Regina Casé

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Regina Casé
Nome completo Regina Maria Barreto Casé
Nascimento 25 de fevereiro de 1954 (60 anos)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Nacionalidade Brasil Brasileira
Ocupação Atriz, comediante e apresentadora de televisão
ReginaCasé.com.br Página oficial
IMDb: (inglês)

Regina Maria Barreto Casé, mais conhecida como Regina Casé (Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 1954) é uma atriz, comediante e apresentadora de TV brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascida no bairro de Botafogo. Filha de Geraldo Casé e Heleida Barreto Casé. Seus avós paternos eram Graziela e Ademar Casé. Ele foi um dos pioneiros na chegada da rádio ao Brasil. Os pais de Regina se divorciaram em 1964, e Geraldo casou-se novamente, indo morar na cidade de São Paulo. Regina ficou no Rio com a mãe e as duas irmãs, Patrícia, nascida em 9 de janeiro de 1958 e Virgínia, nascida em 2 de janeiro de 1959. Regina era a filha mais velha e conta que sentiu ciúme das irmãs ainda pequena. Alguns anos mais tarde sua mãe casou-se novamente, dessa vez com um português de Lisboa, que era comandante da TAP (Linhas Aéreas Portuguesas). Regina, já adolescente, não queria se afastar de seus amigos, e quis ficar no Rio de Janeiro. Sua mãe, o padrasto e as irmãs se mudaram para Portugal.

Nessa época Regina foi morar com sua melhor amiga, que também era sua vizinha, em Botafogo. Depois de 6 meses, decidiu se mudar para a casa de sua tia-avó Maria Amélia, irmã de sua avós paternas Graziela e Julinha, em Copacabana. Regina sempre foi muito próxima as suas tias-avós, em especial a Julinha tendo sido criada por elas até ficar adulta.[1] Regina fez o maternal no Colégio Ofélia de Agostini, e depois o primário e o ginásio no Colégio Sacre-Coeur de Marie, tradicional escola de freiras de Copacabana. Não gostava de ir a escola na infância, mas conta que apesar da rigidez disciplinar da escola, tirava boas notas e que sempre amou ter sido educada em um colégio religioso, aprendendo tudo sobre valores cristãos, caridade, amor ao próximo, tendo aula com as freiras. O atual ensino médio, a época chamado de ensino secundário, Regina cursou no Colégio Rio de Janeiro, tendo concluído em 1973. No ano seguinte passou em Comunicação Social para a UFF e também foi aprovada para a PUC, mas preferiu se dedicar ao teatro.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a artista Regina Casé, e a presidente Dilma Rousseff, durante da entrega da Ordem do Mérito Cultural 2012, em cerimônia no Palácio do Planalto.

Em 1970, aos 15 anos, Regina Casé entrou para o curso de teatro de Sergio Britto, onde conheceu seu primeiro marido. Aos 20 anos, já familiarizada no curso, Regina fundou com os amigos que fez lá Hamilton Vaz Pereira, Jorge Alberto Soares, Luiz Arthur Peixoto e Daniel Dantas um grupo teatral, no qual batizaram de Asdrúbal Trouxe o Trombone, que movimentou o cenário cultural carioca no final dos anos 1970. Entre os trabalhos do grupo, destacam-se a adaptação de O Inspetor Geral, de Nikolai Gogol, feita em 1974, e que rendeu o Prêmio Governador do Estado de atriz revelação à Regina Casé, a peça Trate-me Leão (1977), de Hamilton Vaz Pereira, pela qual recebeu o Prêmio Molière. Ainda na década de 70 fez sua estréia no cinema, participando do filme Chuvas de Verão (1978), de Cacá Diegues. Sua carreira inclui atuações em clássicos do cinema brasileiro como Eu Te Amo (1981), de Arnaldo Jabor; Os Sete Gatinhos (1980), de Neville de Almeida; O Segredo da Múmia (1982), de Ivan Cardoso; e A Marvada Carne (1985), de André Klotzel. Também atuou nos filmes Cinema Falado (1986), de Caetano Veloso; Luar sobre Parador (1988), de Paul Mazursky; O Grande Mentecapto (1989), de Oswaldo Caldeira; e Eu, Tu, Eles (2001), de Andrucha Waddington. Sua estreia na televisão aconteceu na Rede Globo em 1983, com uma participação na novela Guerra dos Sexos, de Sílvio de Abreu. Naquele ano, trabalhou ainda no seriado infantil Sítio do Pica Pau Amarelo, então dirigido por seu pai, Geraldo Casé. Em 1984, integrou o elenco de Vereda Tropical, de Carlos Lombardi e participou do infantil Plunct, Plact, Zuuum II.

Também nessa época, integrou o elenco do humorístico Chico Anysio Show. Em 1986, ganhou seu primeiro personagem de grande sucesso em telenovelas, a Albertina Pimenta, ou simplesmente Tina Pepper, de Cambalacho, escrita por Silvio de Abreu. Tina Pepper foi criada especialmente para a atriz e fez tanto sucesso que Regina Casé chegou a se apresentar com a personagem no Cassino do Chacrinha (1982). Essa personagem a fez ter fama internacional, já que os outros países vibravam com o jeito divertido de Tina. Tornou-se nacionalmente conhecida com o programa TV Pirata, humorístico criado em 1988 com a proposta de satirizar a própria televisão. Passou a fazer muito sucesso com comédia, por ser simpática e estar sempre divertindo as pessoas. Em abril de 1991, estreou o Programa Legal, comandado por ela e Luiz Fernando Guimarães, com direção de Guel Arraes e Belisário Franca. Idealizado por Regina Casé e pelo antropólogo Hermano Vianna, o programa misturava documentário, ficção e humor, e ganhou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria humor. Na mesma época, atuou na peça Nardja Zulpério, monólogo escrito por Hamilton Vaz Pereira e que ficou em cartaz durante cinco anos. Em 1992, foi eleita a melhor comediante do ano pelo júri do Troféu Imprensa, que também premiou o Programa Legal como melhor humorístico da televisão. Apesar da grande repercussão, o programa deixou de ser produzido em dezembro daquele mesmo ano. Sua equipe, porém, passaria a produzir o quadro Na Geral, exibido pelo Fantástico a partir de 1994. Ao longo de sua trajetória na Rede Globo, também participou de programas especiais da emissora, como a comemoração dos 25 anos d'Os Trapalhões, em 1991, e o show anual de Roberto Carlos, em dezembro de 1993, em que representou uma tiete do cantor.

Em dezembro de 1992, a Rede Globo transmitiu o especial Brasil Legal, que seria a atração seguinte comandada por ela na emissora, a partir de maio de 1995. Com o programa, Regina Casé viajava o país para mostrar lugares e tipos interessantes ou inusitados, quase sempre anônimos. Criado pelo núcleo de produção do diretor Guel Arraes com o objetivo de explorar a veia humorística da atriz, acabou se tornando uma espécie de documentário semanal de costumes e incluía também viagens ao exterior. O programa foi dirigido por diferentes nomes, como Sandra Kogut, João Alegria, Luís Felipe de Sá, Alberto Renault e Estevão Ciavatta. Pela redação do Brasil Legal passaram Pedro Cardoso, Cláudio Paiva, Jorge Furtado, Hermano Vianna, Guel Arraes, entre outros. Em 1997, fez uma participação no quadro Vida ao Vivo Show, apresentado no Fantástico por Luiz Fernando Guimarães e Pedro Cardoso, que daria origem ao programa exibido pela Rede Globo entre 1998 e 1999. O término do Brasil Legal, em 1998, foi imediatamente seguido da estréia de Muvuca em 1999, programa semanal comandado por ela e produzido pelo núcleo de Guel Arraes. Muvuca misturava talk-show e reportagens especiais, unindo pessoas de diferentes universos. Famosos e anônimos eram convidados a participarem juntos do mesmo programa, que tinha como característica a espontaneidade e informalidade, marcas da apresentadora. Não havia um tema definido, nem um roteiro fixo. A edição final aproveitava as situações mais espontâneas e as melhores informações dos entrevistados. O programa, no entanto, ao contrário do Brasil Legal, foi retirado do ar no final de 2000, por baixa audiência. As experiências do Programa Legal e do Brasil Lega geraram séries educativas, como o Escola Legal, dentro do projeto Tele Escola (1996), da Fundação Roberto Marinho, e o Histórias do Brasil Legal (1998), para o canal Futura.

A partir de 2001, também para o Futura, Regina Casé e o diretor Estevão Ciavatta, passaram a produzir o programa Um pé de quê?, contando histórias sobre as origens e as características de diversas árvores. Depois de quinze anos sem atuar em novelas, participou de As Filhas da Mãe em 2001, de Sílvio de Abreu, Alcides Nogueira e Bosco Brasil, com a colaboração de Sandra Louzada. Também em 2001, apresentou Que História é Essa?, especial de fim de ano exibido pelo Canal Futura, no qual abordava histórias ocorridas com pessoas comuns, noticiadas no mesmo dia de acontecimentos históricos. Com parte de sua ação ambientada na Biblioteca Nacional, o especial voltou a ser produzido em dezembro de 2002, quando foi exibido no Fantástico. Em 2002, estreou como autora e diretora de televisão, ao lado do cineasta Fernando Meirelles, com o episódio "Uólace e João Victor", que deu origem ao seriado Cidade dos Homens do mesmo ano. Estrelado pela dupla de atores Darlan Cunha e Douglas Silva, Laranjinha e Acerola, o seriado mostrava o cotidiano de dois meninos numa favela carioca e teve outros três episódios assinados por Regina Casé: Tem Que Ser Agora (2003), Pais e Filhos (2004) e As Aparências Enganam (2005). Em 2003, apresentou Cena Aberta, de Jorge Furtado, Guel Arraes e da própria Regina, programa produzido pela TV Globo em parceira com a Casa de Cinema, de Porto Alegre. A atração ganhou Menção Especial no Festival Tout Écran, competição internacional de filmes e televisão, na Suíça. A série de quatro episódios foi premiada na categoria "Séries, Coleções e Dramas de Longa Metragem". Também levou o prêmio de melhor programa de televisão da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 2004, esteve à frente de São Paulo de Piratininga, série de reportagens exibida pelo Fantástico em comemoração aos 450 anos de fundação da cidade.

Durante o ano de 2006, comandou o Central da Periferia, programa de auditório ao ar livre voltado exclusivamente para a produção cultural das regiões menos favorecidas do país. A mesma equipe de produção do Central da Periferia era responsável pelo quadro Minha Periferia, exibido semanalmente, aos domingos, no Fantástico. Em 2007, atuou pela primeira vez em uma mini-série, Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, de Glória Perez. Com a série de reportagens Minha Periferia é o Mundo, voltou a apresentar um quadro no Fantástico, focalizando a vida dos grandes centros urbanos, agora não só do Brasil, mas do mundo. Em 2008, faz uma Participação Especial como a Apresentadora Eunice Jardim no Remake de Ciranda de Pedra. Em 2009, a biografia dela foi enredo da escola de samba de São Paulo Leandro de Itaquera. No mesmo ano, participou na mini-série Som & Fúria (Rede Globo) e no quadro do Fantástico, Vem com Tudo, além de fazer participação especial no programa Papai Noel Existe. Atualmente, Regina apresenta o programa Esquenta!, em que traz atrações musicais e faz entrevistas com personalidades da música brasileira. Desde sua estreia, o programa já é um sucesso de público e marcou 17 pontos de audiência.[carece de fontes?]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Regina já foi casada quatro vezes: Nos anos 70, morou junto com o diretor da peça de teatro que fazia, Hamilton Vaz Pereira por 5 anos. Após a separação, conheceu o médico acupunturista Carlos, com quem viveu junto por 3 anos. Se separaram e Regina conheceu o artista plástico Luiz Zerbini, com quem oficialmente foi casada por 10 anos. Com ele tem uma filha, chamada Benedita Casé Zerbini, nascida na cidade do Rio de Janeiro em 19 de junho de 1989, mas divorciou-se dele 6 anos depois de a filha nascer.[3] Após anos sem namorados fixos, conheceu um novo amor e começaram a se relacionar. Em 1999, casou-se com o diretor artístico Estevão Ciavatta, 14 anos mais novo. Os dois casaram-se em uma cerimônia especial para Regina: Com ele foi a primeira vez que se casava no religioso, tendo casado com ele também no civil apesar de ser seu segundo casamento oficial.

Regina e Estevão se casaram no Rio de Janeiro, na Igreja de Nossa Senhora da Glória, a mesma igreja onde os pais de Regina casaram-se, em que Regina se batizou e fez a primeira comunhão. Regina sempre quis casar-se na igreja, sempre foi religiosa, gosta de orar aos santos e de ler histórias deles. O casal, no começo, moraram em casas separadas, mas depois de meses foram morar juntos, os dois e a menina Benedita. Regina sempre quis dar irmãos a filha e ter filhos com Estevão, mas sofreu quatro abortos espontâneos em três de seus quatro casamentos e diz que sempre foi complicado para ela conseguir engravidar, tendo que fazer tratamento para ter um bebê, revelando que sempre sofreu por isso, dizendo estar feliz por Deus ter lhe dado ao menos uma filha.[3] Em 2008 perdeu seu pai, Geraldo Casé, que faleceu de problemas cardíacos. Algum tempo depois, Estevão, seu marido, sofreu um grave acidente, montando a cavalo, se descuidou e caiu. Ele quase ficou tetraplégico, para desespero de Regina. Esses fatos a fizeram entrar em profunda depressão, se descuidar com a aparência, aparecer sempre triste e a ficar um bom tempo afastada da mídia televisiva.[4] Em 2013 Regina e seu marido o diretor artístico Estevão Ciavatta adotaram um menino chamado, Roque Casé Ciavatta

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

A atuação da Regina Casé na Rede Globo, divide opiniões de críticos de TVs e até opinião pública por Regina ser muito popular, humilde e ligada às classes populares mais baixas, gerando por meio da imprensa algumas críticas a atriz, incluindo aí o episódio de 1995.

Em outubro de 1995, Regina Casé entrou em processo contra o jornalista Carlos André Silveira Morais Forastieri por ofensa à honra, pedindo ação de [indenização] por danos morais. Forastieri foi autor da matéria, na coluna em que assinava no jornal Folha de S. Paulo, publicada pelo mesmo jornal no dia 4 de outubro de 1995.[5] O jornalista escreveu uma matéria a respeito de um evento destinado a premiar expoentes do meio artístico-musicais brasileiro, denominado MTV Video Music Awards Brasil, realizado pela MTV Brasil. Sobre a atriz ele escreveu:[5]

“Regina Casé pode ser simpática, engraçada, boa gente. E daí? Regina Casé representa as panelinhas mais nefastas da cultura brasileira. Esse país não tem jeito enquanto não derem um tiro na Regina Casé.”[5]
Carlos Forastieri. Folha de S. Paulo, 4 de outubro de 1995.

A publicação provocou grande polêmica em jornais e revistas da época, sendo repercutido em emissoras de rádios e TVs. Alguns dias depois da polêmica publicação, a direção da Folha de S. Paulo reagiu à polêmica e reconheceu erro na publicação, alegando que o jornalista violou código de ética do jornalismo, cuja matéria foi qualificada como "um caso flagrante de abuso opinativo" e por ter contrariado com os termos da reportagem, demitiu o jornalista.[5]

O processo da atriz foi movido unicamente contra o autor da matéria, mas Carlos Forastieri alegou na Justiça que, por se tratar de ação sobre violação de direito mediante publicação em jornal, deveria ser observada a Lei de Imprensa, segundo a qual a pessoa que explora o meio de informação é que deve responder pelo dano e que dessa forma, deveria ser processada a empresa e não quem escreveu a matéria.[5] O jornalista perdeu em todas as instâncias inferiores, que entenderam que a reparação de dano moral está fundamentada na Constituição e não na Lei de Imprensa, inclusive o recurso fosse apreciado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que foi negado.[5]

Em 15 de dezembro de 1999, Forastieri tentou novamente o processo fosse apreciado pelo STF, mas foi negado e o Supremo ordenou que o jornalista respondesse o processo movido pela atriz definitivamente, sem que o jornalista recorresse em tribunais.[5] Para o ministro-relator Aldir Passarinho Junior, pela jurisprudência do STJ não é possível ao Tribunal admitir recurso quando a decisão das instâncias anteriores usou fundamento constitucional e infra-constitucional e a parte não entrou com recurso extraordinário, o entendimento predominante no STJ é de que tanto o autor do escrito quanto o proprietário do veículo de divulgação são civilmente responsáveis pelo ressarcimento de dano, decorrente de publicação pela imprensa.[5] Assim, a ação na Justiça fluminense contra o jornalista deve continuar.[5]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Novelas


Minisséries e Seriados
Especiais
Programas
Séries
  • 1994 - Na Geral (Fantástico)
  • 1996 - Escola Legal (Canal Futura)
  • 1998 - Histórias do Brasil Legal (Canal Futura)
  • 2002 - Que história é essa? (Fantástico)
  • 2004 - São Paulo de Piratininga (Fantástico)
  • 2006 - Minha Periferia (Fantástico)
  • 2007 - Minha Periferia É o Mundo (Fantástico)
  • 2009 - Vem com Tudo (Fantástico)

Teatro[editar | editar código-fonte]

  • 1974 - O Inspetor Geral
  • 1977 - Trate-me Leão
  • 1991 - Nardja Zulpério

Cinema[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Brasil Associação Paulista dos Críticos de Arte

  • Melhor Atriz Coadjuvante: 1986[7]

Colômbia Festival de Cartagena

Referências

  1. [1]
  2. [2]
  3. a b [3]
  4. Folha de S. Paulo
  5. a b c d e f g h i Superior Tribunal de Justiça (15 de dezembro de 1999). Jornalista responderá por danos morais à Regina Casé na Justiça do RJ Direito 2. Visitado em 24-04-2010.
  6. Cinemateca Brasileira, O Segredo da Múmia ... participação especial (vítima do Professor) [em linha]
  7. Associação Paulista dos Críticos de Arte - 1986
  8. Festival de Cartagena 2001

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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