Roséola

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A roséola, também conhecida por exantema súbito e por vezes por sexta doença é uma doença epidémica da infância geralmente benigna.

Herpesvirus 6 e 7 Humanos (HHV6 e HHV7)[editar | editar código-fonte]

Grupo: Grupo I (dsDNA) Familia: Herpesviridae Género: Roseolovirus Espécies: Human herpesvirus 6 (HHV-6) e Human herpesvirus 7 (HHV-7)

Os dois virus aparentados que causam a roséola são da mesma família do virus da Herpes mas produzem uma doença não relacionada. O HHV6 e HHV7 são virus com genoma de DNA bicatenar (hélice dupla), que se multiplicam no núcleo da célula hóspede. Têm preferência para parasitar linfócitos T.

Epidemiologia[editar | editar código-fonte]

Quase 100% dos adultos têm anticorpo anti HHV6 ou HHV7, significando moderação dos sintomas significa que a doença foi largamente ignorada na altura, ou atribuida a outra condição. Atinge principalmente crianças pequenas, de três meses a três anos.

A transmissão é por contato direto ou com secreção proveniente de espirro e tosse e é bastante infecciosa.

Progressão e sintomas[editar | editar código-fonte]

Nos indivíduos adultos causa uma síndrome semelhante à mononucleose infecciosa, contudo infecta mais frequentemente crianças com quadro típico de roséola.

A roséola caracteriza-se por aparecimento súbito de febre moderadamente elevada (39-40 °C) seguida de exantema macular (mancha vermelha na pele). Os sintomas duram três ou quatro dias. Raramente o aparecimento súbito da febre elevada pode levar a convulsões e tremores violentos da criança, e nesse caso a ajuda médica é aconselhada.

Diagnóstico e tratamento[editar | editar código-fonte]

O diagnóstico é eminentemente clínico. A sorologia não se faz necessária. O tratamento é inespecifico: aliviar as roupas se a criança ficar muito suada, dar mais água a beber que o normal, e eventualmente administrar paracetamol quando a temperatura subir muito.

Os virus HHV6 e HHV7 foram apenas descobertos enquanto causa da roséola em 1988.