Roman Abramovich

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Roman Abramovicho
Рома́н Арка́дьевич Абрамо́вич
Roman Abramovich
Nome completo Roman Arkadyevich Abramovicho
Nascimento 24 de outubro de 1966 (47 anos)
Saratov, RSFS da Rússia
 União Soviética
Ocupação empresário e investidor e Dirigência e Dono do Chelsea FC(ING)

Roman Arkadyevich Abramovich (Saratov, 24 de outubro de 1966) é um bilionário russo, dono do clube inglês de futebol Chelsea. Abramovich ocupa, atualmente, a 68° posição no ranking das pessoas mais ricas do planeta, segundo a Revista Forbes[1] com 12.1 bilhões de dolares. É proprietário também de um iate de 120 metros e de um Boeing 767-300 ER (prefixo P4-MES). Também é dono, através de uma de suas empresas, do time russo CSKA Moscou.


Talvez por Boris Berezovsky ser um asilado e não um residente na Grã-Bretanha, Roman Abramovich, seu antigo amigo e hoje rival, é o residente britânico mais rico, dono do Chelsea FC, sendo o segundo mais rico o dono da Tetrapak, Hans Rausing, com 12 bilhões de dólares.

Acusações[editar | editar código-fonte]

Abramovich é acusado na Justiça russa de desvio de centenas de milhões de rublos em impostos. Não sofreu o destino de Berezovski, entre outras coisas por gozar de imunidade, na qualidade de ex-governador de Chukotka - um distrito gelado da Rússia - embora a Câmara de Auditoria, órgão do governo russo, o acuse de desvios de dinheiro durante seu mandato.

Abramovich confessou ter pago bilhões de dólares para favores políticos e proteções honorárias em troca do controle da riqueza mineral no processo de privatização do Estado soviético. Ele subornou os velhos oligarcas em troca de uma grande quota do petróleo da Rússia e ativos de alumínio. [1]

Abramovich foi acusado, pelo jornal francês Le Monde, de estar envolvido no contrabando de diamantes de Angola. E o jornal inglês The Times revelou que parte do empréstimo de 4,8 bilhões de dólares do FMI à Rússia, durante a crise financeira de 1998, foi desviada pelo então presidente Ieltsin para a Suíça, onde ficou sob o controle da Runicom, empresa de Abramovich que este ano passou a ser cobrada judicialmente pelo Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento por uma dívida de 14 milhões de dólares.[2]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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