Quelques jours avec moi

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Quelques jours avec moi
Alguns dias comigo (PT)
 França
1988 • cor • 131 min 
Direção Claude Sautet
Roteiro Claude Sautet, Jacques Fieschi
Jérôme Tonnerre (roteiro)
Jean-François Josselin (novela)
Elenco Daniel Auteil
Sandrine Bonnaire
Danielle Darrieux
Vincent Lindon
Género drama
Idioma francês
Página no IMDb (em inglês)

Quelques jours avec moi (PT:Alguns dias comigo) é um filme francês, dirigido por Claude Sautet em 1988.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Após uma depressão nervosa, Martial, sócio de uma rede de supermercados, abanona a clínica onde estivera internado. Procura voltar ao trabalho e, para recuperar o seu lugar na sociedade dirigida por sua mãe - Suzanne - aceita fazer uma viagem pela província com o objectivo de controlar os livros de contabilidade das várias lojas espalhadas pelo país. Detém-se por mais tempo do que o previsto em Limoges, onde vem a conhecer o casal Fonfrin, encarregados de uma loja local. Aí trava conhecimento com Francine, a jovem e atraente empregada dos Fonfrin

Elenco[editar | editar código-fonte]

Dados técnicos[editar | editar código-fonte]

Título Original: Quelques jours avec moi

  • Género: drama
  • Tempo de Duração: 131 minutos
  • Ano de Lançamento: 1988
  • Distribuição: UGC
  • Realizador: Claude Sautet
  • Argumento: Claude Sautet, Jacques Fieschi e Jérôme Tonnerre (roteiro) e Jean-François Josselin (novela)
  • Sociedade de produção: Sara Films-Cinéa-Films A2
  • Música: Philippe Sarde
  • Fotografia: Jean-François Robin
  • Edição: Jacqueline Thiédot
  • Direcção de Arte: Carlo Conti
  • Estreia mundial: 24 de agosto de 1988, Paris  França
  • Estreia em Portugal: 13 de julho de 1989, Lisboa

Sobre o filme[editar | editar código-fonte]

Em Quelques jours avec moi, Sautet procura dissecar cada personagem com grande acuidade, apoiando-se em excelentes diálogos que favorecem a prestação dos seus intérpretes. A intriga melodramática dá por vezes lugar ao humor e ao burlesco, dando maior vivacidade a um filme que vive de longas sequências, num ritmo por vezes lento. Em contrapartida, a história desenrola-se num movimento perpétuo e as interpretações dos atores vão evoluindo ao sabor da trama e da intensidade dos diálogos.[1] Através de uma visão sobre a média burguesia francesa, Sautet dirigiu um filme inteligente que analisa os meandros da razão da integração do indivíduo na sociedade.[2]

Referências

  1. Laurent Bachet, Première, le magazine du cinéma, 137, agosto de 1988, pg. 11
  2. Secretariado do Cinema e da Rádio, Boletim Cinematográfico n.º 1797

Ligações externas[editar | editar código-fonte]