Relutância magnética

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Relutância magnética pode ser imaginada como um análogo em circuitos magnéticos a resistência de circuitos elétricos. O termo foi cunhado em maio de 1888 por Oliver Heaviside. [1] A notação de "resistência magnética" foi mencionada pela primeira vez por James Joule [2] e o termo "força magnetomotriz” (FMM) foi criada por Bosanquet.[3]

Definição[editar | editar código-fonte]

A definição pode ser expressa como:

\mathfrak R = \frac{\mathfrak F}{\Phi}

onde

\mathfrak R é a relutância em ampère-espira por weber (uma unidade que equivale a voltas por henry)
\mathfrak F é a força magnetomotriz (MMF) em ampère-espira
Φ é o fluxo magnético em webers.

A relutância de um circuito magnético uniforme pode ser calculado como:

\mathfrak R = \frac{l}{\mu A}

onde

l é o comprimento do circuito em metros
\mu_0 é a permeabilidade do vácuo, igual a 4 \pi \times 10^{-7} henry por metro
\mu_r é a permeabilidade magnética relativa do material (adimensional)
A é a área da secção transversal em metros quadrados.

O inverso da relutância é chamada permeância.

\mathfrak P = \frac{1}{\mathfrak R}

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Heaviside O., Electrical Papers. Vol.2. – L.; N.Y.: Macmillan, 1892, p. 166.
  2. Joule J., Scientific Papers, vol. 1. – 1884, p. 36.
  3. Bosanquet, Phil. Mag., vol. 15, 1883, p. 205.