Resident Evil 2

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Resident Evil 2
Biohazard 2 (バイオハザード)
Capa da versão norte-americana do jogo.
Produtora Capcom
Editora(s) Capcom
Diretor Hideki Kamiya
Produtor Shinji Mikami
Designer Isao Ohishi
Ryoji Shimogama
Escritor(es) Noboru Sugimura
Compositor(es) Masami Ueda
Shusaku Uchiyama
Shun Nishigaki
Plataforma(s) PlayStation, Game.com, Microsoft Windows, Nintendo 64, Dreamcast, GameCube, PlayStation Network
Série Resident Evil
Data(s) de lançamento PlayStation

Dual Shock Edition

Game.com:

Windows

Nintendo 64

Dreamcast

GameCube

PlayStation Network
Gênero(s) Survival horror
Modos de jogo Single player
Classificação Consoles:
Permitido para maiores de 15 anos BBFC (Reino Unido)
Inadequado para menores de 15 anos i CERO (Japão)
Inadequado para menores de 17 anos i ESRB (América do Norte)
Permitido para todas as idades, especialmente para maiores de 16 anos OFLCN (Nova Zelândia)
Inadequado para menores de 18 anos i PEGI (Europa)
Inadequado para menores de 18 anos i USK (Alemanha)
Permitido para maiores de 15 anos VET (Finlândia)
Permitido para maiores de 15 anos, especialmente a faixa de 15-17 anos ELSPA (Reino Unido)

PC:
BBFC (Reino Unido)

Média PlayStation: CD-ROM
Nintendo 64: Cartucho
Dreamcast: GD-ROM
Gamecube: Nintendo disc
PC: DVD-ROM
Requisitos mínimos Sistemas operacionas:
Windows 95 (ou superior)
Processador:
Pentium (166 MHz)
Memória RAM (24 MB)
Placas:
Placa de som
Placa de vídeo (1 MB)
Controles Consoles:Gamepad
PC: Mouse, teclado
Idioma Inglês

Resident Evil 2 também conhecido como Biohazard 2 (バイオハザード, 2 Baiohazādo Tsū?) no Japão, é um jogo de survival horror originalmente lançado para o PlayStation em 1998. Foi desenvolvido pela Capcom como a segunda parte da série Resident Evil, a historia se passa dois meses após os eventos do primeiro jogo, Resident Evil. Tudo acontece na pequena cidade americana, Raccoon City, cujos moradores foram transformados em zumbis pelo T-vírus, uma arma biológica desenvolvida pela empresa farmacêutica Umbrella Corporation. Em sua fuga da cidade, os dois protagonistas, Leon S. Kennedy e Claire Redfield, encontram outros sobreviventes, e são confrontados por William Birkin, o criador mutante do G-vírus, uma variação mais poderosa do T-vírus.

A jogabilidade de Resident Evil 2 se concentra em quebra-cabeças, exploração e resolução de combate, e apresenta elementos típicos do gênero survival-horror, tais como defesas e munição limitada. A principal diferença do jogo com seu antecessor é o "sistema zapping", que fornece a cada personagem histórias únicas e obstáculos diferentes. Desenvolvido por uma equipe de 40 a 50 pessoas ao longo de um ano e nove meses, Resident Evil 2 foi dirigido por Hideki Kamiya e produzido por Shinji Mikami. A versão inicial do jogo, comumente referido como Resident Evil 1.5, diferiam drasticamente a partir do produto liberado, sendo cancelada em fase de desenvolvimento de 60-80 por cento, depois de ter sido considerado "maçante e chato" pelo produtor. A reformulação resultante introduziu diferentes configurações e uma apresentação mais cinematográfica na história, apoiada por uma trilha sonora que emprega "tensão e desespero", como um tema subjacente.

Resident Evil 2 foi bem recebido pelos críticos, que elogiaram sua atmosfera, configurações, gráficos e áudio. Seus controles, dublagem e sistema de inventário receberam críticas positivas, porém alguns revisores receberam negativamente certos enigmas que acontecem na estória. Anos depois de seu primeiro lançamento, Resident Evil 2 foi incluído em várias listas dos 100 melhores jogos. Após seu sucesso inicial no PlayStation, foi portado para o Microsoft Windows, o Nintendo 64, Dreamcast e Nintendo GameCube, além de ser lançado como uma versão modificada 2.5D para o portátil Game.com. A história de Resident Evil 2 foi recontada e desenvolvida nos vários jogos posteriores, e foi adaptado em uma variedade de obras licenciadas.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Como um título de survival horror (em português: "Sobrevivência ao Terror"), Resident Evil 2 apresenta a mesma jogabilidade de seu antecessor, Resident Evil. O jogador explora uma cidade fictícia enquanto resolve enigmas e participa de combates contra monstros.[9] Os dois protagonistas podem ser equipados com armas de fogo, mas a munição limitada adiciona um elemento tático para o uso delas.[9] [10] Na tela de status, o jogador pode verificar a condição dos protagonistas, usar a medicina para curar suas feridas, e atribuir armas.[11] [12] A saúde dos personagens também pode ser determinada pela sua postura e velocidade de movimento. Por exemplo, se um personagem manter a mão em seu estômago para estancar o sangue, ele irá mancando lentamente até o momento da morte, caso não seja curado.[9] Os protagonistas podem levar um número limitado de itens, e devem armazenar em baús colocados em alguns locais do jogo, que posteriormente podem ser recuperados.[9] [13] Cada protagonista é acompanhado por um parceiro de suporte durante o curso da estória. Esses personagens acompanham o jogador em algumas cenas, e, ocasionalmente, tornam-se jogáveis.[14] [15] Alguns locais contêm máquinas de escrever em que o jogador pode usar para salvar o jogo. No entanto, cada save gasta um número limitado de fitas de tinta, que só podem ser coletadas no mundo do jogo.[16] [17] Os gráficos de Resident Evil 2 são compostos e gerados em tempo real, portanto, móveis, modelos, itens e inclusive o personagem poligonal, são sobrepostos em fundos pré-renderizados que são vistos a partir de ângulos da câmera fixa.[9] [18]

A adição principal do jogo em relação ao seu antecessor é o "sistema zapping": Resident Evil 2 confronta cada um dos dois personagens jogáveis ​​com quebra-cabeças e estórias diferentes em seus respectivos cenários.[9] Depois de terminar o cenário "A" com um protagonista, um cenário "B" é desbloqueado; no qual os acontecimentos são retratados a partir da perspectiva do cenário "A" (levando em conta os atos do protagonista do cenário "B" no "A").[9] [19] O jogador tem a opção de iniciar o cenário "A" com um dos dois protagonistas, resultando em um total de quatro cenários diferentes.[20] As medidas tomadas durante o primeiro cenário afetaram o segundo. Por exemplo, a disponibilidade de certos elementos podem ser alterados.[9] Depois de cada jogo, o jogador recebe um ranking com base no tempo total que foi necessário para completar o cenário, e o número de itens conservados, e medicamentos usados.[21] Dependendo das conquistas do jogador, ele ganha armas bônus e trajes que são desbloqueados como uma recompensa.[19] O jogo contém três minigames autônomos: "The 4th Survivor", "The Tofu Survivor" e "Extreme Battle".[22] Estes apresentam um elenco extenso de personagens, e estabelecem metas como sobreviver sem itens específicos e concluir uma missão em um tempo limitado.[22] [23]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

O jogo se passa dois meses após os acontecimentos do primeiro jogo, Resident Evil,[24] e um dia após os eventos de Resident Evil 3: Nemesis[25] na cidade Raccoon City, localizada no centro-oeste dos Estados Unidos.[26] Quase todos os cidadãos foram transformados em zumbis por um surto do T-vírus, um novo tipo de arma biológica secreta desenvolvida pela empresa farmacêutica Umbrella Corporation.[27] [28] Os dois protagonistas do jogo são Leon S. Kennedy, um policial novato em seu primeiro dia de trabalho, e Claire Redfield, uma estudante universitária à procura de seu irmão Chris. Tendo acabado de chegar na cidade, Leon e Claire fazem o seu caminho para o "Departamento de Polícia de Raccoon", buscando a proteção da população mutante.[27] Lá, eles descobrem que a maioria dos policiais já foram mortos,[29] e que Chris havia deixado a cidade para investigar a sede da Umbrella na Europa.[30] Sem nenhuma motivação restante para ficar, os dois protagonistas se separaram para procurar outros sobreviventes e assim fugir da cidade.[31] [32] Enquanto procurava por uma rota de fuga, Claire conhece uma garota chamada Sherry Birkin, que está fugindo de uma criatura desconhecida, e Leon encontra Ada Wong, que afirma estar à procura de seu namorado John, um pesquisador da Umbrella.[31] [33]

Símbolo da empresa farmacêutica Umbrella Corporation, principal causadora da destruição da cidade Raccoon City.

É revelado que o chefe da polícia de Raccoon, Brian Irons, havia sido subornado pela Umbrella para ocultar provas de experimentos da empresa nos arredores da cidade. Eles também haviam escondido o desenvolvimento do novo G-vírus, um agente capaz de causar mutações generalizadas no corpo de um ser humano.[31] [34] Irons tenta matar Claire, mas é morto por um mutante G-vírus no departamento de polícia. Então, Claire e Sherry escapam através dos esgotos e se separaram. Depois de se dividir com Leon, Ada se depara com Sherry, e pega um pingente de ouro da menina, que havia deixado no chão enquanto fugia. Ainda entre os esgotos, Ada relutantemente une-se com Leon novamente, após ele insistir que seu dever é protegê-la. Eles encontram uma mulher de meia-idade que dispara em Ada, porém Leon se lança em sua frente, levando o tiro. Ada e Leon ignoram o fato e seguem a mulher, que se revela ser Annette Birkin, mãe de Sherry, esposa de William Birkin, o cientista da Umbrella que criou o G-vírus. Na tentativa de proteger seu trabalho ele injeta-se com o vírus, que o transformou na criatura mal formada que agora está perseguindo Sherry.[31] Annette reconhece o pingente de sua filha e tenta tirá-lo de Ada. A luta segue – e durante as emoções, Annette é lançada sobre uma grade[35] Ada descobre que o medalhão de ouro contém uma amostra do G-vírus, e mais tarde - tomada por suas emoções - retorna à Leon, cuidando de seus ferimentos.[27] [31]

Enquanto isso, Claire se reúne com Sherry, e descobre que Birkin havia implantado em sua filha, um embrião para produzir descendentes. Leon, Ada, Claire e Sherry entram em uma fábrica abandonada conectada a Umbrella que servia como um centro de pesquisas. Birkin ataca e deixa Ada gravemente ferida, então Leon explora o laboratório afim de encontrar algo para cuidar de suas feridas.[31] Ele é interrompido por Annette, que lhe explica que a relação de Ada com John era apenas um meio de obter informações sobre a Umbrella, e então ela diz que Ada é uma espiã enviada para roubar o G-vírus, trabalhando para uma organização desconhecida.[31] [36] Quando Annette está prestes a atirar em Leon, o monstro Tyrant aparece e ela é forçada a recuar, Ada então retorna para salvar Leon, e derrota o Tyrant aparentemente à custa da sua própria vida. Enquanto isso, Annette tenta fugir com outra amostra do G-vírus, mas é ferida mortalmente pelo marido mutante. No entanto, antes de morrer, ela diz a Claire como criar uma vacina que irá neutralizar as mutações causadas pelo embrião dentro de Sherry. Depois de preparar a cura, Leon e Claire se reúnem em um trem de fuga, e injetam a vacina no corpo de Sherry, que acaba por salvar sua vida. Birkin – se transforma em uma grande criatura – e os persegue, porém é morto quando um sistema de auto-destruição faz com que o trem exploda.[31] Depois de escapar da cidade com Sherry, Leon tem a intenção de derrubar a Umbrella, enquanto Claire continua a procurar seu irmão.[31] [37] No fim, está implícito se Ada havia sobrevivido e se o G-vírus estava seguro no pingente.[31] [38] O minigame "The 4th Survivor" mostra o sucesso da missão de recuperação do G-vírus, que apresenta Hunk, um dos agentes especiais enviados pela Umbrella.[38] "The Tofu Survivor" e "Extreme Battle" são missões que não estão relacionados à trama do jogo.[22] [39]

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Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Versão inicial[editar | editar código-fonte]

A tentativa inicial de criar um seguimento para Resident Evil foi Biohazard Dash, que se passaria três anos após os eventos do primeiro jogo e seria centrado em torno das ruínas que destruiram a Spencer Mansion (em português: Mansão Spencer), com dois novos protagonistas de identidade desconhecida que lutariam contra monstros bizarros. No entanto, este projeto foi descartado em favor de uma sequência que se fixasse em Raccoon City.[40]

O desenvolvimento de Resident Evil 2 começou um mês após a conclusão do seu antecessor, no início de 1996.[41] O jogo foi oficialmente anunciado quando a primeira filmagem foi exibida no Festival '96 Ir V, em julho daquele ano.[42] Este início do trabalho, foi mais tarde apelidado de Resident Evil 1.5. Pois o produtor Shinji Mikami, diferenciava drasticamente a partir da versão lançada, nos fatores: cenário e jogabilidade.[43] [44] Seu enredo seguia o mesmo esquema básico de Resident Evil 2, e contava sobre um surto de zumbis em Raccoon City, dois meses após os eventos do primeiro jogo. Nesta versão da estória, no entanto, a Umbrella já havia sido fechada como consequência de seus experimentos ilegais.[45] A equipe de desenvolvimento procurou manter o gênero survival horror do jogo original, e assim, introduzido à narrativa dois novos personagens que ainda não tinham experiências com situações terríveis, sendo eles: Leon S. Kennedy, em grande medida idêntico ao seu personagem na versão final, e Elza Walker, uma estudante de faculdade e motociclista que iria passar as férias em Raccoon City, sua cidade natal.[44] [45] [46] [47] Ao contrário da versão final, ambas estórias de Leon e Elza não se cruzam, e cada personagem jogável tem dois parceiros de apoio em vez de apenas um,[46] Leon recebeu ajuda do colega policial Marvin Branagh e uma pesquisadora chamada Linda (primeira versão de Ada Wong) – enquanto Elza foi auxiliada por Sherry Birkin e um homem chamado Jonh, que apareceu em Resident Evil 2 como um proprietário da loja de armas "Kendo".[46] [48]

Influências do mundo real tiveram um grande impacto na produção dos personagens, por exemplo, o desenhista Isao Ohishi se baseou em seu cão de caça quando criou Leon, e Annette Birkin foi baseada na atriz Jodie Foster.[48] O departamento de polícia de Resident Evil 1.5 tinha um design mais moderno e realista, e foi menor do que a construção final vista em Resident Evil 2.[45] [46] Houve mais encontros com policiais sobreviventes, como um oficial superior de Leon chamado Roy.[46] [48] O número de polígonos usados ​​para os modelos de inimigos era muito menor do que na versão final.[43] Isto permitiu que muitos zumbis aparecessem na tela, um método de invocar medo no jogador que jogasse Resident Evil 1.5.[43] [44] Além disso, o jogo empregava um tipo de música dinâmica, e era frequentemente aplicada ao pré-fundo do jogo, de acordo com os eventos ocorridos.[45] Os personagens jogáveis ​​podiam ser equipados com equipamentos especias, tais como roupas de proteção, que ressaltavam sua defesa e permitiam-lhes carregar mais itens.[49] [50] Os personagens eram modelos poligonais alterados por mudanças de roupa e por dano recebido de inimigos.[49]

Redesenho[editar | editar código-fonte]

O desenvolvimento foi realizado por um grupo de 40 à 50 pessoas que faziam parte da Capcom Production Studio 4.[43] [51] O diretor Hideki Kamiya liderou a equipe, que foi composta por trabalhadores mais novos da Capcom e mais da metade dos profissionais do Resident Evil original.[41] [43] [44] Nos estágios iniciais de desenvolvimento, o produtor Mikami, muitas vezes teve divergências criativas com Kamiya, e tentou influenciar a equipe com sua própria direção. Ele finalmente voltou com o papel de fiscalizar como de um produtor, e pediu para o mostrarem o que construiram no fim do mês.[44] A equipe acreditou que o jogo estava bom individualmente, mas não satisfatório como um todo, Mikami esperava que o projeto estivesse finalizado antes da data de lançamento prevista para maio de 1997.[44] [47] Pouco tempo depois, Resident Evil 1.5 foi cancelado com desenvolvimento de 60 à 80 por cento.[41] [43] [46] [52] Mikami explicou mais tarde que o jogo não teria atingido a qualidade desejada no período de lançamento, e, especialmente, a jogabilidade foi desaprovada e os locais eram "maçantes e chatos".[41] [43] [44]

A estória de Resident Evil 1.5, com que Mikami planejava terminar a série, foi criticada pelo supervisor Yoshiki Okamoto, que achou que fosse muito conclusivo para permitir segmentos futuros. Em vez disso, Okamoto propôs a criação de um universo ficcional que viraria Resident Evil em uma macrossérie de jogos - semelhantes à Gundam e as franquias de James Bond - no qual continham estórias com elementos comuns que poderiam ser contadas.[44] Durante o período em que a equipe não realizou progresso algum, Okamoto foi introduzido profissionalmente junto ao roteirista Noboru Sugimura, que estava entusiasmado com a estória do primeiro jogo.[53] Sugimura foi inicialmente submetido para uma base de testes, mas Okamoto ficou impressionado com a facilidade que ele escrevia e consertava problemas que afligiam o roteiro, e logo pediu-lhe para compor todo o cenário de Resident Evil 2.[43] [53] Uma modificação fundamental para a estória foi a reformulação da personagem Elza Walker para Claire Redfield, a fim de introduzir uma conexão com o enredo do primeiro jogo.[41] Para cumprir o plano de vendas de dois milhões de cópias criado pela Capcom, o diretor Kamiya tentou atrair novos clientes com uma apresentação estórica mais ostensiva.[54] Como Okamoto não queria simplesmente cumprir as ordens da direção, ele Sugimura e Mikami discutiram as revisões do enredo e a equipe de desenvolvimento.[44] Os planejadores redesenharam o jogo desde o início para se ajustar às mudanças, os programadores e outros membros restantes da equipe foram enviados para trabalhar em Resident Evil: Director's Cut, que foi fornecido com um disco de visualização jogável da nova versão de Resident Evil 2, a fim de promover o segmento, e se desculparem com os jogadores pelo o seu lançamento tardio.[43] [55]

Apenas alguns elementos de Resident Evil 1.5 poderiam ser reutilizados, como as principais localizações da versão final que foram criados com um olhar mais extravagante e artístico, baseados em fotografias tiradas dos interiores de edifícios japoneses.[43] Estes ambientes foram criados com um programa de software chamado de O2, e cada fundo levava de duas a três semanas para renderizar. O número máximo de zumbis exibidos na tela ao mesmo tempo era limitado a sete, o que tornava possível a utilização de 450 polígonos para os modelos relativamente detalhados de Leon e Claire.[41] Os protagonistas, em vez de terem feridas visíveis, caminhavam lentamente ao receberem danos pesados.[43] Além dos gráficos, uma das mais importantes novidades foi o "sistema zapping", que era parcialmente inspirado por Back to the Future Part II, um tempo de sequência que oferece uma perspectiva diferente sobre a história do filme original. As vozes dos dubladores canadenses de Resident Evil 2 foram gravadas antes das cenas reais serem concluídas, os próprios dubladores eram selecionados a partir de uma lista de pessoas cogitadas para dublar apenas um personagem.[44] Posteriormente, os vídeos em full-motion foram criados a partir de figuras de ação que até então eram desenvolvidas com computação gráfica (CG).[39] As cenas da personagem Ada não foram concluídas no tempo determinado; assim, ela é a única personagem a não aparecer em uma cena pré-renderizada.[44] Diversas mudanças tiveram que ser feitas entre os lançamentos regionais de Resident Evil 2. A versão norte-americana contém um "fim de jogo" mais violento, que foi removido da versão japonesa (Biohazard 2). Resident Evil 2 também foi mais desenvolvido do que sua versão no Japão, a fim de evitar afetar as vendas nos Estados Unidos.[39] [41] [56]

Visão Geral[editar | editar código-fonte]

A maior diferença entre Resident Evil 2 e o original foi a adição do Zapping System. Como no original, o jogador tem a escolha entre 2 personagens: Leon e Claire. Diferentemente do original, onde o cenário de ambos os personagens era praticamente o mesmo, Resident Evil 2 permite ao jogador jogar pelo primeiro cenário com qualquer um dos jogadores, o que então abre um segundo cenário envolvendo o outro personagem, que se difere muito do cenário original. O jogo está em 2 discos (um para cada personagem). Apesar de ambos cenários serem cronologicamente simultâneos, algumas das ações feitas pelo jogador do primeiro cenário vai afetar os arredores do personagem do segundo cenário (incluindo acesso a certas áreas). Como resultado, os jogadores podem jogar por um dos quatro possíveis cenários dependendo da ordem de personagens que eles escolham ("Leon A" e "Claire B", ou "Claire A" e "Leon B").

As diferenças entre os dois personagens são mais balanceadas em Resident Evil 2. Ambos personagens podem segurar a mesma quantia de itens (oito normalmente, mas esse número pode ser elevado para dez para qualquer um dos personagens equipando opcionalmente uma pochete) e suas próprias vantagens e desvantagens, apesar de cada desafio poder ser resolvido por qualquer um dos personagens. Claire pode usar um lockpick para abrir gavetas e trancas simples (como a Jill no primeiro jogo), onde Leon precisa usar pequenas chaves (small keys) que ele encontra pelo jogo; Leon tem um isqueiro como seu item especial, onde Claire precisa encontrar um e carregá-lo manualmente.

Os dois começam com uma faca de combate porém as armas disponíveis para os dois são diferentes. Leon tem uma pistola HK VP70, enquanto que Claire tem uma Browning Hi-Power. Leon também consegue armas convencionais como a espingarda (shotgun), uma Desert Eagle (ambas podendo ser melhoradas com partes customizadas) e, mais tarde, o Lança-chamas (flamethrower), enquanto que Claire pode adquirir armas como uma lança-granadas M79 (com vários tipos de munição), uma besta (crossbow), e mais tarde, uma arma experimental da Umbrella chamada de Spark Shot. Em termos de poder de fogo, as armas do Leon são comparativamente melhores que as da Claire, com muito menos necessidade de se manusear munição devido a ter somente três armas principais.

A jogabilidade permanece praticamente igual a do primeiro jogo, no entanto o jogador pode agora determinar o status de seu personagem por sua linguagem corporal. Se o jogador estiver com sua saúde no Caution, seu personagem vai cobrir seu estômago com uma mão. No estado de saúde Danger, o jogador começa a mancar (e não pode correr). Além do mais, o personagem pode receber mais dano dos inimigos comparados com os do primeiro jogo. Os personagens também reagem com o ambiente olhando para cima ou para baixo para os inimigos. Por exemplo: se abaixando para investigar o corpo de um inimigo morto pelo jogador.

Um sistema de classificação alfabético também foi implementado que guarda os dados de tempo de jogo, número de vezes que o jogo foi salvo e número de itens de recuperação usados. Depois de se terminar o jogo, a tela Result Screen é mostrada qual foi a classificação alcançada pelo jogador. Para conseguir uma classificação "A" ("S" na versão japonesa), o jogo deve ser concluído em menos de três horas na dificuldade normal, e nenhum spray de cura (healing spray) deve ser usado. Usar alguma armas especiais (armas destraváveis com munição infinita) ou salvando o jogo mais do que doze vezes diminui a classificação em um ponto.

Personagens[editar | editar código-fonte]

São protagonistas do game: Leon e Claire, sendo que cada um deles tem personagens de apoio. Leon contará com Ada, e Claire contará com Sherry, sendo ambas personagens também jogáveis em determinados pontos. O jogo com Leon é consideravelmente mais fácil do que o de Claire.

Leon S. Kennedy[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Policial
  • Ano de nascimento:1977
  • Altura: 1,80m
  • Descrição: Em 29 de setembro de 1998, logo após se formar como policial Leon pede transferência para do departamento policial de Reccoon City interessado nos estranhos acontecimentos que haviam rondado a cidade. Ao chegar à cidade desconhecida, se vê em uma situação inimaginável e demora um pouco a entender o que estava acontecendo ali; tentando sobreviver em meio a zumbis bizarros que foram uma vez os cidadãos da cidade; Ao se encontrar encurralado por zumbis Leon tenta fugir e é quando encontra Claire Redfield uma jovem garota que está em busca do seu irmão Chris Redfield. Logo após se conhecerem os dois resolvem usar uma viatura para ir até a delegacia da cidade onde poderia ser mais seguro e livre dos zumbis , mas logo sofrem um acidente em função de um caminhão descontrolado e acaba em uma explosão com destroços e chamas separando os dois. E em meio aos destroços combinam de se reencontrar na delegacia.

Claire Redfield[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Estudante
  • Ano de nascimento: 1979
  • Altura: 1,68m
  • Descrição: Claire é uma universitária apaixonada por motos que, ao ficar mais de um mês sem ter nenhuma resposta do irmão Chris (sua unica família), decide ir a Raccoon City atrás dele. Chegando lá, se depara com uma cidade infestada por zumbis e monstros. Quando tenta fugir do primeiro zumbi que encontra, Claire se depara com Leon, com o qual segue junto até a delegacia, onde são obrigados a se separarem por causa de um acidente. Na delegacia, Claire encontre Sherry, que ela promete proteger custe o que custar.

Ada Wong[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Agente da Umbrella
  • Ano de nascimento:1976
  • Altura:1,70
  • descrição: Uma mulher sexy e misteriosa à procura de seu namorado John, um funcionário da Umbrella para roubar arquivos sobre o G-Vírus(citado em Resident Evil 1 em um arquivo). Ela acaba se perdendo na cidade, até encontrar Leon, por quem, com o tempo, cria uma afinidade. Ada esconde um segredo.

Sherry Birkin[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Estudante
  • Ano de nascimento:1986
  • Descrição: Sherry está perdida dentro da delegacia. Em pânico, vive fugindo de tudo e de todos. Felizmente Claire a encontra e consegue acalmá-la, fazendo de tudo para protegê-la das criaturas espalhadas pela cidade.

Annette Birkin[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Cientista
  • Descrição: Annette é a mãe de Sherry e esposa de William Birkin, o criador do G-Vírus. Annette não permite intrusos nos laboratórios da Umbrella, e fará o que for possível para eliminar Claire, Leon e Ada. Ao descobrir que a filha está perdida na delegacia, Annette se desespera, por lembrar-se que a única amostra restante do G-Vírus está no pingente da menina. Annette é morta pela 4ª mutação de Birkin (ou morre devido aos estrondos que o mesmo causa, fazendo com que partes do teto lhe caisse em cima) dependendo os eventos, mas em todos, ela morre.
  • Annette Birkin, aparentemente, além do instinto protetor quanto ao Laboratório da Umbrella na cidade, espera sair viva de Raccoon City. No início do game, ela tenta salvar alguma amostra do G-Vírus, numa tentativa desesperada de resgatar o projeto de seu marido, o cientista William Birkin. Quando vê que Leon e Claire ameaçam seus planos, descobrindo o laboratório e lendo os arquivos da Umbrella, ela decide investir contra eles, tentando proteger não somente o laboratório mas como também todo os projetos secretos que por tanto tempo se desenrolaram naquele lugar.

Vejamos alguns passos de Annette:

  • 1. Ela tenta contra Ada Wong no esgoto, após descobrir que Ada estava viva e continuava com o seu plano de espionagem a mando de Albert Wesker.
  • 2. Ela descobre que o chefe de polícia Brain Irons está morto. Como Annette era o contato entre Irons e William, ela decide procurar seu marido e Sherry, para saírem da cidade.
  • 3. Ela encontra Claire no esgoto, na Estação de Tratamento (Cenário 2: Claire), e acaba sabendo (por Claire) que Sherry está viva. A pequena menina tem uma amostra do G-Vírus (a única que resta) no pequeno pingente no pescoço. Annette deseja encontrar sua filha e recolher essa amostra.
  • 4. Ela encontra Leon no laboratório, quando foi procurar por Sherry lá, e tentar pela última vez recolher amostras do Projeto G-Vírus. Também estava a procura de William, mas acaba sendo atingida por canos de ventilação do teto da Área Oeste, que caíram em cima dela, em uma trepidação brusca do laboratório (Houve uma falha no setor de energia, que desestabilizou o reator principal e estremeceu todo o laboratório).
  • 5. Por fim, nossa vilã acaba morrendo, na 4ª transformação de William Birkin, que injetou o G-Vírus no próprio corpo. Os estrondos causados pelo reator principal do laboratório e pelo próprio William, apenas agravaram seu estado debilitado, ocasionando sua morte prematura.

Annette Birkin não chega a cumprir seus planos de salvar o G-Vírus, mas encontra sua filha Sherry antes de morrer no chão da passagem central do Laboratório, e Sherry, no final do jogo, acaba ficando aos cuidados de sua nova amiga, Claire.

Brian Irons[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Delegado/Policial
  • Descrição: O delegado fica desesperado ao ver as criaturas soltas pela cidade, não por ser policial, mas por ter um acordo de não interferir nos negócios clandestinos da Umbrella. Um verme "Baby" parte seu corpo ao meio (ou William Birkin lhe mata, dependendo os eventos). Em Resident Evil 1.5 Irons era originalmente um policial ferido.

Segundo as histórias originais do primeiro e segundo game da série Resident Evil, Brian Irons, chefe de polícia, era uma espécie de guardião das entradas do Laboratório da Umbrella na cidade.

A Umbrella possuía dois laboratórios em Raccoon City, inicialmente:

  • Arkley's Lab: Laboratório Central de Arkley, localizado nas florestas de Arkley. No subterrâneo da Mansão do milionário Senhor Spencer, um dos fundadores e presidente da Umbrella, existia um grande laboratório, onde foram criadas as primeiras amostras do T-Vírus, vírus que iniciou toda a série do Resident Evil. Esses episódios se passam no Resident Evil 1. Esse laboratório acaba sendo destruído por Jill Valentine e Chris Redfield (policiais dos S.T.A.R.S - Resident Evil 1,3 e 5), assim como toda a mansão.
  • Laboratório Subterrâneo de Pesquisas de Raccoon (No filme da franquia, é chamado de Colméia (The Hive). Localizado a mais de 2 km abaixo da terra, era o principal e maior laboratório de pesquisas da Umbrella na cidade. Ali William Birkin desenvolveu, a partir de pesquisas em cima de substâncias químicas e do próprio T-Vírus, um outro vírus, que consome e elimina o antigo T-Vírus: G-Vírus. O G-Vírus, quando injetado em uma pessoa contaminada com o T-Vírus, ambos anulam-se e a pessoa fica curada. Mas se injetado sozinho causa mutações inimagináveis, potencializando o efeito de qualquer outra droga e aumentando a massa corporal do paciente, podendo levar a mutações extremas e impossíveis de serem revertidas. A entrada desse Laboratório ficava no Departamento de Polícia de Raccoon City (Raccoon Police Departament - R. P.D). Brian Irons lavava dinheiro para a Umbrella comprando quadros e objetos de Arte. E de quebra, ainda guardava uma das principais entradas do laboratório, que ficava na sua sala, e outra que ficava na garagem da Delegacia (Cenário 1: Leon).

Brian Irons ainda se comunicava com William Birkin através de Annette, que fazia papel de espiã e comunicante, ponte entre a Umbrella e Brian Irons. O chefe de polícia era instruído a não investigar nada que correspondesse a Umbrella, e nem se meter nos assuntos da empresa, por mais sujo e criminoso que parecesse. Isso porquê a Umbrella empregava quase setenta por cento dos moradores da cidade, possuíndo um grande poder aquisitivo.

Brian Irons morre na sala de tortura (de propriedade da Umbrella) no subsolo da Delegacia de Polícia, por um verme ou por William (não se sabe, afinal, os dois atacaram ao mesmo tempo).

Ben Bertolucci[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Jornalista
  • Descrição: Totalmente apavorado, "Bert" resolve se trancar em uma cela da delegacia, e sabe que há algo muito perigoso lá fora, além dos zumbis e das outras criaturas. É encontrado por Ada e Leon, e se nega a deixar a cela, até que tudo volte ao normal. Acaba sendo decapitado por um verme "Baby" (ou morto por William Birkin, dependendo os eventos). A missão de Ben é informar ao mundo os segredos da Umbrella, após sua morte ele deixa um documento informando Leon sobre o caminho para o Laboratório subterrâneo da Umbrella.

Mr. X[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Arma biológica encarregada de recuperar o G-vírus.
  • Descrição: Após o sumiço do esquadrão de agentes no laboratórios da Umbrela a corporação da Europa decide enviar o Tyrant T-103 (Conhecido como Mr. X pelos fãs) é um modelo de Tyrant criado a partir do T-002. Costuma atacar com socos que causam bastante dano,assim como seu modelo anterior, quando sofre muitos danos passa por alterações físicas com aumento da massa muscular e o crescimento de garras. Ele é visto apenas no cenário B dos personagens. Na sua primeira forma, aparenta um humano bem alto com um roupão, ja na segunda forma aparece totalmente mutado, mais forte, rápido e com enormes garras...

William Birkin[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Cientista
  • Ano de nascimento:1962
  • Descrição: Criador do T-Vírus e do G-Vírus. Birkin começou a trabalhar na Umbrella ainda com 15 anos de idade. É um grande cientista, com prazer em fazer pesquisas e testes de vírus com diversos tipos de cobaias mutantes. Sendo um dos braços direitos de Wesker no primeiro game. Birkin despertou a ira da corporação Umbrella , com boatos que escaparia da corporação com amostras do vírus mutante, para futuramente comercializar com o governo americano, sem o aval da Umbrella. Após criar uma série de amostas do G-Vírus, um vírus que causaria mutações intermináveis em tecidos vivos e mais poderoso que o T- vírus. Ele é surpreendido por " agentes operacionais" da Umbrella, que desejam a todo custo levar todas as amostras do G-Vírus. No momento tenso de negociação, os Agentes, atiram e deixam Birkin a beira da morte, levando todas as amostras do G, com excepção de duas. Uma, ele sempre guardou no pingente de Sherry Birkin, sua filha. Ja outra ele esconde e suas mãos, pouco antes de ser fuzilado, e injeta em seu corpo. Ele sofre uma mutação que o transforma em um enorme monstro, ele sai nos corredores do laboratório com sede de vingança, caçando e matando todos que vê pela frente. No decorrer do game, Birkin sofre diversas mutações causada pelo G-vírus, na primeira sua massa corporal aumenta muito, surgindo também um grande olho entre o peito e ombro direito. Seu corpo é forte o suficiente para resistir a diversos tiros de submetralhadora, arrancar barras de ferro, e expelir larvas parasitas pela palma da mão. Entretanto sua velocidade é lenta. Nessa transformação ele atacou todos os agentes operacionais que invadiram o laboratório, dentre eles o experiente Hunk, o repórter Ben Bertolucci na cela da delegacia e o Chefe de policia Irons no túnel de acesso ao laboratório. Além disso contaminou sua filha Sherry com um parasita nos esgotos. Na segunda transformação, suas roupas rasgam restando apenas poucos retalhos, do lado esquerdo do corpo, a sua pele sofre uma mutação, fazendo com que a face do rosto se estique para o peito esquerdo, uma nova cabeça surge, sua massa corporal aumenta ainda mais, e do lado direito do corpo, grande olho aumenta, surgindo também enormes garras na mão direita. Nessa transformação ele é capaz de pular de um canto pro outro na plataforma de trem no caminho para o laboratório, além disso suas garras atravessam portas e divisórias de ferro, com grande facilidade. Na terceira transformação, surgem novas garras também na mão esquerda, duas novas embaixo dos braços e presas no peito, A cabeça têm a aparência de crânio de caveira, com enormes dentes, ele aumenta de tamanho, alcance do braços, força e velocidade, além disso seus pulos se tornam mais altos e seus ataques mais mortais. Nessa transformação ele acaba perdendo completamente o seu raciocínio humano se tornando realmente um monstro. Ele acaba matando Annette sua esposa, e tenta impedir a ida de Claire, para o elevador que chega ao trem. Na quarta e penúltima transformação, Willian se torna um tipo de animal raivoso, semelhante a um leão, ele começa a correr de quatro patas, com mais duas patas frontais que fazem ele subir e correr nas paredes, As presas no peito se tornam uma enorme boca que ao prender o inimigo levam quantidade considerável de sangue, sua velocidade aumenta muito, tornando um mestre complicado de ser abatido, essa é a ultima transformação do primeiro cenário, de cada personagem do game. Na quinta e ultima transformação, Birkin esta completamente nojento, com uma forma grotesca e lenta, Sua forma lembra uma goma de mascar gigante, ele adquire tentáculos para lançar ácidos, e com eles tenta capturar personagem para devorá-lo, com sua enorme boca. Esta forma só aparece no final do segundo cenário de cada personagem dentro do vagão de trem de fuga.

Marvin Branagh[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Policial
  • Ano de nascimento: ???
  • Descrição: Marvin é um Policial experiente que é encontrado no escritório da delegacia muito ferido por diversas mordidas de zumbis. Aparentemente é o único policial que ainda esta consciente, ele informa sobre os ataques e o ocorreu delegacia e pede para que Leon e Claire vejam se há outros sobreviventes na delegacia, dando a eles um cartão de acesso ao computador central.

Após algum tempo os personagens retornam para ver o estado de Marvin, mas o mesmo acaba se transformando em um Zumbi um pouco mais resistente que os outros.

Robert Kendo[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Vendedor de armas
  • Ano de nascimento: ???
  • Descrição: Bob Kendo é o vendedor e dono da loja de armas Kendo, nas proximidades do centro de Raccoon. Ele é o primeiro sobrevivente que você encontra no jogo. Ele esta acuado atras do balcão e se assusta quando Leon e Claire entram pela porta da frente. Ele confunde os personagens com zumbis e logo pede desculpas. Após trancar a porta Kendo informa que a cidade virou um caos e infestada de zumbis. Descuidado Kendo fica de costas para a vitrine e é morto por um grupo de zumbis que invadem a loja. Observação: Durante uma parte do game é possível encontrar um fax na sala dos Stars na delegacia, na qual ha uma descrição que aponta Bob Kendo como principal fornecedor de armas dos S.T.A.R.S. (grupo de elite da policia de Raccoon), seu principal comprador era Barry Burton.

Lady Warren[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: ????
  • Descrição: Lady Warren é a filha do prefeito de Raccon city Michael Warren, ele enviou sua filha para a delegacia sobre os cuidados do delegado de policia Brian Irons acreditando que lá ela estaria protegida dos zumbis. Em um surto de raiva o chefe Irons mata Lady Waren do forma misteriosa, acredita-se que por raiva do prefeito ter fugido da cidade, deixando-o para morrer. Durante uma parte do game é possível ouvir a moça gritando dentro do escritório do delegado que esta trancada. Ao conseguir destrancar esta porta, a primeira imagem que se têm é de Lady Warren morta em cima da mesa do delegado e um enorme ferimento na barriga. Assim que se aproxima do corpo o delegado aparece lamentando o ocorrido. Após sair e retornar a sala do delegado. Ambos desaparecem.

Hunk[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Agente Operacional da Umbrella Corporation
  • Descrição: Hunk é o codinome de um experiente agente operacional secreto a serviço da Umbrela, ele é enviado as missões mais suicidas, para queima de arquivos, sem deixar pistas ou vestígios de sua presença. Em 1998 Hunk é enviado a uma missão na qual deveria ir ao laboratório subterrâneo da Umbrela com sua equipe para pegar a amostra do G-Vírus a qualquer preço. Já que William Birkin não queria entregá-lo nem mesmo para os superiores. Hunk acaba sendo novamente o único sobrevivente da sua equipe, a repetição deste fato concedeu a Hunk o apelido de 'Senhor Morte' (Mr. Death).

Tofu[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Agente Operacional da Umbrella Corporation
  • Descrição: Tofu é um queijo jogavel depois de finalizar o game 6 vezes com Ranking A (3 no cenário A e 3 no cenário B) assim você destrava o minigame "Tofu the survivor", ele é uma sátira do personagem Hunk, sua missão é a mesma levar o G-vírus a qualquer preço, no game ele não têm armas de fogo, apenas uma faca, ele é muito resistente, aguenta muitas mordidas e ataques dos inimigos mais fortes, mas isso não quer dizer que ele é imortal, a cada ataque ele vai mudando de cor indicando uma condição de saúde: Branco (sadio) e vermelho (Morrendo).

Chris Redfield[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Policial de elite, membro dos S.T.A.R.S. e segundo no comando.
  • Descrição: Após sobreviver no primeiro game, Chris informou todos na cidade de Raccoon sobre os terríveis incidentes ocorridos na floresta. Com exceção de Jill, Barry e Rebecca, os sobreviventes do primeiro. Ninguém acreditou na história que foi contada, desde de os civis comuns até seus companheiros de farda. Acobertada pelo chefe Irons delegado do R.P.D. a corporação multimilionária "Umbrela" continuou com seu trabalho escondido no sub-solo da cidade, e sobre uma faixada de empresa tecnológica continuava vendendo seus produtos e gerandos empregos, isso é um acordo selado para apoiar a candidatura de Irons para futuro prefeito de Raccoon. Chris começou a investigar sozinho a Umbrela e o Chefe Irons, entretanto após relatos do T-Vírus no exterior. Chris decide ir investigar sozinho a sede da Umbrella na Europa, deixando a cidade aos cuidados de sua parceira de farda Jill. No game só é possível jogar com ele no mini game "Extreme Battle".

Brad Vickers[editar | editar código-fonte]

  • Ocupação: Piloto de Helicóptero.
  • Descrição: Brad é um membro dos Stars, especializado em pilotagem de helicópteros, antes de Leon e Claire chegarem a delegacia, Brad é assassinado por Nemesis no patio frontal da delegacia. Mais ou menos duas horas depois, quando os personagens de Resident Evil 2 chegam a delegacia, eles o encontram no túnel frontal do patio transformado em zumbi extremamente resistente. Para que ele apareça o jogador deve fazer o caminho até a delegacia sem pegar armas e munição. Após derrubar Brad é possível pegar com ele a Special Key, uma chave secreta que abre o armário de roupas secretas da sala de revelação de fotos.

Outras Plataformas e Versões[editar | editar código-fonte]

Resident Evil 2 para Game.com[editar | editar código-fonte]

Resident Evil 2 também teve uma versão no vídeo-game portátil game.com, da Tiger, um braço da Hasbro. O videogame não suportava cores e nesta versão só se podia jogar com Leon.

Resident Evil 1.5[editar | editar código-fonte]

Resident Evil 1.5 foi uma versão Beta de Resident Evil 2, que nunca foi lançada pela Capcom, era também conhecida com Resident Evil 2 Prototype, já que era um protótipo do que seria a versão final de Resident Evil 2. Há um monte de coisas diferentes nesse game, como os personagens, os cenários, o enredo, a trilha sonora, os puzzles, e outros detalhes que permaneceram ou foram descartados na versão final. Quando este game estava com mais ou menos 80% de seu desenvolvimento completo, os produtores da Capcom não gostaram do que viram, por ser uma versão muito semelhante ao primeiro Resident Evil 1. O que eles buscavam era algo realmente inovador naquela época. Como por exemplo, a interação dos cenários de cada personagem seguindo roteiro de enredo. Aonde você iniciaria o game com um personagem em um local especifico e quando fizesse final, iniciaria com o outro personagem de um local diferente. Isso fez com que o projeto fosse iniciado novamente do zero, com um novo enredo, o que explicaria o atraso do lançamento de Resident Evil 2 em 1998, dois anos após Resident Evil 1 lançado em 1996. Resident Evil 1.5 foi mostrado na “Tokyo game Show” de 1997, exibido em várias revistas e vídeos publicitários daquela época. Isso tudo, atiçou a curiosidade dos fãs sobre o que viria por ai. Tudo era diferente, com uma variedade maior de inimigos, como os zumbis, alguns eram gordos, magros, rápidos, lentos, e movimentações novas que teriam, como subir em plataformas, pegarem fogo, passar por debaixo das portas, e te agarrar pela cela das prisões. Havia novas armas, dentre elas uma granada de mão que poderia acabar rapidamente com os mortos vivos, toda vez que você estivesse encurralado nos corredores. Sem falar na quantidade imensa de sangue que os inimigos espalhavam. Além dos zumbis os outros inimigos eram os corvos, cachorros, aranhas, gorilas e outros seres. A trilha sonora era mais sombria, em algumas partes dá a impressão de estar em um filme de terror. Como nunca foi lançado, até hoje os vídeos demonstrativos atiçam a curiosidade dos fãs mais assíduos da série, aparentando ser um game mais complexo que a versão original, já que tinha diversos personagens ao invés de uma história com um enredo a ser seguido, como em Resident Evil 2, essa versão trazia a possibilidade de matar ou salvar alguns personagens, que possibilitaria em múltiplos finais para o game. Um dos detalhes que mais mudaram se trata dos personagens, na primeira versão o model 3d de Leon, ele era muito diferente do que seria em Resident Evil 2, sua aparência lembrava mais o Chris Redfield de Resident Evil 1, na primeira versão ele tinha uma camiseta azul escura, com suspensório para armas e granadas, calças Jeans azul claro e cabelos pretos com uma franja, acreditasse que nesta versão Leon não fosse um novato e sim um experiente policial que se abriga no RPD. Após um tempo essa versão foi substituída por uma segunda versão, o Leon que conhecemos hoje, um novato que chega na cidade. Outra novidade era Elza Walker, para quem não sabe ela foi o primeiro model 3d da Claire Redfield. Elza é uma motoqueira loira, uniformizada com roupas laranja e branca, semelhante a um piloto de Moto GP, e que tinha acabado de chegar na cidade. Outra diferença eram os personagens secundários ou sobreviventes que você iria encontrar durante o game. Na aventura de Elza você encontrava com John, a primeira versão do Robert Kendo de Resident Evil 2, ele a auxiliaria em diversas partes do game, empurrando carros e objetos pesados, entretanto não era um personagem jogavel, você decidiria se ele sobreviveria ou morreria, dependendo das suas ações no game, caso optasse pela morte, ele se tornaria o subchefe de Resident Evil 2 conhecido hoje como Baby Mutant G. Outro personagem que aparece no caminho de Elza era Sherry Birkin, essa se manteve original nas duas versões, e assim como em Resident Evil 2, sua missão seria protegê-la, e ela por sua vez te auxiliaria em algumas partes do jogo, a pegar itens e passar por buracos e dutos de ar apertados, sendo um personagem jogável. No caminho de Leon, você encontraria Linda que era o primeiro model de Ada Wong, acreditasse que ela seja uma médica bióloga nesta versão, mas não seria um personagem jogavel. O outro era o Marvin Branagh, o mesmo policial de Resident Evil 2, este seria um personagem jogavel e você poderia optar por sua sobrevivência ou a sua morte, ele é um policial com uma boa pontaria que ajudaria nos piores momentos do game. Existem personagens que aparecem para ambos os personagens, entretanto não são jogáveis, DJ Roy era um policial nerd de óculos, que o auxiliaria em diversas partes do game, instruindo a fechar portas elétricas, resolver puzzles, e te guiando pelo jogo. Brian Irons, nesta versão ele seria um bom homem e um policial exemplar, e usaria um uniforme de policial, e faria de tudo para defender o RPD. Annete Birkin e William Birkin também estariam disponíveis. William assim como na versão final seria um dos chefes do game, mas não se sabe se seria o chefe final. Outras mudanças radicais desse game foram os cenários, a delegacia do RPD, tinha mais aparência de uma delegacia real, e não se parecia nada com o museu que virou o RPD de Resident Evil 2, com uma entrada frontal de atendimento, sala de recepção, uma galeria de tiros ao alvo, celas de prisões, um heliporto no terraço, portas de ferro, grades de aço, corredores pintados de duas cores, escritórios com visão para a rua, além disso você poderia sair pela garagem, acreditasse que o primeiro chefe seja um enorme gorila que vive no estacionamento. Poucas coisas foram mantidas RPD para a versão final somente o necrotério e a sala de projeção. O segundo local de exploração, seria os esgotos, nessa versão ele esta bem diferente da versão final, por exemplo, o corredor de Resident Evil 2 que aparece o crocodilo gigante, em Resident Evil 1.5, esta lotado de zumbis e aranhas, em certa parte do jogo ao abrir uma porta móvel de represa, a água imunda os esgotos e depois surge o crocodilo gigante como chefe. A terceira parte seria nas ruas de Raccoon e entrada da fabrica da umbrella, você andaria por ruas caóticas com vários veículos destruídos, um pátio cheio de viaturas, e a entrada frontal da fabrica lacrada, este cenário é semelhante ao começo do jogo em Resident Evil 2 quando os personagens andam pelas ruas. Para entrar na fabrica necessitara da ajuda de Sherry Birkin, na qual ela entra num duto e abre a porta da fabrica para Elza e John entrarem. O quarto local é a fabrica da Umbrella, diferente da versão do Resident Evil 2, na qual o personagem só dava uma voltinha de bonde por esse local. Nessa versão era mais complexo, exigindo muita paciência do jogador. Tem lobby enorme, com uma entrada frontal com vidros a prova de bala, na qual você pode ver o lado de fora da rua, com uma viatura parada. Além disso, tem uma enorme escada diagonal soldada na parede, que leva ao segundo andar, assentos de espera para visitantes e um enorme balcão de recepção, dando a impressão de ser um banco e não uma fabrica. Acreditasse que esse local serviu de referencia pro RPD que comecemos hoje em Resident Evil 2. No segundo andar da fabrica, há corredores com portas elétricas, salas com materiais químicos. Escritórios com computadores e papéis espalhados, sala de segurança e plataformas. No final dessa fabrica você chega a um enorme armazém com armas, e mais a frente o elevador que leva ao laboratório secreto. Neste trecho quando a porta do elevador se abre, sai o chefe William Birkin em seu primeiro confronto. Quando ele pega uma barra de ferro para te acertar. O último local de exploração é o laboratório do subsolo, esse local é basicamente similar ao de Resident Evil 2 com gráficos menos detalhados, e pequenos diferenças no enredo. Por exemplo, Marvin é ferido na perna na luta com Birkin e precisa descansar naquela salinha de segurança, já em Resident Evil 2 quem fica lá é Sherry. Outra diferença é a quantidade de andares, em Resident Evil 2 tem três andares no laboratório, já em Resident Evil 1.5, são quatro andares e algumas salas de repouso. Um subchefe que aparece no laboratório é o Spider Monster, um monstro que anda como um ser humano, mas têm várias patas de aranha sobre as costas, ele te persegue por vários locais do laboratório, semelhante ao Mr x de hoje. Alguns locais só ficaram nos projetos e nos rascunhos, já que foi nesse estagio de desenvolvimento que o game parou. Existe uma série de revelações de produtores e outros vídeos que foram mostrados ao longo do tempo. Em uma aparece a cena do laboratório com os corredores chamas. Essa seria a reta final do jogo, na qual você deveria fugir do laboratório pelo trem de fuga, contando com a ajuda de Annette que abre a porta do elevador para que você fuja pelo trem. Ao invés de Birkin surgir como em Resident Evil 2, aqui você enfrenta um Tyrant como sub-chefe. A Capcom havia planejado dois mestres finais para essa versão, um se chamaria Golgotha e o outro Zeiram, um para cada personagem do game. Esses mestres assim como Birkin, sofreriam uma série de transformações, até a batalha final no trem. A Capcom então mudou de ideia e criou apenas a sigla “G” reverente ao mutante Golgotha, e que se tornou o William Birkin transformado com vírus G.


Durante este tempo, uma versão do jogo para Sega Saturn foi cogitada, utilizando o cartucho de 4 MB do console. O desenvolvimento foi cancelado, sob alegação dos produtores que o Saturn não seria capaz de suportar a qualidade da versão de PSOne.

Resident Evil 2 Dual Shock[editar | editar código-fonte]

Esse game tem tudo o que a versão original tem e ainda mais, como o Arrange Mode, que vem com 3 armas especiais com munição ilimitada, que é muito legal, além da compatibilidade do controle analógico, que responde aos atritos que rolam durante o jogo, como atirar, ser atacado, morrer, entre outros.

Outra novidade é que há um mini-game secreto, o Extreme Battle, na qual a missão é desarmar as bombas que estão dentro da delegacia, mas a diferença está no final (Laboratório) que tem que voltar para o início do jogo (Delegacia), passando por 3 estágios. O jogo vai passando de nível. No 1º tem a opção entre Claire e Leon, terminando com qualquer um dos dois, habilita Ada para o 2º, e terminando o 2º, habilita Chris para o 3º, este em um nível muito, mas muito difícil. Detalhe: pode salvar em uma quantidade limitada de vezes e encontrar ervas e munições pelo caminho.

Resident Evil 2 (N64)[editar | editar código-fonte]

Este game é considerado muito bom, mas com alguns problemas, no começo ninguém sabia como comprimir 1300 MBytes (Equivalente a 2 CDs) em cerca de 512 MBits. A primeira vista isto parece impossível, mas a Capcom, juntamente com a desconhecida Angel Studios, conseguiu tal feito. E o mais impressionante de tudo, é que ainda foram capazes de adicionar uma série de novidades e implementações que enriquecem ainda mais o título, tornando-o perfeito para um Re-Make.

Com personagens muito melhor texturizados, gráficos em altíssima resolução (possível com o auxílio do expansor de 4 MegaRAM), animação fluente e som completamente Surround, Resident Evil 2 64 já mostrava seu poder no demo apresentado durante a E3 e a TGS. A jogabilidade tornou-se muito mais dinâmica, uma vez que os Load Times entre os cenários foram completamente cortados - apesar das animações da abertura das portas ainda estarem presentes, para dar um ar de suspense e dar continuidade à tradição da série. Mesmo os controles foram implementados, com uma resposta muito melhor do controle analógico do console, além da compatibilidade com o Rumble Pak. A maior parte dos sons fora recriados, tornando-se mais limpos e se encaixando perfeitamente ao Surround Sound.

Por incrível que pareça, os mini-games com Hunk e Tofu também estão presentes. Além dos novos gráficos, a Capcom adicionou novos files que estão por todo o game. Os arquivos são documentos que contam um pouco mais sobre a história de Resident Evil, com detalhes sobre o enredo dos games lançados. Quanto aos itens, agora eles são espalhados pelos locais de forma aleatória, se alterando a cada novo jogo - o sistema de Item Randomizer.

Resident Evil 2 Beta (PS1)[editar | editar código-fonte]

Versão de testes do resident evil 2. Nunca foi lançada, mas vazou na internet e foi vendida ilegalmente nas ruas. Contem dois cenários com Leon: Um quase tradicional da versão final e outro bem diferente como um Tyrant (T-002) e com quase todas as salas da estação de trem resgatada pelo jogo Resident Evil: Umbrella Chronicles e muita adrenalina e violencia adicional e fora o chefão querendo o vingança no trem.

Resident Evil 2 (Game Boy Advance)[editar | editar código-fonte]

Em meados de 2003, a produtora Raylight Studios desenvolveu uma nova tecnologia de renderização 3D para o Game Boy Advance, o principal portátil da Nintendo na época. E para vender a novidade às publicadoras de jogos, a empresa decidiu mostrar como seriam as conversões de alguns de seus maiores sucessos. Entre os escolhidos estava a Capcom, com Resident Evil 2.

Anos mais tarde, um vídeo de exibição da tecnologia vazou online e, até hoje, é confundido por muitos como uma versão cancelada do segundo game da série. A Raylight Studios nunca chegou a ser contratada para o trabalho. Em 2013, uma ROM da demo técnica está disponível online e pode ser baixada gratuitamente, funcionando em qualquer emulador.

O port não possui trilha sonora e conta com movimentos bastante esquisitos para personagens e zumbis. Os elementos possuem texturas feitas especialmente para a versão. É possível jogar apenas com Leon e durante poucos minutos, com a demo sendo encerrada após a passagem do policial pela quadra de basquete.

Mini-games[editar | editar código-fonte]

The 4th Survivor[editar | editar código-fonte]

A Capcom conseguiu juntar numa mesma série vários personagens carismáticos, e Hunk se encaixa nessa categoria. Hunk é mais um daqueles personagens que todos gostam, talvez por ser o primeiro soldado jogável da Umbrella. Uma coisa que ninguém podia imaginar é que um único personagem poderia esclarecer de uma vez por todas como aconteceu todo o caos na cidade.

Bom, vamos começar a história desde o começo... como já sabemos, William Birkin era um ciêntista que trabalhava para a Umbrella, desenvolvendo seu maior projeto, o G-Vírus, num laboratório escondido embaixo da cidade de Raccoon. A companhia Umbrella, para se assegurar de que William não fugiria com amostras do vírus (já que realmente essa era sua intenção), enviou seus agentes especiais para assegurarem o projeto. William é surpreendido pelos agentes, todos armados, ele tenta reagir e acaba sendo ferido mortalmente. O plano da Umbrella parece realmente ter dado certo. Os homens levam todas as amostras que encontram do G-Vírus numa maleta. Annette, esposa de William, tenta ajudá-lo, mas é inútil. Porém, o ciêntista, ainda com uma amostra do vírus em seu poder, resolve se vingar de uma vez por todas. Ele injeta o vírus no próprio corpo e se transforma num verdadeiro monstro. A criatura vai atrás dos responsáveis e mata um por um, destruindo, também, todos os frascos da maleta, e vai embora. Os ratos e outros insetos dos esgotos bebem do líquido e, assim, acabam contaminados e contaminando toda a população. Quando tudo parecia perdido para a Umbrella, um dos agentes consegue sobreviver, meio que atordoado, carregando algo consigo.

Ele consegue abrir uma imensa porta, ainda nos esgotos, mas em seguida desmaia. Algumas horas depois, o homem retoma consciência e se lembra dos fatos. Então, Hunk se levanta, olha ao seu redor, percebe que está dentro do R. P.D. e entra em contato com a equipe de resgate, encaminhando-se para o terraço do local. Assim que chega ao lugar combinado, o agente obtém sucesso e, mais uma vez, o perigo está nas mãos da Umbrella, já que o "Sr. Morte" nunca morre.

Objetivo da Operação: coletar as amostras do G-Vírus e entregar à Umbrella.

Ponto de extração: heliporto.

Inventário: Uma Handgun, uma Shotgun e uma Magnum, com munição limitada para cada uma das armas, e duas misturas de ervas medicinais, uma verde misturada com uma azul.

The Tofu Survivor[editar | editar código-fonte]

Assim como no mini-game do quarto sobrevivente, Hunk, a missão de Tofu é recuperar o G-Vírus e passar por vários pontos do jogo, começando nos esgotos, passando pela delegacia e finalmente chegando até o heliporto do R. P.D.

Tofu na verdade é um pedaço de queijo gigante. Esse tipo de queijo, tofu, é chinês e a base de soja, e existe na vida real, porém, muito menor.

Engana-se quem acha que jogar com ele é uma moleza. Sua saúde é forte em comparação com as de outros personagens. Mas, para compensar, ele apenas acompanha uma faca, duas ervas verdes e uma azul. Chegar ao fim dessa aventura com ele é algo desafiador, tendo em vista as dificuldades. Vários inimigos do jogo com Leon e Claire estarão no caminho de Tofu. Por isso, tenha cuidado em cada lugar por onde passar.

Para jogar com Tofu, você precisa terminar o jogo 6 vezes. Em todas as vezes que jogar, deve conseguir ranking A nos dois cenários, sem usar as armas especiais, sem usar sprays e sem ter salvo o jogo nenhuma vez.

Extreme Battle[editar | editar código-fonte]

O Extreme Battle é um mini-game que está nas versões Dual Shock do PSX, Resident Evil 2 do Dreamcast, Resident Evil 2 do GameCube, e na versão Platinum, de Resident Evil para PC.

Nele, você poderá jogar com Leon, Claire, Ada e Chris, irmão de Claire, e um dos protagonistas do primeiro jogo da série.

Sua missão, em mais um dos mini-games de Resident Evil 2, é coletar quatro bombas. Na verdade, o jogo é dividido em três estágios. O primeiro, onde você começa, é no laboratório da Umbrella que fica no subsolo da delegacia de Raccoon City. O segundo estágio são os esgotos por onde você também passa no jogo normal. Finalmente, se você passar pelos dois anteriores, irá chegar no terceiro e último estágio, que é na delegacia, onde você terá que coletar as quatro bombas. Essas, por sinal, podem estar em qualquer lugar da delegacia. A grande diferença é que não será sempre nos mesmos locais que estarão as bombas. Elas poderão estar num lugar quando você jogar uma vez, e em outro numa próxima jogada.

Referências

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  25. Cquote1.png Marvin Branagh: About two months ago, there was this incident involving zombies in a mansion located in the outskirts of this city. Cquote2.png // Resident Evil 2. Capcom Co., Ltd. (Capcom Entertainment, Inc.). (January 21, 1998)
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  29. Cquote1.png Operation report 2: We're down to four people. Cquote2.png // Resident Evil 2. Capcom Co., Ltd. (Capcom Entertainment, Inc.). (January 21, 1998)
  30. Cquote1.png Chris's diary: August 24th: With the help of Jill and Barry, I finally obtained information vital to this case ... We talked it over, and have decided to fly to the main Umbrella HQ in Europe. Cquote2.png // Resident Evil 2. Capcom Co., Ltd. (Capcom Entertainment, Inc.). (January 21, 1998)
  31. a b c d e f g h i j Resident Evil Archives. [S.l.]: BradyGames Publishing, November 9, 2005. 39–58 pp. ISBN 0-7440-0655-4.
  32. Cquote1.png Leon S. Kennedy: There's no reason for us to stay any longer than necessary. Let's split up, look for any survivors and get out of here! Cquote2.png // Resident Evil 2. Capcom Co., Ltd. (Capcom Entertainment, Inc.). (January 21, 1998)
  33. Cquote1.png Ada Wong: I'm trying to find my boyfriend. His name's John. He was working for a branch office of Umbrella based in Chicago, but he suddenly disappeared six months ago. I heard a rumor that he's here in the city. Cquote2.png // Resident Evil 2. Capcom Co., Ltd. (Capcom Entertainment, Inc.). (January 21, 1998)
  34. Cquote1.png Claire Redfield: So it's true, you have been working with Umbrella. Then you must know about the G-virus. What is it? Tell me! Brian Irons: It's the agent that can turn humans into the ultimate bioweapons. Superior to the T-virus in every way. ... The monster that's been tearing my place apart is yet another product of the G-virus, an ultimate bioweapon. Cquote2.png // Resident Evil 2. Capcom Co., Ltd. (Capcom Entertainment, Inc.). (January 21, 1998)
  35. Cquote1.png Annette Birkin: Where did you get that pendant? It looks exactly like the one I gave Sherry. Ada Wong: She dropped it. I've been holding onto it for her. Annette Birkin: Liar! Give it back to me! Cquote2.png // Resident Evil 2. Capcom Co., Ltd. (Capcom Entertainment, Inc.). (January 21, 1998)
  36. Cquote1.png Annette Birkin: あの女はある組織の工作員よ。G-ウィルスを奪うために送られたスパイさ! ... 研究員のジョンに近づいて、アンブレラの情報を盗み出していたのよ。 / That woman is an agent from the organization. A spy sent here to steal the G-virus! ... She got close to the research member John and began to steal information about Umbrella. Cquote2.png // Biohazard 2. Capcom Co., Ltd. (Capcom Co., Ltd.). (January 29, 1998)
  37. Cquote1.png Leon S. Kennedy: It's over. Claire Redfield: No, I have to find my brother. Cquote2.png // Resident Evil 2. Capcom Co., Ltd. (Capcom Entertainment, Inc.). (January 21, 1998)
  38. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas pendant
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]