Reserva Biológica Federal do Tinguá

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Reserva Biológica do Tinguá
Categoria Ia da IUCN (Reserva Natural Estrita)
Vista do maciço do Tinguá, em Nova Iguaçu
Localização  Rio de Janeiro,  Brasil.
Dados
Área 26,260 ha[1]
Criação 23 de maio de 1989 (25 anos)[1]
Gestão ICMBio
Coordenadas 22° 45' S 43° 05' 40" O
Reserva Biológica do Tinguá está localizado em: Brasil
Reserva Biológica do Tinguá
Mata Atlântica regenerada na Reserva Biológica Federal do Tinguá perto das ruínas da freguesia de Santana das Palmeiras
Ruínas da freguesia de Santana das Palmeiras

A Reserva Biológica Federal do Tinguá é uma reserva biológica brasileira. Estende-se por uma área de 26 mil hectares e abrange seis municípios, sendo a maior parte dentro do município de Nova Iguaçu. Em 1997, a reserva foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco e está incluída na reserva da biosfera da Mata Atlântica.

A região mais alta da reserva atinge os 1 600 metros de altitude, sendo possível avistá-la de toda a extensão do município. No seu interior, em local não aberto à visitação pública, encontram-se as ruínas da freguesia de Santana das Palmeiras, povoação que foi abandonada no final do século XIX.

Hoje, a reserva está fortemente ameaçada por caçadores que matam animais silvestres para vender carnes exóticas ou os capturam para inclusive exportar. Grandes empresas poluidoras contribuem para a degradação ambiental. Existe até um aterro sanitário que beira a reserva onde ilegalmente foram despejados resíduos altamente tóxicos. A população que vive em torno da reserva tem problemas com a contaminação do lençol d'água que consome. Entre os mamíferos, ainda existem exemplares da suçuarana na região.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Tinguá" é um termo da língua geral meridional que designa uma espécie não identificada de planta.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. a b Vários autores. Plano de Manejo da Reserva Biológica do Tinguá. Brasília, DF: IBAMA, 2006.
  2. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 603.
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