Rio do Pires

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Município de Rio do Pires
"Cidade Menina Moça"
Rio do Pires - Praça Central.jpg‎

Rio do Pires - Praça Central.jpg‎
Bandeira desconhecida
Brasão de Rio do Pires
Bandeira desconhecida Brasão
Hino
Fundação 17 de novembro de 1961 (52 anos)
Gentílico riopirense
Prefeito(a) José Ney Nardes
(2009–2012)
Localização
Localização de Rio do Pires
Localização de Rio do Pires na Bahia
Rio do Pires está localizado em: Brasil
Rio do Pires
Localização de Rio do Pires no Brasil
13° 07' 40" S 42° 17' 31" O13° 07' 40" S 42° 17' 31" O
Unidade federativa  Bahia
Mesorregião Centro-Sul Baiano IBGE/2008 [1]
Microrregião Livramento do Brumado IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Abaíra, Piatã, Caturama, Ibipitanga e Novo Horizonte
Distância até a capital 750 km
Características geográficas
Área 889,359 km² [2]
População 19,923 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 0,02 hab./km²
Altitude 550 m
Clima Tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,594 baixo PNUD/2010 [4]
PIB R$ 30 122,449 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 2 583,62 IBGE/2008[5]
Página oficial

Rio do Pires é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população estimada em 2010 segundo o IBGE é de 19.923 habitantes, dos quais 10.361 são eleitores segundo o TSE.

História[editar | editar código-fonte]

Iniciou-se o povoamento do terrítório por volta de 1900, à margem direita do Rio do Pires.

Procedentes do povoado Morro do Fogo do atual município de Água Quente, os agricultores Augusto Almeida Pina, Manoel Marques de Azevedo.

e outros, ali iniciaram a povoação Fazenda Pires.

A expansão da lavoura e da criação de gado atraiu moradores de outros municípios que se estabeleceram no povoado.

Em 1927, iniciou-se a feira livre e construiu-se a capela de Senhor do Bonfim.

Criado o distrito em 1953, mudou-se a denominação para Rio do Pires, adotando-se o nome do rio que percorre o município.

A formação do pequeno centro populacional que deu origem ao município de Rio do Pires, teve seu marco inicial na década de 30, do século XIX. Surgia nesssa época o minúsculo povoado à margem direita do Rio do Pires, que lhe deu o nome, desenvolvido graças aos "garimpeiros", que surgiram à procura de ouro nas Lavras de Moreira, localidade esta, que com seu garimpo de minérios preciosos foi a base da economia da população naquea época.

Com o decorrer dos tempos, tais atividades foram diminuindo, devido ao maior interesse da população por outros meios de trabalhos, e, também pela localização geográfica acidentada dessas lavras.

Os garimpeiros e seus familiares, despertaram interesse em aglomerar-se em terras férteis e devolutas existentes nesse pequeno povoado. Em decorrência de seu crescimento físico já no século XX foi elevado a categoria de Distrito de Rio do Pires, e em 17/11/1961, este distrito foi emancipado, nascendo assim, o município que leva o mesmo nome, tendo como Prefeito pioneiro o Sr Clemente Pereira da Silva.

Formação administrativa[editar | editar código-fonte]

O Distrito foi criado em 1953, pela Lei Estadual n.º 628 e o Município, em 17/11/1961, pela Lei Estadual n.º 1558, desmembrado defenitivamente do município de Paramirim.

Na ocasião, era composto dos distritos de Rio do Pires e Ibiajara, como permacece atualmente.

Sua organização judiciária é integrada a Comarca de 1ª entrância de Paramirim e tem dois distritos.

Economia[editar | editar código-fonte]

O município de Rio do Pires tem como fonte econômica básica a agricultura e pecuária. Em outras ocasiões se criavam caprinos e ovinos, mas, infelizmente, todo espaço existente no campo neste município, onde se criavam cabras e ovelhas, ficou comprometida, extinguindo-se a criação míuda, que era a subsistência do sertanejo, a partir de então implantou-se a crise, a miséria e a fome. [carece de fontes?]

Comércio[editar | editar código-fonte]

O município dispõe de uma grande variedade de estabelecimentos comerciais como lojas de confecções, mercados e farmácias, utilidades domésticas, oficinas mecânicas, padaria, bar, danceteria, além de muitas outras lojas de diferentes atividades.

É realizada também, às sextas-feiras, a feira livre, onde encontra-se uma variedade de verduras, frutas e legumes.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Está localizado na região Centro Sul do Brasil e seu território integralmente abrangido pelo Polígono das Secas. Está situado na parte Sudoeste do estado da Bahia, e faz parte da bacia hidrográfica do Rio São Francisco, sendo o Rio Paramirim um dos maiores e mais importantes afluentes da margem direita do Rio São Francisco.

Clima[editar | editar código-fonte]

Seu clima é quente na época das trovoadas (Verão) e agradável no resto das estações. Sua vegetação é predominante de Caatinga. Seus principais recursos econômicos são a agricultura, a pecuária, pequenas indústrias, a silvicultura, que, depois das atividades domésticas, é o ramo ocupacional mais numeroso.

Comemorações festivas[editar | editar código-fonte]

São Pedro - Os festejos juninos possuem uma tradição cultural que não acaba nunca, existem Blocos formados pelos habitantes do município e muita diversão durante quatro dias e quatro noites.

No São Pedro 2009 foi realizado o grande sonho riopirense, tendo como principais atrações a Banda Calcinha Preta.

Administração[editar | editar código-fonte]

É o município brasileiro em que o sim, opção derrotada no referendo, obteve a sua maior vitória. Com um total de 91,95% do eleitorado apurado e 5,328 votos válidos, o sim para a proibição do comércio de armas obteve 4,216 mil votos contra 1,112 mil para o não.

Desde 1961, ano em que Rio do Pires recebeu o status de município ao desmembrar-se de Paramirim, foram eleitos ou nomeados os seguintes Prefeitos:

- Clemente Pereira da Silva - de 17 de Novembro de 1961 à 31 de Dezembro de 1964

- José de Oliveira Nunes - de 1 de Janeiro de 1965 à 31 de Dezembro de 1968

- Etelvino Porto - de 1 de Janeiro de 1969 à 31 de Dezembro de 1972

- Clemente Pereira da Silva - de 1 de Janeiro de 1973 à 31 de Dezembro de 1976

- José de Oliveira Nunes - de 1 de Janeiro de 1977 à 31 de Dezembro de 1981

- José de Oliveira Macêdo - de 1 de Janeiro de 1982 à 31 de Dezembro de 1988

- Gilberto de Oliveira Nunes - de 1 de Janeiro de 1989 à 31 de Dezembro de 1992

- Gildásio Antonio dos Santos - de 1 de Janeiro de 1993 à 11 de Dezembro de 1996

- Vivaldo Domingues do Amaral - de 12 de dezembro de 1996 à 31 de dezembro de 1996

- José de Oliveira Macêdo - de 1 de Janeiro de 1997 à 31 de Dezembro de 2000

- Gildásio Antonio dos Santos - de 1 de Janeiro de 2001 à 31 de Dezembro de 2004

- Gildásio Antonio dos Santos - de 1 de Janeiro de 2005 à 31 de Dezembro de 2008

- José Ney Nardes - de 1 de Janeiro de 2009 à 31 de Dezembro de 2012

-José Ney Nardes - Reeleito em 2013

  • Nas eleições municipais de outubro/2008 foi eleito com 55,7% dos votos válidos.
  • Segundo informações do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, a dívida consolidada do município em 2008 é de R$ 3.379.512,02
  • Os recursos recebidos em 2008 totalizaram R$ 10.957.842,26 segundo consta no site do TCM/BA.
  • Em 2011, os recursos transferidos para o município totalizaram o valor de R$ 15.109,143,56, média de R$ 1.259.095,30 por mês
  • Em 2012, até o mês de julho, os recursos transferidos para o município totalizaram o valor de R$ 8.510.798,84, conforme divulgado no site www.transparencia.gov.br

Turismo[editar | editar código-fonte]

No turismo destaca-se a região serrana do município, a aproximadamente 35 km da sede, onde se encontra o maior pico do nordeste, o Pico dos Barbados com mais de 2 mil metros de altitude, e um lugar magnífico denominado de Prainha, um lugar que fica dentre as serras e encontra uma cachoeira com aproximadamente 20 metros de altitude e uma praia que se forma em volta da mesma formando uma paisagem única com vegetação densa e grandes árvores. Um pouco mais próximo, a uns 10 km de distância da sede encontra o sitio turístico e arqueologico de São Félix, local cheio de tradições e pinturas rupestres de tribo indigenas que habitaram o local, com mais de um século de história onde acontece uma festa dançante em homenagem a São Félix e pela manhã seguinte uma missa em homenagem ao mesmo com procissão até o meio dia. Nesse mesmo sitio encontra a cachoeira de São Félix com mais de 18 metros de altitude, fica entre duas serras de pedra que a esconde e que só aparece quando se aproxima totalmente de sua queda.

Pertence a Rio do Pires, as localidades de Placa de São Domingos, Ibiajara, Alagoinhas., Varzinha, Curral Queimado, Mulungú, entre outros onde o acesso é através de estrada de terra.

Em Ibiajara é tradição em todo mês de maio a festa de Santa Maria d'Ouro.

Cachoeira da Fazenda[editar | editar código-fonte]

A Cachoeira da Fazenda possui uma queda d’água de aproximadamente 15 metros. A atração fica localizada próxima ao distrito de Ibiajara.

Natureza na Chapada Diamantina[editar | editar código-fonte]

É na Chapada Diamantina onde o ecoturismo mais se destaca. A geografia da região, a abundância de rios, cachoeiras, corredeiras, serras, grutas e o clima místico que a cerca contribuem para torná-la uma das áreas mais apropriadas do país para a atividade. Para conhecer os encantos da Chapada Diamantina, é indispensável percorrer as trilhas, por onde se pode desfrutar de autênticos paraísos ecológicos, ricos em flora e fauna.

O cenário montanhoso da região abriga uma extraordinária variedade de ecossistemas onde bromélias e orquídeas escondem-se à sombra de aroeiras e umburanas, enquanto as sempre-vivas florescem nos campos dos gerais, em ambiente privilegiado, adaptando-se às diferenças de clima, altitude e solo. Nas áreas elevadas, de clima semi-úmido, predomina o cerrado, mais conhecido como "gerais" e nas encostas e superfícies arrasadas, áreas mais baixas e de clima mais árido, a caatinga.

Com mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras que, de abril a agosto, embelezam os cenários, enquanto os ipês florescem em setembro e as quaresmeiras no período da Semana Santa, a Chapada Diamantina fica florida durante o ano inteiro. A região possui também muitas plantas usadas para fins medicinais. Da fauna, as aves são os animais que mais chamam atenção na Chapada Diamantina, pois, além de serem bastante coloridas e emitirem sons chamativos, estão, em sua maioria, ativas durante o dia e muitas delas são fáceis de serem visualizadas. Foram registradas mais de 150 espécies de aves. Muitas destas ocorrem em várias outras regiões do Brasil, como as garças, anuns, bem-te-vis, beija-flores, papa-capins, enquanto outras espécies são típicas do nordeste brasileiro como o cardeal e o bico-virado-da-caatinga.

A maria-preta e o bico-de-veludo são duas aves bastante comuns nos campos rupestres. Mas, os beija-flores chamam mais a atenção: o beija-flor-gravatinha-vermelha, que é endêmico da Chapada Diamantina e tem sido observado apenas em áreas com altitude superior a 1000 m; o beija-flor-vermelho, o beija-flor-de-rabo-branco, e outros. Outra presença marcante nos cerrados é a pernalta seriema. O carcará e o chima-chima são aves rapineiras fáceis de serem vistas.

Nas áreas de mata, onde a vegetação é mais densa, é mais fácil detectar a presença das aves pelos seus sons do que vê-las diretamente. É o caso de aves como a surrucuá, alma-de-gato, japu, escarradeira, sanhaços e várias outras. Uma das espécies de aves mais característica e fácil de ser vista na caatinga da Chapada Diamantina é o periquito-vaqueiro ou suiá. Outra ave sempre presente é a picuí, uma pequena pombinha de coloração cinza claro, que sempre é vista aos pares no solo, procurando pequenas sementes para se alimentar.

Entre os animais encontrados na rica fauna da região estão: tamanduá bandeira, tatu canastra, mico, macaco prego, gato selvagem, capivara, quati, luís caixeiro (porco-espinho ou ouriço caixeiro), cutia, paca, onça-pintada, arara, curió e inúmeros tipos de répteis. As serras, em determinadas áreas, oferecem sustento a jaguatiricas, onças, mocós, veados, teiús e seriemas. Algumas espécies estão ameaçadas de extinção, principalmente devido à caça.

A Chapada Diamantina está localizada no coração das Bahia, onde encontram-se o três pontos mais altos do Estado: O Pico dos Barbados com 2.080m, o Pico do Itobira com 1.970m e o Pico das almas com 1.958m. É nessa região de topografia diversificada que nascem 90% das bacias dos rios Paraguassú, Jacuípe e do Rio de Contas, de onde surgem centenas de cachoeiras espalhadas pela região trazendo a singularidade para este local abençoado e gerador de tantas energias.

A beleza local pode ser vislumbrada ainda através da vegetação exuberante que mistura espécies de cactos da caatinga, com espécies de bromélias, orquídeas e sempre-vivas. A região é também detentora de uma das maiores concentrações de cavernas do mundo, em 1993 foram registradas cerca de 60 cavernas no município de Iraquara, sendo que em estudos atuais este número supera mais de 100 cavernas. Nas paredes de algumas destas cavernas, encontram-se pinturas rupestres, com figuras de animais, mãos, flechas, sol e desenhos geométricos que arqueólogos acreditam ter sido realizados por homens pré-colombianos, que ali viveram a cerca de 5.000 a 10.000 anos atrás, apesar de não haver datação comprovada por espeleólogos.

Nas trilhas da Chapada Diamantina, os problemas pessoais diminuem de tamanho diante da beleza gigante da paisagem. Formada por 57 municípios no sertão da Bahia, a região atrai visitantes de todas as partes estimulados pelo conhecido potencial para o turismo de aventura. Com o garimpo mecanizado proibido desde 1996, o poder público e os moradores apostam em novas fontes de renda, como a visitação a cavernas, grutas, rios, cachoeiras, morros e trilhas cravados na rocha há séculos.

Lençóis é a principal porta de entrada da Chapada, com aeroporto e boa infra-estrutura de hotéis, pousadas e restaurantes. Fica a 409 km de Salvador. Agências locais organizam pacotes diários, de van ou jipe, para cartões-postais como o Morro do Pai Inácio, o Poço Encantado, a Cachoeira do Buracão e a gruta da Lapa Doce. Estão à disposição também guias bilíngües e instrutores para esportes radicais como rapel e mountain bike. Mas, vá devagar nas trilhas, comece pelas mais fáceis até pegar o ritmo de longas caminhadas. Leve dois pares de calçados para subir e descer em pedras escorregadias. Sucos e achocolatados podem forrar as mochilas: ar puro dá fome. E não se constranja de parar tudo para assistir ao espetáculo das bromélias vermelhas na pedra.

Na Serra das Paridas, há um extenso corredor de pinturas rupestres localizado a 36 km de Lençóis. Acompanhado de um guia, o visitante percorre paredões de figuras coloridas que lembram mamíferos, peixes, pássaros, mulheres em posição de parto de cócoras e, ao final, uma pintura de duas partes que lembra a imagem de um extraterrestre, o pescoço longo, a cabeça grande e projetada, dois olhos abertos e apenas três dedos nas mãos.

Se, em Lençóis, se olham as pedras, em Mucugê, cidade vizinha no roteiro da Chapada, uma aposta é olhar para o céu, à noite. Incentivado por empresários locais, o chamado "turismo pedagógico" oferece aulas de astronomia a 1.200 metros de altitude, com a garotada deitada ao ar livre em lonas, esteiras e almofadas. Um planetário natural, recortado ao fundo pela imensidão das serras. Mucugê abriga ainda o Museu Vivo do Garimpo e o Projeto Sempre Viva, de pesquisa e preservação da flora nativa. A 70 km de Lençóis, o Vale do Capão, distrito de Palmeiras, é praticamente uma comunidade alternativa instalada nas bordas do Parque Nacional da Chapada Diamantina, a 960 metros de altitude, onde vivem cerca de 1.400 habitantes. São 350 leitos para receber turistas, mais dezenas de campings. Quem chega até lá costuma buscar a aventura de escalar o morro da Cachoeira da Fumaça e percorrer as longas trilhas do Vale do Paty.

Pico do Barbado[editar | editar código-fonte]

O Pico do Barbado está localizado a 35 km da sede, e é considerado o maior pico do Nordeste, com mais de 2 mil metros de altitude.

Sítio Arqueológico de São Felix[editar | editar código-fonte]

Situado a 10 km da sede do município, o Sítio Arqueológico de São Félix possui mais de um século de história, tradição, pinturas rupestres e uma belíssima cachoeira com queda de 18 metros.

Saúde[editar | editar código-fonte]

Em funcionamento, existe um Hospital e Maternidade pertencente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais, além de postos de saúde espalhados pelo interior do município. Exames simples podem ser realizados no próprio município e os demais tem-se que viajar para municípios vizinhos.

Educação[editar | editar código-fonte]

O município contem escolas municipais e estaduais, sendo elas do ensino fundamental e médio, e, uma faculdade de ensino a distãncia (Eadcon) e os alunos são transportados por ônibus e automóveis, sendo esses terceirizados pela prefeitura municipal.

Transporte[editar | editar código-fonte]

O Transporte Rodoviário Interestadual é oferecido apenas por uma empresa de transporte de passageiros, com destino diário para São Paulo/SP e Salvador/BA, além das cidades vizinhas. Já o transporte intermunicipal é realizado por moradores locais, sendo alguns terceirizados pela prefeitura municipal, já que não existe transporte coletivo regulatório.

Infra-estrutura básica[editar | editar código-fonte]

Asfalto: Apenas na sede, sendo algumas ruas sem pavimentação e outras calçadas.

Bancos: 01 pequena agência Bradesco

Casa Lotérica: 01 agência em funcionamento

Correios: 01 Agência em funcionamento

Feira-Livre: 01 na sede realidada na sexta-feira e outra no sábado em Ibiajara

Hospitais: 01 Hospital do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rio do Pires

Internet: sem conexão de internet banda larga

Lan House: algumas

Lojas: várias lojas de móveis e eletrodomésticos, produtos agrícolas, roupas e calçados.

Oficinas: várias oficinas mecânicas, todas precárias, onde pode-se realizar pequenas manutenções, pois carecem de ferramentas modernos e pessoal qualificado.

Mercado: alguns mercadinhos na sede e mercearias em alguns distritos e povoados, na sede encontra-se a rede A&C.

Posto de Combustível: 03 postos na sede municipal e 01 posto no distrito de Ibiajara, todos sem Bandeira

Posto de Saúde: vários distribuídos entre a sede, distritos e povoados, contudo não funcionaram diariamente

Rodoviária: não possui rodoviária para embarque e desembarque de passageiros, é realizado sem estrutura adequada

Televisão: TV Bahia (rede aberta) com Parabólica

Transporte: Viação Novo Horizonte, para transportes entre cidades circunvizinhas e interestaduais, linha local não é regulamentada

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 25 de agosto de 2013.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]