Ramón Corral

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ramón Corral

Ramón Corral Verdugo (10 de janeiro de 1854 - 10 de novembro de 1912) foi um político mexicano, vice-presidente do México durante a presidência de Porfirio Díaz, a partir 1904 até à deposição de ambos em 1911.

Juventude[editar | editar código-fonte]

Ramón Corral nasceu na Hacienda Las Mercedes (ponde o seu pai trabalhava),1 próximo da cidade de Álamos (Sonora), no dia 10 de janeiro de 1854, filho de Fulgencio Fabián Corral Rochín e de María Francisca Almada y Verdugo.

Começou por ganhar notoriedade em 1872 como editor de dois jornais locais, “El Fantasma”, e “La Voz de Álamos,” ambos críticos do então governador-geral de Sonora Ignacio Pesqueira. Nos anos que se seguiram, Ramón Corral envolveuse cada vez mais na política.

Casou com Amparo Escalante em 25 de fevereiro de 1888. Amparo Escalante era filha de Vicente Escalante um bem conhecido estadista mexicano da época.

Atividade política[editar | editar código-fonte]

Corral era um dos Científicos que aconselhavam o presidente Porfirio Díaz. Fii governador de Sonora entre 1895 e 1899, governador do Distrito Federal (México) em 1900 e Ministro do Interior em 1903. Foi eleito vice-presidente em 1904 e reeleito em 1910.

Últimos dias[editar | editar código-fonte]

Díaz escolheu Corral como seu sucessor em 1911, mas Corral havia viajado a Paris para tratamentos médicos, pois havia-lhe sido diagnosticado um cancro do pâncreas. Após ter sido operado, descobriu-se que o cancro era incurável. Devido à sua saúde em deterioração e à crescente oposição revolucionária ao governo de Díaz, Ramón Corral apresentou a sua demissão a Francisco León de la Barra, ministro dos negócios estrangeiros de Porfirio Díaz, a qual Barra apenas aceitou quando Díaz renunciou em 25 de maio de 1911.2 Faleceria em Paris, em 12 de novembro de 1912.3

Referências

  1. The American Review of Reviews. Vol. 42, No. 6, December, 1910, (Albert Shaw, Ed.), pp.730-731
  2. O'Shaughnessy, Edith. (1920). Intimate pages of Mexican history. pp.101-102.
  3. Ramon Corral Dead from The New York Times, 1912