Reinaldo Azevedo

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Reinaldo Azevedo
Reinaldo Azevedo em outubro de 2012
Nome completo José Reinaldo Azevedo e Silva
Nascimento 19 de agosto de 1961 (53 anos)
Dois Córregos
Residência São Paulo, SP
Nacionalidade  Brasil
Ocupação jornalista
Principais trabalhos Contra o Consenso, O País dos Petralhas, Máximas de Um País Mínimo e O País dos Petralhas II
Religião Catolicismo
Página oficial
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

José Reinaldo Azevedo e Silva (Dois Córregos, 19 de agosto de 1961) é um jornalista político brasileiro, de orientação política conservadora ou, segundo ele próprio declara, inserido no campo da direita liberal e democrática.[1] [2]

Foi redator-chefe das revistas Primeira Leitura[3] e Bravo!, editor-adjunto de política da Folha de S. Paulo, coordenador de política da sucursal de Brasília do mesmo jornal e redator-chefe do jornal Diário do Grande ABC, de Santo André, entre 1991 e 1993. Foi articulista da revista Veja até 7 de outubro de 2009, quando escreveu seu último artigo para a revista. Hoje, mantém um blog hospedado no site da Veja com cerca de 150.000 acessos diários.[4] Pelo Twitter é seguido por aproximadamente 100 mil pessoas.[5]

Biografia e principais posições

Azevedo formou-se em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo. Ele teria frequentado o curso de Letras na Universidade de São Paulo (USP). Foi trotskista durante a ditadura militar no Brasil.[1] É mencionado entre os militantes da Liberdade e Luta (Libelu) tendo participado da militância esquerdista na clandestinidade quando jovem.[1] Já adulto, tornou-se um crítico do comunismo e das ideias socialistas.

É crítico de Luiz Inácio Lula da Silva e do Partido dos Trabalhadores, chegando a afirmar que "tudo o que é bom para o Brasil é ruim para o PT".[6]

Reinaldo Azevedo afirma que já na Primeira Leitura adotava uma postura crítica em relação a governos em geral, seja ao governo FHC, seja ao governo Lula: "Eu ataco este governo [Lula] como ataquei o outro [FHC], o problema é que o outro aceitava ser atacado, e este não aceita ser atacado porque acha que faz tudo certo."[7]

Católico, discorda de certas posições não-dogmáticas que a Igreja Católica tem adotado como: a adoção de crianças por homossexuais (sendo favorável e a Igreja contra)[8] [9] , o celibato sacerdotal obrigatório (sendo contrário)[10] , a teologia da libertação que chama de "escatologia da libertação" [2] , a união civil de homossexuais (favorável)[9] . Apoia a Igreja na defesa da condenação do aborto, incluídos os ditos anencéfalos.

Azevedo afirma a existência de imprensa estatal no Brasil e o financiamento público a blogueiros "chapas-brancas" sempre alinhados ao governo, neste momento da história, do PT. Com relação às ONGs:

Cquote1.svg Eu não gosto de ONGs, como vocês sabem. Sou um ortodoxo. O estado tem de atuar onde falta estado. Não confio muito em gente que se dedica demais aos outros. Dona Ruth e outros poucos são exceções que considero dotados de honestidade excepcional.

Atuar em ONG ou é oportunismo ou questão psicanalítica. Com raríssimas exceções, quase santas, o homem normal se ocupa é de si mesmo e de sua família. É o correto. A civilização se forma assim. O egoísmo é o mais altruísta dos sentimentos.

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Reinaldo Azevedo[11]

Denuncia também a ação de patrulheiros da informação e agentes de desinformação atuantes a serviço de partidos políticos (com destaque ao PT), em todos os meios de comunicação (jornais, tv, internet, etc.), pagos com dinheiro público, Em reportagem recente:

Cquote1.svg O país está se distanciando da meta firmada com a Organização das Nações Unidas (ONU): diminuir o índice de analfabetos para 6,7% até 2015. Faltam dois anos, portanto, para fazer ler e escrever cerca de 3 milhões de pessoas. Mas o governo não tem se esforçado para atingir o objetivo.

A diretora executiva da ONG Todos pela Educação, Priscila Cruz, alerta para o fato de que, neste sábado, o país completa mil dias sem um Plano Nacional de Educação, responsável por nortear políticas públicas pelos próximos dez anos. “O não avanço é sempre um retrocesso em educação”, critica. [12]

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Apoia a plena liberdade de expressão.[13] Conforme declarou em entrevista a Cristina Camargo, do Instituto Millenium, considera-se "conservador, em termos americanos ou europeus". [2] Apoiou a Lei da Anistia no Brasil, declarada irreversível pelo Supremo Tribunal Federal, como um passo pela redemocratização do país. É crítico das altas indenizações monetárias concedidas a perseguidos políticos, com fundamento na ilegalidade do enriquecimento ilícito.

Entende a política econômica iniciada por Fernando Henrique Cardoso, continuada pelo governo Lula, teria sido a responsável pela estabilidade econômica, institucional e pelo desenvolvimento econômico que o Brasil viveu durante alguns anos, e que agora, nesta segunda fase da implementação do petismo, o governo Dilma, e o próprio petismo, estaria arruinando o País.

Quanto à descriminalização da maconha, em seu artigo sobre a decisão do STF quanto à liberdade de passeatas em defesa da maconha, afirma que:

Cquote1.svg Isso nada tem a ver com gostar de drogas ou não, ser favorável à descriminação ou não. Nem gosto nem sou favorável.

Eu entendo que a decisão anterior fere o Artigo 287 do Código Penal que afirma ser crime o incitamento a uma prática criminosa. Repito a pergunta que fiz à época: é possível gritar “Ei, polícia/ pedofilia é uma delícia”? Sim, são crimes diferentes e não os estou equiparando. O que estou perguntando, e o STF certamente não tem resposta para isto, é o seguinte: quais são os crimes cuja defesa está abrigada pela “liberdade de expressão”? [14]

Cquote2.svg

Não deixa igualmente de criticar as posições de Marina Silva não acreditando no aquecimento global.[15]

Critica professores universitários e intelectuais de esquerda, tais como: Emir Sader, Marilena Chaui, Fábio Konder Comparato, Maria Victoria Benevides, entre outros.

Quando da invasão da reitoria da USP, em 2007, escreveu:

Cquote1.svg Trechos:

Certa feita, a reportagem da Folha foi à reitoria invadida da USP e descobriu um movimento apolítico, sem lideranças, uma espécie mesmo de nova democracia ateniense.

Uma semana depois, o Estadão foi lá e constatou o óbvio: a invasão era comandada por PSTU, PCO e PSOL e tinha no ultra-radical Sintusp, o sindicato dos funcionários, um de seus pilares. O verdadeiro líder do movimento, Magno de Carvalho, deve andar por volta dos 60 anos, é o virtual dono do sindicato há mais de 25 e hoje integra um grupo de ultra-esquerda chamado “Negação da Negação”, uma piada involuntária com a dialética marxista.

Querem saber por que a USP é, sim, uma universidade relevante na área técnica e de pesquisa aplicada e um solene entulho na área de ciências humanas ? Por causa de gente como Oliveira, Laymert e Arantes. Não é preciso ir muito longe: é escandaloso que o mais importante instituto de pesquisas do país não pertença ao Departamento de Sociologia da USP, em associação com o Instituto de Matemática e Estatística. Eles não têm tempo — dirão que falta recursos, mas é mentira: existiria se houvesse a disposição.

É que, antes, eles estavam ocupados vendendo a revolução. Agora, dedicam-se a vender o desencanto militante. E não têm nenhuma vergonha de tentar extrair algum ensinamento dos detritos deixados na reitoria por PSTU, PCO e PSOL.

Eis aí… Esses são os mestres. Imaginem, agora, como são os discípulos

A invasão, nos seus “melhores piores” momentos, nunca reuniu mais de 200 pessoas — a larga maioria delas ligada a grupos de extrema esquerda, cuja principal característica é justamente desprezar a representação porque esta já seria uma mediação ilegítima.

A maioria, ao contrário, queria estudar. [16]

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Em seu blog, Azevedo escreve sobre política mas também sobre literatura, religião, economia e os assuntos mais diversos. Lançou, em 2005, o livro denominado Contra o Consenso – Ensaios e Resenhas, que reúne 43 ensaios e resenhas, originalmente publicados entre 1998 e 2005 nas revistas Bravo! e Primeira Leitura, e no site desta última. Também publicou O país dos petralhas, em setembro de 2008. Perguntado, em entrevista concedida a Edney Silvestre na Globo News, em 3 de outubro de 2008, se esse seria um livro contra o Partido dos Trabalhadores, declarou que não, mas sim contra certos setores do PT.

Críticas e controvérsias

Em entrevista ao blog de Paulo Henrique Amorim no iG, o cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira afirmou que obteve na Justiça o direito de cobrar uma multa de R$ 134 mil da revista Primeira Leitura e de seu editor, Reinaldo Azevedo, em função da não publicação do direito de resposta pela acusação de antissemitismo num artigo assinado pelo filósofo Roberto Romano. A revista tendo sido fechada antes da decisão judicial.[17]

Reinaldo Azevedo que costuma mediar os comentários em seu blog censurou três comentários de Renato Pacca, colunista do jornal O Globo, numa questão envolvendo Mario Sabino, ex-redator-chefe da revista Veja, e o escritor Paulo Coelho. O colunista do Globo que afirma ter escrito comentários ponderados ficou indignado com tal atitude ao mesmo tempo que agressões desqualificando Paulo Coelho foram publicadas sem qualquer restrição.[18]

No caso Cesare Battisti, Celso Lungaretti, jornalista e ativista de esquerda radical, porta-voz do Comitê de Solidariedade a Cesare Battisti, acusou Reinaldo de movimentar jornais e revistas em defesa das pessoas assassinadas por Battisti e de apoiar a iniciativa do italiano Alberto Torregiani delas serem ouvidas pelo Supremo, o que é impossível já que tradicionalmente o tribunal não prevê depoimentos.[19]

A notar que segundo Reinaldo Azevedo, muitos de seus textos seriam distorcidos pelos seus detratores: Meus textos são copiados, copidescados pela ideologia, fragmentados, distorcidos, retirados do contexto, mutilados. Uma verdadeira festa de celebração paranóide.(...)Até que não me atribuam o que eu não disse e não usem o meu nome para causas particularistas, que não são as minhas, meus textos estão no mundo.(...)A minha praia é a liberdade.[20]

Recentemente o colunista Reinaldo Azevedo foi alvo de críticas da Jornalista Miriam Leitão que publicou um artigo sobre a "miséria do debate” brasileiro. Miriam afirma que “Pensamentos rasteiros, argumentos desqualificadores, ofensas pessoais, de nada servem. São lixo, mas muito rentável para quem o produz”, se referindo a Azevedo e ao colunista Rodrigo Constantino. A jornalista comentou que já foi alvo das "latidas" de Reinaldo Azevedo quando este escreveu um artigo em seu blog "Desculpe-se com o senador, Miriam", O senador ao qual Leitão devia um pedido de desculpas, na opinião de Azevedo, era Demóstenes Torres, aquele que renunciou ao mandato por envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.[21]

Obras

  • Contra o Consenso - Ensaios e Críticas (2005, Editora Barracuda, São Paulo, 256 pp.) - Crítica Literária. Reúne 43 textos, dos melhores ensaios e resenhas do jornalista Reinaldo Azevedo publicados entre maio de 1998 e março 2005 na revista Bravo! e nas versões impressa e online do Primeira Leitura, cronologicamente organizados, se dividem em Só Letras, Um Pouco de Cinema e tratam, respectivamente, de literatura, cinema e política e sociedade. O autor recupera o valor da ignorada prosa de Ariano Suassuna, enaltece a genialidade de Graciliano Ramos, relativiza a unanimidade em torno de Carlos Drummond de Andrade e de Guimarães Rosa, esvazia a crescente adoração a Michael Moore, debocha do provincianismo do ambiente acadêmico e aponta a miséria do jornalismo.[22]
  • O País dos Petralhas (2008, Ed. Record, 337 pp.) - Best-seller, este livro apresenta uma crítica à sociedade brasileira, principalmente ao governo petista dos anos Lula.
  • Máximas de Um País Mínimo (2009, Ed. Record, 200 pp.) - Compilação de frases sobre os mais diversos assuntos, cultura, literatura, ecologia, política, economia, história, religião, filosofia, que compõem a agenda brasileira. Do aquecimento global até Wilson Simonal. Da análise sintática à reforma ortográfica.
  • O País dos Petralhas II – O inimigo agora é o mesmo (2012, Ed. Record, 433 pp.)

É também autor de 30 artigos para a Revista Veja (em ordem cronológica de publicação):

  • Urna não é tribunal. Não absolve ninguém[23]
  • E o feio se tornou bonito...[24]
  • Governante bom é governante chato[25]
  • É preciso civilizar os bárbaros do PT[26]
  • Sou "doente" mas sou feliz[27]
  • A seita anticapitalista e a tristeza do Jeca[28]
  • O politeísmo de um Deus só[29]
  • Crime e castigo dentro de nós[30]
  • Gramsci, o parasita do amarelão ideológico[31]
  • A Al Qaeda eletrônica[32]
  • O Movimento dos Sem-Bolsa[33]
  • Restaurar é preciso; reformar não é preciso[34]
  • Capitão Nascimento bate no Bonde do Foucault[35]
  • A crença na "cultura da periferia" é coisa de gente com miolo mole[36]
  • O pastor e o pensador[37]
  • O Foro de São Paulo não é uma fantasia[38]
  • Fidel e o golpe da revolução operada por outros meios[39]
  • Que falta faz um Voltaire[40]
  • O que eles querem é imprensa nenhuma[41]
  • As ONGs do fim do mundo[42]
  • A bolacha na telinha e a nossa liberdade[43]
  • O DIREITO SÓ PODE SER ACHADO NA LEI[44]
  • O mal-estar dos "progressistas"[45]
  • O muro caiu, mas a amoralidade da esquerda sobrevive[46]
  • Graciliano, o grande[47]
  • Que Deus é este?[48]
  • Um homem sem (certas) qualidades[49]
  • A bíblia da esquerda herbívora[50]
  • Que Goffredo não descanse em paz[51]
  • Alternância de poder e Constituição neles![52]

Referências

  1. a b c A pedido de várias famílias. Revista Atlântico (18 de janeiro de 2008). Cópia arquivada em 26-10-2008.
  2. a b c Entrevista: Reinaldo Azevedo. Por Cristina Camargo. Instituto Millenium, São Paulo, 15 de outubro de 2007
  3. MAGALHÃES, Luiz Antonio. Jornalistas no timão do Primeira Leitura. Entrevista com Reinaldo Azevedo. São Paulo, Feitos & Desfeitas, Observatório da Imprensa, 19 de outubro de 2004
  4. De perros y hombres. Juan Arias, correspondente do El País no Brasil.
  5. Perfil de Reinaldo Azevedo no Twitter. Página visitada em 28 jul 2014.
  6. AZEVEDO, Reinaldo. O país dos petralhas São Paulo: Editora Record, 2008.
  7. Jornalista Reinaldo Azevedo no Programa do JÔ.
  8. Reinaldo Azevedo (2010-04-28). Não sou uma gaveta para guardar badulaques do suposto conservadorismo. Conservadores respeitam indivíduos.
  9. a b Reinaldo Azevedo (2011-06-27). Tolerante sou eu!!!.
  10. Reinaldo Azevedo (2007-10-28). O desastre do celibato: São Pedro tinha sogra!.
  11. AZEVEDO, Reinaldo. Máximas de um País Mínimo, p. 65. A citação foi expressa em Dona Ruth ou "No país da civilidade perdida"
  12. Reinaldo Azevedo (2013-09-27). depois de 15 anos taxa de analfabetismo volta a crescer no brasil.
  13. Constituição brasileira não comporta a censura sob nenhum pretexto
  14. Reinaldo Azevedo (2011-11-23). STF decide que é livre passeata em defesa de qualquer droga.
  15. FIM DA FARSA! Guia espiritual da turma do “aquecimento global” confessa: “ERA ALARMISMO!” Leia, Dilma, antes de se submeter à patrulha no caso do Código Florestal!Blog Reinaldo Azevedo, 4 de maio de 2012
  16. Reinaldo Azevedo (2007-06-24). Os três tolos.
  17. Na Justiça: Reinaldo Azevedo é condenado por não publicar direito de resposta de Moniz Bandeira. Portal Imprensa. Página visitada em 21 de março de 2012.
  18. Pacca, Renato. Reinaldo Azevedo e a democracia de mão única. O Globo. Página visitada em 21 de março de 2012.
  19. Lungaretti, Celso. Imprensa abaixo de qualquer suspeita. O Globo. Página visitada em 21 de março de 2012.
  20. Primeira Leitura, 5 de maio de 2005. Íntegra do artigo, disponível on-line sob licença do autor pela Usina de Letras.
  21. Miriam Leitão: Rodrigo Constantino e Reinaldo Azevedo emburrecem o país. Portal Fórum (3 de novembro de 2013). Página visitada em 27 de maio de 2014.
  22. Editora Barracuda. Contra o Consenso. 2005. Página visitada em 22 de dezembre de 2011.
  23. Veja. Urna não é tribunal. Não absolve ninguém. 06/09/2006. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  24. Veja. E o feio se tornou bonito.... 13/09/2006. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  25. Veja. Governante bom é governante chato. 11/10/2006. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  26. Veja. É preciso civilizar os bárbaros do PT. 01/11/2006. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  27. Veja. Sou "doente" mas sou feliz. 27/12/2006. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  28. Veja. A seita anticapitalista e a tristeza do Jeca. 07/02/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  29. Veja. O politeísmo de um Deus só. 28/02/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  30. Veja. Crime e castigo dentro de nós. 28/03/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  31. Veja. Gramsci, o parasita do amarelão ideológico. 16/05/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  32. Veja. A Al Qaeda eletrônica. 20/06/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  33. Veja. O Movimento dos Sem-Bolsa. 08/08/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  34. Veja. Restaurar é preciso; reformar não é preciso. 12/09/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  35. Veja. Capitão Nascimento bate no Bonde do Foucault. 10/10/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  36. Veja. A crença na "cultura da periferia" é coisa de gente com miolo mole. 05/12/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  37. Veja. O pastor e o pensador. 12/12/2007. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  38. Veja. O Foro de São Paulo não é uma fantasia. 30/01/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  39. Veja. Fidel e o golpe da revolução operada por outros meios. 27/02/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  40. Veja. Que falta faz um Voltaire. 02/04/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  41. Veja. O que eles querem é imprensa nenhuma. 07/05/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  42. Veja. As ONGs do fim do mundo. 18/06/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  43. Veja. A bolacha na telinha e a nossa liberdade. 30/07/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  44. Veja. O DIREITO SÓ PODE SER ACHADO NA LEI. 27/08/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  45. Veja. O mal-estar dos "progressistas". 24/09/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  46. Veja. O muro caiu, mas a amoralidade da esquerda sobrevive. 05/11/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  47. Veja. Graciliano, o grande. 10/12/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  48. Veja. Que Deus é este?. 24/12/2008. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  49. Veja. Um homem sem (certas) qualidades. 11/02/2009. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  50. Veja. A bíblia da esquerda herbívora. 29/04/2009. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  51. Veja. Que Goffredo não descanse em paz. 08/07/2009. Página visitada em 22 de abril de 2012.
  52. Veja. Alternância de poder e Constituição neles!. 07/10/2009. Página visitada em 22 de abril de 2012.

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