Requetés

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Bandeira tradicional carlista a Cruz de Borgoña.

Os Requetés eram soldados carlistas que, no outono de 1833, participaram da Primeira Guerra Carlista na Espanha.

No início do século XX, a milícia carlista adotou este nome, sendo assim chamadas as forças de Navarra que participaram do lado dos nacionalistas, durante a Guerra Civil Espanhola.

História[editar | editar código-fonte]

No início do século XX, várias organizações carlista usaram esta designação para si ou para seus periódicos em diferentes partes da Espanha: Catalunha, Aragão e Andaluzia. Sob a direção de Joaquin Llorens formou-se a partir de 1913 a organização paramilitar carlista seguindo o exemplo de Camelots du Roi, a organização da juventude de extrema direita da Action française, manteve baixa atividade nos anos da Primeira Guerra Mundial, sendo reativada em 1920 sob a direção de Juan Perez Najera e, principalmente, após a proclamação da Segunda República Espanhola, onde somente em Aragão atingiu cerca de 10.000 membros.

Em 1932 José Enrique Varela assumiu a liderança dos carlistas estruturando eles militarmente: desde a unidade básica, a patrulha, que consistia em cinco boinas vermelhas ate a companhia com 246 homens. Ricardo Rada foi encarregado da organização em 1935 e em julho de 1936 haviam 30.000 requetés.

Durante a Guerra Civil Espanhola terços de requetés, lutaram ao lado de Franco. Estima-se que cerca de 60.000 requetés participaram da Guerra Civil e cerca de 6.000 deles morreram.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  • Francisco de Paula Madrazo: Historia militar y política de Zumalacárregui, Madrid, 1844.
  • Julio Aróstegui: Los combatientes carlistas en la Guerra Civil española 1936–1939, Madrid, 1991.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]