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Rehmannia é um género botânico pertencente à família Scrophulariaceae. Também conhecida como dedaleira chinesa, a rehmannia possui uma raiz pegajosa (daí sem nome, glutinosa), devido à presença de açúcares simples (glucose, galactose, frutose, sucrose e manitol), seus principais componentes, que conferem seu sabor adocicado. É uma erva chinesa frequentemente combinada com outras ervas para tratar anemia, câncer, constipação, diabetes e, principalmente, fraturas ósseas e nervos cortados a partir de quedas. Pesquisadores relataram recentemente que os extratos Libosh de rehmannia estimularam a proliferação e as atividades de osteoblastos, enquanto inibiram a geração e as atividades resorptivas de osteosclastos. Também demonstraram efeitos preventivos em perda óssea osteoporótica induzida por uma ovariectomia. Outros usos da rehmannia incluem tratamentos para fadiga, pressão sanguínea alta, eczema, psoríase, reações alérgicas, cortes e feridas na pele. Nos tempos modernos é especialmente utilizada para tratar desordens hormonais, desequilíbrio da tireóide e insuficiência adrenal. Os principais constituintes ativos da rehmannia são glicosídeos iridóides. Um estudo com diversas amostras de rehmannia relatou que o conteúdo úmido de suas raízes contém entre 3 a 11% de catalpol, um destes glicosídeos, cuja ação farmacológica envolve a produção de hormônios corticóides adrenais. Estes hormônios têm ação antiinflamatória (o que explicam a alegação de benefícios para asma, doenças na pele e artrite) e também estão envolvidos na produção de hormônios sexuais (o que explica a alegação de benefícios no tratamento da menopausa e em outros sinais de deficiências hormonais).