Ronaldo Lemos

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Ronaldo Lemos (foto: Joi Ito)


Ronaldo Lemos (Araguari, 25 de março de 1976) é um advogado, professor e pesquisador brasileiro, especialista em temas como tecnologia, mídia e propriedade intelectual. É professor da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro e diretor do Creative Commons Brasil. É sócio do escritório Pereira Neto Macedo Advogados, coordenando a área de mídia e propriedade intelectual[1] . Foi professor visitante na universidade de Princeton e professor titular e coordenador da área de propriedade intelectual da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro, onde fundou em 2003 o Centro de Tecnologia e Sociedade, do qual foi diretor até 2013. Em julho de 2013 tornou-se pesquisador visitante do MIT Media Lab e representante da diretoria do MIT Media Lab para o Brasil. Fundador do Overmundo, pelo qual recebeu o Golden Nica do Prix Ars Electronica na categoria Comunidades Digitais. Foi presidente do iCommons de 2006 a 2008, organização voltada ao compartilhamento de conteúdo on-line. Apresenta semanalmente na Globonews o programa Navegador, focado em inovação. Foi um dos fundadores da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro. Ronaldo apresentou na MTV Brasil um programa chamado Mod MTV, focando em tecnologia e tendências, que estreou no dia 25 de abril de 2011[2] e escreve semanalmente para a Folha de São Paulo. É um dos 13 membros do Conselho de Comunicação Social, criado pelo artigo 224 da Constituição Federal, tendo por atribuição elaborar estudos, pareceres e recomendações, entre outras solicitações dos parlamentares, sobre temas relacionados à comunicação, mídia e liberdade de expressão. É também membro do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, coordenado pelo Ministério da Justiça. É membro do Conselho de Comunicação Social, criado pelo artigo 224 da Constituição Federal. É curador da Enciclopédia de Arte e Tecnologia do Itaú Cultural. É membro do Conselho de Administração de várias organizações, incluindo a Mozilla[3] , Access Now[4] , e o Stellar.org[5] .

Biografia[editar | editar código-fonte]

Lemos estudou em escola estadual de Araguari até os dezesseis anos, quando se mudou para Uberlândia. Logo depois foi para São Paulo, onde morou por dez anos e cursou direito na USP.

Está à frente das atividades da Creative Commons no Brasil desde a adaptação da licença ao país em 2004. Fez mestrado em Harvard (EUA) sobre o tema e doutorado na USP. É o único latino-americano entre os nove integrantes da cúpula do Creative Commons - o conjunto de licenças que permite a um artista licenciar parte de seus direitos autorais. Participa de uma pesquisa internacional chamada Open Business. Integrou o corpo de fundadores da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro em 2002.

Autor, dentre outros, do livro Direito, Tecnologia e Cultura, do livro Tecnobrega: O Pará Reinventando o Negócio da Música, e de diversos outros artigos em publicações nacionais e internacionais. Membro da Comissão de Comércio Eletrônico indicada pelo Ministério da Justiça. Foi também professor convidado no Centre for Brazilian Studies, em Oxford. Apontado pela revista Superinteressante como um dos novos pensadores do século 21.

Foi curador do TIM Festival entre 2005 e 2008. Fez parte do juri do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia em 2009. É curador da Enciclopédia de Arte & Tecnologia do Itaú Cultural. Escreve semanalmente para a Folha de São Paulo e mensalmente para a Revista Trip, além de contribuir para outras publicações como a revista Foreign Affairs [1], Bravo! e Harper´s Bazaar. Apresenta semanalmente o programa Navegador na Globonews, junto com Hermano Vianna e outros.

Lemos foi um dos principais criadores do Marco Civil da Internet[2], projeto de lei para regular a internet brasileira protegendo direitos civis, privacidade e a neutralidade da rede[3]. O processo de redação do projeto de lei foi coordenado pelo Ministério da Justiça em parceria com o Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV.

Em janeiro de 2011 Lemos tornou-se professor visitante da Universidade de Princeton, afiliado ao Center for Information Technology Policy (Centro para Políticas da Sociedade da Informação). [6]

Foi nomeado em 1 de fevereiro de 2012 conselheiro membro do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, coordenado pelo Ministério da Justiça.

Foi nomeado pela Câmara dos Deputados em junho de 2012 como um dos membros titulares do Conselho Nacional de Comunicação, órgão criado pelo artigo 224 da Constituição Federal, com atribuição de elaborar estudos, pareceres e recomendações, entre outras solicitações dos parlamentares, sobre temas relacionados à comunicação, mídia e liberdade de expressão. Sua nomeação aconteceu como representante da sociedade civil, tendo como suplente o ex-ministro da cultura Juca Ferreira.

Lemos criou o Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS-FGV) em 2003. Foi diretor do CTS-FGV até 2013, quando foi sucedido pelo ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim.


Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]