Reencarnação

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Reencarnação na Arte hindu
Platão foi um dos principais defensores da reencarnação e enfocou este tema principalmente em seus diálogos Mênon, Fédon, Fedro e A República.[1]

Reencarnação é uma ideia central de diversos sistemas filosóficos e religiosos, segundo a qual uma porção do Ser é capaz de subsistir à morte do corpo. Chamada consciência, espírito ou alma, essa porção seria capaz de ligar-se sucessivamente a diversos corpos para a consecução de um fim específico, como o auto-aperfeiçoamento ou a anulação do carma.

A Reencarnação é a ação de encarnar-se sucessivas vezes, ou seja, derivada do conceito aceito por doutrinas religiosas e filosóficas de que, na morte física, a alma não entra num estágio final, mas volta ao ciclo de renascimentos. Heródoto menciona esta doutrina como sendo de origem egípcia, sendo que nessa concepção a reencarnação se dava instantaneamente após a morte, passando a alma para uma criatura que estava nascendo (que poderia ser da terra, da água ou do ar), percorrendo todas as criaturas em um ciclo de três mil anos.[2]

Platão já defendia a reencarnação em suas obras. Atualmente, este conceito é defendido principalmente por filosofias e religiões orientais. É chamada também de transmigração da alma e metempsicose (esta última denominação é mais encontrada em filosofias orientais em que admite-se que alma pode regressar em corpos de animais).

Características[editar | editar código-fonte]

A reencarnação é um dos pontos fundamentais de religiões do Egito Antigo, do Hinduísmo (já pregava esse conceito 5 mil anos antes de Cristo), do Budismo[3] , do Jainismo, do Taoísmo, do Culto de Tradição aos Orixás (Òrìsà), das religiões indígenas, do Vodu, da Cabala judaica, do Rosacrucianismo, do Espiritismo, da Teosofia, da filosofia socrática-platônica, etc. Existem vertentes místicas do Cristianismo como, por exemplo, o Cristianismo esotérico, que também admitem a reencarnação. É comum a concepção de que o Budismo[4] pregue a reencarnação, no entanto essa noção tem sido contestada por algumas fontes budistas. Para mais detalhes veja renascimento.

A crença na reencarnação também é parte da cultura popular ocidental, e sua representação é frequente no cinema.

Origens[editar | editar código-fonte]

A crença na reencarnação tem suas origens nos primórdios da humanidade, nas culturas primitivas. De acordo com alguns estudiosos, a ideia se desenvolveu de duas crenças comuns que afirmam que:

  • Os seres humanos têm alma, que pode ser separada de seu corpo, temporariamente no sono, e permanentemente na morte;
  • As almas podem ser transferidas de um organismo para outro.

Segundo Diodoro Sículo, Pitágoras se lembrava de ter sido Euforbo, filho de Panto, que foi morto por Menelau na Guerra de Troia.[5]

Entre as tentativas de dar uma base "científica" a essa crença, destaca-se o trabalho do psiquiatra Dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, Estados Unidos, que recolheu dados sobre mais de 3000 casos em todo o mundo que evidenciariam a reencarnação[6] . Os resultados foram bem expressivos[7] .

Segundo os dados levantados pelo Dr. Stevenson, os relatos de vidas passadas surgem geralmente aos dois anos de idade, desaparecendo com o desenvolvimento do cérebro. Uma constante aparece na proximidade familiar, embora haja casos sem nenhum relacionamento étnico ou cultural. Mortes na infância, de forma violenta, aparentam ser mais relatadas. A repressão para proteger a criança ou a ignorância do assunto faz com que sinais que indiquem um caso suspeito normalmente sejam esquecidos ou escondidos.

Influências comportamentais como fragmentos de algum idioma, fobias, depressões, talentos precoces (como em crianças prodígio), etc, podem surgir, porém a associação peremptória desses fenômenos com encarnações passadas continua a carecer de fundamentação científica consistente.

Dentre os trabalhos desenvolvidos por Dr. Stevenson sobre a reencarnação, destaca-se as obras "Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação" e "Reencarnação e Biologia: Uma Contribuição à Etiologia das Marcas de Nascença e Defeitos de Nascença".

Reencarnação versus Metempsicose[editar | editar código-fonte]

A transmigração das almas ou metempsicose é uma interpretação da reencarnação, seguida por alguns adeptos de ensinamentos orientais, que propõe que o homem pode reencarnar de modo não-progressivo em animais, plantas ou minerais. Esse conceito é muitas vezes entendido literalmente, mas muitas tradições orientais entendem esse conceito miticamente, ou seja, significa que quem vive de forma primitiva, satisfazendo apenas seus desejos primitivos pode estar em uma reencarnação como animal mesmo em uma forma e corpo humano.

Reencarnação e Cristianismo[editar | editar código-fonte]

Diversos estudiosos espíritas e espiritualistas defendem que, durante os seis primeiros séculos de nossa era, a reencarnação era um conceito admitido por muitos cristãos. De acordo com eles, numerosos Padres da Igreja ensinaram essa doutrina e apenas após o Segundo Concílio de Constantinopla, em 553 d.C., é que a reencarnação foi proscrita na prática da igreja, apesar de tal decisão não ter constado dos anais do Concílio. Afirmam ainda que Orígenes (185-253 d.C.), que influenciou bastante a teologia cristã, defendeu a ideia da reencarnação,[8] além dos escritos de Gregório de Nisa (um bispo da igreja cristã no século IV) entre outros. Entretanto, tais afirmativas carecem de fundamentação histórico-documental. Por isso, os teólogos cristãos não só se opõem à teoria da reencarnação, como, também, à ideia de que ela era admitida pelos cristãos primitivos. Argumentam que não há referências na Bíblia, nem citações de outros Padres da Igreja, e que as próprias afirmações de Orígenes e de Gregório de Nisa aduzidas pelos estudiosos espíritas e de outras crenças espiritualistas, não são por aqueles citadas senão para as refutarem. Por outro lado, com base na análise da atas conciliares do Concílio de Constantinopla, constatam que os que ali se reuniram sequer citaram a doutrina da reencarnação - fosse para a afirmar ou para a rejeitar. Contra a reencarnação ainda cita-se Hebreus 9:27, o episódio dos dois ladrões na cruz em 23 39:44, a parábola do rico e Lázaro e Jó 10:21.

Passagens do Novo Testamento, como Mateus 11:12-15, Mateus 16:13-17 e Mateus 17:10-13, Marcos 6:14-15, Lucas 9:7-9 e João 3:1-12 são citados por espiritualistas como evidência de que Jesus teria explicitamente anunciado a reencarnação.

Tanto a Igreja Católica como os protestantes em geral denunciam a crença na reencarnação como herética. O cristianismo esotérico, por outro lado, admite e endossa abertamente a reencarnação - que é, inclusive, um dos pilares de sua doutrina. As teses reencarnacionistas, portanto, independentemente de serem corretas ou não, não encontram apoio na tradição judaico-cristã, cuja ortodoxia doutrinária as considera, na verdade, importações de outras tradições, tal como o hinduísmo e o budismo.

Existem provas históricas de que a doutrina da reencarnação contava com adeptos no antigo judaísmo, embora somente após escrita do Talmud - não há referências a ela neste livro, tampouco se conhecem alusões em escrituras prévias. A ideia da reencarnação, chamada gilgul, tornou-se comum na crença popular, como pode ser constatado na literatura iídiche entre os judeus ashkenazi. Entre poucos cabalistas, prosperou a crença de que algumas almas humanas poderiam reencarnar em corpos não-humanos. Essas ideias foram encontradas em diversas obras cabalísticas do século XIII, assim como entre muitos escritos místicos do século XVI. A coleção de histórias de Martin Buber sobre a vida de Baal Shem Tov inclui várias que se referem a pessoas reencarnando em sucessivas vidas.

Espiritismo[editar | editar código-fonte]

O espiritismo é o maior divulgador da doutrina da reencarnação no Brasil e na maioria dos países ocidentais. O espiritismo crê que a reencarnação é um processo obrigatório até o espírito não precisar mais reencarnar e isso se dá quando ele se torna um espírito puro. A reencarnação, na visão espírita, é uma oportunidade para o espírito se aperfeiçoar, intelectualmente, através do trabalho e estudo, e moralmente, através do amor ao próximo, ou seja, caridade. Assim, a reencarnação é vista como uma bênção pelo espírito, pois é uma oportunidade de progresso. Além de trabalhar para o seu desenvolvimento, o espírito quando reencarna, também vêm expiar faltas que cometeu em encarnações anteriores. Por exemplo, um assassino em série poderá reencarnar sem os braços e sem as pernas, para que aprenda a amar mais o seu próximo, pois nessa condição precisaria constantemente dos outros; ou por exemplo, uma mãe que menosprezou seu filho, poderia reencarnar em uma família que a menosprezasse, compelindo-a a repensar seus atos. Cada reencarnação é minuciosamente planejada pelos espíritos superiores, para dar a máxima oportunidade do espírito reencarnante de se desenvolver, e obter o máximo de proveito de sua encarnação.

Para o espiritismo, a reencarnação é uma prova da justiça de Deus, que dá infinitas oportunidades para o espírito se aperfeiçoar, ao invés de mandá-lo para o céu, ou o inferno eterno por que simplesmente nasceu em uma família que não lhe deu a devida educação para os serviços cristãos. Segundo essa mesma doutrina, se o espírito se entrega à corrupção dos valores cristãos, ele terá infinitas oportunidades de se aperfeiçoar, podendo pagar pelos crimes que cometeu em suas próximas reencarnações.

Reencarnação e Ciência[editar | editar código-fonte]

A crença na sobrevivência da consciência após a morte é comum e tem-se mantido por toda a história da humanidade. Quase todas as civilizações na história tem tido um sistema de crença relativo à vida após a morte. Cientificamente, entretanto, inexiste qualquer fato que prove ou refute a hipótese.

As investigações científicas sobre a reencarnação acontecem de forma relativamente ampla desde o século XIX,[9] [10] e constituem um ramo da Parapsicologia [11] .

Apesar de muitas pesquisas sobre reencarnação concluírem resultados positivos a teoria[12] , até o momento não se conhece nenhum processo físico testável pelo qual uma personalidade pudesse sobreviver à morte e se deslocar para outro corpo. De modo que cientistas defensores da teoria reencarnacionista, como Ian Stevenson e Brian Weiss, reconhecem tal limitação e atribuem a possível existência de tais fenômenos a processos até o momento não provados através do método científico[carece de fontes?].

A ciência, em geral, não se presta a provar ou não a reencarnação ou a ressurreição. Isto porque o aspecto subjetivo que sustenta as ideias da ressurreição e da reencarnação dificulta eventuais demonstrações científicas, fazendo tais ideias aportarem então no âmbito da fé e da crença, o que não significa necessariamente qualquer falta de mérito de qualquer uma delas, senão que se limitam ao campo da fé e da experiência individual. Por mais evidentes que possam parecer determinados relatos, cientificamente, sob os atuais domínios do conhecimento científico estrito, não estão provados.

Experiências de quase morte[editar | editar código-fonte]

Até por volta da década de 60, este fenômeno costumava ser considerado pela ciência estrita como um assunto vulgar, fruto de lendas, crendice popular ou religiosidade. No entanto, na década de 1970, pesquisas como a do doutor Raymond Moody e a da doutora Elizabeth Kubler-Ross, principalmente após a publicação dos best-sellers Vida Depois da Vida e Sobre a Morte e o Morrer, respectivamente, levaram ao início de uma corrente de pesquisas em todo o mundo sobre o fenômeno. Mesmo com tanto interesse e a presença de numerosos relatos anedóticos, ainda não há qualquer comprovação científica sobre a realidade das experiências de quase-morte. Entre os cientistas que pesquisam o assunto, há os que interpretam as experiências como reações do cérebro (visão monista) e há os que interpretam tais experiências como prova ou evidência de que a consciência não é produzida pelo cérebro (posição dualista); e de que existe vida após a morte.

Muitos pesquisadores, como a psicóloga Susan Blackmore e o anestesiologista Lakhmir Chawla, acreditam na teoria de que as EQMs são alucinações complexas causadas pela falta de oxigênio no cérebro durante a etapa final do processo de morte.[13] [14] No entanto, muitos outros pesquisadores, como os psiquiatras Raymond Moody e Bruce Greyson, discordam das teorias materialistas e defendem teorias que interpretam as experiências como evidências de que a consciência do ser humano existe independentemente do cérebro,[15] argumentando principalmente que muitas pessoas demonstram percepções extrassensoriais com precisão em seus relatos de EQM[16] (como por exemplo o famoso caso de EQM da cantora Pam Reynolds)[17] e que não há sinais de funções mentais prejudicadas nas situações clínicas em que as EQMs ocorrem.[15]

Relatos de casos[editar | editar código-fonte]

Há, por exemplo, uma pesquisa efetuada mundialmente pelo falecido professor de psiquiatria canadense da Universidade de Virginia Ian Stevenson, desde os anos 1960, com dados de mais de 3.000 casos investigados que sustentariam a reencarnação[6] . O médico psiquiatra Jim Tucker continua o trabalho de Stevenson relacionado ao tema.[18]

Com o mesmo método de pesquisa de Ian Stevenson sobre reencarnação, um outro grande pesquisador e defensor do tema foi o engenheiro e parapsicólogo espírita Hernani Guimarães Andrade, como pode ser constatado por exemplo em seus livros "Reencarnação no Brasil" (1988) e "Renasceu por Amor" (1995). Inclusive, os arquivos de Stevenson sobre reencarnação abrigam casos brasileiros estudados inicialmente pelo Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas (IBPP), fundado por Andrade[19] .

Note-se que ao relacionar o Perispírito com os relatos de crença de que o corpo físico de alguém apresentaria marcas "explicáveis" por acontecimentos ocorridos em vidas passadas, veremos que os casos relatados representam fielmente a Doutrina espírita sistematizada cientificamente por Allan Kardec.

Críticas[editar | editar código-fonte]

Há céticos que criticam tais estudos de casos, por melhor descritos que sejam, alegando que são evidências anedóticas coletadas retrospectivamente de modo que não eliminam a possibilidade de fraude. De fato, normalmente não há muito controle contra a fraude, porém os reencarnacionistas apontam que existem características típicas de tais casos que seriam difíceis de serem fraudadas, tais como os defeitos e as marcas de nascimento, e as fobias demonstradas pelas crianças. No entanto, tais casos são descritos retrospectivamente - uma fobia específica, determinada marca de nascença ou preferências pessoais, são explicadas encontrando-se relatos de pessoas que morreram de determinada forma, tiveram algum tipo de lesão ou tinham determinadas preferências. Como qualquer fobia pode ser relacionada a alguma pessoa que já apresentou morte pelo objeto da mesma, não há nenhum local do corpo onde se possa ter uma marca de nascença que alguém não tenha se ferido e preferências pessoais não são exclusivas, para eles, tais relatos não teriam grande valor científico.

Tais céticos são contestados pelos estudiosos da reencarnação sob o argumento de que Relato de Casos Anedóticos não é a mesma coisa que Estudo de Casos. E simples Estudo de Casos não é a mesma coisa que Estudo de Casos com Tentativa de Controle de Variáveis Envolvidas e Tentativa de Avaliação Quantitativa. Os estudos CORT (Cases of Reincarnation Type – Casos do Tipo Reencarnação) não estariam incluídos na primeira categoria (que é a mais fraca), nem na segunda (de força mediana). Eles fariam parte do terceiro grupo, que possui força bem superior: Estudo de Casos com Tentativa de Controle de Variáveis Envolvidas e Tentativa de Avaliação Quantitativa.

Recentemente, o cético Richard Wiseman tentou reproduzir as demais características dos CORTs por meios normais, sem sucesso.[carece de fontes?] Nas palavras do pesquisador Jim B. Tucker,[20] o estudo de Wiseman "demonstra que coincidência fracassa em explicar partes importantes dos casos, embora sua intenção tenha sido mostrar o oposto". Tucker considera também que tal estudo demonstra que a fraude não pode ser aplicada aos casos resolvidos com registros escritos antes das verificações. Além disso, já foi possível fazer testes controlados numa minoria desses casos. Tucker cita dois desses casos no seu livro Life Before Life (2005): o de Gnanatilleka Baddewithana e o de Ma Choe Hnin Htet, e argumenta que tais casos enterrariam de vez as críticas dos céticos de que a fraude ou a coincidência seriam explicações razoáveis para os CORTs.

Alguns críticos também argumentaram que casos de reencarnação não são particularmente interessantes por causa da possibilidade que eles podem ter sido embelezados quando a família da criança entra em contato com a família da personalidade prévia antes da documentação das memórias de renascimento da criança ter sido feita, aumentando a possibilidade que o câmbio de informação entre as duas famílias possa ser o responsável para as memórias detalhadas da criança, e não reencarnação (por fraude e/ou falsas memórias). Esta hipótese, embora plausível em alguns casos, foi rejeitada pelo outro avanço principal na pesquisa de reencarnação, o de localizar casos em que documentação é feita antes de tentar achar a família da personalidade prévia, o que não impede necessariamente fraudes ou simples coincidências. Embora seu número seja pequeno (apenas 33 dos 2.500 na coleção da Universidade de Virginia[carece de fontes?]), tais casos parecem fornecer um argumento mais forte a favor da reencarnação. O Dr. Stevenson (1974) foi um dos primeiros a localizar casos como estes, e outros independentemente foram encontrados por Mills, Haraldsson, e Keil (1994), e mais recentemente por Keil e Tucker (2005).

Literatura[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. http://www.infoescola.com/filosofia/reencarnacao-em-platao/
  2. Heródoto, Histórias, Livro II, Euterpe, 123 [pt] [el] [el/en] [ael/fr] [en] [en] [en] [es]
  3. http://www.bbc.co.uk/religion/religions/buddhism/beliefs/universe_1.shtml
  4. http://www.buddhanet.net/e-learning/reincarnation.htm
  5. Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, Livro X, 6.1
  6. a b The Daily Telegraph, February 12, 2007.
  7. Stanford, Rex. "Ian Stevenson: A Man from Whom We Should Learn", Journal of Scientific Exploration, 22(1), pp. 120–124, 2008.
  8. Artigo sobre o Concílio de Constantinopla
  9. Parnia S; Fenwick P Near death experiences in cardiac arrest: visions of a dying brain or visions of a new science of consciousness. Resuscitation. 2002; 52(1):5-11
  10. Neal Grossman, Prof., Indiana University and University of Illinois, United States, (2002) Who's Afraid of Life After Death? Why NDE Evidence is Ignored, published at the Institute of Noetic Sciences (IONS)
  11. http://www.imprint.co.uk/pdf/Edelman.pdf
  12. http://archived.parapsych.org/newsletters/Ian-Stevenson-Bibliography.html
  13. Bassham, Gregory (2004). Critical Thinking: A Student's Introduction. McGraw-Hill, p. 485. ISBN 0-07-287959-9
  14. http://news.discovery.com/human/health/near-death-brain.htm
  15. a b Stephanie Lam. Near-Death Experiences: 30 Years of Research — Part 1. In Epoch Times, 13-09-2011
  16. http://www.near-death.com/evidence.html
  17. http://www.near-death.com/experiences/evidence01.html
  18. Ian Stevenson; Sought To Document Memories Of Past Lives in Children
  19. http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/grandes-reportagens-planeta/ian-stevenson-o-cacador-de-vidas-passadas
  20. Tucker, Jim B.(2005) Life Before Life: A Scientific Investigation of Children’s Memories of Previous Lives, St. Martin´s Press, ISBN 0-312-32137-6

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Conceitos

Religiões

Temas

Tradições

Ligações externas[editar | editar código-fonte]