Ricardo Luís Pozzi Rodrigues

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Ricardinho
Ricardinho Besiktas.JPG
Informações pessoais
Nome completo Ricardo Luís Pozzi Rodrigues
Data de nasc. 23 de Maio de 1976 (37 anos)
Local de nasc. São Paulo (SP),  Brasil
Altura 1,76 m
Canhoto
Apelido Ricardinho
Informações profissionais
Posição Treinador
Clubes profissionais1
Anos Clubes Jogos (golos)
19951997
19971998
19982002
20022004
2004
20052006
2006
20062008
20082009
20092011
2011
Brasil Paraná
França Bordeaux
Brasil Corinthians
Brasil São Paulo
Inglaterra Middlesbrough
Brasil Santos
Brasil Corinthians
Turquia Beşiktaş
Catar Al-Rayyan
Brasil Atlético-MG
Brasil Bahia
038 0000 (2)
018 0000 (1)
277 000 (66)
063 0000 (5)
000 0000 (0)
072 000 (21)
012 0000 (1)
070 000 (13)
025 000 (10)
078 000 (12)
021 0000 (0)
Seleção nacional3
20002006 Brasil Brasil 023 0000 (1)
Times que treinou3
2012
2013
2013
Brasil Paraná
Brasil Ceará
Brasil Avaí
0000049
0000017
0000019
Última atualização: 6 de Julho de 2013

Ricardo Luís Pozzi Rodrigues, mais conhecido como Ricardinho (São Paulo, 23 de Maio de 1976), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como meia e hoje é treinador. Atualmente está sem clube.

Carreira como Jogador[editar | editar código-fonte]

Ricardinho iniciou a carreira no seu time de coração, o Paraná Clube. Teve uma passagem de aproximadamente um ano no Bordeaux.

Corinthians[editar | editar código-fonte]

Ganhou destaque internacional atuando pelo Corinthians onde chegou em 1998. No Parque São Jorge se tornou idolo do clube, conquistou dois títulos brasileiros em 1998 e 1999, dois Campeonatos Paulistas e , um Rio-São Paulo 2002, uma Copa do Brasil 2002 e o primeiro Mundial de Clubes da FIFA. O jogador atuava com craques como Vampeta, Marcelinho Carioca, Rincón, Edilson e Luizão, Ricardinho teve a melhor fase de sua carreira no clube do Parque São Jorge nos anos de 1998 até 2002, e é lembrado até hoje pelo gol no últimos segundos do jogo contra o Santos pelo campeonato Paulista em 2001, onde o Corinthians se sagrou campeão. Após conseguir chegar a seleção brasileira e até disputar a Copa do Mundo no ano de 2002, envolvido em polêmicas e Ricardinho deixou o Corinthians para defender as cores do São Paulo.

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Em 2002, após a participação na Copa do Mundo se transferiu para o rival São Paulo em uma transferência que ficou conhecida como a maior transferência do futebol brasileiro até então, retirando um grande ídolo do maior rival, com o valor estipulado em, valores de 2013, 7,8 milhões[1] . No Morumbi, não caiu no gosto da torcida, e não repetiu as grandes atuações nos tempos de Corinthians, deixou o São Paulo para jogar no Middlesbrough, atuando pouco retornou ao Brasil para defender o Santos.

Santos[editar | editar código-fonte]

Voltou ao Brasil meses depois para defender o Santos, outro rival de Corinthians e São Paulo. Com boas atuações e sendo o capitão do time conquistou o Campeonato Brasileiro, levantando o interesse do Corinthians em traze-lo de volta.

Retorno ao Corinthians[editar | editar código-fonte]

Após realizar um grande campeonato pelo time litorâneo a então parceira do Corinthians a MSI, resolveu traze-lo de volta ao clube onde Ricardinho havia brilhado, porém o meia não teve o mesmo desempenho e foi negociado com o Beşiktaş após jogar o Paulista e a Libertadores.

Beşiktaş e Al-Rayyan[editar | editar código-fonte]

Em 2006 foi para o Beşiktaş, da Turquia, onde conquistou a Copa da Turquia em 2007. Em junho de 2008 foi para o Al-Rayyan, do Qatar, onde teve uma passagem de um ano.

Atlético Mineiro[editar | editar código-fonte]

No dia 10 de setembro de 2009, foi anunciada a contratação de Ricardinho pelo Atlético Mineiro através da conta pessoal no Twitter do presidente do clube na ocasião, Alexandre Kalil.[2] A expectativa era de que o atleta se tornasse o armador e articulador que faltava à equipe na até então vitoriosa campanha que vinha fazendo no Brasileirão de 2009. A massa atleticana aprovou Ricardinho, que teve boas atuações no clube, sendo "coroado" com o Campeonato Mineiro de 2010.

O jogador teve seu contrato rescindido pelo clube no dia 2 de abril de 2011, em conjunto com a recisão do contrato do volante Zé Luís. Até hoje os motivos não foram realmente revelados.[3]

Bahia[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2011 foi contratado pelo Esporte Clube Bahia para a disputa da Série A do Campeonato Brasileiro 2011. Pouco jogou e não marcou sequer um gol pelo Bahia, tendo então o seu contrato rescindido amigavelmente em 17 de janeiro de 2012. Sem clube, Ricardinho resolveu entrar na carreira como técnico, assumindo o comando do clube que o revelou, o Paraná.[4]

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Jogou 23 vezes pela Seleção Brasileira, sendo a primeira em março de 2000. Fez parte da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo de 2002 - quando conquistou o título - e 2006, além da Copa das Confederações 2003. Não foi mais convocado depois de2006 por conta da mudança de treinador.

Carreira como Treinador[editar | editar código-fonte]

No dia 18 de janeiro de 2012, a diretoria paranista anuncia que o seu ídolo Ricardinho, vai treinar a equipe profissional do Paraná Clube. Vai ser a sua primeira experiência como técnico de uma equipe profissional.[5] A estréia como técnico ocorreu em 7 de março de 2012 diante do time do Luverdense, de Mato Grosso.[6]

O técnico Ricardinho é novo na profissão, já o seu irmão e seu atual auxiliar Rodrigo Pozzi tem muita experiência no futsal, base de futebol e futebol profissional.

Ricardinho deixou o Paraná com 49 partidas, sendo, 24 vitórias, 12 empates, 13 derrotas e com aproveitamento de 57,1%.

Ceará[editar | editar código-fonte]

No dia 6 de novembro de 2012, no jogo entre Ceará e Grêmio Barueri, onde o jogo foi 0 a 0, Ricardinho assinou um contrato com o Ceará em Barueri válido para temporada de 2013. Vindo junto seu irmão e auxiliar Rodrigo Pozzi e o preparador físico George de Castilhos.[7] [8]

Seu primeiro jogo foi um amistoso diante o Sindicato dos Atletas cearenses, onde o Ceará venceu por 5 a 1.[9]

Após a eliminação na Copa do Nordeste, e maus resultados no Campeonato Cearense, houve uma conversa, e Ricardinho deixou o clube no dia 14 de março de 2013, junto com Rodrigo Pozzi (seu irmão e auxiliar), o preparador físico George de Castilhos e outro auxiliar, o Anderson Silva.[10]

Avaí[editar | editar código-fonte]

No dia 16 de março de 2013 foi anunciado como o novo treinador do Avaí, aonde deu sequencia com o time no Campeonato Catarinense.[11] Ricardinho pediu demissão do Avaí, no dia 12 de junho, após três derrotas seguidas na Série B de 2013.[12]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Anos Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
2012 Paraná Clube 49 24 12 13 57,10%
2013 Ceará 13 5 2 6 43,58%
2013 Avaí 19 8 3 8 47,36%

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Paraná
Corinthians
Santos
Besiktas
Atlético Mineiro
Seleção Brasileira

Como Treinador[editar | editar código-fonte]

Paraná Clube

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Guilherme Macuglia
Paraná Técnico do Paraná
2012
Sucedido por
Toninho Cecílio
Precedido por
Anderson Silva (Interino)
Ceará Técnico do Ceará
2013
Sucedido por
Dimas Filgueiras
Precedido por
Sérgio Soares
Santa Catarina Técnico do Avaí
2013
Sucedido por
Hemerson Maria