Quinta do Bill
| Quinta do Bill | |
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Quinta do Bill, em 2005 |
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| Informação geral | |
| Origem | Tomar |
| País | |
| Gêneros | Folk rock, pop rock |
| Período em atividade | 1987 - actualmente |
| Gravadora(s) | Dansa do Som, Universal, Polygram |
| Integrantes | |
| Carlos Moisés (vocalista, guitarra e flauta) Rui Dias (guitarra) Paulo Bizarro (baixo) João Coelho (bateria) Pedro Ferreira (teclas) |
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| Ex-integrantes | |
| Fernando Paulo | |
Quinta do Bill é um grupo musical português, de folk rock, formado em 1987, perto de Tomar.
O grupo é caracterizado por um estilo próprio, ecléctico mas facilmente distinguível, com influências diversas, sendo a mais óbvia a da música tradicional celta, muçulmana, e ameríndia - ainda que se possam referir influências também da própria música popular portuguesa ou do Jazz. O nome do grupo refere-se ao local onde os primeiros elementos do grupo se reuniam para ensaiar - a quinta de um certo Senhor Guilherme. Os primeiros membros do grupo eram Carlos Moisés (vocalista, guitarra e flauta), Rui Dias (na guitarra) e Paulo Bizarro (no baixo). Mais tarde, juntaram-se ao grupo João Coelho (na bateria), Pedro Ferreira (teclas) e Fernando Paulo, que abandonou o grupo poucos meses depois.
Índice |
[editar] História
As letras dos primeiros trabalhos do grupo eram escritas por Ana Vieira e José Morgado. A partir de 1989, Carlos Moisés, o compositor dos temas, começa a trabalhar em parceria com o letrista João Portela. 1990, o mesmo ano em que Pedro Ferreira foi substituído nas teclas por Alfredo Fonseca, marca o início da notoriedade pública do grupo, com a vitória no Concurso Aqui Del' Rock, da responsabilidade da RTP (graças à qual gravam o seu primeiro disco), além de terem chegado às meias-finais do Concurso Rock Pepsi - RFM.
O primeiro disco, Sem rumo (selo Dansa do Som) foi publicado em 1992. No mesmo ano, nota-se uma certa evolução na sonoridade do grupo, no sentido de uma música de raízes populares multi culturais, com a inclusão do banjo, tocado por Paulo Jorge, que viera substituir Rui Dias na guitarra. A inclusão do violino e viola de arco, com Nuno Flores, em 1993 e do acordeão, com Pedro Pimentel (também nas teclas), vem confirmar esta tendência que será a imagem de marca do grupo. No mesmo ano, fazem um contrato com a Polygram, depois de terem composto a demo de um dos seus êxitos mais importantes «Os filhos da nação». O produtor Frank Darcel (que fizera parte do grupo musical Marquis de Sade, e que foi também o produtor de Pascal O' Bispo, Etienne Daho e GNR) interessa-se, então, pelo grupo.
O sucesso de «Os filhos da nação» é retumbante e levará à marcação de vários concertos por toda a extensão de Portugal. Fazem em 1994 a primeira parte de um concerto de Bryan Adams, no estádio de Alvalade, onde o público exige entusiasticamente um encore. No ano seguinte, começam a trabalhar no disco No trilho do sol, depois de Paulo Jorge ter sido substituído por Carlos Calado. O disco é produzido, com letras e composição da dupla Moisés/Portela, e com a produção assumida pelo próprio Carlos Moisés.
Em 1996, o próprio grupo assume a gerência dos seus concertos. O ponto alto acontece na Festa do Avante!, perante 40,000 espectadores que se deixam envolver pelo ambiente tribal de No trilho do sol e pela veia mais romântica, mas bem aplaudida pela crítica e pelo público, de «Se te amo».
O ano seguinte é marcado pela produção do disco Dias de cumplicidade, em referência à cumplicidade estabelecida entre Moisés e Portela na criação dos temas musicais. O novo disco será produzido em conjunto com Juan Ignacio Cuadrado e será gravado em Madrid, já com Miguel Urbano nas teclas e acordeão, depois de ter substituído Pedro Pimentel.
Em 1999, é editado um álbum de compilação que incluirá ainda os temas inéditos «Ao pé de mim (vem repousar)» e «Fim do Mundo». Neste ano integram o álbum de comemoração dos vinte anos dos Xutos & Pontapés, designado por XX Anos XX Bandas, com o tema «Homem do leme».
Depois da formação do grupo Corvos, com Nuno Flores, o grupo admitiu a primeira presença feminina, com a violinista Dalila. No inicio de 2006, Nuno Flores deixa definitivamente a banda para se dedicar em exclusivo aos Corvos.
No final de 2006 o grupo lança um novo disco A Hora das Colmeias, o oitavo da carreira, com quinze canções originais.
[editar] Discografia
- Sem Rumo (1992)
- Os Filhos da Nação (1994)
- No Trilho do Sol (1996)
- Dias de Cumplicidade (1998)
- Nómadas (2001)
- A Hora das Colmeias (2006)
- Sete (2011)
[editar] Compilações e Álbuns ao Vivo
- Best of (2000)
- Ao Vivo Tour 2003 (2004)
- Quinta do Bill - 20 Anos ao Vivo (2008) (2CD+DVD)
[editar] Participações
- 1999 - XX Anos XX Bandas - Homem do Leme
[editar] Referências
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