República Dominicana

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República Dominicana
República Dominicana
Bandeira da República Dominicana
Brasão de armas da República Dominicana
Bandeira Brasão de Armas
Lema: "Dios, Patria, Libertad"
("Deus, Pátria, Liberdade")
Hino nacional: Himno Nacional ("Hino Nacional")
Gentílico: dominicano(a)[1]

Localização  República Dominicana

Capital Santo Domingo
18° 30' N 69° 59' O
Cidade mais populosa Santo Domingo
Língua oficial Espanhol
Governo Unitário[2] presidencialista[3] e república democrática[4] ou democracia representativa[4]
 - Presidente Danilo Medina
 - Vice-presidente Margarita Cedeño de Fernández
Independência da Espanha e do Haiti 
 - Independência da Espanha 1821 
 - Invasão haitiana 1822 
 - Independência do Haiti 1844 
 - Reconquista espanhola 1861 
 - Restauração da independência 1865 
Área  
 - Total 48.442 km² (127.º)
 - Água (%) 0,7
 Fronteira Haiti (W); fronteira marítima com Porto Rico (Estados Unidos, E), e Turks e Caicos (RUN, NW)
População  
 - Estimativa de 2008 10.183.336[5] hab. (86.º)
 - Densidade 183 hab./km² (43.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2007
 - Total US$ : 61,792 bilhões (76.º)
 - Per capita US$ : 7.041 (89.º)
IDH (2012) 0,702 (96.º) – médio[6]
Gini (2004) 51,6 [7]
Moeda Peso dominicano (DOP)
Fuso horário (UTC-4)
 - Verão (DST) (UTC-4)
Clima Tropical
Org. internacionais ONU, OMC, OEA, AEC, OECO, SICA CARICOM, CAFTA-DR, Petrocaribe, Grupo do Rio, União Latina, Conferência Ibero-Americana
Cód. ISO DOM
Cód. Internet .do
Cód. telef. +1 809 e +1 829
Website governamental http://www.presidencia
.gov.do/

Mapa  República Dominicana

¹"Quisqueya" é uma palavra indígena nativa para se referir à ilha de Hispaniola, dividida entre República Dominicana e Haiti.[8]

República Dominicana é um país que ocupa dois terços orientais da ilha de São Domingos. O terço ocidental da ilha é ocupado pelo Haiti, portanto, a ilha de São Domingos é compartilhada por dois países. Tanto pelo tamanho de área e pela quantidade populacional, faz da República Dominicana o segundo maior país do Caribe (atrás de Cuba), sua área é de 48 442 quilômetros quadrados e possui aproximadamente 10 milhões de habitantes.[4] Limita-se ao norte com o Oceano Atlântico, ao sul com o mar do Caribe (mar das Caraíbas, em português europeu), a leste com o canal de Mona, que a separa de Porto Rico, e a oeste com a República do Haiti.

Habitada por taínos desde o século VII, o país foi descoberto por Cristóvão Colombo em 1492 e se tornou o local do primeiro assentamento europeu na América, denominado Santo Domingo, a capital do país. Em Santo Domingo está a Cidade Colonial, declarada como Patrimônio Mundial pela UNESCO.

Após três séculos de dominação espanhola, francesa e haitiana, o país alcançou a independência em 1821, mas foi rapidamente tomada pelo Haiti, em 1822. Após a vitória na Guerra de Independência Dominicana, em 1844, os dominicanos travaram várias lutas, a maioria internas, bem como um breve retorno ao domínio espanhol (1861–1865). A ocupação dos Estados Unidos de 1916 até 1924, e posteriormente seis anos de prosperidade com o presidente Felipe Horacio Vásquez Lajara (1924–1930), foi seguido pela ditadura de Rafael Leonidas Trujillo Molina até 1961. A guerra civil de 1965 terminou com uma intervenção liderada pelos Estados Unidos, e foi seguida por vários períodos de governo de Joaquin Balaguer (1966–1978).[5] Desde então, a República Dominicana tomou direção para a democracia representativa.

A República Dominicana tem a segunda maior economia caribenha.[9] Apesar de conhecida pela produção de açúcar, a economia é dominada pelos setor terciário. No entanto, o desemprego,[2] a corrupção e o serviço de abastecimento de energia elétrica permanece como grandes desafios para o país. Há também uma "acentuada desigualdade de renda".[10]

No país se encontra a montanha mais alta do Caribe, o Pico Duarte, assim com o lago Enriquillo, o ponto mais baixo no nível do mar é o maior lago do Caribe. A República Dominicana tem uma temperatura média de 26 °C e uma grande biodiversidade.

História[editar | editar código-fonte]

Os cinco cacicados que ocupavam a ilha de São Domingos:
  Marién;
  Maguá;
  Maguana;
  Jaragua;
  Higüey.
Chegada de Cristóvão Colombo ao cacicado de Marién.

Antes da chegada da expedição espanhola comandada por Cristóvão Colombo em 5 de dezembro de 1492, a ilha de São Domingos encontrava-se povoada por indígenas, organizada e dividida sob o comando de cinco caciques. Cada território governado por um cacique era chamado de Quisqueya (cacicado) pelos índios arauaques (ou taínos) e caraíbas.[8] Um dos traços desta divisão era a tributação, em termos de alimentos, cultivados ou criados.

Os indígenas, ao verem os europeus, acreditam que são figuras com poderes sobrenaturais, tratando-os com honra e veneração. Esta era uma sociedade totalmente diferente das sociedades europeias. Guacanagarix, o cacique de Marién, hospedou Colombo e os seus homens, tratando-os de forma cortês e concedendo-lhes os seus desejos.

Uma vez que se fundou a colônia, uma série de primazias tomaram lugar em Hispaniola (ou Espanhola) como lhe chamaram os espanhóis. Sucederam-se a fundação da primeira igreja, a primeira universidade, o primeiro hospital, o primeiro engenho açucareiro e, como era de se esperar, os primeiros abusos e os primeiros descumprimentos de tratados com os nativos.

Durante o século XVI, Hispaniola deteve uma boa posição econômica e social, porém desde o fim deste século e a partir da conquista de "Terra Firme" (as grandes massas territoriais da América do Norte e América do Sul), a ilha foi caindo no esquecimento e relegada a um segundo plano, entrando cada vez mais na pobreza. Também influiu em sua situação o ataque de corsários ingleses que destruíram grande parte das cidades e populações estabelecidas nesse momento.

Após a declaração de independência do Haiti, em 1804, vários governantes haitianos trataram de unificar a ilha, o que fizeram no ano de 1822, apenas semanas depois de a República Dominicana adquirir a independência da Espanha. A este breve período de autonomia chamou-se "Independência Efémera".

No ano de 1844, se inicia a gestão independentista, preconizada por Juan Pablo Duarte, um jovem de alta posição social que havia estudado na França e com ideais nacionalistas; e dirigida por Francisco del Rosario Sánchez e Pedro Santana. A independência aconteceu em 27 de fevereiro daquele ano.[5]

A partir desta altura, e com a falta de uma liderança sólida por parte dos seus dirigentes, inicia-se uma era em que era dominada por latifundiários que tinham poder econômico, tornando-se em governo por breves períodos. Nesta altura, grupos internos que não se sentiam contentes com a autonomia procuraram anexar-se novamente a Espanha, feito que alcançaram em 1861.[5]

Em 1865, recupera a independência, passando novamente por uma etapa com falta de liderança e mudanças contínuas de governante. Esta situação durou até que Ulises Heureaux, conhecido como Lilís, instalou uma ditadura que durou 12 anos (1887–1899) terminando com o seu assassinato.

No princípio do século XX, a instabilidade política e econômica, e o atraso nos pagamentos dos empréstimos realizados durante o século XIX, fizeram com que ocorresse a denominada "Primeira Invasão Norte-Americana", que se estendeu desde 1916 até 1924. Durante o período entre 1924 a 1930, a economia dominicana viveu um período denominado por "Danza de los Millones" (Dança dos Milhões), devido ao aumento dos preços internacionais da cana-de-açúcar.

Rafael Leónidas Trujillo, presidente da República Dominicana de 1930 até 1961.

A partir de 1930 até 1961, o país esteve sob a ditadura de Rafael Leónidas Trujillo. O período em que este ditador esteve no poder, foi a época mais obscura da história dominicana, com perseguições e assassinatos de opositores. Em 1959, após a eliminação da manifestação de esquerda do "Movimiento Revolucionario 14 de Junio" (Movimento Revolucionário 14 de Junho), e com o assassinato das Irmãs Mirabal, o regime começou a decair rapidamente até que Trujillo foi assassinado em 1961.

Logo depois de sua morte, o país passou por vários governos entre os quais o do professor Juan Bosch que foi derrubado após 7 meses, um triunvirato constituído por Emílio dos Santos, Ramón Tapia e o engenheiro Manuel Tavares e uma intervenção armada norte-americana em 1965. Em 1966, Joaquín Balaguer subiu ao poder e se manteve nele durante um período de 12 anos, em um governo semi-ditatorial no qual fez uso de fraudes eleitorais e repressões contra seus opositores políticos.[nota 1]

Em 24 de maio de 1965, soldados do Regimento Escola de Infantaria situado na Vila Militar Rio de Janeiro, partiram com destino a São Domingos, capital da República Dominicana. Todos em missão de paz como membros da Organização dos Estados Americanos OEA . Houve combate entre as forças brasileiras e dominicanas, bem como americanas que eram aliadas dos brasileiros. Realmente os soldados que participaram daquele contingente, ficaram com registros incríveis pelo resto das vidas e souberam honrar o bom nome do Regimento Escola de Infantaria.

Durante as eleições no ano 1978, foi eleito Antonio Guzmán Fernández, do opositor Partido Revolucionário Dominicano (PRD). Foi o primeiro governo eleito pelo voto popular desde 1924. Seu mandato se caracterizou por ser um dos mais liberais que tinha tido a República Dominicana em décadas. Termina quando Guzmán se suicidou em 1982, sendo sucedido pelo vice-presidente, Jacobo Majluta, quem governou por 43 dias.

Em 1982 ganha as eleições Salvador Jorge Branco, do então partido governante, o PRD. Em 1986 retoma o poder Joaquín Balaguer, aos 80 anos.[nota 2]

Em 1990 é vencedor em eleições rodeadas por denúncias de fraudes por parte do Juan Bosch, do Partido da Libertação Dominicana. Em 1994, Joaquín Balaguer resulta novamente vencedor nas eleições, mas sob alegações por escrito de fraude e de impedimentos para votar de militantes opositores, vê reduzido o seu período presidencial a dois anos, acordando efectuar eleições em 1996.

Política[editar | editar código-fonte]

O ex-presidente da República Dominicana, Leonel Fernández.

A República Dominicana é uma democracia representativa, cujos poderes são divididos em executivo, legislativo e judiciário.

O presidente nomeia o Gabinete, executa as leis provenientes do poder legislativo e é o comandante-em-chefe das Forças Armadas. O presidente e o vice-presidente postulam juntos a candidatura e são eleitos por um período de quatro anos, por voto direto.

O Congresso Nacional da República Dominicana (poder legislativo) é formado por duas câmaras, o Senado, composto por 32 senadores, e a Câmara dos Deputados, composta por 178 deputados.

O presidente é eleito por um período de quatro anos, em anos divisíveis por quatro. As eleições congressuais e municipais são a cada quatro anos e efetuadas em anos pares não divisíveis por quatro.

Ex-presidente Leonel Antonio Fernández Reyna.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

A República Dominicana divide com o Haiti a ilha Hispaniola, no Caribe. Está dividida em 31 províncias e um Distrito Nacional. Cada província está subdividida em dois ou mais municípios. Os municípios são compostos, por sua vez, por cidades, vilas e povoados e seções.

O país se divide em três regiões maiores: Norte ou Cibao, sudoeste e sudeste. Estas, se subdividem, com aproximadamente quatro províncias cada região.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Mapa topográfico da ilha de São Domingos, ocupada pelo Haiti (ocidente) e a República Dominicana (oriente).

A região central República Dominicana é montanhosa e coberta por florestas, e uma planície estende-se na região leste.

Possui três cadeias montanhosas principais:

  • Montanhas Centrais, que começam no Haiti e percorrem a parte central da ilha, terminando no sul; é nesta cordilheira que se situa o pico mais alto das Antilhas, o Pico Duarte, a 3 175 m acima do nível do mar;
  • Montanhas Setentrionais, que correm paralelas às Montanhas Centrais e que separam o vale de Cibao das planícies costeiras atlânticas; o ponto mais elevado nesta cordilheira é o Pico Diego de Ocampo;
  • Montanhas Orientais, que são a mais baixa e mais curta das três cadeias montanhosas, situadas na parte leste do país.

Existem também a serra Bahoruco e a serra Neyba, no sudoeste da ilha. A República Dominicana é um país de muitos rios, entre os quais estão os rios navegáveis Soco, Higuamo, Romana, Yaque del Norte, Yaque del Sur, Yuna, Yuma e Bajabonico. Na região sudoeste, onde se localiza o lago Enriquillo, a 30 metros abaixo do nível do mar. Nele se encontra a Ilha Cabritos, onde encontra-se uma das maiores reservas mundiais de crocodilo-americano.

O clima é tropical úmido. A temperatura média anual oscila entre 18 °C e 27 °C.

Praia de Bávaro, um dos pontos turísticos.

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia caracteriza-se por estar em vias de desenvolvimento, com uma receita financeira média, dependendo principalmente da agricultura, comércio, serviços e, principalmente, turismo. Ainda que o sector dos serviços tenha superado a agricultura como principal criador de emprego (devido, sobretudo, ao crescimento da indústria do turismo e às Zonas Francas), a agricultura mantém-se como o sector mais importante a nível do consumo doméstico, estando em segundo lugar (depois da extracção mineira) em termos de exportação. O turismo gera receitas de mais de um bilhão de dólares dos Estados Unidos (1 bilhão, em português brasileiro[Nota 1] ) por ano. As remessas de dominicanos que vivem nos Estados Unidos estimam-se em 1,5 mil milhões (1,5 bilhões, em português brasileiro) por ano. Uma equipa de consultores em Turismo, com origem em Portugal, desenvolveu a revisão estratégica do planeamento do território turístico dominicano, entre 1995 e 1997, num financiamento do Governo português junto do Banco Interamericano de Desenvolvimento. [23]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Aproximadamente a metade dos dominicanos vivem em áreas rurais, e muitos deles são donos de pequenas propriedades. O espanhol é o idioma principal entre a maioria da população. Eles também falam espanhol com substratos de línguas africanos.

Segundo o censo de julho de 2000, a taxa de fertilidade era de três filhos por mulher e a taxa de mortalidade infantil era de 35,93 mortes para cada 1000 nascimentos vivos.

Catedral de Santo Domingo.

Religião[editar | editar código-fonte]

Existe liberdade de culto na República Dominicana e todas as religiões são toleradas, mas a religião do estado é a religião católica, sendo que 79% da população a professa. Os protestantes perfazem 7% da população. No entanto, nas últimas décadas, o protestantismo e grupos não-cristãos, como os judeus e muçulmanos, tem apresentado crescimento de adeptos.

Educação[editar | editar código-fonte]

Estudantes na República Dominicana.

Segundo o censo de julho de 2000, as taxas de alfabetização entre os maiores de 15 anos eram:

  • População total – 82,1%
  • Homens – 82%
  • Mulheres – 82,2%
Crianças dominicanas.

A composição étnica da população é formada por:[24]

  • Multirraciais – 25%
  • Brancos – 5%
  • Negros – 70%

de acordo com estudos do genoma e DNA a maioria dos dominicanos são de 70–85% africano, eurasiano 0,08–15% e 9,4–15% indígena[25] [26]

Os haitianos são o maior grupo minoritário do país, perfazendo aproxidamente 6% da população, de acordo com o Human Rights Watch. Muitos deles são imigrantes ilegais, outros são nascidos na República Dominicana e, alguns, são imigrantes legais.

Milhares de japoneses pobres imigraram para a República Dominicana durante a década de 1950, no pós-guerra, atraídos por uma propaganda oficial que lhes oferecia terras grátis para trabalhar.

Composição étnica da República Dominicana
Etnia % aprox.
Negros
  
61%
Mulatos
  
30%
Brancos
  
9%
Outros
  
1%

Cidades mais populosas[editar | editar código-fonte]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Carnaval na República Dominicana.

A ilha de Hispaniola, que inclui atualmente a República Dominicana, foi a primeira do Novo Mundo a ser colonizada pelos espanhóis. A cultura da República Dominicana tem, contudo, além das raízes europeias, as africanas e americanas, mas muitos dominicanos preferem considerar-se culturalmente europeus.

Existem diferenças em termos de classe social e educação, que os separam em grupos diversos, e a diferença entre os ricos e os pobres é grande. Porém, alguns dos traços partilhados por todos os grupos sociais são a forma particular de estabelecer relações sociais, o catolicismo com fortes tradições populares e a música popular.

O estilo musical do país é o merengue, ainda que semelhante ao som cubano e haitiano. A bachata é também uma invenção dominicana e que se tornou popular além das fronteiras.[27]

Sua língua é um dialeto espanhol descrito como mocha'o. Existe a tendência para a simplificação de certos grupos de consoantes. Os povos pré-colombianos da República Dominicana são índios Tainos.

Feriados
Data Nome em português Nome local Observações
1 de janeiro Ano Novo Año Nuevo
6 de janeiro Epifania Epifanía de Jesucristo. Santos Reyes Magos feriado católico
21 de janeiro Dia de Nossa Senhora de Altagracia Día de La Señora de la Altagracia feriado católico
26 de janeiro Dia do Pai da Pátria (Juan Pablo Duarte) Día del Padre de la Patria (Juan Pablo Duarte)
27 de fevereiro Dia da Independência Día de la Independencia Nacional feriado nacional
1 de maio Dia do Trabalho
16 de agosto Dia da Restauração Día de la Restauración feriado nacional
24 de setembro Dia da Padroeira (Nossa Senhora das Mercês) Día de La Señora de la Mercedes feriado católico
6 de novembro Dia da Constituição Día de la Constitución feriado nacional
25 de dezembro Natal Día de Navidad feriado católico

Notas

  1. Turner Publishing, Inc. — Nosso Tempo, volume II, pgs. 490-491. Editora Klick. São Paulo (1995): Em 1966, após cinco anos de golpes de estado, guerra civil e apresença de tropas norte-americanas, a República Dominicana realizou sua segunda eleição geral desde o assassinato de Rafael Trujillo Molina.
  2. Turner Publishing, Inc. — Nosso Tempo, volume II, pgs. 490-491. Editora Klick. São Paulo (1995):Joaquín Balaguer, ex-presidente nomeado por Trujillo em 1960, reelegeu-se por quatro vezes entre 1978 e 1990.
  1. Ver Escalas curta e longa

Referências

  1. Portal da Língua Portuguesa, Dicionário de Gentílicos e Topónimos da República Dominicana
  2. a b Central Intelligence Agency (CIA): CIA – The World Factbook – Dominican Republic. Página visitada em 04-06-2007.
  3. El presidencialismo seguiría campante (18-10-2008). Página visitada em 23 de enero de 2012.
  4. a b c Embassy of the Dominican Republic, in the United States. Página visitada em 27-02-2009.
  5. a b c d IBGE Países (2012)
  6. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Relatório de Desenvolvimento Humano 2013 – Ascensão do Sul: progresso humano num mundo diversificado (14 de março de 2013). Página visitada em 15 de março de 2013.
  7. CIA World Factbook, Lista de Países por Coeficiente de Gini (em inglês)
  8. a b Origem do nome Quisqueya
  9. Central Intelligence Agency, CIA (2010). Rank Order – GDP (purchasing power parity) (HTML). The World Factbook. Página visitada em 2 de junho de 2011.
  10. CIA Factbook. CIA Factbook: Dominican Republic (HTML) (em inglês). Página visitada em 2 de junho de 2011.
  11. Region Cibao Nordeste.
  12. Region Cibao Noroeste.
  13. Region Cibao Norte.
  14. Region Cibao Sur.
  15. Region Valdesia.
  16. Region El Valle.
  17. Region Enriquillo.
  18. Region Ozama.
  19. Region Higüamo.
  20. Region Del Yuma.
  21. Oficina Nacional de Estadística. República Dominicana en Cifras 2006 (PDF) (em español). Página visitada em 27-01-2008.
  22. Oficina Nacional de Estadística. VIII Censo 2002 Poplación y Vivienda (PDF) (em español). Página visitada em 27-01-2008.
  23. Mangorrinha, Jorge (2007), in Jornal Arquitectos, 227, Abril-Junho, pg. 34, 35
  24. Central Intelligence Agency — "People and Society — Ethnic groups"
  25. [1]
  26. [2]
  27. Revista do Observatório da Imigração, nº 7 — "Música e Migração", pg. 226. Portugal (2010)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Ver também[editar | editar código-fonte]

Bandeira da República Dominicana República Dominicana
Bandeira • Brasão • Hino • Cultura • Demografia • Economia • Geografia • História • Portal • Política • Subdivisões • Turismo • Imagens