Rodovia Cônego Domenico Rangoni

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SP-055.png
SP-55 e SP-248/55
Rodovia Cônego Domênico Rangoni
(nome oficial)
"Piaçaguera-Guarujá"
Trecho da SP-055.png SP-55
Extensão 33 km
Inauguração 1970
Tipo rodovia estadual
Limite oeste SP-055.png Rod. Padre Manuel da Nóbrega, Piaçaguera, Cubatão, SP
Interseções
Limite leste SP-055.png Manuel Hipólito Rego, Santos, SP
Concessão Ecovias
Sistema Anchieta-Imigrantes
oeste
< Pe. Manuel da Nóbrega
SP-055.png
SP-55
leste
Manuel Hipólito Rego >

A Rodovia Cônego Domênico Rangoni, também conhecida como Piaçaguera-Guarujá, foi construída na década de 1970, que visava desafogar as já velhas e desgastadas balsas que faziam a travessia Santos-Guarujá. Ligando o continente à Ilha de Santo Amaro ou Guarujá e a Rodovia de Piaçaguera, atualmente suas denominações oficiais são SP-248/55 (entre o Guarujá e trevo da Rio-Santos, no bairo de Monte Cabrão, em Santos) e SP-55 (entre a Rio-Santos e a Rodovia dos Imigrantes). Neste último trecho, a rodovia faz parte do sistema da BR-101, porém é mantida pelo Governo do Estado de São Paulo, através do Departamento de Estradas de Rodagem - DER, sob concessão da Ecovias.

Possui cerca de trinta quilômetros de extensão, têm um túnel denominado "Túnel dos Quilombos". Começa na Rodovia dos Imigrantes, e serpenteia o complexo petroquímico de Cubatão, passando pela COSIPA, Rhodia, Carbocloro Indústrias Químicas e outras Indústrias do Vale do Rio Cubatão.

Foi reformulada, e atualmente conta com duas vias cada uma com três faixas para uso, sendo uma quase que exclusiva para caminhão.

Por ter sido construída em região de mangue, essa estrada consumiu o equivalente em números de caminhões para encher um Maracanã o maior estádio de futebol do Brasil, cerca de vinte mil viagens cada uma transportando em média dez toneladas de terra.

Concessão[editar | editar código-fonte]

Atualmente a estrada encontra-se administrada pelo sistema de concessão por um período de vinte anos para a empresa Ecovias empresa privada, criada com a finalidade de atender as obrigações constantes do contrato de concessão, firmado com o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo, em 27 de maio de 1998, atuando como concessionária de serviço público na operação e manutenção do Sistema Anchieta - Imigrantes (SAI) por um prazo de vinte anos. Findo o prazo, o SAI será devolvido, ampliado e completamente modernizado, ao governo do estado de São Paulo.

  • A concessão, cedida à Ecovias é remunerada mediante a cobrança de pedágio e os recursos advindo deste vão para a manutenção e melhoria dos sistemas de operação, construção da pista descendente da Rodovia dos Imigrantes (já inaugurada), recuperação das rodovias existentes, (entre as quais a Rodovia Padre Manoel da Nóbrega e a Cônego Domênico Rangoni), construções de pistas marginais (já implementadas na Rodovia dos Imigrantes), implantação de sistemas de controle de tráfego e atendimento aos usuários, sistemas eletrônicos de gestão, arrecadação de pedágios e atendimento ao usuário (já implantado).

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]