Radiogaláxia

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As radiogaláxias ou radio-galáxias, observadas diretamente através de radiotelescópios, são rádio-fontes geralmente comum a associação com galáxias elípticas gigantes. Esses notáveis objetos são classificados como galáxias gE, ou Fanaroff-Riley tipo I ou (FRI) e Fanaroff-Riley tipo II ou (FRII). Normalmente apresentam uma estrutura dupla, com dois lóbulos emissores localizados um em cada lado da galáxia, cujo o brilho ocorre por causa da radiação sincroton.[1] Produzida pelo movimento dos elétrons no campo magnético da galáxia com velocidades muito próximas à velocidade da luz ou seja, elétrons relativísticos. Este é o mecanismo que acelerar os elétrons, e responsável pela origem da emissão rádio da radio-galáxia. Uma outra característica de algumas radiogaláxias é a presença de um jato de matéria saindo de uma fonte central no núcleo da galáxia, carregadas se movendo em um campo magnético.[1]

Devido a toda essa movimentação as radiogaláxias podem ser consideradas galáxias anômalas muito ativas (assim como os quasares e as galáxias seyfert), emitindo uma quantidade colossal de ondas de rádio.

Centauro A, localizada na constelação do Centauro, é uma das radiogaláxias mais bem estudadas e a primeira radio-galáxia descoberta foi Cygnus A, que está localizada na constelação Cygnus.

Referências


Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]