Quimera

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Representação de uma quimera em um prato de cerca de 350-340 a.C.
Belerofonte enfrentando a quimera. Gravura em terracota do século III a.C.

Quimera é uma figura mística caracterizada por uma aparência híbrida de dois ou mais animais e a capacidade de lançar fogo pelas narinas, sendo portanto, uma fera ou besta mitológica.

Origem e evolução[editar | editar código-fonte]

Oriunda da Anatólia e cujo tipo surgiu na Grécia durante o século VII a.C., sempre exerceu atração sobre o imaginário popular. De acordo com a versão mais difundida da lenda, a quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tifão.

Outras lendas a fazem filha da hidra de Lerna e do leão da Nemeia, que foram mortos por Hércules. Criada pelo rei da Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Lícia bafejando fogo incessantemente, até que o herói Belerofonte, montado no cavalo alado Pégaso, conseguiu matá-la.

Com o passar do tempo, chamou-se genericamente quimera a todo monstro fantástico empregado na decoração arquitetônica.

Em Alquimia, é um ser artificial (assim como o homúnculo), criado a partir da fusão de um ser humano e animalcarece de fontes.

Figurativamente ou em linguagem popular mais ampla, o termo quimera alude a qualquer composição fantástica, absurda ou monstruosa, constituída de elementos disparatados ou incongruentes, significando também utopia. A palavra quimera, por derivação de sentido, significa também o produto da imaginação, um sonho ou fantasia (por exemplo: A Quimera de Ouro).

Aparência[editar | editar código-fonte]

Sua aparência é descrita de forma diversa nas várias narrativas mitológicas ou nas artes plásticas. Por exemplo:

  • Cabeça e corpo de leão, com duas cabeças anexas, uma de cabra e outra de serpente;
  • Cabeça e corpo de leão, com duas cabeças anexas, uma de cabra e outra de dragão;
  • Duas cabeças ou até mesmo uma cabeça de leão e cabra, corpo de leão e cauda de serpente.
  • Cabeça de Leão,corpo de Cabra,rabo de serpente e solta fogo pelas narinas.
  • Cabeça de Leão,cabeça de cabra,cabeça de dragão,corpo de leão e cauda de serpente.

Atualidade[editar | editar código-fonte]

Após a Idade Média, com a expansão da ideia do dragão, a quimera perdeu espaço. Visivelmente claro na Igreja Católica de hoje, com São Jorge matando um Dragão substituindo Belerofonte e a quimera.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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