Rio Pequeno (distrito)

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Distrito paulistano de
Rio Pequeno
Área 9,7 km²
População (35°) 115.999 hab. (2010)
Densidade 119,59 hab/ha
IDH 0,855 - elevado (47°)
Subprefeitura Butantã
Região Administrativa Oeste
Área Geográfica 8
Distritos de São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg
Vista da favela São Remo, no inicio da Avenida do Rio Pequeno.
Vista do Rio Pequeno próximo ao portão 3 da USP

Rio Pequeno é o nome de um distrito situado na subprefeitura do Butantã, zona oeste do município brasileiro de São Paulo.[1] [2]

O distrito faz divisa com os distritos do Jaguaré, Butantã, Raposo Tavares e Vila Sônia, além da Cidade Universitária e com o município de Osasco. Tem algumas avenidas de uso majoritariamente comercial, como a avenida Rio Pequeno, avenida Corifeu de Azevedo Marques, avenida Engº Heitor Antonio Eiras Garcia, avenida Nossa Senhora de Assunção e avenida Otacílio Tomanik.

Os rápidos acessos pela rodovia Raposo Tavares ou pela avenida Escola Politécnica têm transformado o distrito em área de lançamentos residenciais para classe média e média-alta, numa área ZER (zona estritamente residencial); áreas como o Residencial Parque dos Príncipes, Colinas de São Francisco e Villas de São Francisco são área de classe média e média-alta, e o Jardim Ester, próximo a rodovia Raposo Tavares.

A origem do bairro, porém, é mais humilde. Com ruas que datam, ao menos, da década de 1960, o bairro foi formado por trabalhadores das olarias e pedreiras da região, operários que trabalhavam nos bairros do Jaguaré e cercanias e trabalhadores da construção civil, oriundos principalmente das obras da Cidade Universitária, nas décadas de 1960 e 1970. Hoje com pouco mais de 100.000 habitantes, segundo o último censo, conta com jornais próprios, quatro postos de saúde, um Hospital (maternidade) e diversas escolas, municipais, estaduais e particulares, além de um CEU municipal. A presença de favelas também é constante no bairro, em especial as comunidades do Camarazal, Rua:8, Vila Dalva, Sapé, São Remo e 1.010. Há, ainda, projetos de verticalização de favelas em andamento e construídos, em especial na Rua Pujais Sabate.

A pressão imobiliária tem tornado o bairro alvo de invasões em terrenos públicos e em terrenos destinados a especulação. O aumento do custo de vida tem degradado as áreas de classe média-baixa do bairro, tradicionalmente constituídas no entorno da Avenida do Rio Pequeno. O comércio local passa por um período de recuperação, após longa crise, do final da década de 1990 até aproximadamente 2004/2005, em virtude da expansão das redes de supermercados na zona oeste, em especial as redes Carrefour e Pão de Açúcar (Extra e outras marcas).

Galeria de Imagens dos bairros[editar | editar código-fonte]

Referências


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