Régine Crespin

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Régine Crespin (Marselha, 23 de Fevereiro de 19275 de Julho de 2007) foi uma soprano francesa, que fez sucesso entre 1950 e 1989. Começou sua carreira cantando papéis de soprano dramática e soprano spinto, sendo aclamada, particulamente, ncantando Strauss e Wagner. Mas também cantou obras do repertório italiano, francês, russo e inglês. No começo da década de 1970 ela começou a apresentar dificuldades vocais, começando a cantar papéis de mezzo-sopranos.

Crespin começou sua carreira na França, se tornando membro da Ópera Nacional de Pais na metade da década de 1950. Sua carreira internacional começou em 1958 com uma aclamação da performance em Parsifal de Richard Wagner no Festival de Bayreuth. Após isso apareceu nas maiores casas de óperas dos Estados Unidos e da Europa. Fez 125 aparições no Metropolitan Opera entre 1962 até 1987.

Biografia[editar | editar código-fonte]

1927 - 1950[editar | editar código-fonte]

Crespin nasceu em Marseille em 1927. Ela mudou-se para Nimes com sua família quando tinha cinco anos de idade. Ela, inicialmente, ganhou um prêmio em uma competição quando tinha dezenove anos de idade, em 1956, e se mudou para Paris para estudar no Conservatório de Paris. Ela conseguiu um contrato com a Ópera Nacional de Paris.

1950 - 1957[editar | editar código-fonte]

Sua primeira performance foi em 1949 com Charlotte em Werther (Massenet). Ela foi engajada com a Ópera Nacional du Rhin, onde interpretou Elsa em Lohengrin de Richar Wagner em Mulhouse em 1950. Ela ser sua estréia na Ópera Nacional de Paris aconteceu em 1951. No dia 27 de Junho de 1951 ela fez sua estréia na Ópera-Comique cantando Tosca de Puccini, posteriormente Santuzza em Cavalleria Rusticana.

Crespin decidiu deixar Paris em 1952 e tentar a sorte em casas de óperas em províncias da França. Ela encontrou sua primeira crítica bem sucedida com o papel de Marchallin em Der Reosenkavalier de Richard Strass e Tosca cantados na França. E 1955 ela retornou para a Ópera de Paris como Reiza em Oberon de Carl Maria von Weber. Crespin também fez sucesso com performances de Desdemona de Otello (Verdi), Amelia de Un Ballo in Maschera (Verdi), Brunehild em Sigurd, e na estréia francesa de Dialogues des Carmélite, entre outros.

1958 - 1962[editar | editar código-fonte]

A carreira internacional de Crespin começou graças a Wieland Wagner que a convidou para interpretar Kundry em Parsifal de Wagner no Festival de Bayreuth em 1958. Para aprender o papel em alemão, ela foi ajudada por Lou Bruder. Retornou para o festival em 1961 como Sieglinde em Die Walküre de Wagner e Götterdämmerung de Wagner.

Sua primeira performance na Ópera Estatal de Viena ocorreu em 1959 cansando Sieglinde de Die Walküre e Maschallin de Der Rosenkavalier. Cantou no Festival de Glyndebourne e no Royal Opera House em 1960 - retornou para o Royal Opera HOuse muitas vezes -. Sua estréia na Ópera Alemã de Berlim aconteceu em 1961. Sua estréia nos Estados Unidos aconteceu como Tosca de Puccini na Ópera Lírica de Chicago em 1962 com Tito Gobbi. Ela retornou muitas vezes à Chicago em Fidelio de Beethoven (1963), Tannhäuser de Wagner (1963) e Ariadne auf Naxos de Strauss (1964).

1962 - 1989[editar | editar código-fonte]

Em 1962 ela foi trabalhar no Metropolitan Opera. Sua primeira performance na casa aconteceu dia 19 de Novembro de 1962 cantando Marschallin com Otto Edelmann, Anneliese Rothenberger e Lorin Maazel conduzindo. Outras óperas que ela participou no Met foram Carmen, Werther, Les Contes d'Hoffmann, Cavalleria Rusticana, Der Fliegende Holländer, Tosca, entre outras. Ao todo, ela apareceu em 129 performances no Met, com grandes cantores como Lucine Amara, Gabriel Bacquier, Kathleen Battle, Carlo Bergonzi, Walter Cassel, Franco Corelli, Nicolai Gedda, Enrico Di Giuseppe, Plácido Domingo, Reri Grist, Alfredo Kraus, Evelyn Lear, William Lewis, George London, Christa Ludwig, Cornell MacNeil, James McCracken, Sherrill Milnes, Birgit Nilsson, Jessye Norman, Nell Rankin, Leonie Rysanek, Jeanette Scovotti, Shirley Verrett e Jon Vickers.

1990 - 2007[editar | editar código-fonte]

Depois de ter se retirado dos palcos, em 1989, Crespin foi trabalhr no Conservatório de Paris, onde ficou até 1995. Foi também apontada como membro da Legião da Honra em 1972 sendo promovida a Comandante em 1994

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Reportagens acerca do falecimento de Régine Crespin