Rito de York

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O Rito de York é o rito predominante da Maçonaria Norte Americana. Sob sua égide se desenvolveram líderes da sociedade estadunidense nos principios da Liberdade Igualdade e Fraternidade. Estudiosos afirmam que este rito tem origens iluministas.

O Rito de York, por ser teísta, está mais ligado aos países onde os cultos evangélicos predominam, pois o clero desses cultos tem dado à Maçonaria o apoio e o suporte necessário para a sua evolução e crescimento.

Índice

[editar] Origem

O Rito de York foi fundado no ano de 1799, tendo como organizador e fundador principal o Ir Thomas Smith Webb. É justamente este irmão, que deu a estrutura e doutrina filosófica com os seus respectivos procedimentos gerais ao sistema maçônico que pode ser identificado pelo nome genérico de "Rito Americano" ou "Rito de York". Embora os conhecimentos maçônicos expressos através deste rito, proporcione uma ótima roupagem cristã a maçonaria, pode-se conhecer mais a essência verdadeira da Ordem dos Maçons, ao se fazer as práticas da maçonaria trabalhando com o Rito-Brasileiro ou o Rito-Moderno ou Francês.

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[editar] Thomas Smith Webb

13 de Outubro de 1771 - 6 de Julho de 1819 Nasceu e educado em Massachusetts, autor do The Freemason's Monitor; e, Illustrations of Masonry (1797), Iniciado: 17 de Dezembro de 1790 Loja Rising Sun, New Hampshire Veneravel Mestre - Templo Loja, Albany Grão Mestre: 1813, 1814 Grande Loja de Rhode Island

A Grande Loja da Pensilvânia, foi a primeira Grande Loja a ser fundada naquele país norte-americano. O Rito de York, diferentemente como é praticado no Brasil, só existe a partir do 4º grau e se estende até o 13º Grau, nada mais.

As Blue Lodges, ou seja, as Lojas Simbólicas americanas trabalham com um ritual que descende diretamente do velho Ritual da Grande Loja dos Antigos(a de 1751), portanto, mais antigo do que os rituais ingleses atuais, todos posteriores à União de 1813.

As Grandes Lojas americanas, não têm nenhum vinculo com os Ritos de York e Escocês Antigo e Aceito.

Aqui no Brasil, as Grandes Lojas, o Grande Oriente do Brasil e os Grandes Orientes, apesar de afirmarem que trabalham no Rito de York, trabalham especificamente no sistema ritualístico inglês, ou seja, o Craft(Ofício) ou ainda "Cerimônias Exatas da Arte Maçônica", nada tendo a ver com o legitimo Rito de York, o Americano.


[editar] O rito de York no Brasil

O Rito de York chegou ao Brasil através do Grande Oriente Unido, também conhecido por "Grande Oriente dos Beneditinos", com a Washington Lodge, fundada em 19 de novembro de 1874, na cidade de Santa Bárbara do Oeste-SP. Esta Loja "não foi fundada por ingleses, mas, sim, por americanos", depois de terem emigrado para o Brasil, por ocasião da Guerra Civil nos Estados Unidos da América. Eles eram quase todos, originários do Estado do Alabama".

[editar] Lojas inglesas no Brasil

A pioneira foi a Orphan Lodge [Loja Órfã], fundada na cidade do Rio de Janeiro, Estado do mesmo nome. O título distintivo da Loja Órfã era alusivo ao fato de ser a única da América do Sul, abaixo do equador, já que acima embora incipiente, existia Maçonaria em Georgetown, capital da Guiana Inglesa, que fora anexada à Grã-Bretânha em 1812, pela convenção de Londres, após a conquista dos territórios holandeses, pelos ingleses. A segunda foi a St. John's Lodge, também na cidade do Rio de Janeiro e a terceira foi Southem Cross Lodge, fundada na cidade do Recife, Estado de Pernambuco, em data não estabelecida, porém instalada em 15 de junho de 1856.

No Grande Oriente do Brasil, a maior Potência Maçônica neste país, existem cerca de setenta Lojas que trabalham no Rito de York, cuja dinâmica litúrgica difere do sistema de Thomas Smith Webb. Vale salientar que nos EUA não existe o Rito de York para os Graus Simbólicos - Aprendiz, Companheiro e Mestre - apenas para os graus superiores.

[editar] Loja do rito de York no Grande Oriente Unido

O Grande Oriente Unido ou "Grande Oriente dos Beneditinos", como também, era conhecido, foi fundado em 16 de dezembro de 1863, por Joaquim Saldanha Marinho teve, durante sua existência, apenas uma autêntica Loja do Rito de York sob sua jurisdição, que foi a Washington Lodge, fundada em 19 de novembro de 1874, na cidade de Santa Bárbara d'Oeste-SP (fundada por americanos e não por ingleses).

[editar] Lojas do rito de York no Grande Oriente do Brasil

A primeira Loja do Rito de York verdadeiramente fundada sob a égide do Grande Oriente do Brasil, foi a Eureka Lodge nº 440 em data de 22 de dezembro de 1891, na cidade do Rio de Janeiro é que foi fundada a primeira Loja do Rito de York sob a égide do Grande Oriente do Brasil.

[editar] Grande Loja do Estado de São Paulo

Fundação de Loja no Rito York usando o ritual de emulação

Um Grupo de Motociclistas se reuniu e fundou no dia 15 de Novembro de 2006 a Loja Maçonica Cavaleiros de Aço (GLESP), composta pelos chamados maçons "genéricos", que trabalha no Rito York em Ribeirão Preto, São Paulo. O Rito de York é o rito predominante da Maçonaria Norte Americana. Sob sua égide se desenvolveram líderes da sociedade estadudinense nos principios da Liberdade Igualdade e Fraternidade. Estudiosos afirmam que este rito tem origens iluministas. O Rito de York, por ser teísta, está mais ligado aos países onde os cultos evangélicos predominam, pois o clero desses cultos tem dado à Maçonaria o apoio e o suporte necessário para a sua evolução e crescimento. O Rito de York foi fundado no ano de 1799, tendo como organizador e fundador principal o Ir Thomas Smith Webb. É justamente este irmão, que deu a estrutura e doutrina filosófica com os seus respectivos procedimentos gerais ao sistema maçônico que pode ser identificado pelo nome genérico de "Rito Americano" ou "Rito de York".

Pequeno relato baseado na Carta da Cidade de São Francisco de Paula, RGS, do surgimento da idéia de se fundar a 1ª Loja Maçônica regular formada apenas por motociclistas, legitimamente deslocados da maçonaria chamada de genérica e alavancada a consição da farmacologia chamada similar. Descrição adaptada por Chafi Nader com a finalidade de não se perder o grande e importante momento da idéia de criar a Loja Maçônica Cavaleiros de Aço 655 GLESP pelo irmão Chafi Nader, membro na epoca da ARLS Antonio Duarte Nogueira Nº 414 na cidade de Ribeirão Preto SP Brasil. Resumo da ata por Chafi Nader No ano de dois mil e seis, mês de abril, dias vinte e um, vinte e dois e vinte e três, na cidade de São Francisco de Paula na Serra Gaúcha, aconteceu o Primeiro Encontro dos Bodes do Rio Grande do Sul. Estiveram presentes além dos Maçons-Motociclistas gaúchos, também irmãos de São Paulo e Santa Catarina. Confraternizaram na mesma medida, cunhadas, sobrinhos e convidados especiais, também dos Estados acima citados e ainda de Minas Gerais. Todos relacionados em nominata anexa. Já no dia dezenove, uma comitiva liderada pelo Ir.: Chafi Nader de Ribeirão Preto, SP, ( que seria no futuro 1º Mestre da Loja cavaleiros de Aço 655-GLESP) empreendeu viagem, passando por Lages, SC onde somaram-se ao Ir.: Antonio Ribeiro que junto com o Ir.: Lasareno Cardoso da Facção Bagé, foram os primeiros a chegar à sede do Grande Encontro do Sul, especificamente o Hotel Cavalinho Branco situado em local especialmente aprazível, às margens do Lago São Bernardo, onde dava seqüência aos preparativos de recepção, o Ir.: Gilmar Batista de Porto Alegre. Menção especial é devida à cunhada Arlette que veio pilotando sua CB 600 F Hornet, acompanhando o Ir.: Chafi e cunhada Myrene, desde o Estado de São Paulo. Ao longo do dia vinte e um, estando na estrada desde o dia anterior, começaram a chegar os Maçons-Motociclistas, familiares e amigos vindos dos mais distantes rincões, organizando-se em duas grandes caravanas. Uma que vinha da Capital de todos os gaúchos, liderada pelo Ir.: Roberto Sosinski e outra que se deslocava desde o Coração do Rio Grande, Santa Maria, capitaneada pelo Ir.: João Pedro. Neste mesmo dia, desde que o primeiro galo cantou nos pampas, chovia como benção do Grande Arquiteto do Universo aos tão necessitados agricultores. Recebemos a chuva como um motivo a mais para querer chegar e receber o caloroso afeto com que nos esperavam na entrada de São Francisco de Paula. Ali estavam os IIr.: Lasareno Cardoso, Roberson Cherobin, engenheiro Chafi Nader e Antonio Ribeiro que, como gaúchos por adoção, irmanados ao Ir.: Gilmar Batista, fizeram as vezes de anfitriões. Destaque especial é devido ao Ir.: Lasareno lá da fronteira, Candiota, que moveu montanhas, abrindo estabelecimentos no feriado, a procura de fogos de artifício. Com a chegada da primeira caravana, foguetes espocaram, corações se aqueceram, lágrimas brotaram e os bodes, empertigados, justificando que eram apenas pingos de chuva no rosto. O povo todo se arrepiou de emoção e a voz embargou. Abraços e mais canhonaços por obra de Lasareno e Cherobin que improvisaram um lançador seguro a partir de cabos de vassoura “emprestados” no hotel. E se vieram os de Santa Maria da Boca do Monte, com o Ir.: Renato Lopes abrindo cancha. No local, Centro de Turismo de São Francisco de Paula, nos esperavam o Secretário Municipal desta pasta por ordem do Sr. Prefeito, mais o gaiteiro oficial, prendas, peões e um declamador – o Ir.: Bueno. Cachaça de güampa para esquentar. Carne assada, guisado no espeto, pinhão moído, assado e cozido. Chimarrão, música – e abraços de boas vindas. Dava gosto de se ver: os sobrinhos e sobrinhas logo sarneando na volta das motos de curiosos que são e se imaginando um dia no comando de tais máquinas. As cunhadas já em grande alarido comentando as agruras do frio e da chuva como se de longa data se conhecessem. E os irmãos, estes sim, orgulhosos, satisfeitos e contentes por fazerem parte do grupo. A autoridade municipal representada ali pelo Sr. Moacir, deu boas-vindas ao grupo, disse do orgulho e da satisfação do povo de São Francisco em receber tão seleta parcela da maçonaria, e entregou ao representante do Moto Clube, uma araucária em miniatura, símbolo da cidade e que trazia em si, a hospitalidade do povo gaúcho. Em seguida, o comboio, agora somando quase cinqüenta motocicletas mais meia-dúzia de carros de apoio, inclusive com reboque conduzido pelo sobrinho Raul Sosinski, para qualquer eventualidade que graças ao GADU não foi preciso usar, seguiu para o local sede do evento, o Hotel Cavalinho Branco. Lá chegando, outra variedade de especialidades gaúchas regadas a um bom vinho teve lugar. Também aberta no local, uma lojinha temporária da Skya, com o amigo Aldo de mascate, comerciando vestuário e apetrechos motociclísticos da melhor qualidade. As famílias foram se alojando em seus respectivos quartos, tudo de antemão organizado pelo competente Ir.: Sosinski e cunhada Cenira. Acomodados que estavam, em roupas secas, os bodes prepararam o hasteamento de suas bandeiras, enquanto as cunhadas e sobrinhos improvisavam um secador de roupas, luvas e botinas em frente à lareira, contando com inestimável apoio e colaboração da gerência e funcionários do hotel. Foi então servido um lauto almoço findo o qual, os bodes recolheram-se para um merecido descanso enquanto a piazada se entretinha passeando pelas redondezas e as cunhadas aqueciam-se junto a lareira embaladas por uma boa prosa. As dezoito horas deste dia, reuniram-se somente os irmãos, em sala reservada e indevassável, onde outrora uma Loja Maçônica ali estava instalada, para discutir assuntos administrativos comuns ao grupo sobre os quais desdobramos comentários. Também discutida a questão do próximo EBA que no entender da maioria, inclusive com a manifestação dos IIr.: catarinenses Ribeiro, Mario, Daltro e Cherobin, além do Ir.: de São Paulo, Chafi Nader, somada aos IIr.: gaúchos teria a cidade de Florianópolis como escolha preferencial por motivos práticos e pela exuberância da natureza naquele local. O evento congregaria os três estados da Região Sul e mais São Paulo para aqueles que assim o desejassem. Estando tudo justo e perfeito, a reunião foi encerrada com a apresentação de uma poesia pelo Ir.: Bueno, “A Iniciação do Maçom Gaúcho”, culminando com uma cadeia de união em agradecimento aos indizíveis momentos de fraternidade vivenciados até então e que ainda estariam por vir. Logo aprumaram todos para o salão onde foi executado o primeiro banquete semi-ritualístico, com o fogo amigo sendo disparado por três vezes. Então, foi servido um jantar à altura dos presentes, que satisfeitos, recolheram-se para descansar e se preparar para a programação do dia seguinte. Ao raiar de vinte e dois de abril do ano de dois mil e seis, o sol despontava sobre os pinheirais, dissipando a névoa que aqui chamamos de cerração, anunciando um dia que ficará guardado no coração de todos aqueles que estiveram em São Francisco de Paula. Um café da manhã campeiro, chimarrão, muita conversa na volta das motos, novidades em alforjes, equipamentos, baús, malas, capacetes, inter-comunicadores, dispositivos especiais de lubrificação do Ir.: Ribeiro e outros tantos “causos”. Perfilou-se as máquinas às margens do Lago São Bernardo. Juntaram-se primeiro os bodes para a foto oficial. Depois as cunhadas e, por fim, todos juntos guardando para sempre em imagens na matéria e no espírito, aquilo que será lembrado como o Primeiro Encontro dos Bodes do Asfalto do Rio Grande do Sul. Dali, o povo maçônico com aqueles que lhe são mais caros, seguiram em passeio pela região, chegando à cidade de Canela, onde foi visitada a Catedral e onde rendemos graças ao Supremo Criador por abençoados que somos. Um violinista executava na calçada lindas canções em homenagem à vida. O Ir.: Lasareno, demonstrando mais uma de suas habilidades, fazia mágicas para as crianças da cidade que o observavam encantadas. Fotos, muitas fotos mais. Compras nas lojas de malhas, chocolate caseiro e artesanato e dali partimos para Gramado, onde nos esperava um dos pontos altos da programação. O tal de churrasco na vala, no Fandango Serrano. Foi um momento onde pudemos saborear o que se tem de melhor da cozinha gaúcha feita ao fogo de lenha. Feijão mexido, costela de rês, de ovelha, picanha, arroz de carreteiro, lingüiça, pinhão, massas, saladas e sobremesas de todas as qualidades. Vinho, aguardente, chimarrão e música ao vivo trazendo a tradição do sul para junto da mesa. Tão logo os presentes findavam as refeições, a poeira era levantada com as danças em apresentação por uma gurizada que traz desde o berço o amor pela cultura gaúcha. Os bodes, cunhadas, sobrinhos e convidados foram atraídos pela música e logo estava todo mundo entreverado dançando o “pezinho”. Teve bode da Capital declamando seu amor pela esposa e cunhada de Santa Maria cantando em acompanhamento aos músicos do local. Estava lindo de se ver. Mais tarde, satisfeitos os compromissos financeiros com o patrão do local, a comitiva se largou para Canela, onde primeiro foi visitado o Parque do Caracol – Cascata Véu de Noiva e depois onde fomos recebidos pelo Ir.: Marcus Dietrich, no Templo Maçônico da Loja Estrela de Gramado. Outra sessão de fotos e explicações permitidas às cunhadas, sobrinhos e convidados, sobre o significado das alegorias e ornamentos da Ordem. Concluída esta etapa, o deslocamento de volta à sede, onde nos esperava outra degustação de vinho, doces, café e bolinhos de chuva que chamamos “cueca-virada”. Destacamos também os momentos lúdicos que nos proporcionou o Ir.: Léo Possani de Canoas, hábil ilusionista amador que nos divertiu com truques de cartas e telepatia, tendo como “partner”, a cunhada Verônica. Lembramos as constantes brincadeiras que a todos agradaram, pelo Ir.: Coutinho de Porto Alegre, casamenteiro de plantão. À noite, precedendo o segundo banquete semi-ritualístico, assistimos a uma apresentação de excelente coral que executou pérolas da música brasileira e italiana, regido por uma cunhada da cidade de São Francisco. Em continuidade, abriu-se a palavra aos presentes, onde se manifestaram os IIr.: Renato Lopes e João Pedro de Santa Maria, o Ir.: Miguel Schabbach de Rio Grande, o Ir.: Roberto Sosisnki de Porto Alegre e o Ir.: Chafi Nader de Ribeirão Preto. Nesta oportunidade o irmão Chafi Nader, conclamou a todos para uma maior união, agregando outros estados da nação, pedindo aos Gauchos presentes que levassem um pouco de sua inconfundível seriedade e patrotismo a outros estados. O irmão Chafi também comentou sobre a idéia de se criar uma Loja Maçônica onde os motociclistas pudessem se reunir. "Seriamos os Che Guevara do bem, levando através de nossas motos a nossa verdade e a nossa fraternidade para todos os cantos, seriamos os verdadeiros Cavaleiros de Aço do mundo moderno"

Ao Ir.: Chafi, foi entregue a araucária em miniatura, símbolo da cidade, para que levasse consigo, um pedacinho do Rio Grande e o carinho dos IIr.: do Sul aos IIr.: do Sudeste. Concluída esta parte, passou-se ao banquete propriamente dito, com destaque para pratos a base de peixe de água doce. Foram levantados brindes à Ordem e à fraternidade. À Pátria foram rendidas homenagens e aos IIr.: estendidos os mais calorosos votos de saúde, força e união. Encerrado o banquete, teve lugar um momento especial onde, embalados por boa música, os bodes dançaram abraçados às suas queridas companheiras de batalhas pela vida. Já no outro dia, com a alma tomada pela alegria e os olhos marejados pela saudade que já batia por perto, após um rico café, começaram os preparativos para o retorno. Bagagens eram arrumadas, promessas de novos encontros se ouviam aqui e ali e, o comboio partiu, sendo que se dividia a cada entroncamento, como sementes de fraternidade lançadas ao vento para germinar mais adiante. E assim os irmãos retornaram a seus lares onde por certo encontraram felizes todos aqueles que ficaram ansiosos por seu retorno. Cidade de São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul, Brasil, aos vinte e três dias do mês de abril do ano de dois mil e seis.

História da fundação da Cavaleiros de Aço

Ao retornar a Ribeirão Preto, o irmão Chafi, dirigiu-se a sua loja Mãe, ARLS Antonio Duarte Nogueira 414, e comunicou a sua intenção de fundar uma loja composta com os ideais maçônicos e fraternidade dos motociclistas. Pediu apoio e imediatamente parte dos irmãos se propuseram a ajudar. Irmãos mestres como Carlos Mancera da ADN, Adriano Araujo da ARLS Elias Nechar se puseram logo ao lado desta idéia fantastica. O irmão Chafi procurou também o apoio dos irmãos Callil Salles e Danilo Lobo, autoridades importantes na diretoria das grandes lojas. No dia 7 de Setembro de 2006, durante a feira do livro em Ribeirão Preto, foi escrito pela primeira vez, em um guardanapo de papel na choperia Pinguim, a 1ª Ata da Cavaleiros de Aço 655 e nela assinaram os irmãos Adriano Araujo, Chafi Nader e Carlos Mancera. No dia 15 de Novembro de 2006, depois de muitas tentativas de se proibir, foi fundada a ARLS Cavaleiros de Aço 655. O dia da fundação foi muito emocionante para todos, pois parte da cerimonia foi realizada em um quarto do Hospital São Lucas, onde o irmão Callil, já quaze partindo para o oriente eterno pronunciou suas ultimas palavras. "Esta Fundada a ARLS Cavaleiros de Aço e que o GADU os proteja" Todos choraram.

Fundação da ARLS Cavaleiros de Aço 655 GLESP Dia 15 de Novembro de 2006 Cidade de Ribeirão Preto SP 1º Mestre da Loja Irmão Chafi Nader Fundadores: Irmãos: PMI Gilmar Hamilton, MM Roberto Vecchi, MM Adriano Araujo, MM Walter Rondinoni, MM André Guina, PMI Humberto Arantes. Gerente fundador Imão PMI Calil Salles representante do Grão Mestre. Templo da Elias Nechar Ribeirão Preto SP. Fonte: Chafi Nader email floresta@netsite.com.br

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