Rede 21

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Rede 21
Rede 21 de Comunicações Ltda.
Rede 21.jpg
Logotipo usado desde sua inauguração
Informação geral
Gênero/Tipo Rede de televisão comercial
País Brasil
Fundação 21 de outubro de 1996
Fundador João Jorge Saad
Pertence a Grupo Bandeirantes de Comunicação
Proprietário Johnny Saad
Cidade de origem São Paulo City flag.svg São Paulo, SP
Sede São Paulo City flag.svg São Paulo, SP
Estúdios São Paulo City flag.svg São Paulo, SP
Rua dos Radiantes, 13, Morumbi
Formato de vídeo 480i (SDTV)
Canais irmãos Band, BandNews, BandSports, Terra Viva
Afiliações Igreja Mundial do Poder de Deus
Cobertura Grande São Paulo e mais 44 municípios no Brasil
Emissoras afiliadas Mato Grosso TV Médio Norte
Maranhão TV Athenas
Piauí TV Piauí
Lista de emissoras
Nomes anteriores Canal 21 e PlayTV
Página oficial rede21.com.br (atualmente fora do ar)
Disponibilidade aberta e gratuita
Analógico
21 UHF (São Paulo)
Digital
22 UHF (São Paulo)
Disponibilidade por satélite
StarOne C2
Banda C: 3910 MHz
Banda L: 1240 MHz
Polarização: Horizontal
Portal Televisão · Projeto Televisão

A Rede 21, anteriormente conhecida como Canal 21, é uma rede de televisão brasileira com sede em São Paulo pertencente ao Grupo Bandeirantes de Comunicação. No início, o canal era uma saída para não "jogar fora" programas que já não eram mais exibidos pela Rede Bandeirantes.

Índice

[editar] História

[editar] Canal 21 (1996-1999)

A Rede 21 foi fundada em 21 de outubro de 1996 como Canal 21, inicialmente transmitindo apenas para Grande São Paulo e tendo uma programação especializada na capital paulista.

A primeira imagem a ir ao ar foi a de um bombeiro escalando a torre da própria televisão, na Avenida Doutor Arnaldo. Na mão, ele levava uma faixa, com o símbolo do Canal 21, oval, em vermelho e branco. Ao chegar no topo, a faixa foi aberta, tremulando ao vento (em boa parte feito pelo helicóptero que carregava a câmera).

Logo depois começou o primeiro programa: Jornal Meio-Dia, com José Nello Marques e Silvânia Alves, com uma hora de duração. Links, câmeras do trânsito, uma inovação na época, e reportagens rápidas, em plano sequência, de serviços. Logo depois entrava no ar o Jogo Aberto, programa de esportes, com Ricardo Capriotti (posteriormente o nome Jogo Aberto seria utilizado pela própria Band para o atual programa da Renata Fan).

A tarde era preenchida por videoclips (Top Teen) e séries. Para fechar as horas cheias, entrava uma imagem de peixes nadando. A ideia foi do Rogério Brandão, diretor de programação. Era um aquário mesmo, gravado no Oceanarium, que ficava no Shopping Morumbi.

Às seis da tarde entrava no ar o Jornal São Paulo, com Marco Antonio Sabino e Luciana Bonafé. Com uma hora de duração, ao vivo, entrevistas de estúdio, câmeras do trânsito. Depois às oito da noite, entrava um filme. E às dez da noite, entrava no ar o telejornal de maior tempo de exibição na emissora (até ela ser repassada à Igreja Mundial): Jornal Dez, apresentado por Eduardo Castro. Tinha meia hora e tinha mais material nacional e internacional, reutilizando produções do Jornal da Band, na época, apresentado por Paulo Henrique Amorim.

Havia outros programa na grade, como o Trânsito Livre, das 6 as 8 da manhã, com Roberto Scaringella e Fernanda Ortiz, bem como o Circular (apresentado por Maria Cristina Poli, no qual as entrevistas eram realizadas dentro de um ônibus), e as sessões de filmes e séries que ocupavam a grade do canal.

[editar] Rede 21 (2000-2003)

Em 2000, estreou no cenário nacional, através das antenas parabólicas.

No mesmo ano, em julho, ganhou a primeira afiliada: TV Super, no canal 23 de Belo Horizonte.[1]

Em 2003, tornou-se rede oficialmente com a afiliação da TV Brasília, canal 6,[2] que deixava de retransmitir a RedeTV! no Distrito Federal. Antes disso, duas emissoras (uma em Salvador e outra em Macapá) passaram a transmitir o sinal do Canal 21. No mesmo ano, em Belo Horizonte, a TV SUR passa ser afiliada, através do canal 24.

[editar] Expansão da Rede 21

Em janeiro de 2004, o Rio de Janeiro passou a receber o sinal pelo canal 54, saíndo do ar no final de 2005.

Em 2005, a emissora veiculava para a rede apenas cinco horas de programação, das 19h à meia-noite, mas continuava com uma boa qualidade. A maior parte da grade era formada por seriados americanos e animes. Da 0h até as 19h, a tela é invadida por informerciais e programas religiosos (esse é o caso de São Paulo). Em Brasília, esses programas não vão no ar; no período dos informeciais, (a TV Brasília coloca programas locais). O espaço desses programas na grade do canal já foi menor.

[editar] Crise

A Rede 21 já esteve presente em 14 capitais em 2004 e diversos outros locais, mas, ao longo do ano seguinte, perdeu muitas afiliadas e retransmissoras em várias capitais brasileiras. O Sistema TV Paulista que garantia a boa cobertura por possuir diversas retransmissoras espalhadas em diversos locais passa a retransmitir o sinal da recém montada TV Aparecida.

No fim de 2005, a grade, que tinha apenas 5 horas, seria reduzida ainda mais. Lilian Witte Fibe foi demitida (ela apresentava o Jornal 10 da emissora), o programa Blog 21 acabou (e seus apresentadores, Felipe Xavier, Marcelo Markss, Xis e Paola Bragança saíram do canal também). Entre os apresentadores demitidos se encontram também, Mariana Weickert, Soninha, Marcelo Tas, entre vários.

Além disso, o canal da Band terminou o contrato que permitia exibir os programas Top of the Pops, Seinfeld, Absolutely Fabulous, That '70s Show, Will and Grace, Sex and the City, A Feiticeira, Jeannie é um Gênio, entre várias séries. Cancelou o programa Doc 21 e os planos do Top of the Pops Brasil, que estrearia em breve, e rompeu contratos com Larry King.

No início de 2006, a Rede 21 viu como saída exibir os programas da Gamecorp, que até então os exibia na Mix TV.

[editar] Início da PlayTV

Após permanecer no ar por quase dez anos, a Rede 21 foi extinta e passou a se chamar PlayTV em 5 de junho de 2006. O canal passou a transmitir programas da Gamecorp na faixa das 17h às 22h, enquanto o horário restante seria administrado pela Bandeirantes.

Ao contrário do que diziam, a PlayTV continuou sendo do Grupo Bandeirantes. A Gamecorp apenas fazia programas para a emissora. Sem contar que, desde 2003, a Band tenta registrar a marca PlayTV para um novo canal jovem. Mas a Rede 21 entrou em crise, e só com a parceria da Gamecorp isso foi possível.

Porém, a associação do Grupo Bandeirantes com a empresa Gamecorp, provocou várias denúncias pela imprensa, pois o presidente da empresa, conhecido como Lulinha, é o filho do ex-Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

[editar] Volta da Rede 21

A parceria que deveria ser de dez anos, começa ser desfeita com o fim dos programas da PlayTV no início de 2008, pois o Grupo Bandeirantes não ficou satisfeito com o novo canal e decidiu quebrar o contrato com a parceira. Desta maneira, ficou como certo o fim da PlayTV e a volta da Rede 21.[3]

No dia 7 de julho, a Rede 21 voltou ao ar depois da não renovação do contrato entre o Grupo Bandeirantes e a Gamecorp, sem prévio aviso nem aos telespectadores e a imprensa[4] quando houve quebra de contrato, que tem como donos o Grupo Oi (Ex-Telemar) e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Desta vez, a Rede 21 trouxe o programa Território Livre, que foi apresentado por Jackeline Petkovic e Maurício Mendes, que era apresentado de segunda a sexta às 22h30.

[editar] Parceria com a Igreja Mundial do Poder de Deus

Em 1º de agosto de 2008, menos de um mês depois do fim da parceria com a Gamecorp, o Grupo Bandeirantes fechou novo contrato com outro grupo. Desta vez com a Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD) por 5 anos (2008-2013), que ocupava a Rede 21 desde 7 de julho, às 7 horas na programação da emissora (das 3 até 10 horas), para ocupar a programação de 22 horas (meia-noite até 22h) e o restante produzida pela emissora apenas ao jornalismo, previsto a acontecer em 10 dias.[5]

No dia 10 de agosto, dez dias depois do acordo, a emissora passa a exibir 22 horas da IMPD, substituindo diversos programas da emissora e independentes.[5]

A nova programação da emissora é desenvolvida pelo pastor Ronaldo Didini (ex-Igreja Universal do Reino de Deus), gestor do canal através da retransmissão da TV Igreja Mundial.

[editar] Rede 21 (Desde 2008)

Em outubro, o telejornal Jornal Dez é extinto e lugar entra o Doc. 21. O novo telejornal não tem apresentadores, exibindo matérias que foram exibidas pela TV paga Band News e nem mesmo a inexistência dos geradores de caracteres (aquelas que são veiculadas em matérias jornalistas que identificam os nomes das pessoas que estão sendo entrevistadas ou falando), só apenas a logomarca do 21.

Em 13 de novembro, o Superior Tribunal de Justiça anuncia que não vai examinar, por perda de prazo, o recurso especial por meio do qual a Rede 21 pretendia modificar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que negou o pedido de indenização contra a Editora Abril e três jornalistas (Diogo Mainardi, Alexandra Oltramari e Julio César de Barros), em razão das matérias publicadas pela revista Veja em 2006 envolvendo o canal de TV e Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República (Lula) e acionista da Gamecorp.[6]

A IMPD inaugurou no dia 19 de novembro um parque de estúdios apelidado de Cidade Mundial.[7]

Em dezembro, o Doc. 21 passa a ocupar às duas horas da programação (22-24hs), após saída de programas independentes. O Doc. 21, porém, foi em suas duas horas de duração preenchido por intervalos comerciais cujos anunciantes são os mesmos que antes ocupavam a grade de infomeciais (22:30h-23h). A soma dos intervalos resulta no tempo de 50 minutos, baixando para pouco mais de uma hora a programação própria da Rede 21.

Em julho de 2009, a Rede 21 passa a transmitir a Fórmula Indy, de 2 em 2 semanas. A emissora entra em cadeia com o BandSports um domingo sim o outro não.

Em setembro, o Doc. 21 é substituído de horário. A IMPD passa a ocupar o horário das 22 às 24h, o Doc. 21 passa a ser apresentado das 8h30 às 9h, 11h30 às 12h e das 1h às 1h15, sem intervalos. A Fórmula Indy deixa de ser exibida pelo canal, coincidindo com o fim da temporada 2009, não sendo transmitido em 2010, uma vez que a Band transmitiu a temporada completa.

Em 20 de setembro, a TV Piauí (em Teresina, Piauí) deixa de transmitir a RedeTV! e afilia-se a Rede 21.

Em 5 de dezembro, a Rede 21 volta em Belo Horizonte (através do Canal 29) depois de 5 anos, quando o contrato com a TV SUR (no canal 24) acabou e a emissora não renovou. No mesmo mês, a emissora volta em Fortaleza (através do Canal 54), depois de 6 anos que o canal exibia a programação da RIT.

[editar] Controvérsias

[editar] Caso Luciana Bonafé

Em 3 de dezembro de 2004, a Rádio e Televisão Bandeirantes Ltda e a Rede 21 de Comunicações Ltda foram condenadas pela Justiça a indenizarem ex-apresentadora de telejornal do Canal 21, a jornalista Luciana Bonafé. A decisão é da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (São Paulo). A jornalista pedia R$ 1,00 (valor simbólico) para reparar dano moral sofrido, mas a Justiça estipulou o valor de R$ 25 mil, que será revertido em favor do Hospital do Câncer de São Paulo.[8]

A então apresentadora da emissora teve câncer de mama e em virtude da doença, precisou se submeter a mastectomia e tratamento quimioterápico. O tratamento provocou total queda de cabelos. Mesmo assim, não se afastou do trabalho e propôs à sua chefia que permanecesse na apresentação no telejornal. Em seguida, ela se surpreendeu com a resposta dada em nota escrita pela direção da emissora sobre a própria saúde: “a novela ‘Laços de Família’ acabou. A personagem morreu. O Canal 21 não se presta a experiências”.[8]

Por causa disso, Luciana deixou a emissora e entrou processo contra o Grupo Bandeirantes por danos morais.[8]

[editar] Parceria com a Gamecorp

Em 2006, após permanecer no ar por quase dez anos, a Rede 21 foi extinta e passou a se chamar PlayTV em 5 de junho, depois da crise da emissora, o que levou o Grupo Bandeirantes fazer parceria com a Gamecorp.

Ao contrário do que publicava a imprensa da época, a PlayTV continuou sendo do Grupo Bandeirantes, pois o canal passou a transmitir programas da Gamecorp na faixa das 17h às 22h, enquanto o horário restante seria administrado pela Bandeirantes.

Porém, a associação do Grupo Bandeirantes com a empresa Gamecorp, provocou várias denúncias pela imprensa, pois o presidente da empresa, conhecido como Lulinha, é o filho do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

[editar] Alugamento da Rede 21 para Igreja Mundial do Poder de Deus

Desde que o Grupo Bandeirantes de Comunicação (GBC) alugou 22 horas da Rede 21 para a Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD) em agosto de 2008, surgiram diversas críticas em setores da sociedade e da imprensa sobre os motivos para o alugamento de horários, principalmente em sites da internet.

O GBC e os bispos da igreja se defendem. Na versão do primeiro, foi a única solução para o canal depois do fracrasso da parceria com a Gamecorp e que o alugamento levaria a igreja ser conhecida por todo o Brasil. Na versão dos bispos e responsáveis da IMPD, os horários foram alugados para divulgar as pregações dos pastores da mesma igreja em São Paulo, bem como também de diversos lugares do Brasil onde as imagens da igreja chega.

Há várias versões sobre a escolha dos críticos mais radicais da parceria (ou alugamento) entre o Grupo Bandeirantes e a Igreja Mundial do Poder de Deus:

  • A parceria e/ou alugamento tem finalidade de reerguer a Rede 21 e o GBC, que amargou prejuízos financeiros e queda de audiência da Rede Bandeirantes de Televisão (Band) desde a década passada (anos 90).
  • Ao acabar a parceria com a Gamecorp, o Grupo Bandeirantes procurou líderes da IMPD com uma proposta: receber um pagamento mensal em troca da transmissão dos cultos. Segundo fontes da própria igreja e do grupo, o alugamento é de R$ 400.000,00 por mês, uns dos mais altos da televisão brasileira.
  • Ao iniciar as transmissões dos cultos da igreja através do canal 21 de São Paulo, a emissora está cometendo uma irregularidade: pela lei das telecomunicações brasileiras de 1963, os informeciais e os merchandising, entre outros programas de uma produção independente paga exibir em uma emissora de rede ou local, devem obedecer 25% do horário (ou seja 6 horas por dia). Caso ultrapasse isso, as emissoras serão multadas e, se insistir com a irregularidade, terão as concessões cassadas.
  • A audiência desses programas é baixíssimo: não ultrapassam 1 ponto de audiência.

[editar] Futuro incerto e possível fim da Rede 21

Atualmente, existe um projeto de lei no Congresso que estabelece a venda de horários à igreja como informercial e que a fiscalização vai obrigar que qualquer emissora não deve ultrapassar o limite de 6 horas diárias de programação (25%) com informerciais - ou seja, ter que produzir 18 horas de programação própria.

Idealizador do projeto, o Ministério das Comunicações tem a seguinte proposta: cada canal ter uma programação diferenciada, com mais programas, notícias e informação. Para atingir a meta de tempo de programação própria, a emissora pode fazer uso de anime e mangá, que entram na grade de programação sempre que ocorre uma alteração na Rede 21 (como em anos anteriores). Por enquanto, alguns títulos que o Grupo Bandeirantes de Comunicação possui, como Monster Rancher, podem ser dados como certos na exibição e seguir, assim, com reprises e mais reprises.

A pensar que investir na Rede 21 pelo GBC é tido como "perda de tempo", já que tentativas como essas já foram tentadas em anos anteriores e não deram certo, não está descartada a retirada do ar do canal por perda de concessão do grupo que o controla.

[editar] Programas

  • Doc. 21, telejornal com reapresentação de reportagens já exibidas em outros canais do Grupo Bandeirantes
  • Igreja Mundial, religioso que ocupa 22 horas diárias da programação da emissora

[editar] Afiliadas e Retransmissoras

[editar] Antigas emissoras e afiliadas

  • A Rede 21 teve retrasmissoras no Rio de Janeiro (Canal 54 UHF), Belo Horizonte (Canal 24 UHF), Vitória (Canal 13 VHF) e Porto Alegre (Canal 40 UHF).
  • TV Brasília (Brasília/DF) - Canal 6 (hoje afiliada à RedeTV!): 2003 - 2008
  • A retransmissora da Rede 21 no Rio de Janeiro, que pertencia à Band, foi arrendada para TV Aparecida até o final de 2007. Desde janeiro de 2008, a emissora passou a trasmitir a programação da RIT, pertencente ao R.R. Soares.
  • Porto Alegre e Belo Horizonte passaram a trasmitir a Mix TV.
  • A afiliada de Macapá se afiliou a Rede Gazeta até meados de 2007, quando o canal foi extinto e se tornou TV Mani que passou a transmitir a TV Diário mas voltou a Rede 21 mas foi definitivamente extinto dando origem a MTV Macapá.
  • TV Marajoara Anadindeua PA - Canal 50 (hoje afiliada à Rede Brasil de Televisão): 2003 - 2008
  • TV Mundial, Cuiabá MT - Canal 27 (hoje afiliada à Rede Brasil de Televisão): 2004 - 2009
  • A TV Olinda, afiliada da TV Aparecida.
  • A TV Transamérica se tornou emissora independente.
  • A TV Brasil Oeste, à época conhecida como Band Cuiabá, e que garantia a cobertura pelo interior e capital de Mato Grosso, deixou de existir com a afiliação da TV Cidade Verde à Bandeirantes e a venda para o Grupo Cidade Verde de Comunicação. A emissora adotou o nome TV Médio Norte[carece de fontes?] e transmite além da programação nacional da Rede 21, programas locais de 2 horas por dia.

Referências

  1. Daniel Castro (20 de julho de 2000, 3h57). Canal 21 fecha acordo e quer virar rede nacional. Folha Online. Página visitada em 8-08-2010.
  2. Rede 21
  3. PlayTV sai do ar e Band volta a apostar na Rede 21.
  4. Sem acordo, PlayTV sai do ar sem aviso prévio da Rede 21.
  5. a b Flávio Ricco (1º de agosto de 2008). ede 21 em novas mãos (em português). Canal 1. Página visitada em 1-02-2010.
  6. Superior Tribunal de Justiça, Exame de recurso da Rede 21 contra Editora Abril é negado por perda de prazo, Direito 2, 13 de novembro de 2008
  7. Folha - Igreja Mundial inaugura estúdio com réplica de montanha.
  8. a b c Band a Canal 21 estão obrigados a indenizar jornalista em R$ 1,00. Consultor Jurídico (3 de dezembro de 2004). Página visitada em 18-05-2010.

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas

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