Rio Tamanduateí

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Rio Tamanduateí
Rio Tamanduateí na divisa de São Paulo (à direita) e São Caetano do Sul (à esquerda).
Comprimento 35 km
Nascente Serra do Mar
Foz Rio Tietê
Área da bacia 320 km²
País(es)  Brasil
O rio visto da Via Professor Simão Faiguenboim, em sua foz no Rio Tietê. Percebe-se a calha do rio, a qual abrange apenas o seu término.

O Rio Tamanduateí é um rio que corta a Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Tamanduateí" é um termo de origem tupi que significa "rio dos tamanduás verdadeiros", através da junção dos termos tamandûá (tamanduá), eté (verdadeiro) e 'y (rio)1 . Ou seja, o "rio dos tamanduás-bandeiras".

Características[editar | editar código-fonte]

No seu percurso original, o rio se encontrava com seu afluente principal, o Rio Anhangabaú, no lugar onde atualmente se encontram a Avenida São João e o Vale do Anhangabaú. Suas nascentes estão no Parque Ecológico Gruta Santa Luzia no município de Mauá, na região da Serra do Mar. Passa pelos municípios de Mauá, Santo André e São Caetano do Sul e deságua no rio Tietê, na cidade de São Paulo. Sua bacia hidrográfica possui 320 quilômetros quadrados. Sua extensão é de 35 quilômetros.

É margeado em grande parte pela Avenida do Estado, que corre em sentido contrário ao rio, ou seja, enquanto o rio tem sua foz no Rio Tietê, a avenida tem seu início no mesmo. Isso também ocorre com os outros dois grandes rios de São Paulo, o Tietê (indo em sentido oeste, enquanto a avenida segue para o leste) e Pinheiros (seguindo para o Tietê ao norte, ao contrário da avenida, que segue para o sul).

Atualmente, o rio está poluído, devido à poluição vinda de córregos afluentes, um deles o Córrego dos Meninos. Está em projeto sua despoluição, segundo fontes oficiais do Governo do Estado de São Paulo.

O rio na divisa entre São Paulo, à esquerda e Santo André, à direita
O Tamanduateí no limite do Centro, à esquerda, com a Zona Leste de São Paulo, à direita

Referências

  1. NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3ª edição. São Paulo. Global. 2005. p. 42.
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