Red (álbum de Taylor Swift)

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Red
Álbum de estúdio de Taylor Swift
Lançamento 22 de outubro de 2012
Gravação 2010 - 2012;
Blackbird Studios, Pain in the Art Studios
(Nashville, Tennessee)
Ballroom West, Conway Studios, The Village, Enormous Studios
(Los Angeles, Califórnia)
Marlay Studio
(North Hollywood, Califórnia)
Instrument Landing
(Mineápolis, Minesota)
MXM Studios
(Estocolmo, Suécia)
The Garage
(Topanga Canyon, Califórnia)
Ruby Red Productions
(Santa Mônica, Califórnia)
Gênero(s) Country[1] , pop[2] [3] [4] [5] , pop rock[6] [7]
Duração 61:09 (Edição Padrão)
85:08 (Edição Deluxe)
Idioma(s) Inglês
Formato(s) CD, download digital, vinil
Gravadora(s) Big Machine
Produção Scott Borchetta (exec.), Taylor Swift, Nathan Chapman, Dann Huff, Dan Wilson, Max Martin, Shellback, Jeff Bhasker, Butch Walker, Jacknife Lee
Cronologia de Taylor Swift
Último
Último
Speak Now
(2010)
Próximo
Próximo
Singles de Red
  1. "We Are Never Ever Getting Back Together"
    Lançamento: 13 de agosto de 2012
  2. "Begin Again"
    Lançamento: 1º de outubro de 2012
  3. "I Knew You Were Trouble"
    Lançamento: 27 de novembro de 2012
  4. "22"
    Lançamento: 12 de março de 2013
  5. "Red"
    Lançamento: 24 de junho de 2013
  6. "Everything Has Changed"
    Lançamento: 16 de julho de 2013
  7. "The Last Time"
    Lançamento: 19 de outubro de 2013

Red é o quarto álbum de estúdio da cantora e compositora de country pop estadunidense Taylor Swift, lançado pela gravadora Big Machine Records no dia 22 de outubro de 2012.[8] O lançamento do disco foi anunciado através de um webchat realizado por Swift no dia 13 de agosto do mesmo ano, no qual ela divulgou o título, a capa e o primeiro single oficial do projeto, e ainda respondeu às perguntas dos fãs.[9]

Durante o bate-papo, Swift liberou o primeiro single do álbum, "We Are Never Ever Getting Back Together", que horas mais tarde foi disponibilizado para compra no formato digital através de diversas lojas, como a iTunes Store e o Google Play.[9] A canção estreou na primeira posição da Billboard Hot 100, com vendas digitais de mais de 623 mil cópias, fazendo de Swift a cantora com o maior número de vendas de um single em uma única semana, ultrapassando os recordes das cantoras Lady Gaga e Ke$ha, e ficando apenas atrás do rapper Flo Rida.[10] No mês seguinte, a cantora deu início a uma contagem regressiva para o lançamento do álbum, no qual quatro faixas foram lançadas promocionalmente, uma a cada semana, através do iTunes. "Begin Again" foi a primeira delas, e posteriormente se tornou no segundo single oficial do disco. A faixa estreou na 7ª posição da Billboard Hot 100,[11] e teve vendas iniciais de 299 mil cópias.[12] Das outras três faixas – "Red", "I Knew You Were Trouble" e "State of Grace" – duas também figuraram entre as dez primeiras posições nos Estados Unidos, sendo "State of Grace" a única que não ficou entre as dez mais, tendo chegado apenas até a 13ª posição da parada.[13] [14] [15]

Red foi bem recebido pelo público e pela crítica, obtendo índices de venda e de aprovação da crítica bastante positivos. Em seu primeiro dia de vendas, assumiu a liderança da iTunes Store de diversos países, inclusive a do Brasil.[16] Vendeu mais de 500 mil unidades nas primeiras 24 horas nos Estados Unidos (sendo cerca de 160 mil apenas na Target Store), e fechou a semana de estreia com vendas de 1 milhão e 208 mil unidades, fazendo de Swift a primeira mulher da história a ter dois álbuns vendendo mais de 1 milhão de cópias na semana de estreia desde o início da era da Nielsen Soundscan, em 1991, além de tê-la tornado a artista feminina com o segundo álbum mais vendido da história na semana de estreia nos Estados Unidos.[17] [18] O álbum também recebeu críticas bastante positivas, registrando uma média de 77 pontos de 100, calculada pelo agregador de resenhas Metacritic.[19]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em 7 de agosto de 2012, Swift postou um vídeo em seu canal do YouTube, anunciando que faria um webchat em 13 de agosto, ela disse: "Você pode fazer perguntas. Eu quero dividir algumas novidades com você. Não posso falar muito, mas vai ser legal".[20] [21] No webchat, ela anunciou o nome e a data de lançamento do seu novo álbum, além do primeiro single "We Are Never Ever Getting Back Together", que foi lançado no dia seguinte.[22] Durante o webchat, ela ainda revelou que a versão padrão do álbum conteria dezesseis faixas, que tinham sido selecionadas dentre 35 músicas gravadas exclusivamente para o disco.

"Eu escolhi o nome 'Red' (vermelho em inglês) pois essa cor simboliza as tumultuosas e loucas aventuras e perdas que o amor traz consigo. Eu penso que quando você se apaixona, tudo passa tão rápido e fica tão fora de controle que acaba misturando paixão, ciúme, frustração, falta de comunicação e vários outros sentimentos… em análise, todos eles me parecem vermelhos.

—Taylor Swift explicando o título do álbum durante o webchat.[22]

Ao contrário de seu álbum de estúdio anterior, Speak Now (2010) onde Swift o escreveu inteiramente sozinha, dessa vez ela convidou Max Martin e Shellback para trabalhar com ela no seu quarto álbum de inéditas. Ela disse: "Além das minhas composições, o disco teve outros colaboradores que trouxeram novas influências para mim. Assim, posso dizer que o som deste trabalho é mais experimental e está focado nas letras. Espero ter amadurecido";[23] "Ele é diferente dos meus trabalhos anteriores. Tive novos colaboradores e deixei que isso influenciasse na sonoridade do álbum".[24] Swift também foi capa da edição de outubro da revista Rolling Stone, onde concedeu uma entrevista e falou a respeito das canções de Red, ela disse: "Nesse álbum, cada canção é muito diferente da outra, o que torna a experiência de ouvi-lo mais interessante".[25]

Composição[editar | editar código-fonte]

A primeira faixa do disco é "State of Grace", que possui 4 minutos e 55 de duração e foi gravada em andamento moderado, com um metrônomo de 132 batidas por minuto.[26] Sua melodia é composta através do uso da guitarra elétrica e do piano, em uma estrutura semelhante a dos trabalhos da banda de rock irlandesa U2.[26] [27] Sua letra fala sobre o amor como um "estado de graça", que surpreende a intérprete ao chegar sem avisar e que a transforma.[28] Lançada como single promocional uma semana antes do início das vendas do álbum, foi um dos temas do LP mais elogiados pela crítica, sendo amplamente comparada aos trabalhos do U2 e de outros grupos de rock, como o Switchfoot.[27] "State of Grace" é seguida por "Red", faixa homônima do disco que possui uma duração de 3 minutos e 43 segundos e foi gravada sobre um andamento moderado, com 126 bpm.[29] Com uma melodia que mescla elementos da música country e do rock, fala sobre um amor que possui diversas fases e colorações, sendo a mais intensa delas a cor vermelha.[27] [28] Também obteve uma resposta positiva da crítica contemporânea, que reprovou apenas o uso do autotune no refrão.[30]

Divulgação[editar | editar código-fonte]

Swift durante uma participação no programa Good Morning America, feita para a divulgação do álbum.

Para a divulgação do disco, Swift entrou em parceria com o iTunes e com o programa de televisão Good Morning America.[31] Foi realizado uma contagem regressiva, no qual uma música inédita seria lançada a cada semana.[31]

A primeira, "Begin Again" teve sua prévia divulgada no Good Morning America em 24 de setembro de 2012, e no dia seguinte foi lançado como download pago no iTunes.[32] A segunda foi "Red", a faixa-título do álbum, que teve a sua prévia divulgada no mesmo programa em 1º de outubro,[33] e lançado no dia seguinte no iTunes de alguns países como os Estados Unidos, Brasil e Portugal.[34] A terceira canção "I Knew You Were Trouble" apresenta uma sonoridade mais voltada para a música pop, e teve sua prévia divulgada em 8 de outubro,[35] e seu lançamento como single promocional ocorrendo no dia seguinte.[36] A última música divulgada promocionalmente foi "State of Grace" que foi previamente divulgada em 15 de outubro, com o seu lançamento no iTunes ocorrendo no dia posterior.[37] [38]

Swift também foi nomeada embaixadora da marca de tênis Keds dos Estados Unidos, onde lançou um tênis vermelho em 22 de outubro, no mesmo dia do lançamento de seu álbum. Em uma entrevista a cantora respondeu: "Eu sou fã dos modelos Keds há anos. Me lembro de usá-los quando pequena, ao andar de bicicleta na fazenda. Quando fiquei mais velha, voltei a usá-los".[39] A artista assinou um contrato de três anos com a empresa, e o primeiro par de tênis será lançado como uma edição limitada para a divulgação do álbum, que também contará com o logotipo do Red estampado atrás.[39] [40]

Outra forma de difusão feita para o álbum, foi a parceria de Swift com a rede de pizzarias Papa Johns. A promoção dava aos clientes 25% de desconto em suas pizzas, e ainda fornecia um código especial, no qual o fã teria um desconto na hora de comprar o Red.[41] [42]

Na primeira semana de vendas do álbum, Swift se apresentará durante todos os dias em diversos programas da televisão norte-americana, como no Good Morning America, The Late Show With David Letterman, The View, The Ellen DeGeneres Show e Entertainment Tonight, tudo como parte da divulgação do álbum nos Estados Unidos.[43]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Em 17 de agosto de 2012, a Universal Music Brasil postou no Facebook: "Marque na sua agenda! 13 de setembro".[44] Em 20 de agosto do mesmo ano, foi anunciado que Swift viria pela primeira vez ao Brasil, para a divulgação do álbum Red.[45] [46] Swift visitou apenas o Rio de Janeiro,[46] e participou dos programas de televisão TV Xuxa da Rede Globo,[47] e do Legendários da Rede Record, onde concedeu uma entrevista.[48] Em 13 de setembro, ela fez uma apresentação fechada somente para convidados que durou quarenta minutos, onde ela cantou: "Sparks Fly", "You Belong with Me", "Mean", "Love Story", "Fifteen", "We Are Never Ever Getting Back Together" e "Long Live", este último com a participação de Paula Fernandes no palco.[49] [50]

The Red Tour[editar | editar código-fonte]

No dia 26 de outubro de 2012, Swift revelou que dará início a uma turnê para promover o disco no fim do primeiro trimestre de 2013.[51] [52] A The Red Tour terá 58 shows que passarão por 29 estados da América do Norte, e contará com a participação de Ed Sheeran na abertura dos shows.[53] [54]

Singles[editar | editar código-fonte]

Oficiais[editar | editar código-fonte]

"We Are Never Ever Getting Back Together" foi lançado como o primeiro single do álbum em 13 de agosto de 2012.[55] Em sua primeira semana de lançamento vendeu mais de 623.000 downloads pagos nos Estados Unidos,[10] e ficou no topo dos mais baixados do iTunes de 25 países, inclusive no Brasil.[56] Atingiu a primeira posição nos Estados Unidos por três semanas,[57] e recebeu um disco de platina duplo da Recording Industry Association of America (RIAA) pela venda de mais de dois milhões de cópias em território norte-americano.[58] Também atingiu a primeira posição no Canadá e na Nova Zelândia,[59] [60] e em ambos os países foi certificada com um disco de platina.[61] [62] Obteve ainda um disco de prata no Reino Unido e outro de platina na Austrália,[63] [64] onde atingiu a 4ª e a 3ª posições, respectivamente.[65] [66]

"Begin Again" foi lançado inicialmente como single promocional do álbum em 25 de setembro de 2012, sendo posteriormente lançada como o segundo single oficial em 5 de outubro do mesmo ano. Em sua primeira semana vendeu 299 mil downloads pagos nos Estados Unidos, onde conseguiu atingir a 7ª posição na Billboard Hot 100.[12] [11] As filmagens do videoclipe da canção ocorreram em 1° de outubro em Paris, na França,[67] com o lançamento vindo a ser feito no dia 24 do mesmo mês.[68]

"I Knew You Were Trouble" foi lançado em 9 de outubro, e conseguiu atingir a 2ª colocação no Reino Unido,[69] a 16ª na Irlanda,[70] a 10ª na Austrália,[71] a 5ª na Nova Zelândia[72] e a 2ª no Canadá.[73] Em seus primeiros sete dias, teve vendas de 416 mil cópias nos Estados Unidos, sendo a canção mais vendida daquela semana no país, o que fez com que estreasse na 3ª posição da Billboard Hot 100.[74] [14]

"22" foi lançada como o quarto single de Red. Ele foi enviado para rádio australiana em 4 de fevereiro de 2013, e foi lançado nos Estados Unidos em 12 de março de 2013. O vídeo da música foi lançado no YouTube em 13 de março de 2013. A música será lançada no Reino Unido em 1 de abril de 2013.

Promocionais[editar | editar código-fonte]

"Red" foi lançado como single promocional em 2 de outubro, sendo disponibilizado para compra somente através do iTunes Store.[34] Em sua primeira semana, vendeu mais de 312.000 downloads pagos, o que fez com que atingisse a 2ª posição na Hot Digital Songs e a 6ª na Billboard Hot 100 dos Estados Unidos.[13] A canção também conseguiu atingir a 5ª colocação no Canadá e a 26ª no Reino Unido.[75] [76]

O último single promocional do álbum, "State of Grace", vendeu 209 mil downloads legais em sua primeira semana nos Estados Unidos, se tornando a segunda faixa mais vendida da semana e atingindo a 13ª posição da Billboard Hot 100.[77] [15] Também ficou na 20ª colocação na Nova Zelândia, a 36ª no Reino Unido, e a 44ª na Austrália.[78] [79] [80]

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic 77/100[19]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
BBC Music Positiva[81]
Billboard Positiva[82]
Digital Spy 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[83]
Entertainment Weekly (B+)[84]
Los Angeles Times 3 de 4 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svg[85]
Rolling Stone 3.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar half.svgStar empty.svg[86]
Slant Magazine 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg[87]
Sputnikmusic 2/5[88]
The Guardian 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[89]
The Daily Telegraph 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg[90]

Red recebeu avaliações bastante positivas da crítica especializada. No Metacritic, que aponta a média de aprovação geral da crítica, ele obteve 77 pontos em 100, baseados em 22 críticas, o que indica "críticas geralmente favoráveis".[19] Fraser McAlpine do BBC Music respondeu de forma positiva ao álbum, afirmando que "música após música, Taylor aponta o dedo para os irresponsáveis garotos e ergue suas mãos aos céus, perguntando: 'por que eles não me tratam melhor?'", e definindo Swift como "uma compositora de raciocínio rápido" e "uma verdadeira romântica".[81] Ele ainda declarou que no disco sempre há algo "um pouco desconexo", mas que "está tudo bem [...] pois ela está escrevendo suas atualizações do Facebook para os fãs, e eles amam isso".[81] A revista norte-americana Billboard também deu uma crítica muito positiva a ele, definindo-o como "o álbum mais interessante dela [Swift] até hoje", e afirmando que ele "coloca a Swift artista no centro das atenções, com grandes e poderosas letras que transcendem suas raízes country rumo a uma mudança de gêneros que atinge níveis invisíveis, mostrada pela primeira vez quando Up! de Shania Twain seguiu a mesma linha, tendo dois discos que iam do country ao pop".[82]

Lewis Corner do portal Digital Spy deu a Red quatro entre cinco estrelas, e afirmou que ele "soa como qualquer coisa, menos como um álbum sobre corações partidos - especialmente quando ela [Swift] está próxima da dominação global".[83] Melissa Maerz, do portal Entertainment Weekly, também avaliou o disco de forma positiva, dando a ele um (B+) e afirmando que ele mostra Swift "cantando sobre caminhar diretamente pelo trânsito, atravessar a areia movediça e flertar com o tipo de idiota com o qual Kanye West provavelmente brindaria".[84] Ela concluiu dizendo que "Red provavelmente fala sobre flertar com o perigo".[84] Randall Roberts do Los Angeles Times deu ao disco três entre quatro estrelas, e afirmou que dentre os quatro álbuns lançados por Swift desde 2006 esse é "o mais surpreendente e consistente de todos – ainda mais porque ele mostra uma artista cujo sucesso subiu definitivamente a cabeça".[85] Ele também disse que no disco "Swift faz, na maioria das canções, o papel da professora ao invés da aluna [...] oferecendo aulas sobre a importância da versatilidade musical".[85]

Jon Dolan, da revista Rolling Stone, deu três estrelas e meia para Red, e detectou nele influências de alguns artistas e bandas, como Joni Mitchell e U2. Ele disse: "Seu projeto de auto-descoberta possui uma das melhores histórias do pop. Quando ela está realmente envolvida nele, suas músicas são como tatuagens".[86] Em contraponto, Jonathan Keefe, da Slant Magazine, recebeu o álbum de forma mista, afirmando que "Red é o primeiro álbum de Swift no qual suas escolhas para produção das faixas chamam mais atenção que suas composições".[87] Ele concluiu dizendo que "se no fim das contas o álbum é muito irregular para ser um verdadeiro grande álbum da música pop, seus pontos altos são os melhores trabalhos para a carreira da cantora, que agora soa como a estrela do pop que sempre esteve predestinada a ser".[87] O portal Sputnikmusic também deu uma crítica mista ao álbum, definindo-o como "pobre" e afirmando que nele "ingenuidade, inocência e romantismo se transformam em simples infantilidade".[88]

Kate Mossman, do jornal britânico The Guardian, recebeu Red de forma positiva, dando a ele quatro entre cinco estrelas ao álbum e declarando que ele "foi supostamente inspirado por uma experiência amorosa dela [de Swift] e pelo ritmo acelerado e loucas aventuras da mesma". Ela concluiu dizendo: "Como ela teve tempo de se relacionar com tantos amores, bons e maus, só Deus sabe".[89] Por fim James Lachno, do The Daily Telegraph, foi mais duro em sua crítica e deu ao álbum três estrelas entre cinco, afirmando que "é frustrante quando Swift retorna a seu padrão", e que "várias das canções deste abarrotado álbum revisitam os gentilmente arranhados versos e característicos refrões de seu trabalho anterior".[90]

Lista de faixas[editar | editar código-fonte]

A lista oficial de faixas foi divulgada em 5 de outubro de 2012 e conterá dezesseis faixas na edição padrão do CD e mais seis canções na versão deluxe.[91]

Edição padrão
N.º Título Compositor(es) Produtores Duração
1. "State of Grace"   Taylor Swift Nathan Chapman, Swift 4:55
2. "Red"   Swift Dann Huff, Chapman, Swift 3:43
3. "Treacherous"   Swift, Dan Wilson Wilson 4:02
4. "I Knew You Were Trouble."   Swift, Max Martin, Shellback Martin, Shellback 3:39
5. "All Too Well"   Swift, Liz Rose Chapman, Swift 5:29
6. "22"   Swift, Martin, Shellback Martin, Shellback 3:52
7. "I Almost Do"   Swift Chapman, Swift 4:04
8. "We Are Never Ever Getting Back Together"   Swift, Martin, Shellback Martin, Shellback 3:13
9. "Stay Stay Stay"   Swift Chapman, Swift 3:25
10. "The Last Time" (com Gary Lightbody) Swift, Lightbody, Jacknife Lee Lee 4:59
11. "Holy Ground"   Swift Jeff Bhasker 3:23
12. "Sad Beautiful Tragic"   Swift Chapman, Swift 4:44
13. "The Lucky One"   Swift Bhasker 4:00
14. "Everything Has Changed" (com Ed Sheeran) Swift, Sheeran Butch Walker 4:05
15. "Starlight"   Swift Huff, Chapman, Swift 3:40
16. "Begin Again"   Swift Huff, Chapman, Swift 3:57
Duração total:
61:09
Notas
  • Na versão digital, as faixas estão organizadas em único disco, ou seja, as faixas do Disco 2 fazem parte do Disco 1, o que dá um total de 22 faixas em um único disco;

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

América[editar | editar código-fonte]

Red fechou o ano de 2012 como o segundo álbum mais vendido em nível mundial, ficando atrás apenas de 21, da britânica Adele (foto).

Segundo dados divulgados pela Nielsen Soundscan, Red vendeu exatas 565.545 cópias digitais em todo o planeta através da iTunes Store em sua semana de lançamento, o que fez com que ele registrasse a maior semana de estreia em nível mundial de todos os tempos na loja virtual.[92] Nos Estados Unidos, foram comercializadas 1.208.290 cópias do disco em sua semana de estreia - a segunda maior semana de vendas da história para uma artista feminina e a maior semana de vendas desde 2002, quando Eminem vendeu 1 milhão 322 mil unidades de The Eminem Show - dando ao álbum a 1ª posição da Billboard 200.[92] [18] Dentre as mais de 1 milhão de cópias vendidas, cerca de 465 mil foram comercializadas através do iTunes, outras 396 mil pela Target e outras 8 mil pela Papa Johns.[18] Na semana seguinte, o álbum se manteve no topo da lista dos mais vendidos no país com vendas de 344 mil unidades, apontando uma queda de 72% em relação a semana anterior, porém com vendas totais de 1 milhão 553 mil cópias, que foram suficientes para torná-lo o segundo álbum mais vendido do ano em território estadunidense, jogando Up All Night, da boyband inglesa One Direction, para a terceira posição.[93] Nas duas semanas seguintes foram vendidas 196 mil e 145 mil unidades do disco, respectivamente.[94] [95] Em sua quinta semana de vendas, o álbum manteve-se na 2ª posição da parada e vendeu 185 mil cópias (40 mil a mais que na semana anterior), ultrapassando a marca de 2 milhões de cópias vendidas em território americano.[96] Na sexta semana, o disco vendeu 137 mil unidades e ficou com o 2º lugar da Billboard 200 pela terceira semana consecutiva.[97] Na semana seguinte (na qual Swift completou 23 anos), Red retomou a liderança da parada com vendas com vendas de 167 mil cópias, onde permaneceu em sua sétima semana, graças as vendas de 208 mil unidades, que impediram o álbum Unorthodox Jukebox, do também americano Bruno Mars, de atingir a liderança do ranking em sua semana de lançamento.[98] [99] No início do mês de dezembro de 2012, Red foi certificado com um disco triplo de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) por vendas estimadas em 3 milhões de cópias no país.[100]

No Canadá, Red também foi o líder de vendas em sua semana de lançamento, atingindo vendas de 92.580 cópias, o que lhe deu o status de melhor estreante dos últimos quatro anos no país.[101] [92] Algumas semanas depois, o álbum recebeu um disco triplo de platina no país, emitido pela Music Canada e que indica vendas acima de 240 mil unidades.[102] Na Argentina, chegou a 16ª colocação da lista dos mais vendidos da Cámara Argentina de Productores de Fonogramas y Videogramas (CAPIF).[103] No México, chegou até a 4ª posição da lista da Asociación Mexicana de Productores de Fonogramas y Videogramas (AMPROFON).[104] No Brasil, recebeu um disco de ouro por vendas acima de 20 mil cópias, emitido pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD).[105] Não oficialmente, Red já recebeu um disco de platina no país, indicando vendas que já ultrapassaram a marca de 40 mil cópias.[106]

Europa e África[editar | editar código-fonte]

No Reino Unido, Swift atingiu pela primeira vez em sua carreira o 1º lugar da UK Albums Chart, com vendas de 61.779 cópias na primeira semana.[107] [108] Esse fato se repetiu na Escócia e na Irlanda, onde Red atingiu a liderança do ranking dos mais vendidos.[109] [110] Além de ter atingido o topo da IRMA Albums Chart, Red ainda vendeu cópias suficientes em 2012 para ser certificado com um disco de platina, emitido pela Irish Recorded Music Association graças ao total de mais de 15 mil cópias vendidas.[111] Na Noruega, ele chegou a 2ª posição da VG-lista.[112] Na Áustria, na Itália e na Dinamarca atingiu a 3ª posição.[113] [114] [115] Na Espanha chegou até a 4ª posição.[116] Na Alemanha, ele chegou a 5ª posição na parada da Media Control.[117] Na Suécia e em Portugal, Red foi o 8º disco mais vendido em sua semana de lançamento.[118] [119] Na Suíça, assumiu a 9ª posição.[120] Na França e na República Checa chegou a 26ª e a 33ª colocações, respectivamente. [121] [122] Na Croácia, chegou até a 25ª posição da parada geral e a 7ª posição da parada internacional.[123] [124] Nos Países Baixos (ou Holanda), ele chegou a 7ª colocação.[125] Na Bélgica, dividida nas regiões Flandres e Valônia, o álbum atingiu a 2ª e a 25ª posições, respectivamente.[126] [127] Nessas três últimas regiões (Bélgica e Holanda), Red estreou sem a ajuda das vendas físicas, ou seja, apenas com as vendas na iTunes Store. Na Finlândia atingiu a 49ª posição.[128] Na África do Sul, chegou até a 4ª colocação da parada da Mediaguide.[129]

Ásia e Oceania[editar | editar código-fonte]

No Japão, o disco chegou a 3ª posição na lista dos mais vendidos, com vendas de 32.073 cópias na primeira semana.[130] [131] Na semana seguinte, o álbum se manteve na 3ª posição, com vendas de 16.869 cópias.[132] Na terceira semana, devido ao grande número de lançamentos da semana, o disco deixou o top 10 e ficou com a 11ª posição da parada da Oricon, registrando vendas de 11.199 cópias.[133] Na quarta semana, adicionais 8.947 cópias do disco foram vendidas no Japão, e ele caiu para a 17ª posição da parada.[134] Já na semana seguinte, o disco subiu duas posições tornando-se o 15º álbum mais vendido, com vendas totais de 12.895 unidades.[135] Na sexta semana de vendas, Red vendeu 14.446 unidades em território japonês, subindo para a 10ª posição na lista do mais vendidos.[136] Na semana seguinte, o disco caiu 7 posições no ranking e vendeu 9.643 unidades, chegando a um total de 106.072 cópias comercializadas, número suficiente para assegurar um disco de ouro no país.[137] Em sua oitava semana no chart, Red vendeu mais 9.475 unidades.[138] Na semana seguinte, atingiu a 20ª posição do ranking, vendendo 8.281 unidades.[139] Na décima e na décima-primeira semana de vendas, atingiu o 16º e o 13º lugares da tabela, com vendas de 8.607 e 8.450 unidades, respectivamente, e alcançando um total de 140.885 cópias comercializadas.[140] [141] Na lista de discos certificados em novembro de 2012 emitida pela Recording Industry Association of Japan (RIAJ), Red recebeu um disco de ouro por vendas superiores a 100 mil cópias em território japonês.[142]

Em Taiwan, o álbum estreou na 3ª posição da classificação geral, e ficou com o 1º lugar nas classificações internacional e western.[143] [144] [145] Na Coréia do Sul, o álbum chegou a 12ª posição no ranking geral e ao 1º lugar no ranking internacional.[146] Na Austrália e na Nova Zelândia o álbum também assumiu a 1ª posição na lista dos campeões de vendas da semana, tendo recebido discos duplos de platina em ambos os países, indicando vendas acima de 140 mil e de 30 mil cópias, respectivamente.[147] [148] [149] [150] [151]

Posições nas paradas musicais[editar | editar código-fonte]

Precessão e sucessão[editar | editar código-fonte]

Gráficos de sucessão
Precedido por
The Truth About Love por Pink
Álbuns número um na Austrália ARIA Albums Chart
28 de outubro de 2012 – 17 de novembro de 2012
Sucedido por
Take Me Home por One Direction
Precedido por
Wreck & Ruin por Kasey Chambers & Shane Nicholson
Álbuns número um na Austrália ARIA Country Albums Chart
28 de outubro de 2012
Sucedido por
TBA
Precedido por
Night Train por Jason Aldean
Álbuns número um na Canadá Canadian Albums Chart
31 de outubro de 2012 – 13 de novembro de 2012
Sucedido por
Sans Attendre por Céline Dion
Precedido por
Mama por EXO-M
Álbuns número um na Coreia do Sul Gaon International Albums Chart
30 de outubro de 2012 – 5 de novembro de 2012
Sucedido por
The 2nd Law por Muse
Precedido por
Night Train por Jason Aldean (Primeira Vez)
Girl on Fire por Alicia Keys (Segunda Vez)
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard 200
1º de novembro de 2012 – 21 de novembro de 2012 (Primeira Vez)
13 de dezembro de 2012 – 9 de janeiro de 2013 (Segunda Vez)
Sucedido por
Take Me Home por One Direction (Primeira Vez)
Les Misérables: Highlights from the Motion Picture Soundtrack por Vários Artistas (Segunda Vez)
Precedido por
Night Train por Jason Aldean
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Country Albums
1º de novembro de 2012
Sucedido por
TBA
Precedido por
Babel por Mumford & Sons
Álbuns número um na República da Irlanda IRMA Albums Chart
26 de outubro de 2012 – 8 de novembro de 2012
Sucedido por
Take the Crown por Robbie Williams
Precedido por
The Truth About Love por Pink
Álbuns número um na Nova Zelândia RIANZ Albums Chart
29 de outubro de 2012 – 18 de novembro de 2012
Sucedido por
Take Me Home por One Direction
Precedido por
Jake Bugg por Jake Bugg
Álbuns número um na Reino Unido UK Albums Chart
28 de outubro de 2012 – 3 de novembro de 2012
Sucedido por
18 Months por Calvin Harris
Precedido por
Power Hits 2012 por Vários Artistas
Álbuns número um na República da China G-Music International Albums Chart
2 de novembro de 2012 – 15 de novembro de 2012
Sucedido por
Take Me Home por One Direction
Precedido por
Power Hits 2012 por Vários Artistas (Primeira Vez)
Take Me Home por One Direction (Segunda Vez)
Álbuns número um na República da China G-Music Western Albums Chart
2 de novembro de 2012 – 15 de novembro de 2012 (Primeira Vez)
30 de novembro de 2012 – TBA (Segunda Vez)
Sucedido por
Take Me Home por One Direction (Primeira Vez)
TBA (Segunda Vez)
Precedido por
Speak Now por Taylor Swift
Álbuns do ano na Estados Unidos Billboard Country Albums
2012
Sucedido por
Indefinido

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

País Data Gravadora Formato Edição
Mundo[170] 22 de outubro de 2012 Universal Music Download digital Padrão e deluxe
 Canadá[171] CD
 Estados Unidos[172] Big Machine Records
 Irlanda[173] [174]
 Reino Unido[175] [176] Mercury Records
 Singapura[177] Universal Music
 Austrália[178] [179] 23 de outubro de 2012 Big Machine Records
 Espanha[180] [181] Universal Music
 Itália[182] [183]
 México[184] [185]
 Nova Zelândia[186] [187]
 Japão[188] [189] 24 de outubro de 2012
 Brasil[190] [191] 25 de outubro de 2012
 Alemanha[192] [193] [194] 26 de outubro de 2012 Padrão, deluxe
e limitada
 Áustria[195] [196] [197]
 Bélgica[198] [199] [200]
 Países Baixos[201] Padrão e deluxe
 França[202] [203] 5 de novembro de 2012 Mercury Records
Filipinas[204] Universal Music
 Estados Unidos[205] 19 de novembro de 2012 Big Machine Records Vinil Padrão
 Polônia[206] [207] 20 de novembro de 2012 Universal Music CD Padrão e deluxe
 Austrália[208] 4 de dezembro de 2012 Big Machine Records Vinil Padrão

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