Ricardo Kotscho
Ricardo Kotscho (São Paulo, 16 de março de 1948) é um jornalista brasileiro.
É casado e pai de duas filhas, uma tambem jornalista, Mariana Kotscho.
Iniciou a carreira de jornalista aos 16 anos do jornal Folha Santamarense. Depois, passou pelas redações de O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, Revista Isto É, Revista Época, TV Globo, CNT, SBT e Rede Bandeirantes. Foi ainda correspondente na Europa e Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República no governo Lula.
Recebeu por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo — o mais importante da categoria, no Brasil — e é autor, entre outros livros, de A prática da reportagem (Ática), Serra Pelada: uma ferida aberta na selva (Brasiliense), Explode um novo Brasil — Diário da campanha das Diretas (Brasiliense) e Do golpe ao Planalto: uma vida de repórter (Companhia das Letras).
Durante o governo Figueiredo, no início da década de 1980, quando era correspondente do Jornal do Brasil na Alemanha Ocidental, foi condenado pelo II Tribunal de Alçada do Rio de Janeiro a um ano e quatro meses de prisão, com sursis, por ter publicado uma entrevista onde um juiz é apontado como amigo influente do pai de um traficante de drogas. Kotscho comprovou que a citação era baseada em declaração original do entrevistado ao jornal suíço Neue Zürcher Zeitung, sendo ainda assim condenado, em ação proposta por aquele magistrado.[1]
Esteve à frente da Secretaria de Imprensa e Divulgação da Presidência da República do governo Lula de 2003 a 2004. [2]
Referências
- ↑ Bahia, Juarez , Mauad X, Jornal, História e Técnica: História da Imprensa Brasileira, 5ª, p. 363, Rio de Janeiro: 2009. ISBN 978-85-7478-304-8
- ↑ http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u44102.shtml