Rio Branco Football Club

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Rio Branco
Escudorbfc.png
Nome Rio Branco Football Club
Alcunhas Estrelão
Alvirrubro
O Mais Querido
O Melhor do Norte
Torcedor/Adepto Estrelado
Riobranquino
Mascote Estrela Altaneira
Fundação 8 de junho de 1919 (95 anos)
Estádio José de Melo
Capacidade 6.000
Localização Brasão de Rio Branco.svg Rio Branco, Acre AC, Brasil Brasil
Mando de jogo em Arena da Floresta
Capacidade (mando) 16.000
Presidente Brasil Illimani Suares
Treinador Brasil José Araújo (Zezito)[1]
Patrocinador Acre Agroboi Construções
Acre Albuquerque Engenharia
Brasil Araújo Supermercados
Acre Barriga Verde Construções
Acre Dental Rio Branco
Acre Governo do Acre
Brasil Grupo Recol
Brasil Limpebras
Brasil Mister Pig
Acre Paranorte
Acre Rio Branco Pneus
Brasil Roda Viva Transportes
Acre V | L | G
Material esportivo São Paulo Aktion Sports
Competição Acre Campeonato Acreano
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão Acre 1ª Divisão
Brasil Série D
Acre AC 2014
Brasil CB 2014
Brasil D 2014
Campeão
49º colocado
Em andamento
Acre AC 2013
Brasil CB 2013
Brasil C 2013
Vice-Campeão
75º colocado
21º colocado
Acre AC 2012
Brasil CB 2012
Campeão
64º colocado
Ranking nacional 57º lugar, 1.874 pontos
Website Site Oficial
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
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Rio Branco Football Club (conhecido por Rio Branco ou Estrelão, e cujo acrônimo é RBFC) é um clube poliesportivo brasileiro sediado na cidade de Rio Branco, no estado do Acre, e que tem como principal modalidade o futebol.

As cores do clube - presentes no escudo, uniforme e bandeira oficial - são o vermelho e branco; Seu mascote é a Estrela Altaneira, símbolo da Revolução Acreana, que também está presente na bandeira do Estado do Acre. Como conta o Hino Acreano, a estrela possui a cor vermelha em homenagem aos seringueiros combatentes da Revolução, que derramaram os seus sangues na guerra contra o exército da Bolívia pela libertação e aclamação do Estado Independente do Acre. A Estrela Altaneira esteve sempre presente na vida do clube, que em seu primeiro uniforme já a estampava em cor vermelha , no centro da camisa branca.

Seus principais triunfos rendem 44 Campeonatos Acreanos, 3 Copas da Amazônia e uma Copa Norte, conquistada de forma invicta no ano de 1997, garantindo ao clube uma vaga na Copa Conmebol, tornando-se o primeiro clube da Região Norte a disputar uma competição oficial sul-americana.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

O Rio Branco foi fundado na noite do dia 8 de junho de 1919, em uma reunião ocorrida no Eden Cine Theatro (no local do Cine Teatro Recreio), na Rua 17 de Novembro no 2° Distrito da cidade de Rio Branco. A reunião foi convocada pelo advogado amazonense Dr. Luiz Mestrinho Filho, o qual estava na cidade para presidir uma comissão de inquérito na Agência dos Correios. Compareceram ao todo 16 pessoas, entre os quais estavam Nathanael de Albuquerque, Conrado Fleury, José Francisco de Melo, Mário de Oliveira, Luiz Mestrinho Filho, Alfredo Ferreira Gomes, Manoel Vasconcelos, Francisco Lima e Silva, Pedro de Castro Feitosa, Jayme Plácido de Paiva e Melo, que assinaram a primeira ata do clube.

No mesmo dia da fundação, foram sugeridos por Luiz Mestrinho o nome do clube (em louvor à cidade e ao Barão do Rio Branco) e as cores vermelho e branco. Como primeiro presidente do Rio Branco, foi escolhido o Sr. Nathanael de Albuquerque.

Após eleita a primeira diretoria, o clube recebeu a doação de um terreno no local onde hoje está situada a Praça Plácido de Castro, por parte do prefeito, Dr. Augusto Monteiro. O terreno doado consistia em uma área de mata nativa, que em poucos dias foi substituída por um campo de terra batida para, mais tarde, tornar-se a sede social do clube.

A primeira partida oficial disputada pelo Rio Branco ocorreu no dia 14 de julho de 1919, com vitória por 5 a 0 sobre o Militar Foot-Ball Club, equipe da Polícia Militar do estado. O primeiro uniforme do Rio Branco era totalmente branco, com uma grande estrela vermelha no local do distintivo da camisa.

No dia 18 de julho de 1920, o Rio Branco faria sua primeira partida intermunicipal, com vitória sobre a Seleção de Xapuri pelo placar de 1x0.

Primeiros Jogos[editar | editar código-fonte]

Em seu primeiro ano de existência, o Rio Branco disputou alguns amistosos e o primeiro torneio da Liga Acreana de Esportes Terrestres (LAET) e venceu todos os jogos, faturando o primeiro título do estado:

A Estrela Altaneira, transformada em segundo escudo do clube, é usada frequentemente em seu uniforme. As 3 estrelas vermelhas representam o tricampeonato do Copão da Amazônia. A estrela dourada representa o título da Copa Norte de 1997.
09 de julho — Rio Branco 10 x 0 Acreano - Liga Torneio Initiun
09 de julho — Rio Branco 2 x 0 Ypiranga - Liga Torneio Initiun
14 de julho — Rio Branco 5 x 0 Militar - Amistoso
20 de julho — Rio Branco 4 x 0 Militar - Amistoso
01 de agosto — Rio Branco 4 x 0 Acreano - Campeonato Acreano
06 de agosto — Rio Branco 2 x 1 Militar - Amistoso
17 de agosto — Rio Branco 8 x 0 Ypiranga - Campeonato Acreano
06 de setembro — Rio Branco 11 x 1 Team Negra - Amistoso
21 de setembro — Rio Branco 1 x 0 Ypiranga - Campeonato Acreano
28 de setembro — Rio Branco 3 x 0 Acreano - Campeonato Acreano
15 de novembro — Rio Branco 2 x 0 Combinado Acreano/Ypiranga - Amistoso (entrega de faixas)
14 de dezembro — Rio Branco 2 x 1 Ypiranga - Amistoso
28 de dezembro — Rio Branco 5 x 0 Ypiranga - Amistoso

Os times existentes à época promoviam diversos amistosos, cultuando uma rivalidade saudável e unia uma frente única para derrotar aquela equipe poderosa no futebol e pela composição de seus membros influentes na vida social, administrativa e política territorial, como advogados, promotores, juízes, desembargadores, médicos, militares, delegados, escritores, altos comerciantes.

A Primeira Derrota[editar | editar código-fonte]

Em 1920, o Rio Branco continuaria a colher louros no futebol, mas conheceria no último jogo do ano o amargo sabor da derrota que tanto impunha aos rivais. Os jogos de 1920:

30 de maio — Rio Branco 4 x 2 Acreano S.C.
06 de junho — Rio Branco 3 x 1 Ypiranga S.C.
27 de junho — Rio Branco 2 x 1 Acreano S.C.
18 de julho — Rio Branco 1 x 0 Xapurienses (*)
22 de agosto — Rio Branco 5 x 0 Catuaba F.C.
12 de setembro — Rio Branco 3 x 0 Acreano S.C.
05 de outubro — Rio Branco 2 x 0 Ypiranga S.C.
12 de outubro — Rio Branco 1 x 0 Brasil E.A.
14 de novembro — Rio Branco 1 x 3 Catuaba F.C.

(*) o jogo de 18 de julho, contra a seleção Xapuriense, vencido pelo Estrelão, marcou o primeiro amistoso inter-municipal ou inter-departamental.

Primeiros Títulos[editar | editar código-fonte]

O ano de 1919 marca também a criação da Liga Acreana de Esportes Terrestres (LAET). O Rio Branco foi um de seus fundadores, juntamente com o Acreano Sport CIub e o Ypiranga Sport Club. A associação recém-criada promoveu a disputa de um torneio, a Liga Torneio Initium, no dia 9 de julho daquele ano. O Rio Branco sagrou-se campeão, vencendo o Acreano por 10x0 e o Ypiranga por 2x0.

No dia 1º de agosto de 1919, teve início o primeiro campeonato oficial da LAET, disputado em dois turnos. No primeiro, o Rio Branco goleou o Acreano por 4x0 e o Ypiranga por 8x0. No segundo turno, 3x0 no Acreano e 1x0 no Ypiranga. O time do Rio Branco que foi campeão da competição estava assim formado: Alfredo; Zé Bezerra e Olavo; Nobre, Bandeira e Joca; Fortenelle, Gaston, Mello, Jacob e Carlos.

Infelizmente, o Delegado Chiquinho pôde somente registrar quatro jogos estrelados em 1921, pelo campeonato, ainda os três clubes, mas é fácil saber que o Estrelão faturou o bicampeonato, aferindo-se pelos escores do primeiro turno, agora já minguados talvez pela retrancagem:

16 de julho — Rio Branco 1 x 1 Militar
23 de julho — Rio Branco 1 x 0 Rio Negro A.C.
30 de julho — Rio Branco 1 x 0 Militar
05 de agosto — Rio Branco 1 x 0 Militar.

No dia 1º de outubro de 1921, o Rio Branco disputou um amistoso para a entrega das faixas de campeão, contra um Combinado Acreano-Ypiranga. Vitória do Estrelão pelo placar de 3 x 2.

Entre 1922 e 1927, a LAET não organizou o seu campeonato. Os clubes acreanos tiveram de se contentar com amistosos. Somente em 1928 houve um novo campeonato, faturado pelo Rio Branco sobre o Ypiranga. Em 1929, o clube rompeu relações com a mentora e decidiu não mais participar dos torneios. O retorno para competições só aconteceu em 1935, com mais um título estadual, desta vez em cima do América.

Dez anos depois de sua fundação, o Rio Branco inaugurava o seu estádio próprio no dia 8 de junho de 1929, em um terreno oferecido pelo fundador e chefe de Polícia, José Francisco de Melo e a sua esposa, dona Isaura Parente. O estádio foi batizado de Stadium José de Melo, e está localizado na Avenida Ceará. É lá onde a sede do clube se encontra até os dias de hoje.

Estrela Solitária[editar | editar código-fonte]

Nas décadas de 30 e 40, o Rio Branco reinava absoluto no futebol do Acre, conquistando nada menos do que 12 títulos estaduais, entre 1935 e 1947, sendo onze deles organizados pela LAET e o primeiro campeonato organizado pela Federação Acreana de Desportos (FAD) (criada em 24 de janeiro de 1947). Na anos 1950, o clube faturou mais cinco títulos estaduais.

Entre 1964 e 1970, o Rio Branco amargou um jejum de títulos, algo incomum para um clube acostumado com conquistas. A torcida teve que esperar até 1971 para comemorar outro campeonato.

O tricampeonato da Amazônia[editar | editar código-fonte]

Sem poder participar de campeonatos nacionais e de categoria profissional devido a não serem regularizadas profissionalmente, as federações de Acre, Amapá, Rondônia e Roraima criaram o Torneio Integração, mais conhecido como Copão da Amazônia. A primeira edição aconteceu em 1975 em Porto Velho. O Rio Branco debutou na competição na sua segunda edição, e já faturando o título diante do Baré-RR no Estádio José de Melo. Em 1977, em Macapá, o Estrelão buscou o bicampeonato, mas perdeu a grande final para o Moto Clube-RO nos pênaltis, depois de um empate em 1x1 no tempo normal. Em 1978, nova derrota na final para o Moto Clube, desta vez por 1x0 em Boa Vista. A revanche aconteceu em 1979, na casa do adversário, com um 2x1 em pleno estádio Aluízio Ferreira, faturando o bicampeonato. O tricampeonato só aconteceu 5 anos depois, em 1984, depois de vencer o Baré por 2x0 no dia 23 de Outubro no estádio Glicério Marques, em Macapá. Em 1986, novo vice-campeonato: Depois de dois empates (1x1 em Rio Branco e 2x2 em Macapá), o título foi decidido em um terceiro jogo, com vitória do Trem-AP por 2x1, na capital amapaense. O torneio deixou de existir após a profissionalização das federações e dos clubes. O Rio Branco é o segundo maior vencedor do Copão, atrás apenas do Trem-AP, que faturou 5 títulos.

A Conquista do Norte[editar | editar código-fonte]

Após a implantação do profissionalismo no futebol acreano em 1989, o Rio Branco consolidou seu domínio local, conquistando, até hoje, 13 títulos estaduais. Em 1989, o Estrelão estreou em competições nacionais, disputando a Série B do Campeonato Brasileiro. O clube foi a grande surpresa da competição, sendo eliminado apenas nas oitavas-de-final diante do Ceará, terminando entre os 16 primeiros e garantindo vaga na Série B de 1990.

O ano de 1997 ficou marcado como o ano mais importante da história do clube, com a principal conquista da história do clube: a Copa Norte. Após estrear na competição com um empate sem gols com o Ji-Paraná-RO, o Rio Branco passou por Baré-RR (1x0), Independência (1x0) e goleou o Nacional-AM (4x1), garantindo o primeiro lugar em seu grupo e, consequentemente, a vaga para a final.

O adversário da decisão foi o Clube do Remo. No primeiro jogo, no José de Melo, um empate sem gols. Na decisão em Belém, o Rio Branco não tomou conhecimentos do time mandante e venceu o Remo em pleno Estádio Mangueirão pelo placar de 2 x 1, com gols de Palmiro e Vinícius, fazendo do Rio Branco o primeiro campeão do torneio e ganhar a alcunha de "O Melhor do Norte". A conquista do título regional permitiu que o Rio Branco fosse a primeira equipe da região Norte a disputar uma competição sul-americana: a Copa Conmebol.

No dia 27 de agosto, o clube estreou na Copa Conmebol, um marco importante no futebol da região. O jogo era na Colômbia, contra o Deportes Tolima. Em um jogo bastante equilibrado e pegado, o Estrelão saiu da Colômbia com uma derrota por 2 x 1. No jogo de volta, dia 03 de setembro, com o Estádio José de Melo lotado, o Rio Branco foi em busca do resultado. e a estrela do atacante Gomes brilhou. O atacante marcou o único gol da partida, aos 41' do segundo tempo, levando o jogo para os pênaltis. Nas penalidades, o Estrelão saiu derrotado por 3x1, com Hélio, Vinícius e Testinha perdendo as suas cobranças, fechando assim a sua única participação na competição.

Também em 1997, o clube conquistaria o Campeonato Acreano, eliminaria o Goiás (venceu o primeiro jogo no José de Melo por 1x0, e no segundo jogo perdeu por 2x1 no Serra Dourada, conseguindo a classificação para a próxima fase) e venceria o Flamengo (2x1 em casa), ambos pela Copa do Brasil, e terminaria na oitava colocação na classificação geral da competição, sua melhor participação.

Queda e Reestruturação[editar | editar código-fonte]

Depois do auge, veio a queda. O Rio Branco passou por uma grande reformulação e não conseguiu forças para continuar crescendo no cenário nacional. O clube acumulou dívidas e não conseguia repetir os bons resultados em competições nacionais, chegando a desistir de participar das edições de 2002 e 2005 da Série C por motivos financeiros.

Somente a partir de 2002, o Estrelão voltou a se impor na região. Entre 2002 e 2005, o Estrelão sagrou-se tetracampeão estadual, o primeiro e único desde a profissionalização do futebol local. Em 2004, o clube deu o primeiro passo na tentativa de voltar à Série B. Em uma excelente campanha na Série C, O Rio Branco só foi parado na última fase antes do quadrangular final, diante do Gama, que seria vice-campeão e conquistaria o acesso. O clube ainda lamenta que, naquela oportunidade, teve de jogar no Estádio Biancão, em Ji-Paraná, no interior de Rondônia, por ter sido punido pelo STJD após uma lata ter sido arremessada para dentro do gramado do José de Melo na vitória diante do Grêmio Coariense-AM na fase anterior.

Em 2007, conquistou o Campeonato Acreano com uma campanha impecável, vencendo os dois turnos do campeonato de forma invicta.

Entre 2007 e 2009, o clube fez belíssimas campanhas pela Série C do Campeonato Brasileiro. Em 2007, o Estrelão chegou à terceira fase da competição. Em um grupo com ABC-RN, Bahia e Fast-AM, o Rio Branco acabou perdendo a vaga para o octogonal final no terceiro critério de desempate: o número de gols marcados. A vaga ficou com o Bahia, em meio à muita polêmica. A equipe terminaria na 10ª colocação na classificação geral da competição.

Em 2008, a vaga no octogonal final veio após incontestável campanha nas fases anteriores, sendo líder nos 3 grupos das 3 primeiras fases. Porém, na fase final, o Rio Branco teria que se superar: Viajar mais de 53 mil km em busca da vaga para a Série B. A tabela o desfavoreceu: Foi o único time do octogonal a não ter jogos seguidos em casa. Com jogos no meio e fins de semana, as viagens longas e os pouquíssimos treinos antes das partidas fez o elenco se desgastar bastante, não conseguindo manter o ritmo das fases anteriores, e terminou o octogonal na última colocação, a 2 pontos do acesso para a Série B, ficando em 3º colocado na classificação geral da competição, consolidando novamente a sua força na Região Norte. O atacante Marcelo Brás foi o vice-artilheiro da série C com 19 gols, e os jogadores Ley e Zé Marco foram considerados os melhores lateral e volante da competição, respectivamente.

Em 2009, novamente em busca do acesso à Série B, o clube fez parcerias com o Atlético Paranaense e com a empresa inglesa fornecedora de materiais esportivos, a Umbro. A princípio parecia o que faltava ao clube: parcerias. Mas os esforços não resultaram nos objetivos. O clube não conseguiu o Tricampeonato Acreano, perdendo de quebra também a vaga para a Copa do Brasil 2010. Na nova Série C, porém, apesar de só conquistar pontos dentro de casa, o clube conseguiu ser o líder do grupo mais equilibrado da competição, vencendo na última partida o Águia de Marabá por 2x1 em um jogo dramático. No jogo do acesso, porém, o Rio Branco acabou sendo eliminado pelo ASA-AL, depois de dois empates, terminando na 7ª colocação da competição. O camisa 10 Testinha figurou na seleção do campeonato, sendo considerado o melhor meio-campo do torneio.

2010 - 2011[editar | editar código-fonte]

O Estrelão começou bem a temporada 2010, conquistando seu 41º título estadual e a vaga para a Copa do Brasil 2011. Entretanto, o clube não fez uma boa campanha no Campeonato Brasileiro. O clube elaborou um projeto em busca tão sonhado do acesso, contratando jogadores experientes como o goleiro Marcelo Cruz (ex-Bahia, Coritiba, Fortaleza e Nacional-POR), o zagueiro João Vitor (ex-Paraná Clube), e os atacantes Marcelo Maciel (ex-Remo, Paysandu e Guarani), Valdir Papel (ex-ABC, Fortaleza, Sport e Vasco), além do retorno do treinador Tarcísio Pugliesi, que comandou o clube no Octogonal Final da Série C em 2008. O Rio Branco estava no Grupo A da Série C, junto com os times: São Raimundo-PA, Águia de Marabá-PA, Paysandu-PA e Fortaleza-CE. No entanto, os resultados não foram satisfatórios, fazendo com que a diretoria decidisse demitir toda a comissão técnica e mais 5 jogadores, incluindo o veterano Valdir Papel, pelos péssimos resultados obtidos no primeiro turno.

O Alvirrubro terminou o primeiro turno como o lanterna do seu grupo, com 2 empates e 2 derrotas. Já no segundo turno, com nova comissão técnica comandada por Everton Goiano, a equipe enfim se encaixou, conseguindo 2 vitórias e 2 empates, fazendo a segunda melhor campanha do segundo turno entre todos os clubes da competição. Porém, a reação foi tardia e o time acabou apenas permanecendo para a Série C de 2011.

Memorial do clube, inaugurado em 2009.

Em 2011, o Rio Branco entrou em campo para jogar 3 torneios: Copa do Brasil, Campeonato Acreano e a Série C do Brasileirão. No Estadual, a equipe conquistou o bicampeonato. A primeira partida foi contra o Náuas, no dia 13 de Março, na inauguração do Estádio Arena Juruá, em Cruzeiro do Sul, onde o Estrelão venceu o Cacique do Juruá por 2x1. Durante a competição, a equipe teve altos e baixos, terminando a primeira fase na terceira colocação. Classificado, o Estrelão enfrentou o arquirrival AC Juventus, segunda melhor equipe e com o melhor ataque da competição. Pela primeira fase, o Rio Branco perdeu os 2 clássicos que disputou (5x3 no primeiro turno e 2x1 no segundo). Porém o time estrelado superou o rival nas duas partidas das semifinais, com um 4x2 no primeiro jogo e 3x0 no segundo, se classificando para a grande final. O adversário da final foi o Plácido de Castro, quarto colocado na primeira fase e que superou o Atlético Acreano, o então primeiro colocado. Na primeira partida, o Estrelão cedeu o empate aos 47' do segundo tempo, terminando 1x1. No segundo jogo, no dia 03 de julho, com o gol de Juliano César, o Rio Branco venceu por 1x0 o Tigre do Abunã e conquistou o seu 42º título estadual, o oitavo em 10 anos. Cerca de 8 mil pessoas presenciaram o título do maior clube do Acre na Arena da Floresta, recorde de público de toda a história do Campeonato Acreano.

Pela Copa do Brasil, o Rio Branco enfrentou o seu antigo parceiro, o Atlético-PR, na primeira fase da competição. Na primeira partida, o Estrelão se saiu vitorioso pelo placar de 2x1 na Arena da Floresta. Já no jogo de volta, o clube acabou perdendo por 3x1 na Arena da Baixada e acabou sendo eliminado do torneio, ficando na 35ª posição na classificação geral da competição.

Na Série C, o Rio Branco esteve no Grupo A, ao lado de Águia de Marabá-PA, Araguaína-TO, Luverdense-MT e Paysandu-PA. Sua estréia foi no dia 24 de julho, onde o Rio Branco arrancou um empate de 1x1 contra o Paysandu, no Estádio Mangueirão, em Belém do Pará. Mais uma vez, o Estrelão teve altos e baixos na competição. Desta vez, porém, a reação foi no tempo certo. O clube acabou vencendo todos os jogos do segundo turno e terminou na primeira colocação do Grupo A, com 16 pontos, se classificando para a segunda fase, onde formou um quadrangular com Paysandu, América-RN e CRB-AL. No entanto, começava ali uma briga judicial intensa e que resultaria na maior crise da história do clube.

O Caso Arena da Floresta[editar | editar código-fonte]

No início da Série C 2011, A Procuradoria da Defesa do Consumidor do Acre (PROCON-AC), órgão ligado ao Ministério Público, decidiu vetar a Arena da Floresta e todos os demais estádios acreanos para jogos oficiais, fazendo com que o Estrelão ficasse incapacitado de realizar jogos com a presença de seus torcedores. O Rio Branco e o Governo do Estado do Acre acionaram a Justiça Comum para recorrer da decisão. Conseguindo uma liminar favorável, o Rio Branco obteve o direito de que os seus jogos fossem realizados com a presença do torcedor. Porém, por ter o seu nome em uma ação fora da esfera esportiva, A CBF decidiu colocar o clube no banco dos réus da Justiça Desportiva. O clube acreano foi condenado com a exclusão da Série C 2011 por ter infringido o artigo 231 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que proíbe o acesso do clube à Justiça Comum. O julgamento, realizado pela 4ª Comissão Disciplinar, ocorreu ao final da primeira fase, quando o Rio Branco já estava classificado para a segunda fase da competição.

A Arena da Floresta. Segundo o Ministério Público, o estádio causa riscos ao torcedor e foi o motivo da polêmica eliminação do Rio Branco na Série C 2011

Com um pedido de efeito suspensivo, o Estrelão conseguiu continuar no torneio até que o caso fosse julgado pelo Pleno do STJD, a última instância da esfera esportiva. Este julgamento aconteceu no dia 13 de outubro, quando o Rio Branco encerrou a sua participação no primeiro turno do quadrangular da Série C e se preparava para o segundo turno (O clube havia feito 3 jogos, sendo 1 empate contra o CRB e 2 derrotas, para Paysandu e América-RN. Por 5 votos a 1, a decisão de exclusão da equipe foi decretada e, mesmo com 3 jogos ainda por fazer, o Rio Branco foi retirado da competição.

Começava aí uma extensa briga judicial. Graças a uma ação da Procuradoria Geral do Estado do Acre protocolada nos Tribunais de Justiça do Acre(TJ-AC) e do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que revogava a decisão da Justiça Desportiva, em 17 de outubro de 2011 a CBF anunciou a volta do Rio Branco à Série C. A entidade recorreu e, quatro dias depois, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu suspender os jogos do Grupo E até que o caso fosse julgado. No entanto, em 26 de outubro de 2011, o Rio Branco abdicou de sua vaga na segunda fase e aceitou a sua exclusão do torneio. Um dia depois, a CBF anunciou que o Luverdense-MT, terceiro colocado do Grupo A, substituiria o Estrelão na segunda fase e faria os 6 jogos determinados.

O caso se encerrou após Rio Branco, CBF e STJD firmarem um acordo extrajudicial em uma audiência de conciliação no TJ-RJ. No acordo, confirma-se a exclusão do Rio Branco da Série C 2011, ocorrida pelo Pleno do STJD, confirma-se a participação do clube na Série C 2012 e o caso se encerra, não sendo levado para a FIFA, com o Rio Branco ficando imune a possíveis punições. O ponto conquistado pelo clube na segunda fase foi anulado e o Rio Branco encerrou a sua participação na competição, terminando em 9º colocado, com 16 pontos.

A grave crise[editar | editar código-fonte]

O ano de 2012 começou de maneira ruim para o clube. Com uma nova diretoria, o clube passou por grandes reformulações no elenco e se preparava para a disputa da Copa do Brasil 2012, onde enfrentaria o Cruzeiro-MG. O que ninguém esperava é que o Estado do Acre passasse pela maior enchente de sua história, onde mais de 140 mil pessoas foram afetadas pelas águas do Rio Acre. O grande volume de chuvas na região prejudicou o planejamento do Rio Branco, onde muitos treinos acabaram por ser cancelados. Sem jogar oficialmente por mais de 5 meses, a falta de ritmo também prejudicou o elenco. O resultado não poderia ser pior: Jogando em casa, o Estrelão levou a maior goleada de sua história e a primeira dentro de casa, perdendo para o clube mineiro por 6x0 e encerrando a sua pior participação na Copa do Brasil.

Todavia, a goleada serviu para mudar os rumos do clube. Depois de uma estreia no estadual abaixo do esperado e alguns jogos sem demonstrar um bom futebol, a comissão técnica liderada pelo treinador Samuel Cândido acabou sendo demitida, juntamente com alguns jogadores e o diretor de futebol Artur Oliveira. Uma nova mudança começou no decorrer do estadual e a equipe finalmente se encontrou. Próximo da disputa da Série C, a diretoria acertou a contratação do experiente técnico Guilherme Macuglia, que assumiu o clube na semifinal do Campeonato Acreano. O interino, o ex-jogador e ídolo Ico, assumiu o comando de Diretor de Futebol do clube. Ico impôs um novo padrão de jogo e, com os reforços do goleiro Vanderlei (ex-Brasil de Pelotas), do lateral-esquerdo Xaro (ex-São Luiz de Ijuí), do zagueiro Luciano (ex-CRAC-GO) e do meia Thomaz (ex-Caxias-RS), o Rio Branco conquistou, de maneira invicta e suprema, o seu 43º título estadual, com uma campanha impecável de 14 vitórias e apenas 4 empates, em um aproveitamento de 85%, tendo o melhor ataque (60 gols), uma média superior a 3 gols por partida. O clube ainda teve o domínio na seleção do estadual, com 6 jogadores premiados.

Completando 93 anos, a diretoria do clube iniciou uma grande reforma no estádio José de Melo, que completava 83 anos. O projeto consiste em transformar o estádio em um moderno Centro de Treinamentos. As arquibancadas laterais (popularmente conhecidas pela torcida do clube como "Vietnã") foram demolidas para ampliar o espaço e construir mais um campo de futebol, este especialmente para as categorias de base do clube. O projeto segue a passos lentos.

A grave crise começou no segundo semestre. Na Série C de 2012, o "Caso Arena da Floresta" voltou à tona. Treze-PB (5º colocado da Série D 2011) e Araguaína-TO (clube rebaixado para a Série D) contestaram no STJD a participação do Rio Branco na competição, alegando que o clube havia sido excluído rebaixado judicialmente. Nos julgamentos, o STJD, de forma unânime, julgou improcedente as contestações, voltando a afirmar que a participação do Rio Branco era legítima, uma vez que o clube terminou a Série C 2011 em 9º lugar. As duas equipes, porém, não aceitaram a decisão e procuraram a Justiça Comum para pleitearem a vaga do Estrelão, onde conseguiram liminares favoráveis em seus respectivos estados. Tendo a participação ameaçada, o Governo do Acre, como patrocinador do clube, também entrou com uma ação na justiça, garantindo a participação do Alvirrubro. O STJD decidiu, então, suspender a Série C, que iniciaria no dia 27 de junho, até possuir alguma posição final. Temendo represálias e ameaça de desfiliação, o Araguaína-TO acabou desistindo da ação após uma reunião com o presidente da CBF. O Treze-PB, porém, permaneceu lutando para participar da Série C, sendo incluído após uma nova liminar a seu favor e retirando o Rio Branco da Série C de 2012. CBF e Rio Branco tentaram cassar as liminares que favoreciam o clube paraibano, mas sem sucesso. O Treze participou da Série C assegurado por uma liminar e o Rio Branco acabou de fora da edição. Com folha salarial próxima de R$ 500 mil e contratos até o fim do ano, o Estrelão se viu em uma situação de grave crise financeira por não participar da competição nacional. Alguns atletas não admitiram a rescisão de seus contratos de forma amigável. A situação foi parar na Justiça do Trabalho.

Retorno à Série C e Rebaixamento[editar | editar código-fonte]

Com a grave crise devido à exclusão da Série C, o Rio Branco só voltou às competições no ano de 2013. O clube focou as suas atenções para o estadual e para a Copa do Brasil. Lutando pelo tetracampeonato acreano, o clube montou uma equipe modesta. De uma folha salarial que girava em torno dos R$ 500 mil em 2012, o clube fez um orçamento de pouco menos de R$ 80 mil para o primeiro semestre. O ano começou com título, vencendo o Torneio Início do Campeonato Acreano, depois de 6 anos. Mesmo com a crise e o baixo orçamento, a equipe demonstrava ampla superioridade sob os adversários estaduais, mas uma invencibilidade de mais de 2 anos no torneio foi quebrada, perdendo também o título e o sonhado tetracampeonato para o Plácido de Castro.

Extracampo, o pensamento continuava nos tribunais, já que o clube permanecia na tentativa de voltar à Série C. Através de uma ação no Supremo Tribunal Federal, o relator da causa, o Ministro Luiz Fux, convocou a CBF, STJD, Federação Paraibana de Futebol e os clubes Treze e Rio Branco, para uma audiência de conciliação, pretendendo pôr fim ao caso que se arrastava desde 2011. O ministro Fux propôs a extinção de todas as ações e a figuração de ambos os clubes na Série C do Brasileirão. Com o acordo firmado, o Rio Branco passou a ser o 21º figurante da Série C de 2013. O clube entrou no Grupo A da competição e seu retorno ocorreu no dia 13 de junho, diante do Fortaleza na Arena da Floresta, na qual o Estrelão foi derrotado pelo placar de 2x0, diante de 4.243 pagantes. A entrada inesperada na competição, associada à falta de planejamento e de patrocinadores agravou a situação financeira do clube, e isso se refletiu no campo. Em 20 jogos, o clube venceu apenas 2 partidas e foi derrotado 18 vezes, realizando a sua pior participação e sendo rebaixado para a Série D de 2014.

Regionais[editar | editar código-fonte]

(1997).
(1976, 1979 e 1984).

Estaduais[editar | editar código-fonte]

  • Acre Taça Carlos Alberto: 1
    (1983).

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

Basketball.svg Basquete[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Rio Branco Football Club
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Acreano
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Pos.
2005 1ª Fase
2006 1ª Fase
2007 C 10º 18 9 5 4 32 20
2008 C 30 16 3 11 67 56 1ª Fase
2009 C 10 4 2 4 18 15 1ª Fase
2010 C 15º 8 2 4 2 12 17
2011 C 8 5 1 2 12 10 1ª Fase
2012 1ª Fase
2013 C 21º 20 2 0 18 8 46 1ª Fase
2014 D 1ª Fase


  • Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Rebaixamento
     Acesso

Histórico em Competições Oficiais[editar | editar código-fonte]


Elenco Atual[editar | editar código-fonte]

* Última atualização: 28 de maio de 2014

  • Legenda
    • Capitão: Capitão
    • Jogador Lesionado: Jogador contundido
    • Emprestado: Jogador emprestado


Goleiros
Jogador
Brasil Babau
Brasil Douglas
Brasil Hebert
Brasil Paulo Musse Cscr-featured.png Capitão
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Anderson Rosa Z
Brasil Eric Z
Brasil João Carlos Z
Brasil Leandro Camilo Z
Brasil Marquinhos Costa Z
Brasil Pé-de-Ferro Z
Brasil Zé Adriano Z
Brasil Januário LD
Brasil Lorran LD
Brasil Totonho LD
Brasil Ananias Cscr-featured.png Jogador Lesionado LE
Brasil Pedro Henrique Emprestado LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Araújo Goiano V
Brasil Danilo Portugal Cscr-featured.png V
Brasil Ismael V
Brasil Leandro Jucá V
Brasil Paulinho Pitbull V
Brasil Ricardo Oliveira V
Brasil Diego Silva M
Brasil Geovani M
Haiti Olibrice M
Brasil Rodriguinho M
Brasil Testinha Cscr-featured.png M
Atacantes
Jogador
Brasil Aílton
Brasil Araújo Jordão
Brasil Cassiano Emprestado
Brasil Juliano César Cscr-featured.png
Brasil Marcelo Brás
Brasil Pretinho
Brasil Selmir
Brasil Adriano Louzada
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil José Araújo T


Transferências[editar | editar código-fonte]

Transferências de 2013

Departamento de Futebol[editar | editar código-fonte]

Nome Cargo
Brasil Francisco de Paula Leal Presidente
Brasil Raul Marcel da Silveira Vice-Presidente
Brasil Natalino Xavier da Silveira Diretor de Futebol
Brasil Josué Alves Diretor de Marketing
Brasil João Augusto Freitas Gonçalves Advogado
Brasil Letícia Rodrigues Advogada
Brasil Kátia Freitas Psicóloga
Brasil José Araújo Técnico
Brasil Arnaldo Moreira Preparador Físico
Brasil Dorielson Mendes Treinador de Goleiros
Brasil Otávio Pilon Médico
Brasil Leyf Baros Fisioterapeuta
Brasil Manoel da Camorsa Massagista
Brasil Célio Roupeiro

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

    • Nathanael de Albuquerque
    • Conrado Fleury
    • José Francisco de Melo
    • Ary Rodrigues
    • Lourival Marques de Oliveira
    • Edmir Borges Gadelha
    • José Macedo
    • Wilson Rodrigues Barbosa
    • Sebastião Melo de Alencar
    • Getúlio Pinheiro
    • Natalino Xavier da Silveira
    • Bruno Cotta Paiva
    • Francisco de Paula Leal

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

Vitória sobre o Campeão Mundial[editar | editar código-fonte]

Após eliminar o Sul América de Manaus na primeira fase da Copa do Brasil de 1993, o Rio Branco enfrentou o São Paulo, então campeão do Mundial Interclubes. Na primeira partida da segunda fase da competição, no Estádio José de Melo, o Rio Branco não se intimidou perante ao Campeão da América e do Mundo e venceu por 1x0, gol de Vinicius, no segundo tempo. No mesmo ano, o São Paulo conquistava os bicampeonatos da Libertadores e do Mundial. Esse jogo efetivou-se dia 20 de abril e os clubes estavam assim escalados:

    • Rio Branco: Kleber; Evandro, Carlos, Chicão e Mano; Merica, Paulo Henrique e Mundoca (Marcos Piauí); Vinicius, Palmiro (Pitiú) e Siqueira. Técnico: Otacir Viana.
    • São Paulo: Gilberto Félix; Pavão, Nelson, Sérgio e Marcos Adriano; Suélio, Carlos Alberto e Pereira; Vaguinho, Cláudio e Amilton. Técnico: Márcio Araújo.

Inauguração da Arena da Floresta[editar | editar código-fonte]

Construído pelo Governo do Estado do Acre para a realização da maioria dos jogos do Campeonato Acreano de Futebol, a Arena da Floresta, um dos 5 estádios mais modernos do Brasil, foi inaugurado em 17 de Dezembro de 2006. Na ocasião foi disputada uma partida entre o Rio Branco Football Club e a Seleção Brasileira Sub-20 que estava em preparação para o Campeonato Sul-americano de 2007 no Paraguai, competição que conquistaria meses depois.

O Brasil dispunha de diversas figuras hoje conhecidas no futebol Brasileiro, tais como: Muriel, goleiro titular do Internacional; Thiago Heleno, hoje no Criciúma; Carlinhos, lateral do Fluminense; Lucas, volante do Liverpool, e Willian, ex-Corinthians, e que hoje jogam no FC Anzhi da Rússia

A partida terminou com a vitória do Rio Branco por 2 x 1. Os gols saíram a partir dos 15 minutos do primeiro tempo, quando Rogério Tarauacá recebeu passe de Luiz Rômulo e chutou na saída do goleiro Muriel. Logo em seguida, Thiago Heleno escorou de cabeça um cruzamento, empatando a partida. No segundo tempo, Neném lança para Luiz Rômulo, que dribla o goleiro Muriel para dar números finais ao jogo.

O Rio Branco iniciou a partida com: Marcus Vinícius, Ley, Rael, Rangel e Esquerdinha; Ico, João Paulo, Luiz Rômulo, e Neném; Rogério Tarauacá e Doka Madureira. Já para a Seleção Brasileira sub-20 entraram: Muriel, Amaral, Thiago Heleno, Carlinhos, Roberto, Lucas, Leandro Lima, Willian, Edgar e Fabiano Oliveira.

Torcidas Organizadas[editar | editar código-fonte]

    • Torcida Pano Branco
    • Torcida EstrelAmor
    • Torcida Distrito Alvi Rubro

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

    • Posição: 57º
    • Pontuação: 1874 pontos
    • Região Norte: 3º
    • Estadual: 1º

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]