Rondônia

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Estado de Rondônia
Bandeira de Rondônia
Brasão de Rondônia
(Bandeira) (Brasão)
Hino: Hino de Rondônia
Gentílico: rondoniense ou rondoniano(a)

Localização de Rondônia

Localização
 - Região Norte
 - Estados limítrofes Bolívia (S e O), Amazonas (N), Mato Grosso (L) e Acre (O).
 - Mesorregiões 2
 - Microrregiões 8
 - Municípios 52
Capital Porto Velho
Governo 2007 a 2011
 - Governador(a) Ivo Cassol (PPS)
 - Vice-governador(a) João Cahulla (PPS)
 - Deputados federais 8
 - Deputados estaduais 24
 - Senadores {{{senador1}}}
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Área  
 - Total 237.576,167 km² (13º)
População 2008
 - Estimativa 1.493.566 hab. (23º)
 - Densidade 6,29 hab./km² (20º)
Economia 2006
 - PIB R$13.110.169.000,00 (22º)
 - PIB per capita R$8.391,00 (15º)
Indicadores 2005
 - IDH 0,776 (2005) [1] (14º) – médio
 - Esper. de vida 71,2 anos (17º)
 - Mort. infantil 23,7/mil nasc. (13º)
 - Analfabetismo 9,7% (13º)
Fuso horário UTC-4
Clima equatorial úmido Am
Sigla BR-RO
Site governamental www.rondonia.ro.gov.br

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Rondônia é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado na região Norte e tem como limites o Amazonas (norte), Mato Grosso (leste), Bolívia (sul e oeste) e Acre (oeste). Ocupa uma área de 237 576 km², praticamente igual à da Romênia. Sua capital é a cidade de Porto Velho.

Sua população segundo o IBGE/2008 é estimada em 1.493.566 habitantes, o que representa um crescimento de 2,738% em relação a contagem de 2007. Rondônia é o 3º estado mais populoso, e o mais denso da Região Norte do Brasil. O estado de Rondônia tem o 3º melhor IDH, 4º melhor índice de educação, e a melhor renda de toda a Região Norte do Brasil. Respectivamente o 14º, 13º e 12º melhores índices do Brasil.

De acordo com estimativa do IBGE para 2008, os municípios mais populosos do estado são:

Seu relevo é suavemente ondulado; 94% do território encontra-se entre as altitudes de 100 e 600 metros. Madeira, Ji-Paraná, Guaporé e Mamoré são os rios principais.

O clima é equatorial e a economia se baseia na pecuária e na agricultura (café, cacau, arroz, mandioca, milho) e no extrativismo da madeira, de minérios e da borracha, esta última responsável por trazer grande riqueza e pujança durante o chamado ciclo da borracha. É o estado que mais cresceu no Brasil nos primeiros 30 anos depois da fundação, tendo em 2007 alcançado a impressionante marca de 48% de crescimento econômico e 28% em 2008.

Índice

[editar] História

O primeiro explorador europeu que teria alcançado o vale do rio Guaporé foi o espanhol Ñuflo de Chávez, de passagem entre 1541 e 1542.

Mais tarde, no século XVII, a região foi percorrida pela épica bandeira de Antônio Raposo Tavares, que, entre 1648 e 1651, partindo de São Paulo, desceu o curso do rio Paraná, subiu o rio Paraguai, alcançou o vale do rio Guaporé, atravessou o rio Mamoré, seguiu pelo rio Madeira alcançando o rio Amazonas, cujo curso finalmente desceu até alcançar Belém do Pará.

Tendo ainda alguns missionários se aventurado isoladamente pela região, no século seguinte, a partir da descoberta de ouro no vale do rio Cuiabá, os bandeirantes começaram a explorar o vale do Guaporé.

Por esse motivo, em 1748, as instruções da Coroa portuguesa para o primeiro Governador e Capitão General da Capitania do Mato Grosso, Antônio Rolim de Moura Tavares (1751-1764), foram as de que mantivesse - a qualquer custo - a ocupação da margem direita do rio Guaporé, ameaçada por incursões espanholas e indígenas, oriundas dos povoados instalados à margem esquerda desse curso fluvial desde 1743 (a saber: Sant'Ana, na foz do ribeirão deste nome; São Miguel, na foz do rio deste nome; e Santa Rosa, nos campos deste nome, depois transferida para o local onde foi conquistada por tropas portuguesas, na margem direita do rio Guaporé).

Rolim de Moura instalou a sua capital em Vila Bela da Santíssima Trindade (19 de março de 1752), tomando as primeiras providências para a defesa da Capitania que lhe fora confiada. Assim que atendeu as necessidades das demarcações requeridas pelo Tratado de Madrid (1750), em 1753 incursionou sobre a povoação espanhola de Santa Rosa Velha, na margem direita do Guaporé, e ali fez instalar um pequeno posto de vigilância (uma "guarda"), sem modificar o nome do local para evitar protestos dos vizinhos espanhóis. Mais tarde, diante da solicitação do governador de Santa Cruz de la Sierra para a imediata evacuação do posto, Rolim de Moura transformou a antiga Guarda em um forte, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição (Presídio de Nossa Senhora da Conceição) (1759).

Frente às renovadas incursões espanholas e aos rigores climáticos, em poucos anos este Presídio se encontrava em ruínas. Por estas razões foi reconstruído e posteriormente rebatizado pelo Governador Luís Pinto de Sousa Coutinho (1769-1772), com o nome de Forte de Bragança (1769), que, por sua vez em ruínas, foi substituído em definitivo pelo Real Forte Príncipe da Beira (1776).

Nesse período, em 1772, Francisco de Melo Palheta, partindo de Belém do Pará, atingiu sucessivamente o rio Madeira, o rio Mamoré e o rio Guaporé, alcançando Santa Cruz de la Sierra.

Com o declínio da mineração, e a Independência do Brasil, a região perdeu importância econômica até que, ao final do século XIX, com o auge da exploração da borracha, passou a receber imigrantes nordestinos para o trabalho nos seringais amazônicos.

O início da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em virtude da assinatura do Tratado de Petrópolis (1903), constituiu outro poderoso impulso para o povoamento.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Decreto-lei nº 5.812 (13 de setembro de 1943) criou o Território Federal do Guaporé, com partes desmembradas dos estados do Amazonas e do Mato Grosso.

Com uma economia baseada na exploração de borracha e de castanha-do-pará, pela Lei de 17 de fevereiro de 1956 passou a se denominar Território Federal de Rondônia, em justa homenagem ao sertanista Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958). A descoberta de jazidas de cassiterita e a abertura de rodovias estimularam a sua economia e o seu povoamento, passando este Território à condição de Estado a partir de 1982. Já naquela época, milhares de famílias que viviam na região aguardavam a distribuição de terras pelo Incra, situação que ainda não encontrou uma solução definitiva.

[editar] Religião

  • Católicos: 57,5%;
  • Evangélicos: 27,8%;
  • Outros/Sem religião: 14,7%.
  • O Estado é o que tem o maior número de evangélicos da Região Norte, e em proporção à população do Estado, tem o segundo maior número de protestantes do país, atrás apenas do Espírito Santo.

[editar] Etnias

Cor/Raça (IBGE 2006)[2] Porcentagem
Pardos 53,8%
Brancos 36,8%
Negros 7,3%
Amarelos ou indígenas 2,2%

Fonte: PNAD (dados obtidos por meio de pesquisa de autodeclaração).

[editar] Subdivisões

Municípios

[editar] Principais cidades

  • Cacoal: com 78.263 habitantes (IBGE/2008), é a quarta maior cidade do estado e possui o quinto maior PIB entre os municípios rondonienses. É a cidade com o melhor índice de saneamento básico do estado de Rondônia.
  • Vilhena: possui uma população de 68.405 habitantes (IBGE/2008), a quinta maior do estado. Apesar disso, a cidade detém o terceiro maior PIB entre os municípios de Rondônia. Conhecida por seu clima relativamente agradável e pouco comum na região amazônica, a cidade ostentava em 2000 o melhor IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) do estado de Rondônia, sendo a única cidade interiorana da região Norte do Brasil a liderar esse índice em seu estado.
  • Espigão do Oeste: com 28.617 habitantes (IBGE/2008), a décima terceira maior do estado. Apesar disso, a cidade detém o décimo primeiro maior PIB de Rondônia. Apesar de possuir a segunda maior reserva de diamantes do mundo, localizada na Reserva Roosevelt, e ser alvo de conflitos entre os índios Cintas-largas e garimpeiros, a cidade também é conhecida como a capital da laranja, por ser a cidade que mais produz laranja no estado. A Cidade também possuí a única reserva de calcário do estado de Rondônia.

[editar] Maiores Cidades do Estado de Rondônia

Maiores cidades do estado de Rondônia
Posição Cidade População Posição Cidade População

Porto Velho
Porto Velho
Ji-Paraná
Ji-Paraná
Cacoal
Cacoal

1 Porto Velho 379.186 11 Pimenta Bueno 33.803
2 Ji-Paraná 110.707 12 Machadinho D'Oeste 32.214
3 Ariquemes 84.581 13 Espigão D'Oeste 28.617
4 Cacoal 78.263 14 Alta Floresta D'Oeste 24.577
5 Vilhena 68.405 15 São Miguel do Guaporé 23.283
6 Jaru 53.955 16 Presidente Médici 22.896
7 Rolim de Moura 50.249 17 Nova Mamoré 21.650
8 Guajará-Mirim 40.541 18 Colorado do Oeste 18.216
9 Ouro Preto do Oeste 37.142 19 Nova Brasilândia D'Oeste 17.653
10 Buritis 33.879 20 Alto Paraíso 17.169
Fonte: IBGE, estimativa populacional 2008[3]


[editar] Festivais e Eventos

EXPOVEL (Porto Velho)- é a segunda maior festa de peão de Rondônia.

Arraial Flor do Maracujá (Porto Velho)- é a maior festa junina da Região Norte.

Blitz Poética (Porto Velho)- promovida pela Academia Rondoniense de Poesia, poesias são distribuídas no trânsito de Porto Velho, no dia 14 de março, Dia da Poesia no Brasil. A iniciativa começou em 2006 em Rondônia, e se espalhou por outros Estados, como Pernambuco e Minas Gerais, entre outros. Em setembro, o evento começará a acontecer também na Europa.

Jantar Libanês (Porto Velho)- jantar que reúne a comunidade libanesa do Estado, com comida e danças típicas.

EXPOARI (Ariquemes)- maior festa do peão da Região Norte, e uma das maiores do país. Entre eventos de todos os tipos, é o maior do Estado e 2º maior da Amazônia, atrás apenas da Festa do Boi-Bumbá, em Parintins. Recebe mais de 300 mil pessoas por ano, vindas de toda a América do Sul.

Corrida de Jericos Motorizados (Alto Paraíso)- conhecida como "Fórmula 1 da Amazônia", é uma corrida de jericos motorizados, carros caseiros montados à partir de uma reunião de peças de modelos diversos. Cada jerico chega a até 60km/h, e possui força para puxar um caminhão. Comemora o aniversário da cidade, e acontece desde 2002. Em 2009, recebeu 30 mil pessoas de todo o país.

[editar] Educação

Resultados no ENEM
Ano Portugues Redação
2006[4]
Média
32,68 (20º)
36,90
49,18 (20º)
52,08
2007[5]
Média
46,22 (17º)
51,52
52,45 (25º)
55,99
2008[6]
Média
37,44 (15º)
41,69
56,47 (24º)
59,35

De acordo com o PISA, a educação pública de Rondônia é a 10ª melhor do país, a frente do estado de São Paulo, mas atrás de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina, por exemplo. O estado está entre Goiás (nona melhor) e Paraíba (11ª melhor) na lista. No ENEM, Rondônia tem a 15ª maior nota na prova objetiva (empatado com a Bahia) e a 19ª maior nota na redação. A cidade que teve a maior média do ENEM em 2007 do Estado foi Vilhena, com nota 54,17. O melhor colégio público foi a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Tiradentes, localizada em Porto Velho, com nota 56,19. O melhor colégio particular foi o Centro de Educação Integrada Ltda., em Vilhena, com média 70,20.

O nível de alfabetização no estado melhorou muito na última década, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. Em 2001, o estado era o 13º na lista de estados brasileiros pelo índice de pessoas com 15 anos ou mais alfabetizadas, com 13% de sua população analfabeta[7]. Em 2008, o estado permaneceu na mesma posição, mas agora apenas 9,7% dos indivíduos de 15 anos ou mais são analfabetos, o que representa uma queda de 3,3% em menos de oito anos. Entre os analfabetos funcionais, encontra-se 25% da população do estado nessa faixa etária.

[editar] Universidades e faculdades

Públicas
Particulares
  • Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná (CEULJI/ULBRA)
  • Faculdade Panamericana de Ji-Paraná (UNIJIPA)
  • Instituto Luterano de Ensino Superior de Porto Velho (ILES/ULBRA)
  • Faculdade de Ciências Humanas, Exatas e Letras de Rondônia (FARO)
  • Faculdade Interamericana de Porto Velho (UNIRON)
  • Faculdade de Porto Velho (FIP)
  • Faculdade São Lucas - Porto Velho
  • Faculdades Integradas de Ariquemes (FIAR)
  • Faculdade Associada de Ariquemes (FAAR)
  • Faculdade de Educação e Meio Ambiente - Ariquemes (FAEMA)
  • Faculdade de Rolim de Moura (Farol)
  • Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal (FACIMED)
  • Faculdade de Educação de Jaru (UNICENTRO)
  • União das Escolas Superiores de Cacoal (UNESC)
  • Associação Vilhenense de Educação e Cultura (AVEC)
  • Instituto de Ensino Superior da Amazônia (IESA)
  • Universidade de Ouro Preto do Oeste - Especializações (Uniouro)
  • Faculdade de Pimenta Bueno (FAP)
  • Faculdades Integradas Aparício Carvalho (FIMCA)

[editar] Cultura

O Estado é apenas um mosaico de diversas culturas, sem ter ainda uma cultura própria, devido ao grande número de migrantes, oriundos principalmente de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bolívia e Japão(japoneses em Rondônia, no entanto, na maioria das vezes são adolescentes e jovens que migraram para o Brasil ainda crianças, e que por isso a maioria das pessoas pensa que são apenas descendentes, pela falta de sotaque e pelo claro "jeitinho brasileiro") . Na culinária, são bastante consumidos os peixes amazônicos, o pão-de-queijo e a farinha mineira, a polenta paranaense, o churrasco gaúcho. Do Rio Grande do Sul também veio o chimarrão.

Quanto ao vocabulário, as influências também são diversas: em algumas cidades é bastante comum o uso do "guri" sulista, e em outras o "piá" nordestino. Na zona rural, entre os mais velhos, é bem usado o "tchê" gaúcho. Nas cidades, entre os jovens, até poucos anos era usado o "piseiro", gíria local com o sentido de festa, bagunça. Ainda hoje, os jovens usam o termo local "pocar", que na maioria das vezes passou de pai para filho, e que pode ter dois sentidos: sair, ir embora ("amanhã eu vou pocar para o Amazonas") ou, quando dito "pocado", pode significar quebrado ("o carro já está todo pocado). Esse uso é mais incomum, e "pocar" não pode significar quebrar; apenas "pocado" é quebrado.

Outra palavra local é "data", no sentido de terreno. No dicionário, essa palavra tem como um dos seus vário significados "um terreno doado pelo Governo". Em Rondônia, no entanto, "data" se refere a todos os terrenos. Há também o "caçar", que quer dizer procurar ("eu estava caçando você ontem", "ele estava mesmo caçando encrenca").

[editar] Transportes

O estado de Rondônia possui 24 mil quilômetros de rodovias, dos quais só 7% estão asfaltadas. A BR-364 corta o estado, ligando entre a divisa do estado do Mato Grosso e do Acre, é a principal via do carregamento de soja vinda do estado do Mato Grosso até a cidade de Porto Velho, onde está instalada o porto graneleiro. A BR-421 liga as cidades de Ariquemes a Campo Novo de Rondônia, porém deveria ligar a Guajará-Mirim. A BR-425 liga ao distrito de Abunã, no município de Porto Velho, Nova Mamoré a Guajará-Mirim, nas margens dos rios Madeira e Mamoré. A BR-429 liga os municípios de Presidente Médici, Alvorada d'Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, São Francisco do Guaporé a Costa Marques, nas margens do rio Guaporé.

A principal ferrovia do atual estado, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, ligava entre as cidades de Porto Velho a Guajará-Mirim. Foi construida em 1907 e concluida em 1912, para transportar a borracha e outros produtos, nas margens dos rios Madeira e Mamoré com cachoeiras. Foi desativada totalmente em 1972, com a construção das rodovias BR-364 e BR-425. Em 1981 foi reativado o trecho ligando a cidade de Porto Velho a cachoeira de Santo Antônio para pontos turísticos; porém em 2001, a ferrovia foi paralisada novamente, devido ao desmoronamento do trecho.

Os rios Madeira, Mamoré e Guaporé são mais navegáveis do estado.

[editar] Curiosidades

Porto Velho apareceu em 5º lugar na categoria entre 200 mil e 500 mil habitantes (que incluía 6 cidades). Foi apontada por causa da construção de um grandioso shopping center, com mais de 160 lojas; pela construção do Gasoduto Urucu-Porto Velho e, principalmente, pelas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau. Por causa de tudo isso, 100 mil pessoas devem chegar a cidade, causando uma grande oferta de empregos. A cidade também foi apontada pelo potencial turístico ainda inexplorado.

Ariquemes apareceu em 2º lugar na categoria de 50 mil a 100 mil habitantes (que incluía 7 cidades), superada apenas por Balneário Camboriú-SC. Pelo menos de acordo com a revista, o PIB da cidade em 2007 foi o maior do interior do Estado. Foi apontada também por possuir o maior garimpo a céu aberto do planeta, e por ter uma diversidade de indústrias que surpreende pelo tamanho da cidade.

Vilhena apareceu em 7º lugar da mesma categoria de Ariquemes. Entrou para a lista por servir de entreposto para pelo menos sete cidades de Rondônia e Mato Grosso. Foi apontada também pela excelente infra-estrutura, por ser limpa, segura, e com uma boa educação. O secretário municipal de Indústria e Comércio disse à revista que na próxima década a cidade se tornará a nova Suíça brasileira.

  • Infelizmente, o Estado é o mais desmatado em porcentagem da Amazônia. Em área total desmatada, fica atrás apenas de Pará e Mato Grosso, estando mais desmatado até do que o imenso Amazonas. O Estado foi o 3º que mais desmatou esta década, ficando em 4º lugar em 2007 e 2008.
  • O Estado possui o menor índice de congestionamentos de processos na Justiça do País, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça, com apenas 34% de seus processos parados. O segundo colocado do país é o Distrito Federal, com 42% de congestionamento.
  • O Estado é o que mais aplica multas do país, gerando mais de 10 milhões de reais por ano. Alguns pensam que isso é negativo, e serve como prova de que o trânsito local seja o mais caótico do país. De acordo com o Denatran, no entanto, a explicação disso é que o Detran-RO é o mais eficiente do Brasil.
  • O Estado tem fama de oferecer os mais altos salários do país. Pesquisas, no entanto, mostram que Roraima é que os oferece. Mesmo assim, os salários rondonienses estão acima da média nacional, e o Estado é um dos que oferecem maior estabilidade para professores: apenas 14% de seus professores são temporários. Em Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo, por exemplo, os professores temporários são, respectivamente, 53%, 49% e 43%.
  • Através do corte de gastos, os deputados de Rondônia economizaram 60 milhões de reais nos últimos dois anos: 39 milhões em 2007 e 21 milhões em 2008. O dinheiro foi devolvido aos cofres públicos. Apesar disso, partidos de oposição questionaram o feito, o que levou a Assembleia Legislativa a ir a público, nas redes de TV local, se defender e confirmar que havia devolvido o dinheiro em uma solenidade oficial.
  • Em 2007, o Estado possuía 337 089 veículos, 730 mil aparelhos celulares, e 247 mil linhas de telefone.


Referências

  1. Ranking do IDH dos estados do Brasil em 2005. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (15 de setembro de 2008). Página visitada em 17 de setembro de 2008.
  2. http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/indicadoresminimos/sinteseindicsociais2007/indic_sociais2007.pdf
  3. População residente em 1º de julho de 2008: Publicação completa. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 29 de agosto de 2008.
  4. http://download.globo.com/vestibular/enem2006_desempenhoregiaouf.doc
  5. http://download.uol.com.br/educacao/enem2007_mediasredacao.xls
  6. http://www.inep.gov.br/download/enem/2008/Enem2008_tabelas_01a101.xls
  7. IBGE, Anúncio estatístico do Brasil 2001, p. 2-81 Citado em ADAS, Melhem e ADAS, Sergio. Panorama Geográfico do Brasil. 4 ed. São Paulo: Editora Moderna, 2004. p. 248.

[editar] Ver também

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[editar] Ligações externas

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