Rio Pomba (Minas Gerais)

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Município de Rio Pomba
"RP (erre pe)"

"Cidade Sedução"

Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 25 de agosto
Fundação 25 de dezembro de 1767
Gentílico rio-pombense
Lema "Ad Liberta Tem Volat"
Prefeito(a) Fernando Antônio Dutra Macedo (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Rio Pomba
Localização de Rio Pomba em Minas Gerais
Rio Pomba está localizado em: Brasil
Rio Pomba
Localização de Rio Pomba no Brasil
21° 16' 30" S 43° 10' 44" O21° 16' 30" S 43° 10' 44" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Zona da Mata IBGE/2008[1]
Microrregião Ubá IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Silveirânia, Piraúba, Tabuleiro, Mercês, Tocantins e Dores do Turvo
Distância até a capital 250 km
Características geográficas
Área 252,418 km² IBGE/2013[2]
População 17 804 hab. IBGE/2013[3]
Densidade 70,53 hab./km²
Altitude 441 m
Clima subtropical úmido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,714 alto PNUD/2010[4]
PIB R$ R$ 171 419 mil IBGE/2011[5]
PIB per capita R$ 9 984,79 IBGE/2008[5]
Página oficial

Rio Pomba é um município brasileiro do estado de Minas Gerais.

Sua população estimada em 2013 era de 17 804 habitantes e sua área é de 252,4 km². Está localizado na Zona da Mata Mineira, microrregião de Ubá. Possui um Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - IFET e um centro de exposições "Antônio Mota Filho" com diversas atividades e shows periódicos.

História[editar | editar código-fonte]

A história de Rio Pomba está ligada a alguns fatos, personalidades e instituições que marcaram a vida de Minas colonial. A Igreja Católica, como instituição e religião oficial do Estado português, chegou ao Brasil em 1500 e daqui nunca mais saiu. Sua história é feita de autoridade, dominação e, em alguns momentos, graças a pessoas especiais, também de piedade e coragem. É o caso do Padre Manuel de Jesus Maria, cuja história pessoal é indivisível à fundação de Rio Pomba.

A região do vale do rio Pomba nos anos setecentos era habitada pelos índios Coroados e Coropós. Estes, na medida em que entram em contato com o colonizador - inicialmente os moradores de Guarapiranga (Piranga), frente à opressão e ao domínio, entraram em choques violentos. O governador Luís Diogo Lobo da Silva, em 1776, buscou junto ao bispado de Mariana uma solução religiosa para o conflito. O Padre Manuel de Jesus Maria ofereceu-se para uma missão "civilizatória". Entre a sua partida para a fundação de Mártir São Manuel dos Sertões do Rio do Pomba e Peixe dos Índios Croata e Coropós, em 1767, e sua morte, em 1811, no arraial do Pomba, onde viviam cerca de três mil pessoas entre índios e homens brancos, construiu uma história de coragem pessoal no exercício de sua catequese. A missão do Padre Manuel junto aos índios foi cumprida, ou seja, civilizá-los, reunindo-os numa área da região para educá-los na religião católica, mas nunca com o uso da violência. Desconsiderava-se, como se percebe, a violência que tais determinações representariam contra os costumes e a cultura dos índios. Porém, tudo dentro do espírito cruzadista e a expansão da fé cristã trazidos de Portugal desde a chegada em 1500.

Em 13 de outubro de 1831, resolução imperial elevou a povoação de São Manuel do Pomba a vila, que passou a compreender as freguesias de inúmeras outras localidades como Mercês, São João Nepomuceno do Rio Novo, Santa Rita da Meia Pataca, Bonfim, dentre outras. O nome atual foi adotado em 1948.

Rádio[editar | editar código-fonte]

A cidade tem 2 estações de rádio FM: Jovem Rio Fm 106.3 FM

105.5 Fm 105.5 FM


Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. Área territorial oficial. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (23 de janeiro de 2013). Página visitada em 10 de fevereiro de 2014.
  3. ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2013). Página visitada em 10 de fevereiro de 2014.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 10 de fevereiro de 2014.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2011. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 10 de fevereiro de 2014.
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