Resistência periférica total

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Resistência periférica total é o somatório das resistências que todos os pequenos vasos do sistema circulatório opõem ao fluxo sanguíneo.

Consoante esses vasos pertençam à circulação sistémica, ou grande circulação, ou à circulação pulmonar, ou pequena circulação assim denominamos de resistências vasculares sistémicas ou de resistências vasculares pulmonares.

As resistências vasculares sistémicas evidenciam-se pela pressão arterial diastólica. As pulmonares evidenciam-se pelo gradiente existente entre a pressão na artéria pulmonar e a pressão existente dentro da aurícula direita.[1]

Embora pertencendo à circulação sistémica, as resistências cerebrais são estudadas isoladamente já que refletem o grau de espessamento da parede dos pequenos vasos cerebrais e a evolução da arteriosclerose cerebral. Aumentam discretamente com a idade, de modo fisiológico. São estudadas pelo efeito doppler, com aparelho do tipo doppler contínuo ou, doppler pulsado durante o exame denomimado de Ecodoppler carotídeo e vertebral[2]


Referências

  1. Braunwald, Tratado de Cardiologia, 5ª edição, McGraw-Hill Interamericana
  2. Précis d'échotomographie vasculaire, Claude Franceschi, Françoise Devillers, Vigot- ISBN: 9782711409891


Ícone de esboço Este artigo sobre Medicina é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.


Artigos relacionados a aspectos de funcionamento (fisiológicos) do sistema cardiovascular Relaciona-se com a maneira como os orgãos interagem entre sí, para cumprir a função circulatória.

    • Artigos relacionados a aspectos anatômicos do sistema cardiovascular devem ser vistos no tópico Anatomia do sistema circulatório.