Resistência italiana

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Bandeira do Arditi del Popolo, organização antifascista de Civitavecchia. Mostra um machado cortando o fasces (símbolo adotado pelo fascismo).

A Resistência italiana (em italiano, Resistenza italiana ou partigiana) foi um movimento armado de oposição ao fascismo e à ocupação da Itália pela Alemanha nazista, bem como à República Social Italiana - fundada por Benito Mussolini, em território controlado pelas tropas alemãs - durante a Segunda Guerra Mundial. A Resistência italiana enquadra-se historicamente no fenômeno europeu mais amplo de resistência à ocupação nazista.

Como movimento armado, baseado em uma estratégia de guerrilhas, surge quando a Itália é invadida pela Alemanha, após o estabelecimento do Armistício de Cassibile (8 de setembro de 1943, entre a Itália e os Aliados. Muitos, entretanto, consideram que a Resistência Italiana já existisse desde 1922, quando tem início a ascensão do fascismo. Seus membros eram conhecidos como partigiani.

Após a rendição das tropas alemãs, o movimento se dissolveu, em abril de 1945. Calcula-se que tenham participado da luta armada da Resistência mais de 300.000 pessoas - das quais, cerca de 35.000 eram mulheres - de tendências políticas diferentes e às vezes antagônicas. Havia católicos, comunistas, liberais, socialistas, monarquistas, anarquistas, entre outros. Os partidos que participavam da Resistência, reunidos no Comitê de Liberação Nacional (CLN), constituiriam mais tarde os primeiros governos do pós-guerra.

Na Resistência estão as origens da República Italiana. A assembleia constituinte, eleita em 1946 foi majoritariamente composta pelos partidos do CLN, que elaboraram a constituição da República Italiana, inspirada nos princípios da democracia e do antifascismo. Em 2 de junho de 1946, um referendo resultou na abolição da monarquia e na instalação de uma república, com a adoção da nova constituição em 1 de janeiro de 1948.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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