Motoqueiro Fantasma e Homem-Aranha.

Inimigos[editar | editar código-fonte]

O rival clássico do Quarteto é o Doutor Destino (Victor Von Doom). Ele é o rei de um país fictício chamado Latvéria e já foi amigo de Reed Richards durante a faculdade. Namor, o príncipe submarino e herói da antiga Marvel nos anos 1940 e 1950, foi relançado como um vilão vingativo, que declara guerra aos humanos da superfície ao responsabilizá-los pela destruição da cidade submarina de Atlantis.

Existem outros inimigos relevantes, vários deles provenientes de realidades ou linhas temporais alternativas. Nessa categoria temos o vilão Kang, o Conquistador que, quando viajou ao passado e utilizou o nome Rama-Tut, influenciou a história do mutante Apocalipse. Também um Reed Richards de um universo paralelo, que se achava culpado pela destruição da sua versão da Terra. Esse Reed dedicou-se a evitar que isso tornasse a acontecer, viajando para outras realidades, matando a sua versão local. Os inimigos alienígenas incluem, entre outros, o Super-Skrull, Terrax, Blastaar e o todo-poderoso Galactus(Devorador de mundos).

Histórias dentro da história[editar | editar código-fonte]

Histórias antigas do Quarteto incluíam uma história paralela que apresentava os personagens do grupo sendo adaptados para a banda desenhada dentro do contexto do universo Marvel, com os quatro vendendo para a editora uma licença para usar as suas imagens. Numa outra história com o Doutor Destino os autores Stan Lee e Jack Kirby apareceram como personagens. Isso tornou-se a repetir na revista Fantastic Four #262, em que John Byrne aparecia sendo questionado pelo editor Michael Higgins sobre a última edição, que estava atrasada. Byrne explicou que não tinha conseguido contactar o Quarteto Fantástico por eles estarem desaparecidos. Estava a ponto de criar uma história quando o Vigia apareceu e o levou para presenciar uma aventura do grupo. No fim da revista, Byrne entrega o argumento. Esse tipo de auto-referência deixou de ser usado regularmente, mas foi revivido ocasionalmente, principalmente em histórias da Mulher-Hulk escritas durante os anos 1990, também escritas por John Byrne. A revista Marvel Comics: Fantastic Four foi uma sátira de como uma revista em quadradinhos publicada dentro do universo Marvel poderia ser vista pelos heróis do grupo.

Poderes e Habilidades[editar | editar código-fonte]

Personagem Poderes
Senhor Fantástico
  • Super-Elasticidade: Capacidade de esticar, deformar, expandir e contrair o próprio corpo em qualquer forma que se possa imaginar.
  • Altíssimo Q.I.: Possui uma inteligência muito acima do normal, sendo-lhe possível entender rapidamente situações, criar e consertar qualquer coisa.
  • Nível: Alfa
Mulher Invisível
  • Invisibilidade: Capaz de desviar a luz ficando invisível e pode deixar qualquer outra coisa invisível.
  • Projeção de Campo de Forças: Habilidade de criar campos de força protetores ou de ataque ofensivo quase indestrutíveis ao redor de seu corpo ou em um local específico. Seus campos de força são criados a partir de sua imaginação podendo obter qualquer forma; pode criar campos de força dentro de inimigos, explodi-los ou acabar com o interior de seus corpos.
  • Nível: Alfa
Tocha Humana
  • Pirocinese: Capacidade de controlar a energia cinética dos átomos para gerar, controlar ou absorver fogo
  • Mimetismo Vulcânico: Habilidade de transformar o seu corpo em fogo.
  • Voo: Capacidade para se propulsionar pelo ar.
  • Nível: Alfa
O Coisa
  • Mimetismo Rochoso: Capacidade de transmutar o seu próprio corpo em rocha sólida.
  • Superforça: Capacidade de exercer força física acima do normal. Entre os efeitos estão a habilidade de poder levantar grandes pesos ou esmagar materiais resistentes mediante a aplicação da sua força física, sua força está numa escala 0 a 100, em 100, segundo a Marvel.
  • Nível: Alfa

Referências[editar | editar código-fonte]

Notas
  1. A equipa de super-heróis da DC, ‘‘Liga da Justiça’’, tinha-se estreado em The Brave and the Bold #28 (Fevereiro de 1960) antes de ter a sua série própria, iniciada em novembro de 1960).
  2. a b c Daniels, Les (1993). Marvel: Five Fabulous Decades of the World's Greatest Comics. Harry N. Abrams. ISBN 0-8109-8146-7.
  3. a b c d Wright, Bradford W.. Comic Book Nation. [S.l.]: JHU Press, 2001. 205 p. ISBN 9780801865145
  4. Englehart, Steve. Fantastic Four 304–332 pp. 1–3. SteveEnglehart.com. Página visitada em 2009-03-09.
  5. Knowles, Christopher. Our Gods Wear Spandex. [S.l.]: Weiser, 2007. 256 p. p. 173-174. ISBN 1578634067
  6. Fantastic Four. New York, NYMarvel Comics, September 1985. vol. 1.
  7. Thunderbolts. New York, NYMarvel Comics, January 1998. vol. 1.
Bibliografia
  • Gresh, Lois H.; Robert Weinberg. The Science of Superheroes. [S.l.]: John Wiley & Sons, 2002. 224 p. p. 21-29. ISBN 0471024600
  • Fantastic Four (vol. 1) #1-416, Annual #1-27, 500-present
  • Fantastic Four (vol. 2)* #1-13
  • Fantastic Four (vol. 3) #1-70, Annual 98-01
  • Fantastic Four vs the X-Men #1-4
  • Fantastic Four: House of M #1-3
  • Secret Invasion Fantastic Four #1-3
  • Fantastic Four: True Story #1-4
  • Fantastic Four 2099 #1-8
  • Fantastic Five Vol. 1 #1-5
  • Fantastic Five Vol. 2 #1-5
  • Fantastic Four Unpluged #1-6
  • Giant-Size Super-Stars #1
  • Giant-Size Fantastic Four #2-5
  • Fantastic Four: 1234 #1–4
  • Fantastic Four: Atlantis Rising #1–2
  • Fantastic Four: Big Town #1–4
  • Fantastic Four: Fireworks #1–3
  • Fantastic Four: The End #1—6 (2006—2007)
  • Fantastic Four: The World's Greatest Comics Magazine #1–12
  • Fantastic Four: Unstable Molecules #1–4

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]