Rochedos de Liancourt

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Rochedos de Liancourt
Localização dos Rochedos de Liancourt
Nome coreano
Hangul 독도
romanização revisada Dokdo
Hanja 獨島
Nome japonês
Hepburn たけしま
romanização Hepburn Takeshima
Kanji 竹島
Coordenadas: 37° 14′ N 131° 52′ E
Mapa dos Rochedos de Liancourt.

Os Rochedos[1] de Liancourt são um pequeno grupo de ilhas no Mar Oriental. Para os locais coreanos, são conhecidos como Dokdo (독도 獨島). No Japão, recebem o nome de Takeshima (たけしま 竹島).

Se, por um lado, a Coreia do Sul as classifica como parte do Condado de Ulleung, província de Gyeongsang do Norte, o Japão reclama-as como parte da cidade de Okinoshima, Distrito de Oki, Prefeitura de Shimane.

Em 1849, um baleeiro francês de Le Havre, Le Liancourt, deu o nome às ilhas de Rochedos de Liancourt. Os russos designaram-nas Rochedos de Menalai e Olivutsa em 1854, e, os ingleses, Rochedos Hornet, em 1855.

O número 3 da Instrução nº 677 do Comandante Supremo das Forças Aliadas (SCAPIN nº 677) entregue ao Governo japonês no dia 29 de Janeiro de 1946 enumera as áreas excluídas do território japonês, entre elas as ilhas Jeju, Ulleung e Liancourt.

A SCAPIN nº 1033, entregue no dia 22 de Junho de 1946, diz que "os navios japoneses e seus tripulantes não devem aproximar-se de Liancourt a menos de 12 milhas nem ter qualquer contacto com esta ilha".

O Tratado de São Francisco, assinado em 1951, estipula que o Japão reconhece a independência da Coreia e desiste de todos os direitos sobre este país, incluindo as ilhas adjacentes.

A Coreia do Sul declarou no dia 18 de Janeiro de 1952 que os Rochedos de Liancourt são território coreano, através do anúncio da "Declaração Presidencial dos Direitos da Coreia nos Mares Circundantes" (vulgarmente chamada Linha de Seung-man Lee, Linha da Paz).

Atualmente a Coreia do Sul tem um destacamento policial permanente de vigilância. No campo da conservação ambiental, os sul-coreanos classificaram os Rochedos de Liancourt como monumento nacional nº 336.


Demografia[editar | editar código-fonte]

Apesar de possuir residentes permanentes, o acesso ao arquipélago é relativamente restrito e está em vigilância 24 horas por dia. A restrição de acesso diminuiu paulatinamente com a emergente atividade turística patrocinada pela própria província de Gyeongsang Norte, tanto nas ilhas principais como na zona marítima circundante.

Ver Também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações[editar | editar código-fonte]