Rastejante (DC Comics)

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O Rastejante (The Creeper/Jack Ryder) é um super-herói da DC Comics criado por Steve Ditko em 1968 e publicado pela primeira vez na revista Showcase #73 (Abril, 1968).

Histórico de Publicações[editar | editar código-fonte]

Após a Showcase, o Rastejante (Jack Ryder) ganhou série própria de seis edições, "Beware the Creeper" (escritor Dennis O'Neil) com roteiro inicial de Steve Ditko. As histórias mostravam a luta contra Proteus, um vilão camaleônico; o qual teve a identidade verdadeira revelada pouco antes de sua morte violenta na edição final (sua reaparição em Super-Team Family #2, 1975/76 não foi explicada, mas a breve descrição de sua origem não coincide com a original, logo pode ser um homem completamente diferente com poderes similares e mesmo nome). Após sua última edição solo, aliou-se com Batman em "The Brave and the Bold" #80, Outubro-Novembro 1968 (já que ambos combatiam crime em Gotham), depois em "Justice League of America" #70, Março, 1969; Batman votou a favor do Rastejante em sua tentativa não sucedida de tornar-se um membro da Liga.

Em Detective Comics #418, Dezembro, 1971; mostrou o fim do personagem, mostrando que o dispositivo de transformação cesara de funcionar e ele não podia mais retornar a identidade de Jack Ryder, o que corroeu sua estabilidade mental. Batman restaurou sua aparência normal. Sua origem foi reeditada na mesma revista durante os eventos da "Super Spectacular" de 100 páginas (#443, Outubro-Novembro, 1974), onde Ryder era âncora de noticiário da televisão de Gotham (#445, Fevereiro-Março, 1975) e após (#447, Maio e 448, Junho) tornou-se o Rastejante para ajudar Batman a escapar de um assassinato forjado.

Depois disso, a DC manteve o personagem ativo com histórias solos esporádicas e como personagem convidado nos anos seguintes. Apareceu na revista de curta duração "The Joker" (#3, Setembro-Outubro, 1975, escrita por O'Neil), onde os cabelos verdes e a risada maníaca causaram confusão. Recebeu uma história solo na edição #7 da "1st Issue Special" (Outubro, 1975, desenhada por Ditko). Apareceu em alianças com Pantera (Super-Team Family #2, Dezembro 1975-Janeiro 1976, O´Neil), Batman (The Brave and the Bold #143, Setembro-Outubro 1978 e #178, Setembro, 1981).

Em aliança com Super-Homem (na DC Comics Presents #88, Dezembro 1985, escrita por Steve Englehart) durante a Crise nas Infinitas Terras, apresentou mudanças com diferentes escritores, o que incluiu uma referência revista da sua origem, mas nunca totalmente revelada. Seu comportamento lunático, inicialmente um ato para assustar os criminosos, transformou-se em um comportamento psicótico (induzido por narcóticos) genuíno. Em adição, Ryder podia acessar suas habilidades físicas ampliadas somente na sua forma de uniforme, e não podia mais controlar suas transformações. A nova versão aliou-se a versão revista em pós-Lendas da Liga da Justiça, a Liga da Justiça Internacional em 1987. Uma década depois (Dezembro, 1997), a DC deu ao Rastejante outra chance em uma revista solo chamada O Rastejante de 12 edições. O escritor Len Kaminski focou-se na ruptura da sanidade de Jack Ryder sob a influência do Rastejante e fez várias referências as continuações anteriores.

O Rastejante apareceu em uma mini-série de seis edições (Setembro, 2006 - Fevereiro, 2007) escrita por Steve Niles e desenhada por Justiniano.

Biografia Ficcional do Personagem[editar | editar código-fonte]

Jack Ryder era um apresentador de televisão de Gotham demitido devido a sua personalidade excêntrica. Passou a trabalhar como segurança e tentou resgatar Dr. Yatz, um cientista raptado por gangsteres que tentavam obter suas novas descobertas. O chefe da máfia deu um baile de máscara em sua mansão. Para entrar, Ryder improvisou uma fantasia com calças amarelas e maquiagem facial feita para parecer pele, peruca verde e luvas, botas e manto de pêlos vermelhos. Ryder localizou Yatz dentro da mansão, mas os gangsteres o descobriram e abriram fogo, ferindo-o. Yatz injetou em Ryder um soro e implatou um dispositivo em sua ferida. O soro conferiu-lhe o poder de curar quase instantaneamente qualquer ferida e ampliou sua força e agilidade. O dispositivo, usado como um ativador, fez a fantasia desaparecer, deixando Ryder nu. Yatz inadivertidamente deixou o ativador fora da ferida, mas não percebeu isso até que depois das feridas estarem curadas. Nesse momento, os gangsteres encontraram os encontraram e mataram Yatz. Ryder descobriu que com o ativador, ele podia recuperar seu uniforme quando quisesse. Junto com uma risada insana e com sua habilidade físicas ampliadas, ele não teve problemas em derrotá-los.

A revisão eventual da origem do Rastejante eliminou o soro e o cientista implantou dois dispositivos (ou um dispositivo com dois efeitos) que aumentavam as habilidades físicas de Ryder e podia recriar uma impressão gravada em seus circuitos. O cientista realizou a cirurgia que salvou a vida de Ryder depois que criminosos que Ryder estava investigando o atacaram e o drogaram. Como o cientista não sabia das drogas que estavam no sistema de Ryder, ele inadvertidamente imprimiu-as ao mesmo tempo que imprimiu o uniforme no dispositivo. Assim, o dispositivo que criava o uniforme de Rastejante também recriava as drogas no sistema de Ryder, explicando sua estranha personalidade. Essas drogas, passaram a sobrepujar o sistema de Ryder fazendo com que seu efeito fosse cumulativo e o Rastejante se tornasse mais irracional gradualmente. Mas quando o Rastejante se tornava Jack Ryder, as drogas desapareciam do seu sistema e com elas, a psicose. Eventualmente, Ryder passou a acreditar que ele e o Rastejante eram duas pessoas totalmente diferentes ao invés de dois papéis desempenhados pelo mesmo homem; ele também mantinha essa crença na sua personalidade de Rastejante, o qual se tornou mais e mais desdenhoso de Jack Ryder. O Rastejante obteve sua razão novamente quando amarrado pelo laço mágico da Mulher Maravilha, mas as implicações disso nunca foram exploradas.